Saudações tricolores!!

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Mais uma edição do podcast Mesa de Bar do Grêmio chegando! No programa de hoje, tadalafil  Fane Webber, help  Anderson Kegler, Rodrigo de Azevedo e os convidados Seu Algoz e Daniel Matador do blog Imortal Tricolorbatem um papo sobre os jogos que passaram do tricolor, Santos e Chapecoense.

Ouça e espalhe a palavra do Mesa de Bar do Grêmio!!

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12 comentários

  1. “O time do Grêmio está em formação”, “nosso elenco foi bem e precisa ser mantido”. Ouço isso há tantos anos. Por mais que esse ano nós tenhamos realmente um treinador (é sério, parece que é a primeira vez que o Grêmio é treinado em anos), já me cansei dessas palavras. Quando teremos um time completo, que tenha laterais que apoiem, bola parada, perigo nas bolas altas, chutes de longe, atacantes e meias goleadores? Há anos o Grêmio tem abrido mão de alguns desses fundamentos básicos do futebol por falta de elenco.

    Não vou também nem entrar na questão do “ah, chegamos mais longe do que esperávamos”. Beleza, concordo. Mas é chover repetitivamente em algo tão molhado através dos anos que já está criando fungos e me dando nojo.

    Quanto ao grupo de transição, gosto muito da ideia e acho que já deveria ter sido implantada há tempos. Nos clubes da Europa esses grupos de transição têm vários nomes e organizações diferentes (clube B, equipe reserva, equipe sub-23), mas seus objetivos são parecidos: disputar campeonatos estaduais/regionais (sim, lá eles também existem), testar e dar ritmo a jogadores da base e fazerem as contratações novas (jovens ou não) ou jogadores voltando de lesão ganharem ritmo. Nossa base ou uma mistura dela com o grupo de transição bem que poderia jogar o Ruralito inteiro ano que vem.

    Sobre a formação do time, acho que o mais inteligente a fazer é montar um time para o Campeonato Brasileiro. Um time montado com contratações pontuais e que tenha reposições para aguentar toda a temporada. Nada de trazer um monte de jogadorzinho de 6 meses só pra jogar Libertadores. Se montarmos um elenco para o Brasileiro, ter time para vencer a Libertadores será consequência.

    Minha opinião é que dos jogadores que estão rendendo bem hoje, existem três tipos:
    – os realmente bons/úteis (intocáveis);
    – os que podem ser úteis ou são úteis, mas estão sendo utilizados de forma errada;
    – os normaizinhos (“jogadores operários”);
    – os que só estão sendo úteis pela mão mágica do Roger.

    O ideal seria se livrar do último tipo e manter os do segundo ou terceiro tipo só se der, com muitas ressalvas sobre o terceiro tipo. Por isso farei uma análise (uau) do nosso elenco principal com base nesses conceitos.

    GOLEIROS

    Marcelo Grohe: intocável. Quem não gostar merece uma surra de macarrão molhado.

    Tiago Machowski: guri com potencial imenso. Joguem as pedras. Precisa ser moldado, lapidado, mas tem um futuro promissor. Prefiro ele ao Grassi, então pra mim hoje é nosso segundo goleiro. Apesar das falhas, já fez milagres que poderiam ser comemorados como gols. Imaginem só se amadurecer e acabar com as falhas bobas.

    Bruno Grassi: concordo 100% com o Seu Algoz. Não mostrou ser nada de mais. Não estou dizendo que é uma naba, mas parece ser só alguém aleatório da profissão pra colocar embaixo da goleira. Sua vinda pro Grêmio deve tê-lo valorizado. Liberá-lo por uma boa proposta seria o melhor. Tenho absoluta certeza de que existe algum goleiro da base de grande potencial que poderia ocupar a vaga de terceiro goleiro. Talvez até de segundo.

