(título estilo sessão da tarde)

O Grêmio empatou com o Newell’s Old Boys na Arena, viagra buy um empate meio injusto. Principalmente pelo que a equipe criou no segundo tempo. Grêmio dominou grande parte da partida e em abafa durante o segundo tempo o gol quase veio em três oportunidades. O empate em casa manteve o Grêmio como primeiro de seu grupo e primeiro geral da competição.

Ao contrário do que ouvi e li, o Grêmio jogou bem o primeiro tempo, principalmente durantes os 25 minutos iniciais, em que colocou o adversário para se defender e dominou o meio de campo, quando o Newell’s tinha a bola, o Grêmio se defendia muito bem. Luan estava jogando como a ligação dos volantes para o ataque. O jogador se apresentou muito durante toda a partida. Outro detalhe desse inicio do primeiro tempo, o Grêmio ganhou muito a chamada “segunda bola”, a defesa dos argentinos só conseguiam se defender parcialmente. O Grêmio tentou entrar na área dos adversários, mas eram impedidos.

Luan chuta a bola. Foto por: Félix Zucco
Luan chuta a bola. Foto por: Félix Zucco

Logo pro fim da primeira etapa os argentinas cresceram e acharam algumas boas oportunidades. Criaram coragem e seguiram atacando, por momentos o Grêmio perdeu a concentração e se viu dentro de seu campo, defendendo-se como dava. Certamente foi o melhor momento do Newll’s Old Boys na partida.

O meio campo com três volantes(quatro se contarmos Zé Roberto), foi bem defensivamente. Riveros tentou ajudar muito a criação. As jogadas laterais eram feitas em demasia pelo lado direito, lado do Pará, que errou inúmeros cruzamentos. Até aí, tudo bem. Pará não é para ser ele lateral que cruza a bola sempre, esse é o Luan. Tanto é assim que nos últimos jogos o Pará com a bola dominada sempre vai para o meio da cancha para procurar os atacantes.

O segundo tempo o Grêmio entrou com a mesma equipe e com muito mais vontade, fez forte pressão, Luan com a confiança em alta pelo o histórico recente tentou criar, apareceu para jogar muito e recebeu uma boa marcação. Sempre tinha no mínimo dois jogadores com ele quando ele estava com a bola, faltou quem sabe em algumas dessas jogadas em que ele atraia a marcação jogar com outro jogador, não sei se foi falta de visão ou se foi falta de jogador para jogar junto, qualquer um dos palpites podem ser válidos.

O paraguaio Riveros mata a bola no peito Fato por Diego Vara.
O paraguaio Riveros mata a bola no peito Fato por Diego Vara.

Com a entrada de Dudu, que jogou pela esquerda e descentralizou Luan para jogar pela direita e distribuiu a marcação (e aumentou a criação) o Grêmio cresceu bastante. Zé Roberto desaparece por completo e na oportunidade de cobrar uma falta diagonal para algum jogador nosso desviar para o gol, abre mão da oportunidade e deixa para o Para a responsabilidade.

(Esse sou eu exercendo meu ranço com o Zé Roberto, esse volante disfarçado de armador).

Depois entraram Alan Ruiz e Maxi Rodrigues, saíram Riveros (dudu), Zé Roberto e Luan. O tricolor mudou e tentou forte buscar o gol. Praticamente cada jogador do ataque teve uma oportunidade e não conseguiu fazer, as duas mais claras foi uma do Barcos que tocou por cima e outra de Para que bateu no travessão uma bola espirrada para ele.

Zero a Zero injusto, mas que é do jogo. Valeu a pena para a equipe não pensar que é tudo fácil, os argentinos se defendem bem e serão muito mais perigosos em sua cidade, Rosário.

Das coisas que quero destacar, principalmente que percebi pelo perfil do Twitter @MesaBarGrêmio no final do jogo, algumas pessoas pegaram no pé um pouco do Luan. Disseram que sentiu o jogo e tal, acredito é que o jovem tenha mais é sentido a marcação do que o jogo.

