Feitoria, pharmacy nação tricolor.

160

Mais uma edição do podcast mais gremista que existe na internet brasileira!

Edição 160, gravado no bar virtual. Com Fane Webber, Gabriel Pinto, Rodrigo de Azevedo e Rafael Mayer. Comentamos as duas últimas vitórias, contra o Atlético Mineiro no Mineirão e contra o Joinville na Arena do Grêmio.

Além dos jogos, foi comentado sobre os próximos jogos, contra o Coritiba pela Copa do Brasil e contra a Ponte Preta no Campeonato Brasileiro.

Não deixe de ouvir e passar para os amigos!

 

Escuta aí e espalha a palavra do Mesa de Bar do Grêmio!!

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38 comentários

  1. O Grêmio jogará 10 jogos em 30 dias. Hoje as baixas são Walace (suspenso), Maxi Rodríguez (machucou-se) e Luan (amigdalite). Para compensar as baixas, Lincoln viajou. Na maratona, creio que daqui pra frente o número de baixas só vai aumentar. Para compensar, Roger deve diminuir a carga de treinos. Mamute deve voltar no meio de setembro e Ramiro só em outubro. Estamos precisando dos dois pra ontem.

    Dos próximos 5 jogos, para continuar lutando pelo título temos que fazer no mínimo 13 pontos. De preferência ganhar os primeiros quatro e roubar pontos do Corinthians em SP no quinto. Depois disso teremos três jogos contra times lutando pelo G4, dois deles fora.

    Gostaria que o Grêmio garantisse a classificação hoje para poder deixar o segundo jogo em banho-maria, priorizando o brasileiro. Mas mata-matas são imprevisíveis. O Coxa ainda não chegou no momento de priorizar a permanência na série A. Hoje creio que virá com tudo.

    Os próximos 30 dias serão duríssimos! E será assim até o fim da temporada. Mais vitórias como a do Joinville terão de acontecer, jogando bem ou não.

  2. O campeonato será duríssimo para todos neste segundo turno, uma vez que os que estão na frente procurarão manter suas posições e os que estão na “rabeira” procurarão sair dela. Jogos à morrer. Não será fácil para ninguém. As equipes, com raríssimas exceções, estão oscilando e surpresas acontecerão a cada rodada. Quando não é a falta de jogadores, as equipes se defrontam com a qualidade nada mais que mediana dos plantéis, o que não é garantia de nada. O campeonato está em aberto, por isso, não dá para baixar a guarda. Qualquer descuido pode significar a perda de posições e inviabilizar as aspirações de uma boa campanha e, consequentemente, a candidatura a um dos títulos em disputa. No último jogo, talvez pela ausência de Luan que é quem realmente cadencia o jogo e inicia as jogadas de ataque com velocidade, a equipe perdeu a iniciativa das ações ofensivas e se desestruturou coletivamente. A mudança do esquema tático com a entrada de Bobô, alterou a mecânica de jogo e a equipe demorou para se assentar em campo. A entrada de Fernandinho, o sufoco ao adversário em seu próprio campo e o alento da torcida, mudaram o panorama da partida no segundo tempo. Em duas jogadas de bola parada, o Grêmio mudou o escore que lhe era adverso e venceu o jogo, demonstrando que possui um bom repertório de jogadas para reverter uma eventual inferioridade na partida.
    No jogo de hoje contra o Coritiba, não teremos Luan e Wallace. Talvez mais adaptado ao esquema de jogo, Bobô consiga dar uma melhor resposta nas ações ofensivas. O Grêmio não pode abdicar de ter a posse de bola, pois, só assim, terá o controle da partida. A movimentação em velocidade e a troca constante de passes com objetividade, tem confundido os adversários e criado inúmeras chances de gol. Ainda buscamos um padrão de jogo que seja confiável. Um esquema solidário baseado numa atuação coletiva para suprir eventuais ausências. Roger está sendo desafiado a todo o momento e suas respostas têm sido razoáveis. Nossa posição no campeonato é merecida, fruto do esforço, do trabalho e da dedicação do treinador e dos jogadores. A continuar assim, podemos chegar lá…

  3. Para o jogo de hoje, eu iniciaria com o Fernandinho. Manteria o Pedro Rocha.

    O Grêmio teria jogada de velocidade e os jogadores manteriam uma movimentação mais intensa.

    Se o Róger tiver alguma dúvida, será entre Bobo e Fernandinho.