    DEFESA

    Galhardo: pra mim entra na categoria dos que só estão sendo úteis pela mão do Roger. Lateral mediano no máximo. Bom para reserva. Se puder mantê-lo barato, bom, se não puder, que tome seu rumo. Não quero vê-lo na titularidade da lateral no ano que vem. Espero que esse Raul venha realmente para assumir seu lugar. E se não tiver o Galhardo, de reserva podem trazer de volta o Tinga. Ouvi dizer que vai bem por onde joga.

    Lucas Ramón: devolvam pra onde ele veio.

    Geromel: intocável. Prioridade de renovação.

    Erazo: jogador operário! Pode ser útil no máximo. Mas não faz a diferença o bastante pra valer o que estão pedindo por ele. Usem esse dinheiro pra trazer um xerifão que substitua o Rhodolfo. O Henrique, talvez, já que estavam querendo ele um tempo atrás. Ou sei lá, chamem de volta o Saimon. Mas não paguem aquilo tudo no Erazo.

    Bressan: Jogador operário. É jovem, rápido e pode ser útil. Não precisa ir embora porque é barato e vira opção. Segue o desempenho da zaga. Em 2013 fez a melhor defesa do campeonato, pois estava com Rhodolfo.

    Thyere: Um guri da base que entrou na fogueira. Não tenho o que dizer sobre ele. Promissor deve ser, certamente. Não demonstrou ser um desastre. Mas entrou num momento muito ruim da zaga, acho que não vale uma análise mais detalhada sob o risco de ser injustiçado.

    Marcelo Oliveira: entra na categoria do útil, mas usado de forma errada. Muito dedicado e importante na saída de bola. Mas, me desculpem, lateral-esquerdo não pode ser lento nem deixar jogador livre pra cruzar! Ele prefere estar na área pra receber o cruzamento a impedi-lo. Isso não é cacoete de lateral, é cacoete de volante. Tem um lugar ali na volância pra ele e espero que em 2016 seja usado lá. Na lateral quero ver outro ano que vem, um lateral de verdade. Quero ver o que o Júnior pode fazer. Não está pronto? Qual é, Roger foi lateral ali e estreou jovem. Se o Júnior não estiver pronto, com o Roger vai ficar, sabe tudo da posição. E o Hermes já é um bom reserva.

    Marcelo Hermes: operário. Um lateral limitado. Só defende e não mais que isso. É nosso e pode evoluir, então deixa ele quieto lá no nosso banco. Tem feito boas partidas quando entra de vez em quando.

    MEIO-CAMPO

    Edinho: jogador operário. Se aceitou reduzir o salário, então pra mim já está em casa. Sério, vai ser útil no grupo. Não espero mais dele do que o que já vem fazendo: ser reserva e entrar pra segurar as pontas dando carrinho de cabeça, se necessário.

    Walace: intocável. Guri de grande potencial. Peca ainda na marcação às vezes. Por isso como primeiro volante não parece ideal, mas pode ser só impressão minha, porque ele tem trato com a bola no pé e pode desenvolver a marcação para ser o segundo volante moderno que o mundo tanto ama.

    Maicon: considero útil, porém usado de forma errada. Tenho grande simpatia por esse dedicado rapaz. Mas querem um absurdo por ele. Não dá. Tem bom toque de bola, pensa o jogo de trás, mas é lento, desengonçado na marcação (afinal não é volante, mas sim um meia de ligação). Querem adequá-lo na definição do “volante moderno”, mas não existe um volante moderno que não saiba marcar. Inclusive a volância do Grêmio tem marcado a bola em vez de jogadores, e isso tem nos trazido consequências desastrosas. Que o São Paulo diminua drasticamente sua pedida, ou ele pode pegar sua maleta e voltar. O mesmo dinheiro pode ser investido em algum volante gringo com o espírito do Riveros e marra de capitão.