Dudu entrou muito bem, deu um ritmo veloz para o Grêmio e deu um calor na defesa argentina, criou muitas boas oportunidades.

Alan Ruiz também jogou muito bem, eu começaria a testar ele no Gauchão (que não vale de nada, mas é chato e encardido, por isso é bom para testar) no lugar de Zé Roberto.

Maxi Rodrigues teve uma boa oportunidade, deixou dois zagueiros indo para um lado, colocou a bola para o outro e tentou achar um espaço no canto esquerdo do goleiro da equipe argentina, está sem espaço no time pelo bons jogos de Luan. Mas longe de ser ruim.

A defesa esteve muito bem. O trio de volantes tem jogado bem juntos e se isso cria um problema com tantos jogadores estando bem, cria soluções para diversos jogos e situações.

A verdade é que de todos os jogadores que passaram pelo campo hoje, 11 iniciais e os três substitutos, todos teriam condições de começar um jogo, tudo depende da característica que Enderson Moreira queira dar para a equipe do Grêmio.

Fiz uma pesquisa com o perfil do Mesa de Bar do Grêmio no tuiter querendo saber quem foi o destaque da partida e o Wendell foi o mais citado. Realmente o lateral esquerdo foi muito bem, apenas cruzou pouco, acredito que o NOB estava mais fechado do lado esquerdo justamente por isso.

E vocês acham que quem foi o melhor em campo?

Feitoria!

@faneinbox

Publicado por Fane Webber

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28 comentários

  1. Enquanto houver essa insistência inexplicável em manter Zé Roberto como articulador no meio de campo do Grêmio dificilmente vamos ganhar alguma coisa. Jogar com 3 volantes e mais o Zé Roberto é na prática a mesma coisa que jogar com 4 volantes. Zé Roberto NUNCA foi articulador, SEMPRE foi VOLANTE nas equipes em que passou, um volante de grande qualidade mas nunca um articulador. Um camisa 10 que raramente chuta a gol e que não pifa nenhum atacante JAMAIS poderia jogar nessa posição. Inadmissível que Alan Ruiz e Dudu sejam reservas de Zé Roberto. Alan Ruiz mais uma vez em menos de 10 min em campo botou o molóide do Barcos na cara do Gol. Com Zé roberto em campo a primeira defesa do goleiro do NOB foi aos 15 min do segundo tempo.

  2. O resultado de ontem é diretamente ligado ao Barcos. Em jogos como o de ontem não podemos perder gols como foram perdidos.
    Oportunidade na cara do gol TEM QUE FAZER. Time do NOB tava fechado e até conseguimos quebrar a retranca, mas o Barcos NÃO SABE fazer gols. Que gringo loco. Que azar que tem o Grêmio de achar um matador, achar um cara que faz gol pegando mal na bola.

    Ontem me irritei, não com o time, Grêmio jogou bem, dominamos, mas com o saudoso Barcos, que infelizmente não fez os gols que dariam a tranquilidade durante o jogo. TIME CANSOU DE DOMINAR e no final do segundo tempo até poderiamos ter levado.

    Grêmio irá para 2 partidas fora de casa, que perigo esse momento, 2 empates seriam um luxo.

    Mas, talvez o Grêmio possa aprontar contra esse mesmo NOB, justamente devido a famosa frase “Eles terão que sair para jogar e não somente se defender”. Será nossa vez de buscar o contra ataque e talvez nossa proposta de jogo de certo.

    Se eu fosse o Enderson, seria muito ousado nessa próxima partida pois infelizmente deixar para as 2 últimas rodadas, poderá virar desespero.

  3. Concordo que em jogos desta magnitude, na qual surge uma mísera oportunidade em jogos dificeis, o centroavante nao pode perder o gol. Ele já tinha perdido um gol contra o Nacional Medellin.

  4. Num jogo como o de ontem, em que o Grêmio queria/precisava do resultado, ficou notório que:

    – Zé Roberto não dá mais. Armou 2 contra-ataques perigosíssimos do adversário e, na chance que teve, desperdiçou (única vez que o Pará cruzou decentemente na vida).