  4. Agora que vi, o árbitro é o Meira Ricci. Isso somado a como o jogo tá indo, o empate tá ótimo, assinava agora

  5. O Grêmio venceu e encaminhou a classificação.

    Primeiro tempo ruim. Deixou o Coritiba se impor.

    Segundo tempo, o Grêmio encaixou melhor a marcação. Claro que o Coritiba não conseguiria imprimir aquele ritmo durante toda a partida.

    O Grêmio cresceu e conseguiu um gol no belo chute do Marcelo Oliveira que não estava fazendo uma boa partida.

    Fernandinho jogou todo o segundo tempo na esquerda onde levou vantagem em razão da sua velocidade.

  6. 1 a 0 em Curitiba, com o Meira Ricci apitando, pra mim é goleada.

    O mais importante é que o Grêmio continue ganhando. Nem o Grêmio de 95 jogava bem todos os jogos. É alentador saber que o Grêmio tem capacidade de ganhar mesmo jogando mal. Se quiser ganhar título, o resultado tem que sair mesmo em jogos que joga mal.

  7. Primeiro tempo muito ruim. Se não fosse a limitação do Coxa teríamos tomado gols na certa. Não entramos em campo, repetimos o futebol do primeiro tempo contra o Joinville. Se fizermos o mesmo contra a Ponte, pode complicar. O Grêmio não conseguiu chutar uma bola sequer a gol no primeiro tempo, Bobô patético na frente, uma nulidade total, Douglas trotando em campo e Pedro Rocha pouco acionado. Resultado: claro, sobrou para o menino que não vinha bem mas já mostrou ter mais bola mesmo sendo verde que esse tal de Bobô que nunca jogou nada em lugar nenhum aqui no Brasil.

    No segundo tempo, melhoramos pois o Fernandinho foi a válvula de escape do time. E Giuliano voltou a jogar bem. Galhardo tem feito boas jogadas e cruzado a ala Pará. Marcelo Oliveira faz o feijão com arroz dele e meteu um golaço, mas é um jogador limitado no apoio, mais defensivo. Se laterais apoiassem melhor, teríamos mais opções de jogadas, ainda mais quando nã joga o Luan.

    Gostei da entrada do menino Moisés, teve calma nos lances e bom passe. Poderia ter entrado o Lincoln no lugar do vigário, mas o Roger tem adoração por ele, não adianta.

    Agora quanto a centroavância, pobre Roger, ter que escalar os bruxinhos da direção, contratações pífias como Bobô, Vitinho e Brian Rodriguez, três dos piores atacantes que já vi atuar com a camisa tricolor ao lado de nabas como Danlaba Mendi, Luciano Marreta, entre outros menos votados. Esse Bobô é péssimo. Vitinho é fraco e Braian só é esforçado, mas Roger fica embretado em aproveitá-los pois são investimentos dos “magos de araque” Rui Costa e poção mágica Pacheco…

    O time está bem mas critico a direção sim, pois títulos se ganha nos detalhes e deixar de ganhar porque o dep. de futebol não teve competência pra achar e trazer um centroavante só que preste, nem um meia-boca que seja, tipo André Lima que fazia seus golzinho, é inadmissível…

    Vitinho, Braian e Bobô são um pior do que outro e pelo visto acabarão com média de gols no campeonato inferior ao Rogério Ceni…

    Caberia um esforço, tenho dito, dessa direção, para trazer um atacante melhor, alguma revelação do interior paulista, da série B ou até da base, Klauss, Erick e Nicolas Careca não jgam menos que essas dragas trazidas pelo Pacheco e Rui Costa…

  8. Sobre o podcast, farei mais um comentário gigante que ninguém lerá (não os culpo, na maioria das vezes também não tenho paciência para ler comentários grandes).

    – Sobre o assunto Braian x Barcos:

    Não são iguais. No primeiro ano do Barcos, houve um momento em que ele sequer conseguia dominar uma bola. Porém depois disso mostrou-se importante na proteção dela. Já o Braian tem apanhado bastante da bola quando tem pegado, pode até ser que se torne útil na proteção dela algum dia, mas o que parece é que realmente falta muita técnica a ele, mais que ao Barcos.

    Fora isso, mesmo sendo um atacante alto, Barcos surpreendia por não saber cabecear (porém tem feito uma falta danada tirando as bolas na defesa!). Braian é melhor no cabeceio e também no posicionamento para receber bolas aéreas, enquanto o Barcos se posicionava sempre atrás de dois zagueiros. Convenhamos, talvez nem o Arce conseguisse pôr bolas certeiras na cabeça dele com esse tipo de posicionamento.