    Ramiro: útil. Me desculpem seus haters, mas ele tem feito uma falta danada desde o fim do Ruralito. Nosso time não tem esse agressor, que pressiona, que rouba bolas, o motorzinho que chega como elemento-surpresa e recompõe com velocidade. Aliás, estamos precisando contratar ladrões de bola pra volância, nosso time não rouba bolas. Só as consegue quando vindas de passes errados.

    Schuster: é volante, embora muitos achem que é meia. Só isso mesmo que tinha pra dizer. Não vai deixar saudades.

    Moisés: parece ter futuro, mas acho muito cedo para avaliar. Se o temos, pra que Schuster? Não tem como ser pior.

    Giuliano: útil, como tem se mostrado. Esforçado, mas não é um resolvedor de partidas. Acho um bom reserva para alguém que chegue para assumir a criação melhor no meio-campo. Ou mesmo pode ser uma parceria valiosa sendo atacante.

    Douglas: operário? Intocável? Útil só na mão do Roger? Que seja, mas renovem, ele é criador e tá raro isso por aqui. Nesse momento da carreira não vai ser difícil renovar.

    Everton: guri promissor? Desculpa, mas para mim ele ainda é uma incógnita. Merecia mais chances para saber se pode ser útil. Por enquanto não consigo avaliar. Pode ser muito útil na mão do Roger, porque ele tem essa capacidade de fazer um jogador render mais e de surpreender o adversário pondo alguém que ele não espera.

    Maxi Rodriguez: pode ser útil. A eterna promessa que parece que vai e nunca vai. Mas tem aquela patada de longe que tanta falta faz nos nossos meias. Poderia ser mais utilizado, quem sabe evolua horrores agora que tem o Roger pra orientar em vez de técnicos meia-boca. Precisamos de um meia que também seja goleador. Isso não deve ser responsabilidade só do centroavante.

    ATAQUE

    Bobô: não é o artilheiro que precisamos. Se for barato, que renove. Serve pra grupo. Mas tragam um goleador. Precisamos do faro de gol.

    Yuri Mamute: uma locomotiva no primeiro semestre, um carrinho de mão no segundo. Talvez a dificuldade do campeonato nacional tenha pesado. Valeria um novo empréstimo, pra ver se aprimora novos fundamentos? Não sei, talvez eu esteja viajando e ele precise ficar na mão do Roger e ser utilizado mais para saber se pode ser útil. Talvez possa até mesmo participar do grupo de transição. De todo jeito, se for emprestar qualquer guri, o Grêmio tem que analisar bem a estrutura do clube que vai recebê-lo e quem vai orientá-lo. Não adianta emprestar pra time treinado por Joel Santana, Luxemburgo, Antônio Lopes, Adilson Batista etc. Assim o guri não vai aprender nada.

    Vitinho: quem? Levem-no de volta pra onde ele veio, por favor.

    Braian Rodriguez: duas palavras para dezembro. Rescisão mútua. Assim ele tem tempo pra resolver sua vida e saber pra onde ir em janeiro.

    Pedro Rocha: jogador rápido e importante na marcação. Faz boa dupla com Luan e às vezes faz seus gols. Pode ser útil.

    Fernandinho: atacante-que-não-faz-gol. Sério, por que continuamos trazendo esse tipinho? Bom, para não fazer injustiça, ele parece ser uma versão mais intensa do Pedro Rocha. Corre mais, marca mais e só. Entra no grupo dos que só rendem pela mão do Roger. Sério, seu salário está acima do teto do clube, então consigamos um destino pra ele e fiquemos com o Pedro Rocha, pelo amor de Deus.

    Luan: intocável. Evoluindo mais, aprendendo a fazer gol, se tornará um deus do futebol. Curiosidade: sua promoção pro time principal foi ideia do Enderson Moreira. Pelo menos isso ele deixou de bom.