    – Precisamos de outro centroavante, de uma sombra pro Barcos. Os gols que ele perde na Libertadores, mais cedo ou mais tarde, farão falta. ACOBOU a paciência, diria a torcida do Corinthians.

    – Precisamos de um lateral direito. Urgente. Não desgosto do Pará, acho um jogador útil. Mas quando precisamos dele no ataque, ele erra quase todos os passes e cruzamentos. Na chance que teve, com o gol aberto, acertou a trave. E, no final do jogo, faltando um minuto pro término da partida, fez uma falta ridícula na lateral da área, criando uma chance de outro pro adversário. Por sorte, os argentinos são muito burros e não quiseram colocar a bola na área. Imagina o forrobodó que poderia dar.

    Enfim, se Enderson for O CARA, terá culhão pra tirar o Zé e colocar o Dudu ou o Alan Ruiz em seu lugar. Mas duvido.

  5. Dominamos a partida e acho que só não fomos melhores pelo desempenho do Zé Roberto, muito lento em campo e sem sintonia com o resto do time. Concordo com o Rafa, se o Emerson tiver a personalidade que vem mostrando, vai ter que colocar o Dudu no lugar dele. Fora o Pirata da perna de pau, perdeu gols como se não houvesse amanhã…
    E também me pareceu que nossa defesa estava melhor.
    Só discordo do que escutei no estádio e li de que o Newell’s veio com a intenção de empatar o jogo. Para mim o forte deles é a marcação, penso que vão manter o padrão do jogo de ontem.

  6. Achei que o Grêmio teve um bom início no primeiro tempo e depois caiu muito, terminando como um time medroso.

    O segundo tempo foi melhor. O time cresceu e se impôs ao adversário.

    Uma coisa pode ser concluída: não temos um matador.

    Um jogo como esse não pode um atacante perder um gol como Barcos perdeu. Ali era o momento de matar o adversário.

    Não vou escrever sobre o Pará, porque é um problema que todo mundo sabe. Falta qualidade técnica para os cruzamentos.

    Dudu e Allan Ruiz entraram muito bem. Maxi Rodrigues teve pouco tempo e conseguiu fazer um bom lance.

    O técnico tirou o Luan. Achei que o Luan foi bem, tendo altos e baixos na partida. O coletivo do Grêmio não foi bem do meio para frente. Não criamos no primeiro tempo.

    No segundo tempo, conseguimos criar, porque perderam o medo do adversário.

    Se entrarmos com medo lá na Argentina, perderemos a partida.

    É um adversário forte, mas não é imbatível. Dá para vencer.

    Com um pouco mais de organização ofensiva e o Barcos não perder tantas chances claras, poderemos vencer.

    Não foi ontem que anda perdendo gols. Faz tempo isso.

    Perder gols acontece, mas o centroavante tem que ser matador. Fazer gols em jogos não decisivos é fácil. Agora, num jogo decisivo em que tu deixa o seu time praticamente classificado, é inadmissível.

  7. Concordando com vcs de modo geral, diria que ficou bem claro o que vinha trazendo de preocupações a respeito desse atual time do Grêmio:

    1. Venho criticando o time por ser inseguro. Ontem, foi nítido que os jogadores entraram inseguros diante dos argentinos, deram um tremidinha sim. Entraram com as pernas frouxas no primeiro tempo.
    2. Colabora com isso um treinador novato e também inseguro que posta o time recuado do meio pra trás dando posse de bola ao adversário, fazendo-o se sentir a vontade fora de casa, o que acaba tirando a pressão do fator local. Isso só mudou no segundo tempo quando o treinador parou de ser cagão e colocou o Dudu corretamente no lugar de um irreconhecível Riveros de péssima atuação errando muitos passes, além de tirar um ZR10 que não tem o mínimo espírito de Libertadores, pois é um moça em campo, uma vedete, além de ensebar o jogo. Não o Zé não é volante como alguns dizem, volante que não marca não pode ser volante, ele é um quarto homem de meio, só que temos três volantes e precisamos de uma meia armador que pode ser Alan Ruiz mais centralizado ou Dudu mais avançado mas não ZR10, nesse esquema e com essas parcerias (mais idade e tipo de competição) ele não pode ser titular, pois enfraquece o time tanto tecnicamente, quanto taticamente e até psicologicamente (acho ele meio pipoqueiro até).
    3. Venho dizendo que em jogo mais disputado, no momento mais decisivo vai pesar a deficiência técnica do seu Pará e insistem com ele… nem com o gol aberto e lado de campo escancarado pra jogar conseguiu fazer algo de útil. É um peso contra sempre e o treinador ao invés de tirá-lo ontem deixando Ramiro por ali, não, substitui o Luan por ter prendido a bola num lance e dado contra-ataque… como é fácil pra treinador medroso tirar guri do time…
    4. Num mata-mata esse tipo de covardia e postura defensiva em casa vai nos eliminar no primeiro time um pouco mais encardido que pegarmos, ontem isso ficou claro, óbvio, gritante e ratifica aquilo que venho dizendo e alguns não conseguem entender do porque o Grêmio não inspira confiança pra conquistar o título da Copa. Hora, direção insegura, treinador medroso = time FROUXO. Futebol não é só técnica. Falta competitividade, aguerrimento, imposição, personalidade a esse time.
    5. E concordo que falte um centroavante matador, ontem era jogo pro Barcos. Não compareceu. Fica o estigma de estar se consagrando no Gauchão. Agora vamos ver fora de casa como nos comportamos mas o grande problema vai ser quando e se chegarmos aos mata-mata com essa postura vacilante, perna frouxa.

  8. o que me chamou a atenção, além do já comentado, foi que no primeiro tempo, não chutamos nenhuma bola em gol, nenhuma mesmo. O NOB teve aquela bola do lado de fora da rede e um chute bem perigoso. Nenhum escanteio tb, o que me faz pensar que os times ficaram “arrodeando” a área. O Luan tentou e não conseguiu nenhuma jogada vencedora. Talvez isso seja uma das causas da correria infrutífera do Barcos pelo campo, nada que justifique o gol que errou, mas talvez o treinador – se não tirá-lo do time – possa corrigir essa mania dele de tentar armar o jogo desde a defesa. Daí pode ser que ele seja centroavante mesmo e faça aqueles gols que ele fazia nos outros times.
    Pelo segundo tempo, podemos pensar que o time e o técnico estão se ajustando, em sintonia, mas faltou o gol. Um apenas mudaria bastante coisa, de nada adianta o time estar bem, corrigindo problemas anteriores (não levamos gol ainda na LA) se o centroavante não faz gol. Os outros gols perdidos, bom, esses também poderiam fazer a diferença.
    Também acho que seria hora de contratar outro centroavante, afinal temos brasileiro e copa do brasil para disputar, a menos que queiram insistir no Kleber como reserva do Barcos.
    Me deu uma baita saudade do Mário Fernandes!

  9. Primeiro tempo: Grêmio mal posicionado em campo, uma vez que a marcação estava atrasada. Todo time mal, exceto a defesa tão somente na proteção, pois o time “continua” sem saída de bola. Necessitaríamos de um zagueiro que tenha qualidades para sair jogando (De Leon, Adilson…..).
    Segundo tempo: Grêmio adiantou a marcação e jogadores estiveram a fim de jogar bola. Zaga continuou sem sair jogando. Talvez tenha sido o jogo em que mais assisti a balões…..
    Individualidades:
    Pará: não comento mais. Pior do que Vilson Cavalo.
    ZR: enquanto esse “bom e técnico” jogador for titular, não creio em conquistas. Deve entrar no SEGUNDO tempo, para segurar o jogo e mantermos posse de bola. Apenas issso!
    BARCOS: um time que sonha em vencer a LA e ou o BRASILEIRÃO tem de contar com um MATADOR. Barcos não é o cara!
    Escalação:
    Por algum sistema tático, Dudu e Alan Ruiz têm de ser titulares. Que volante sairia, além do ZR? Para mim, Edinho (desde que não passe do meio-de-campo) deve ser titular. Riveros é mais jogador (muito mais) do que Ramiro, embora tenha menos condição física. Iniciaria com Edinho e Riveros, mas colocaria Ramiro no 2 tempo.
    Ontem saí preocupado da Arena, pois não faltou vontade (no 2 tempo), tampouco chances de gol. Faltou efetividade. E isso é CRUCIAL para um Campeão!!!