    A semelhança entre os dois é que não são goleadores. O Braian mais por deficiência técnica. Já o Barcos não tinha técnica suficiente como centroavante, mas é possível que estivesse simplesmente sendo usado na posição errada. Com tudo que ele faz no pivô com a bola, a impressão que tenho é que ele era daquela posição do Football Manager que chamam de Target Man, ou seja, ele é o homem de referência, mas não necessariamente o que faz gol.

    Essa posição serve na maior parte das vezes serve para ganhar bolas lançadas pelo alto e protegê-las para um goleador (meia ou atacante) vir de trás e finalizar. No entanto, todos usavam-no como centroavante goleador, uma espécie de Target Man que finaliza, coisa que só se faz quando o cara é bom nisso.

    Barcos não era lá essas coisas na finalização. Inclusive, ao pegar na bola, tinha o problema pelo qual o Luan era tanto criticado, o de dar um toque ou dois na bola em vez de finalizar (no caso do Luan, geralmente é quando ele tem a oportunidade de passá-la para dar prosseguimento a uma jogada mais rápida).

    – Sobre Fernandinho:

    Tem sido bastante útil nos últimos jogos, nem eu posso negar. É rápido e driblador e tem ganhado as disputas com os laterais adversários com frequência. Tem posto fogo no jogo, ao contrário do que fazia com o Scolari (era ele quem o usava à exaustão, não o Enderson, que não demorou a ir embora quando Fernandinho veio). Existem jogadores que não jogam tão bem quando iniciam a partida, talvez por isso Roger hesite em escalá-lo.

    Há de se lembrar também que Fernandinho tem entrado no segundo tempo voando e pegado laterais menos inteiros fisicamente. Isso pode explicar sua vantagem, mas o único jeito de ter certeza mesmo é testando-o como titular. Vem pedindo passagem.

    – Sobre nossos laterais:

    Como eu já havia dito num comentário anterior, Galhardo parecia ser uma boa promessa no Flamengo. No entanto, foi negociado cedo e não conseguiu sequência no Santos. Talvez Roger consiga tirar o que há de melhor nele e ele chegue ao nível de ser um bom titular que valha renovar. No entanto, não vejo o cruzamento como um bom atributo dele, um lateral precisa disso pra ser completo. Também cobra mal os escanteios.

    Nas faltas, parece ser uma boa opção. Não creio que o Douglas ainda treine tanto a cobrança de falta, o que é normal quando se fica mais velho, o jogador começa a não aguentar ficar tanto tempo a mais no treino pra isso.

    Confesso que não acreditei quando disseram que haviam contratado o Marcelo Oliveira pela identificação dele com a personalidade que queriam pro nosso time. Se foi isso mesmo, foi um baita acerto. Dá um gás danado pro time e é muito importante na saída de bola. Não acho que mudaria muito o seu rendimento se fosse usado na volância. Como lateral, também não vejo o cruzamento como seu ponto forte.

    – Sobre os cruzamentos e outras características do time:

    O time tem se focado mais em trabalhar a bola. Vejam que há um nítido esforço em sair com a bola sem dar chutão, o que ocasiona até recuos pro goleiro (que eventualmente tem que dar o chutão). O Grêmio é exatamente o contrário do Atlético-MG, tanto o de agora, quanto o campeão da Libertadores. No campo ofensivo do Atlético-MG, até o lateral é cobrado pra área e vira jogada de perigo.

    Nesse contexto, faz sentido o time cruzar pouco. Mais do que isso, não só não temos jogadores para quem cruzar, mas também não temos quem saiba cruzar.

    O que se percebe, porém, é que quando mudam os jogadores, o Grêmio não muda o jeito de jogar. Quando o ataque não tá saindo e entra o Braian, o Grêmio teria que ligar no ON a chave do chuveirinho na área. Não é isso que ele faz, provavelmente porque não é instruído pra isso. Já que não sabe cruzar, faz até mais sentido que tenha sido instruído a não fazer. O que não faz sentido é o Braian continuar entrando. Ele dá o maior gás, brigando por bolas na raça, mas não consegue fazer muito mais, o que é uma pena.