    Nota 1: quando o Grêmio estiver gerindo e lucrando horrores com a Arena já, que pense com carinho na ideia de trazer de volta o Fábio Mahseredjian. Se o time anda trotando no segundo tempo pra se poupar, um preparador de primeira vai dar um jeito nisso na marra. Um time voando no fim do jogo consegue fazer milagres. E ajudaria pra caramba na Libertadores, tanto para a altitude quanto para jogar contra os times que têm péssimo preparo físico América afora, o que não é incomum. Apesar do sucesso esse ano, o Corinthians não está numa situação financeira boa. Precisará cortar cada vez mais gastos e o preparador físico poderá ser um deles. Por falar nisso, deveríamos ter trazido o Jádson quando o São Paulo ofereceu.

    Nota 2: cansei de ouvir as palavras “guri X não está pronto”. Temos zilhões de craques da base que estão sendo “lapidados” faz uns 300 anos. Ano que vem quero ver os guris na fogueira, nem que seja no Ruralito ou na Liga Sul-Minas. Raul, Tinga, Júnior, Careca, Lincoln, Batista, Luis Felippe são alguns dos nomes que quero ver pintarem no time principal ao menos umas vezes. Quero ver essa turminha do barulho que apronta altas confusões que o Grêmio vem formando há anos e nunca mostra.

    Nota 3: O mais irônico é o Seu Algoz defendendo os hábitos do Douglas, mas vivia criticando o Barcos só porque ele usava coque!

  2. Impzone!

    Li de cabo à rabo teu comentário!
    Discordo de muita coisa, mas, defenderei à morte o direito que tens de dizê-lo.
    Acontece que o Grêmio, ao longo dos últimos anos, perdeu prestígio e sua “imortalidade” está comprometida pela “fadiga dos metais”.
    A incapacidade de algumas administrações levaram o clube à beira de um colapso financeiro que inviabilizou o investimento e os cuidados com seu produto principal: o futebol.
    Perdemos a capacidade seletiva na formação dos plantéis e trocamos a qualidade pelo menor preço.
    Ainda hoje esta prática persiste, basta olharmos para o grupo de jogadores e notar que o barato sai caro.
    Garimpar é preciso, mas, há que se ter gente capacitada para executar a tarefa.
    No meu modo de ver, com raríssimas exceções, no atual plantel há jogadores que não estão à altura de nossas tradições.
    Dirão alguns: “é, mas os tempos são outros”. Sim, é verdade, mas isso não é motivo para que deixemos de lado as exigências de qualificação do grupo de jogadores, que, não por acaso, resultaram nos grandes feitos do clube. Justamente por ter essa preocupação, construímos uma invejável história no futebol.
    A verdade é que hoje nos contentamos com a mediocridade. Perdemos a “batalha” para os grandes grupos financeiros que “atravessam” o mercado e levam, a peso de ouro e precocemente, o pouco de qualidade que conseguimos formar.
    Sobra, para nós, o segundo escalão de jogadores, que é disputado a peso de ouro pelos nossos clubes.
    Como nosso poder de barganha é limitado e, junte-se a isso a contenção de despesas e os erros de avaliação na formação do plantel, chegamos ao ponto em que nos encontramos.
    A situação de demais clubes brasileiros é quase a mesma. O Grêmio é isso aí. Se não aparecer alguma novidade nas categorias de base, vamos continuar a conviver com a “rapa do tacho” e com o acréscimo de alguns rodados em fim de carreira.
    Todos nós sabemos que disputamos um campeonato sem saber aonde podemos chegar. Para corroborar o que dizem nossos treinadores, é uma disputa jogo à jogo. O futuro é incerto e nossa vantagem precisa ser confirmada a cada rodada.
    Portanto, vamos conviver com o que temos por algum tempo ainda. Mudanças radicais não fazem parte do planejamento. Algumas contratações pontuais serão feitas se nos classificarmos para a Libertadores 2016 e só. São tempos de “vacas magras” e teremos que nos adaptar à realidade.
    Temos, isso sim, é que agradecer ao Roger por conseguir dar uma cara para a equipe. Não deve ser fácil manter em um bom nível um grupo tão desparelho. Agora, se a politica de futebol for a de contratar no varejo sem uma avaliação mais acurada, que é o que parece estar acontecendo, o quadro permanecerá inalterado e as perspectivas nos reservarão um ano de 2016 cheio de promessas.
    Temos cinco ou seis jogadores titulares que deverão permanecer no próximo ano. Os demais, descontando os da base que ainda são uma incógnita, não farão falta. Tchau para eles. Mas, é preciso ter coragem e estar atento e forte para fazer as mudanças necessárias.