  10. Este time do Newell’s foi o melhor adversário que o Grêmio enfrentou este ano. Portanto, dada as circunstâncias do jogo onde só não vencemos por “detalhe”, o empate ficou de bom tamanho. A equipe do Grêmio, como um todo, jogou bem.
    No primeiro tempo, o adversário se limitou a trocar passes com a finalidade de passar o tempo e cansar o Grêmio. Só chutou uma bola perigosa de fora da área. O Grêmio, por outro lado, muito pouco fez no primeiro tempo e só deslanchou no segundo. Pecamos, mais uma vez, na conclusão das jogadas. Não digo que foi um empate com gosto de derrota, ainda que o jogo tenha sido realizado na Arena, porque o adversário é uma das melhores equipes do continente. A lamentar, apenas a falta de perícia principalmente do centroavante Barcos para , que não fez uma má partida, mas que errou feio na hora decisiva, o que não é nenhuma novidade. Ainda estamos numa situação confortável na competição. De um total de nove pontos jogados, fizemos sete (77,7%).
    Agora, é manter o foco nas próximas rodadas da LA, porque os dois primeiros jogos serão fora de casa contra os adversários mais fortes do grupo e todo cuidado é pouco.

  11. concordo com o Darcílio, acho que a análise do jogo não pode negligenciar o grande time que tem o Newell’s, time chato, muito organizado e técnico. Mesmo assim, o Grêmio foi melhor (jogou bem os 3 jogos na Libertadores) e foi o único time que tentou vencer o jogo. Pelas características do time, faltam tentativas de gol, pois pouco chutamos. Isso mudou com as substituições, pois Ruiz e Maxi chutam e Dudu tenta a jogada de penetração.
    Achei muito boa a partida do Barcos, mas errou naquilo que não pode errar. Centroavante tem obrigação de matar quando entra na área com a bola. Isso por si só já tira o brilho da participação dele no resto da partida.

    Discordo que o time tenha que mudar. Acho que o Enderson encaixou a maneira de jogar e agora é lapidar. Talvez o que possa mudar é o Zé pelo Ruiz, de acordo com cada adversário. OS 3 volantes são uma realidade, principalmente jogando fora de casa. Dudu é opção pro 2º tempo e Maxi perdeu espaço, entrou mal de novo. Luan não deveria sair do time, é o único que pode resolver sozinho, mesmo quando está abaixo. Ontem foi bem marcado e o jogo não deu espaços de uma forma geral. Talvez na Argentina ele cresça pois o Newell’s vai ter que sair pro jogo.

    Não me preocupo com colocação no geral, agora é hora de classificar. Temos que fazer 1 ponto nos próximos 6 e só com muita incompetência não conseguiremos isso.
    Ao contrário dos amigos, estou confiante com o que estou vendo do time. Os outros brasileiros pouco estão mostrando e até agora o melhor adversário que vi foi o próprio Newell’s.

  12. e faltou dizer que o gato castrado continua nos afundando pela direita. É um deserto de opções por ali, coitado do Luan

  13. 1. Mesmo errando um gol imperdível, Barcos foi jogador muito importante no time do Grêmio. Teve vantagem nas disputas aéreas na intermediária, retinha a bola no campo ofensivo, além de exercer uma forte liderança em campo. Se tivesse acertado aquele gol, seria escolhido o melhor em campo. Digo isto reconhecendo uma grande melhoria no Barcos de 2014, com relação ao do ano anterior. Fui um grande crítico de Barcos em 2013.