    Não acho que o Braian não deva entrar nunca. Porém acho que seria bom colocar outras opções, tipo o Éverton, que já não entra há um bom tempo. Seria importante, porque vamos ter uma maratona de jogos que vai inevitavelmente nos causar baixas. Precisamos do máximo de gente possível familiarizada com a tática e com ritmo de jogo pra repor à altura os que saem.

  9. Só uma coisa bem notada pelo Fagner em outro blog: o Grêmio joga muito no erro do adversário. É um dos times que menos rouba a bola no campeonato

  10. Agora só pra não perder o embalo (antes que a gente perca e ninguém mais sirva), vou escalar aqui o time de apelidos dessa campanha:

    Marcelo Grohe = Muralha Grohe (ou Marcelo Greuer)
    Galhardo = Cristiano Galhardo (ou O Gêmeo Bom do David Luiz)
    Erazo = El Elegante (ou Materazzo)
    Geromel = Geromonstro (ou Geromito)
    Marcelo Oliveira = Muralha Oliveira
    Edinho = Super-Édimo (ou Zinedinho Zidane – tá, esse é bem forçado…)
    Walace = Coração Valente (ou Pogbalace)
    Maicon = Maestro Maicon
    Douglas = Maradouglas (ou Maestro Pança, ou Pancinha Maravilha)
    Luan = Luanel Messi
    Pedro Rocha = Peter Rock
    Fernandinho = O Filho do Vento
    Roger = Jürgen Roger

    Aceito sugestões, haha…

    1. Mais alguns apelidos:

      Giuliano = Jesusliano (ou Giuligol ou Homem-Grenal)
      Maicon = Capitão Maicon
      Marcelo Oliveira = Presidente
      Yuri Mamute = Mamutelli

  11. – Me pareceu que o Grêmio jogou com o freio de mão travado. Jogou a não fazer. Numa aparente demonstração de cansaço, deixou o adversário jogar à vontade no primeiro tempo e quase se complicou. Não fosse o Coritiba um adversário limitado, não sei não. No segundo tempo, reteve a bola, trocou passes, equilibrou o jogo, ensaiou algumas boas jogadas e conseguiu marcar o gol que lhe deu a vitória.
    Não há muito o que falar sobre um jogo que valeu pelo resultado. Mesmo a equipe não atuando bem, o fato positivo a ser comemorado é a boa vantagem adquirida fora de casa, o que torna o jogo de volta administrável.
    Bobô não jogou bem, mais uma vez. Aliás, ninguém mereceu destaque, num jogo que transcorreu com poucos atrativos.

    – Estou querendo acreditar que, por orientação de Roger, a equipe do Grêmio tem procurado suportar, no primeiro tempo, a pressão inicial do adversário retendo a bola e trocando passes, procurando desgastá-lo para, no segundo tempo, empreender uma forte reação com jogadas em velocidade.
    Ontem, na segunda etapa, Marcelo Oliveira e Fernandinho por um lado e Giuliano e Galhardo pelo outro, causaram preocupação aos defensores adversários com suas investidas pelas laterais do campo.
    Mesmo sem ter feito uma grande partida, o escore ficou de bom tamanho, pois premiou a equipe mais efetiva.

    – Agora, é a Ponte. Com Luan e Wallace, a equipe retorna à sua melhor escalação. Com seriedade e empenho, podemos colher um bom resultado em Campinas e avançar ainda mais na competição.

  12. A Porte Preta não será a mesma que enfrentou o Grêmio. Terá o seu atacante Biro-Biro que considero um jogador interessante para aposta, tem 20 anos.

    Na base, eu gosto do centoavante Batista. Vejo bom potencial nele. E acho que o Róger poderia lhe conceder chance para entrar em algum jogo.

    Outro jogador que também mereceria ser olhado é o volante Kaio. Pelo menos, teria que estar junto com o grupo profissional.

    Moisés é um volante de boa marcação como apontou o Felipe Neri.

    Róger tem dois auxiliares técnicos que poderia auxiliá-lo na observação desses atletas ou de outros. Acho que Róger irá utilizar os profissionais que estão no grupo principal.

  13. A respeito do Bryan Rodrigues, fiz críticas a sua contratação. Mas seus primeiros jogos foram promissores. Depois, verificou-se que ele era realmente fraco.

    Em comparação ao Barco, o argentino é superior. Foi artilheiro no Palmeiras E teve outro time que não me recordo que ele teve uma média razoável de gols. Já Bryan, não foi artilheiro em lugar algum.

