Alguns torcedores gremistas andam agradecendo nas redes sociais a parada no Campeonato Brasileiro, health em decorrência da realização da Copa das Confederações no Brasil. Isso porque, a “dor” de ver o Grêmio treinado por Luxemburgo e arquitetado por Fábio Koff cessou, nem que seja por breves quinze dias. Deveras, assistir aos jogos do Imortal Tricolor tornaram-se um sofrimento para a torcida em 2013.

O time parece que vai engrenar, mas NUNCA engrena. A inconstância é a marca registrada desse grupo. Ao que tudo indica, nosso técnico está sem convicção. Prova disso é que houve várias escalações diferentes nos últimos jogos, isso sem contar a mudança tática (4-4-2, 4-3-1-2  e  4-3-3). Definitivamente, não há como o time ganhar entrosamento desta forma.

Como se não bastasse, individualmente analisando, muitos jogadores não vêm produzindo o que deveriam, não vêm fazendo valer o seu alto investimento. Refiro-me a Barcos, Fábio Aurélio, Welliton, Cris e Kleber. Ademais, Elano, Zé Roberto e Souza alternam grandes atuações com partidas pífias. É difícil tentar entender quais as razões que levam um grupo caríssimo como o do Grêmio, repleto de altos salários e jogadores consagrados, a ter um desempenho tão abaixo do esperado. Um mesmo time que goleia com autoridade o campeão brasileiro Fluminense no Rio de Janeiro e, semanas depois, consegue “a façanha” de ser eliminado precocemente pelo desprezível Independiente de Santa Fé/COL na Libertadores da América.

Seria boicote dos jogadores a Luxemburgo? Quiçá salários atrasados? Quem sabe incompetência do treinador? Ou então inaptidão técnica dos jogadores? Você escolhe. O fato é que estamos vendo o mesmo filme de 2012, em que pese o grande investimento em contratações: um time sem títulos e que se dedica apenas a classificar para a Libertadores.

Tchüss, fussballteigers!!

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