    2. Técnico iniciou como escalação cautelosa, medindo as condições do adversário e dos próprios jogadores do Grêmio. Manteve no primeiro tempo o jogo sempre sob controle, mesmo com poucas ações ofensivas. Percebendo condições propícias para tanto, alterou o Grêmio o colocando mais ofensivamente, com o ingresso de Dudu e Alan Ruiz. Dominou inteiramente o segundo tempo, deixando de fazer gols por detalhes. O Newell’s praticamente não atacou no segundo tempo. Foi bem o Enderson.

    3.Sem esquecer que o Newell’s é uma grande equipe, com dois jogadores que estarão jogando a Copa do Mundo no Brasil, pela Argentina.

    4.Como futebol não é teoria e sim resultados, hoje estamos colocados como a melhor equipe entre as 32 em pontuação. Considerando que o nosso grupo é o chamado “grupo da morte”, isto não é pouco.

    5. Por enquanto, esperando que por bastante tempo, deixaria a minha corneta guardada no armário. O Grêmio melhorou muito em 2014.

  14. Afinal, porque a EPTC mudou o trânsito nos arredores da Arena? Mexeu, erradamente, de uma hora para outra no tocante a mobilidade que, a partir da inauguração da Arena, vinha, gradativamente, apresentando melhorias no fluxo do transporte e das pessoas em dias de grande público. O resultado foi uma “tranqueira” danada, um Deus nos acuda, pois o que era foi alterado e a comunicação das mudanças, pelos responsáveis, deixou a desejar.
    Normalmente saía da Arena e pegava um lotação nos arredores da rampa e, em 20 minutos estava em casa, pois moro na confluência dos bairros Centro/Floresta.
    Ontem, levei o dobro de tempo para fazer o mesmo percurso, desta vez de carro particular.
    Foi difícil e demorado fazer o trajeto da Arena até a Farrapos, depois, o trânsito fluiu.
    Como experiência da EPTC, foi um desastre. Não sei porque resolveram fazer isso, justamente num dia de grande movimento, mas, partindo de quem veio a idéia, não era de se esperar coisa melhor.
    Acredito até que a intenção era ajudar a resolver o problema da mobilidade, infelizmente não deu certo.
    No próximo jogo como será? Até lá, espero que a fracassada experiência não se repita e que as “otoridades” pensem muito nisso.

  15. ” A EPTC e a BRIOSA 69 ” NA ARENA , SAO 1 CASO ( CERISSIMO ) NE . PQ HA TANTA INCOMPETENCIA / MA vontade / DESCASO / FALTA DE ORGANIZACAO pro TRANSITO ???????????????????????????????????????? VAMOS BATER de FRENTE com esta INCOMPETENCIA AMARGA AG 69 ok . ( PQ NAO LIBERAM ” TODAAAAAAAAAAAAAAA ” VOLUNTARIOS e TBM a AJ RENNER , pra IR e depois pra SAIR da ARENA ?????????????????? ) E A FREDERICO mentz , pros ONIBUS e TAXIS == SAIREM DA ARENA vazios PARA pegar + TORCIDA nos PONTOS de SAIDA PARA O JOGO ne ! FICA A pergunta OK ? VAMOS COLOCAR ESTA BOA ou TALVES ( PERGUNTA ) AOS INCOMPETENTES DA eptc OK !

  16. O que seria do Arce sem um Jardel, ou vice e versa.

    No Grêmio ninguém cruza merda nenhuma, e não é só o Pará.

    Mas se tivesse um maluco que fosse cabeceador nato no time do Grêmio (um André Lima da vida, perna de pau, mas cabeceador), poderia culpar os cruzamentos errados, mas no Grêmio os caras não cabeceiam bola, se escondem atrás de zagueiros, não se desvencilham, não metem o migué de ir pro primeiro pau e ir pro segundo e vice-versa.

    Pergunto, quem no Brasil é cruzador bom?

    Pra ser cruzador bom precisa de um cara pra meter pra dentro também.