    Sobre o Bobô, não acredito muito nesse jogador. No entanto, prefiro aguardar mais um pouco para ter alguma conclusão. Não podemos olvidar que Bobô estava de férias e veio de outro país cuja intensidade física não seja a mesma que a praticada aqui. Não bastasse isso, tem a questão do entrosamento.

    O time do Grêmio não tem tanto entrosamento para jogar com um centroavante das características do Bobô.

    Centroavante precisa ser acionado numa condição em que possa concluir. Até o momento, Bobô não teve essa oportunidade.

    Pedro Rocha foi fixado na esquerda, oque facilita a marcação do adversário.

  14. Cristiano!
    Em que posição e como deve jogar o Pedro Rocha? Roger ao fixá-lo na esquerda não lhe dá liberdade para uma livre movimentação ou falta ao jogador capacidade para superar sua limitações ou uma melhor leitura do momento certo para buscar os espaços
    Fernandinho também joga fixado na esquerda e consegue melhor resultado nas ações ofensivas, mesmo não sendo, como Pedro Rocha, um bom finalizador. Experiência?
    Pedro Rocha demonstra estar intranquilo e pouco confiante. Mais do que qualquer outro jogador, tem sentido a ausência de Luan que atrai para si a atenção de toda a jogada, abrindo espaço para a livre movimentação dos demais atacantes.
    Bobô, jogador rodado, já deveria ter apresentado um melhor futebol. Desculpas como falta de entrosamento, de adaptação, de ritmo de jogo, etc, não mais sensibilizam o torcedor, pois o jogador está há um mês treinando e sua resposta, como atacante, é de desanimar. Já esperamos pelo Bryan vários meses e nada. Será que vamos ter que aguardar mais uma longa “readaptação” para chegarmos a conclusão, tardiamente, que mais uma vez a contratação do centroavante foi um equívoco? Espero estar errado. A amostragem, pelo menos até agora, não empolgou não só a mim.

  15. é histórica a dificuldade do Grêmio em contratar/formar centroavante.
    Os últimos que vieram de fora exemplificam isso: Tuta, Alex Mineiro, Maxi Lopez, Borges, André Lima, Brandão, Moreno, Barcos, Willian José, Braian, Bobô.
    Pra mim os únicos que chegaram perto de convencer foram Moreno (2012) e Barcos (2014) e olhe lá…

    Bobô parece seguir o mesmo caminho, apesar de eu achar que o time não favorece jogar com centroavante. Bobô parece ser muito paradão, não busca o jogo, fica lá entre os zagueiros pra fazer pivô. Já o resto do time não joga nesse estilo, tem feito muitas jogadas pelo lado (o que acho muito bom) e tenta entrar com toques na área. É o time que menos acerta cruzamentos no Brasileiro.
    Desse jeito Bobô vai morrer de fome e não vai conseguir jogar o que talvez saiba jogar.
    Acho um erro insistir nele, talvez seja uma opção melhor pro 2º tempo e jogos específicos, não pra titular.
    Fernandinho pra mim deveria ser titular, mas parece que Roger vê nele uma opção pra velocidade quando entra descansado.
    Não entendi tb por que o Lincoln não entrou ontem, deve ser mais uma da série “coisas do Grêmio” e o eterno desperdício de talentos.

  16. Darcílio,

    Pedro Rocha é atacante. E tem seguido as instruções do treinador assim como Fernandinho seguiu ontem a se fixar na esquerda.

    Ontem, achei que ele poderia jogar no primeiro tempo com Pedro Rocha mais centralizado, fazendo o papel de centroavante e Fernandinho fazendo a jogada de lado.

    Mas isso é opinião.

    Róger escalou Pedro Rocha e Bobô. A função do Pedro Rocha foi a mesma feita pelo Fernandinho, embora o Pedro Rocha tenha voltado mais para acompanhar a subida do lateral do Coritiba.

    Fernandinho deu melhor resposta e encaixou melhor as jogadas.

    Sobre o Bobô, também fiz críticas a sua contratação, porque não é um jogador diferenciado para ganhar título. Eu esperava um jogador diferenciado na frente. Eu disse em conceder mais tempo, porque Róger não vai colocar nenhum garoto. Não vai testar ninguém em meio campeonato brasileiro. As opções que ele tem são essas.

    Agora, 30 dias é muito pouco tempo para quem vem de férias, de um outro país, cujo futebol possui outro nível.

    Eu espero que o Bobô possa jogar mais do que o Bryan.

    Agora, me diga, quantas bolas recebeu o Bobô na cara do goleiro??

