Mais uma vez enfrentamos um time retrancado e mais uma vez tivemos problemas. A novidade, ampoule foi a derrota.

Se contra Sport e Bahia a vitória veio na raça, cheap ontem a desorganização da equipe e o nervosismo atrapalharam o time, ailment que tentava de tudo quanto é jeito – na maioria da vezes de forma equivocada – chegar a meta do quase quarentão Dida.

Dida, que fez poucas defesas, diga-se de passagem. O que prova que produzimos pouco. Além do mais, o arqueiro adversário foi soberano nos incontáveis cruzamentos feitos para a área da Lusa.

Mas, o que tanto nos atrapalha contra times que vêm ao Olímpico fechados e explorando nossos erros?

Em primeiro lugar, nossos laterais não chegam a linha de fundo. Todo mundo sabe que quando o time adversário está bem fechado, o caminho natural são as laterais do campo.

Foto: Ricardo Duarte

Em um segundo momento, nos falta um driblador. A jogada individual é fundamental para quebrar qualquer retranca, e nós não temos um jogador assim na equipe, e nem no banco – talvez Bertoglio seja o único com essa característica.

Por fim, como já disse aqui várias vezes, nos falta banco. Nosso time é bom, mas quando ele está mal e precisa de alguém para mudar o rumo do jogo, quando nada dá certo como foi a peleia de ontem, não temos ninguém.

Luxemburgo precisa achar outras alternativas, e rápido, para não sofrermos em todos os jogos contra times de menor expressão que teremos por aqui.

E tais soluções precisam entrar em prática já no próximo domingo, contra o Figueirense.

Não podemos mais marcar passo contra times inferiores dentro da nossa casa, caso contrário a luta pelo título ficará comprometida.

 

Abração hein?!
@alemaopizoni

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