  17. Barcos… Barcos é o tal jogador que faz tudo que nao é para ele fazer. Arma, lança, cruza, toca, marca… só nao faz gol e meus amigos, centro-avante vive de gol porque o resto temos quem faça bem melhor que ele.

  18. A notícia abaixo comprova que as estruturas temporárias são da responsabilidade de cada clube. TAmbém a notícia informa que a TV dos Santos é o 4º canal mais visto no youtube, isso comprova mais ainda como a TV Grêmio deu passos gigantescos para trás com a gestão Duda e não mais foi como era antes na época do Haroldo Santos.

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  19. COM ” CONSELHEIROS ” DESSE NIVEL POBRE DO CLUBE PRA CARREGAR ESSAS MALAS…

    Por Minwer Mahfuz Daqawiya /

    Conselheiro do Grêmio

    O debate sobre o racismo no futebol voltou com força depois dos casos do Márcio Chagas e Arouca. Logo, voltou-se a debater o uso do termo MACACO pela torcida do Grêmio pra se referir aos colorados. Eu nunca chamei um colorado de macaco pela cor da pele, tanto que já defendi que o uso do termo não era racista, mas de uns anos pra cá percebi que ele continua com a mesma conotação de quando foi criado. Não importa se agora eles tem um mascote ou torcedores que se vestem de símios. A origem do “apelido” é racista e isso é definitivo.

    Minha percepção de que o termo nunca deixou de ser racista se confirmou no último Grenal. Quando o Inter entrou em campo, ouvi, nas cadeiras do 4º anel, alguns UH-UH-UH. Ninguém me contou. Lógico que o time deles não era composto só por negros, mas não tem como aquilo não ser RACISMO. Aquela atitude de alguns poucos torcedores me fez tão mal que quase fui embora antes mesmo do jogo começar. Racismo é crime. E eu não posso defender um CRIMINOSO só porque ele também torce pro Grêmio. Da mesma forma que eu não vou defender um assaltante ou assassino só porque torcemos pro mesmo time. Infelizmente (ou felizmente) os que fizeram UH-UH-UH estavam longe e logo pararam.

    RACISMO É CRIME. E como todo crime deve ser denunciado.

    Tanto que eu não canto mais qualquer trecho de música da torcida que fale em MACACOS. O pior é que não é uma ou outra música que usa o termo. Tem várias. Lógico que a grande parte nem cita nosso tradicional rival, mas essas poucas músicas são mais que o suficiente pra se criar a pecha de racista. Não venha dizer que se canta porque não há opção, que assim deixa de apoiar o time. Quem vai ao estádio sabe que toda vez que uma música perde a força, se puxa outra. Se ninguém cantar mais músicas RACISTAS, elas vão ser trocadas. Simples.

  20. A partir do momento em que for decretada a isonomia de manifestação nos estádios de futebol, não se poderá fazer qualquer alusão ao adversário ou a pessoas, por meio de cantos, palavras ou expressões que denotem cunho racista, discriminatório e ofensivo.
    Se a expressão “macaco” é discriminatória, a expressão “gaymio” também o é, pois, atinge diretamente a instituição.
    Se levarmos tudo por esse lado, pois então que sejam declarados passíveis de punição, também, todos os que se utilizam da expressão “gaymio”, pois, evidenciam uma “intolerável manifestação homofóbica” e isso também é crime.
    O treinador Abel disse: “isso é coisa de torcedor, no calor da partida, dentro do estádio”.
    A vaia, o xingamento, o palavrão, tudo isso faz parte do futebol e deve se resumir ao campo de jogo.
    Evidentemente há que ser resguardada a integridade física, os deveres e os direitos dos cidadãos e as regras do jogo em primeiro plano. O resto, faz parte do espetáculo.
    Só falta agora os jogadores, juízes, bandeirinhas, dirigentes, etc, levarem à serio e se sentirem ofendidos quando forem chamados de “veado” “ladrão” ou outro apelido pejorativo qualquer.
    Acredito que as expressões “macaco”, “veado”, “bambi”, “gaymio”, “porco”, etc, fazem parte do folclore do futebol. Antes de ser ofensa pessoal, tem o sentido de “tirar sarro”, “zoar” com o adversário. Reconheço que um alguns casos, há excessos, mas, não se pode generalizar, pois, para a imensa maioria, tudo acaba no apito final.
    Já o caso do Marcio Chagas é típico da intolerância racial. Excede o campo de jogo e atenta contra os direitos civis. É outro departamento e não se pode aceitar passivamente o acontecido.