    1. Também li de cabo a rabo o teu comentário. Não entendi do que tu discordaste, pois concordei com quase tudo (ou talvez tudo) do que tu comentaste.

      Só acrescento que há jogadores de qualidade América afora que recebem salários relativamente baixos em outros clubes. Trazê-los não seria tão difícil. No mais, como eu disse, pro ano que vem o time titular é ficar com 5 ou 6 no máximo. Não tem necessidade de manter certas peças.

  3. A limitação do Grêmio inicia na nossa direção e reflete no grupo.

    Nossa direção é limitada. Falta competência. Erra mais do que acerta. Por isso, torna-se difícil almejar títulos. Até pode entrar na disputa, mas quando chega o momento mais importante, ocorre o fracasso.

    Fracassamos na base em quase todas as competições. Fracassamos em todas as competições no profissional.

    Diante disso, é notório a ausência de competência da direção. Por mais que se esforcem, são incompetentes na gestão do futebol.

  4. A parada de 10 dias, a qual esperávamos beneficiar ela fez com que o grêmio não esteja jogando merda nenhuma.

    O grêmio está se arrastando em campo. Se continuar nesse ritmo vai perder a vaga na libertadores.

  5. Tem que prender quem trouxe o Bobo. Ele é a afirmação da incompetência da direção de futebol. Parece que nem o treinador reconhece a pouca efetividade da equipe no ataque quando este jogador está em campo. E assim, vamos empilhando “cabeças de bagre” na “centroavância”, sob os auspícios dos que sustentam que temos um grupo qualificado. A que se separar os acertos administrativos com os rumos do Departamento de Futebol. Alguém aqui pode afirmar, de sã consciência, que seus dirigentes fazem um bom trabalho? As entrevista após jogo são ao estilo “Argelianas”, isto é, são um retrato infiel do que aconteceu no campo. Parece que o pessoal viu outro jogo.
    Hoje, tivemos um pouco mais do Grêmio dos últimos jogos, onde ficou escancarada a nossa dependência de Geromel e Luan. Temos um ataque que para fazer um gol tem que “parir uma bigorna”.
    A equipe gradativamente vem perdendo competitividade nas rodadas finais. Temos que reconhecer que o time – sim, o time, porque não temos plantel – chegou ao seu limite. Uma ou duas ausências fazem uma falta tremenda e a mecânica de jogo fica comprometida. Carecemos de protagonistas. Temos muitos co-adjuvantes esforçados que quando chamados não acrescentam muita coisa, pois são jogadores medíocres. O problema é a pouca técnica destes jogadores. Muito esforço e correria nos 45 minutos iniciais e pouca movimentação na segunda etapa. Acho que o Roger tem que dar mais oportunidades ao Everton. É muito mais participativo e dá velocidade ao ataque. Estou preocupado com a falta de objetividade do Pedro Roch. Sem Luan não consegue ser efetivo lá na frente, embora tenha ajudado a marcar como deve ter pedido o treinador. Muita movimentação e pouca produtividade. continuo preocupado. A “gordura” está acabando e é preciso retomar a competitividade do primeiro turno.
    O momento é de expectativa nos jogos que virão. Está faltando mais concentração. Marcelo Grohe, que goleiro!!!

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