Hoje não é dia de podcast, order mas de aniversário do Grêmio. Por isso nós do MBG gravamos um especial em homenagem ao nosso tricolor.

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112anos

A ideia dessa especial é contar relatos nossos, cialis da equipe do Mesa de Bar do Grêmio, pharm sobre nossas lembranças e eventos que só poderiam existir porque o Grêmio existe.

Espero que vocês gostem da nossa humilde homenagem ao Grêmio e sigam conosco ajudando a escrever a história do tricolor gaúcho!

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Se quiser, faça o download do programa clicando aqui com o botão direito e escolhendo salvar como.

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(Para fazer o download do arquivo mp3, clique na imagem “mp3” acima com o botão direito do mouse, selecione a opção “salvar link como” e salve o arquivo)

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7 comentários

  1. Tenho vergonha de dizer como “conheci” o Grêmio, hahaha. Mas como não devo nada a ninguém, vou contar.

    Eu era bem criança ainda. Aí vi aquele Grêmio aguerrido que venceu o Brasileiro de 96. Na verdade eu torcia para outro time na época (não era a Portuguesa nem o Palmeiras nem algum do Rio Grande do Sul).

    Cara, mas que time chato. Que time chato e fascinante. Era um time que realmente merecia ser odiado, porque jogava como um gigante! Era como aquele rival do Pokémon, que você detesta, mas é sempre bom batalhar, porque na maior parte das vezes é o único que vale. E não deu um ano para a antipatia virar simpatia e o Grêmio passar a ser meu segundo time.

    Porém parei de acompanhar futebol nos anos 2000. Às vezes via de longe, mas não via nenhum jogo, no máximo jogo de Copa do Mundo. Não me interessava mais. Voltei a ver faz pouco tempo.

    Na minha volta, tentei torcer por aquele meu outro time da infância, mas… não deu. Não foi questão de perder ou vencer, pelo contrário, ele já conquistou títulos mais recentes que o Grêmio. É que não deu mesmo, fiquei torcendo… até que uma hora percebi que não me identificava com o time. O estopim foi uma coisa chata que aconteceu no clube, que nem foi tão grande assim, mas me desgostou e aí desapeguei mesmo. Vi que não conseguia me identificar com a “cultura” dele.

    Nessa hora vi aquele Grêmio, faceiro lá no canto dele, com aquele uniforme lindo, uma identidade própria que eu adorava e aquelas boas lembranças do futebol ao qual eu assistia na infância. Peguei e não larguei mais. Foi coisa de convicção mesmo, não tive dúvidas, apenas me amarrei ao Grêmio. Só não posso dizer que foi amor à primeira vista, hahaha. Hoje sou completamente indiferente ao meu time de infância.

    Há quem não acredite que seja possível mudar de time, especialmente para um diferente do da infância, mas sou um caso legítimo e dane-se quem não acreditar, haha. Torcer pelo Grêmio foi uma decisão consciente e foi especial pra mim justamente por isso.

    Ah, e aqui vai uma curiosidade de como conheci o podcast. Como ouço alguns outros podcasts e curto esse tipo de mídia, fui direto no google procurando “podcast sobre o Grêmio”. Achei nos resultados dois podcasts (sim, havia outro!), um deles o Mesa de Bar. Não lembro que critério usei para escolher o Mesa de Bar, mas nem ouvi o outro, já que esse me satisfez.

    Pode-se dizer que, assim como torcer pelo Grêmio, conhecer o Mesa não foi por acaso, foi consciente, eu realmente procurei por ele, hehe. Bom, é isso!

  2. E no começo confundi o Fane com o Matheus (eu acho que era Matheus o nome), por isso fiz um primeiro comentário todo em francês. Quando percebi que o Fane não era o Matheus, fiquei com preguiça de refazer o comentário, troquei o nome Fane por Matheus e mandei assim mesmo

  3. Excelente iniciativa, parabéns aos envolvidos. São essas vivências que dão sentido a nossa paixão pelo tricolor. Saúdo em especial a última relatada pelo Rodrigo, que baita contribuição trazendo o causo de seu avô com nosso primeiro estádio.

    Lembro da minha primeira experiência de estádio, fui ver Grêmio em que jogava o Denner contra o Guarani de Cruz Alta, na Taba-Índia, era criança de 8 ou 9 anos. Depois foi a primeira vez no Estádio Olímpico, para quem é do interior, em que a família possui restrições financeiras é um evento complicado e marcante, estar na Geral, pegando o solaço de fim de tarde na cara, naquele grande jogo entre Grêmio e corinthians, final da Copa do Brasil de 2001, saímos perdendo 2×0 e empatamos na marra.

    Seja no estádio cercado de pessoas ou num churrasco com amigos, até mesmo sozinho na sala jogando junto com o time, todos temos grandes lembranças do tricolor em nossas vidas.

    Parabéns Grêmio.

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