  21. A operação lava a jato está na fase de investigação. Os nomes citados são de suspeitos ou investigados.

    Vamos aguardar mais informações.

    Hoje em dia qualquer um que está sendo indiciado já é considerado culpado pela imprensa.

    Queria ver também a notícia do filho do diretor da RBS na ZH. Mas o fato foi abafado pela imprensa com a contribuição do Ministério Público de Santa Catarina.

    Por coincidência do destino, veja o que ocorreu quem denunciou o fato:

    http://www.pragmatismopolitico.com.br/2011/12/blogueiro-que-denunciou-estupro.html

  22. Eu fico imaginando se tivessem jogado laranjas ao invés de bananas e chamado o árbitro de cachorro, seria racismo?

    A manifestação feita pela torcida do Esportivo foi para ofender o árbitro. E se foi feita alguma atitude racista dentro do estádio, a polícia se omitiu.

    Não sei como podem punir um clube por causa de um grupo de torcedores que estavam sendo vigiados pela polícia.

    Acho que há uma exagero na caracterização do que é ou não racismo.

    Se você chama um brando de macaco ou chimpanzé, aí não é racismo e sim ofensa. Mas se chamar um negro de chimpanzé aí é racismo e não se trata de ofensa.

    Na medida em que o negro se sente ofendido ou concorda com aqueles que o chamam de macaco, mais dá razão para que mais ofensas ocorram.

    A figura do racismo atormenta o negro que ele próprio se sente inferiorizado e parecido com macaco, o que é algo ridículo.

    Se disse que alguém tem cara de cachorro, aí não é racismo.

    Esse tema merece uma reflexão, pois acho que punir o clube de futebol é um exagero e uma injustiça.

    Cbimbi,

    O que pode caracterizar racismo não é o termo macaco, mas a atitude de visar ferir apenas o negro para rebaixar o ser humano e desqualificá-lo por sua cor.

    Eu defendo a ideia de que o clube Esportivo não deveria ser punido. Mas se fosse ser aplicado alguma punição, uma multa já seria de bom tamanho.

    Eu acho a punição injusta porque não tem como o clube controlar os atos individuais e coletivos de sua torcida doentia.

    Agora, se o dirigente fomentar a violência, aí as coisas mudam de figura. O que os torcedores do Esportivo fizeram não poderia ser controlado pelo clube. Se a própria brigada militar não consegue identificar os supostos infratores, como que o clube poderia??

    Então, para punir esses torcedores, o clube paga por suas atitudes.

    Se ocorrer um homicídio dentro de um estabelecimento, significa dizer que o proprietário é deve ser punido. A responsabilidade é dele e não de quem matou.

    O Grêmio perdeu o mando de campo porque um idiota jogou um rojão. Isso é um absurdo!!! E foi no estádio do adversário. E se foi uma armação para prejudicar o clube?

    Essas punições teriam que ser repensadas assim como os fatos que caracterizam racismo.

    No caso do árbitro e do Tinga, eles foram pessoas visadas justamente por causa de sua cor.

    Quando a torcida do Grêmio canta um refrão contra os colorados, independe da cor do colorado. Pode ser branco ou negro.

    Alguns podem dizer que a maioria é de negro. Eu não sei. Têm muitos negros que torcem para o Grêmio e têm aqueles que cantam o mesmo refrão.

    Eu acho que o time precisa é de incentivo. Que os cânticos sejam de incentivos e não ofensivos ao adversário.

    A maior ofensa ao colorado é o Grêmio vencer os Grenais. Não existe algo que mais machuque o adversário do que ver o Grêmio vitorioso em Grenais e ganhando títulos importantes.

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