    Nos últimos dois jogos, se tu não conseguiste ver os gols, o Grêmio marcou com uma cabeçada do Erazo num escanteio cobrado, cobrança de falta do Gallardo e um chute de fora da área do Marcelo Oliveira.

    A produção ofensiva do Grêmio foi fraca sem o Luan. Pedro Rocha e Bobô contribuíram para a produção fraca. Mas o time também. Os atacantes não receberam nenhuma bola em condições para marcar.

    Vou citar algumas contratações que critiquei: Marcelo Oliveira, Erazo e Galhardo.

    Erazo tem dado conta do recado. Marcelo Oliveira também assim como Galhardo. Os dois laterais podem não ser uma maravilha, mas dentro do contexto do coletivo, eles tem dado uma resposta. Levou um tempo para isso.

    Por isso, falei que o Bobô vindo de férias e de outro país mereceria mais tempo. Daqui a pouco, ele pode encaixar a começar dar uma resposta mais positiva do que nesse momento.

    Quando Renato era técnico na última passagem, falei aqui que o Luan era um jogador para ser olhado de perto. Estou fazendo em relação ao Batista. Para mim, é um centroavante que pode vingar. Pelo que eu vi dele, é melhor do que o Nicolas Caraca, embora sejam jogadores da mesma função, mas com características diferentes.

    Agora, o Róger é o técnico e cabe a ele achar as soluções. Ele surgiu com 18 anos. Então, cabe a ele observar e ver se há algum jogador da base que possa receber alguma chance com potencial de dar uma resposta imediata.

    Cuca chamou o Anderson com 16 anos. Se não fosse o Cuca, Anderson teria ficado na base. Dirigentes fracos e técnicos da base omissos.

    Quando for possível, o técnico do grupo profissional tem que olhar para a base. Telê Santana fazia isso. Se ele identificava algum potencial, testava no grupo profissional.

  17. Sobre a pergunta feita para reflexão no podcast, creio que faz mais sentido perguntar por que chamar colorado de macaco é racismo, mas chamar gremista de gazela não é homofobia. Infelizmente, ainda vivemos uma época em que certas discriminações são socialmente aceitáveis, enquanto outras não.

  18. Corinthians perdeu seu principal atacante. Antes que perguntem quem é, posso dizer que não é nenhum árbitro.

    O Luciano se lesionou. O primeiro desconvocado.

  19. Sobre o Moisés, que os amigos estão comentando acima, se for aquele mesmo que é cria do Juventude, creio que meio que foi reintegrado pra servir como opção quando o Galhardo se machucar, já que joga de volante e também de lateral-direito, se não me engano.

  20. Amigos, por mais que tenha um elenco mais caro, esse Corinthians não assusta… é perfeitamente possível passarmos ele no Brasileiro. O que preocupa é que talvez seja eliminado na Copa do Brasil e poderá focar inteiramente no campeonato

  21. O Moises que entrou não foi o que veio do Juventude, mas o que veio do Lajeadense para a base.

    O Grêmio derrotou o Aimoré pela Copa Luis Fernando Santos. Um dos gols foi feito pelo Batista artilheiro da competição com 5 gols em três jogos.

  22. – Domingo, teremos um Grêmio completo contra a Ponte Preta. Com Luan e Wallace de volta, a equipe retoma sua melhor formação, o que é um bom sinal. Sugiro aos torcedores que forem a Campinas, que não façam qualquer alusão à “macaca” – símbolo oficial da equipe campinense. Provavelmente, estaremos na mira de algum “procurador de justiça desportiva da vida” e sujeitos a denúncias e punições severas por injúria racial. Não, não é piada. Não é à toa a desconfiança, de norte a sul do país, que paira sobre determinadas decisões do STJD. Tudo se pode esperar da reconhecida “isenção” de seus julgamentos.

    A imprensa engajada não perde tempo. Agora, tendo em vista que o TA praticamente não tem chances no Brasileirão, aposta todas suas fichas na Copa Brasil e o coloca como um dos grandes postulantes ao título. Esquecem que, paralelamente, há muitos clubes – grandes e médios – disputando a competição com o mesmo propósito e que no mata-mata, pelo menos em tese, todos tem chances iguais. As diferenças de capacidade de investimento e qualidade de elenco, não tem o mesmo peso que numa competição de longo tiro, uma vez que os jogos são lá e cá, com o interregno de uma semana entre um e outro e surpresas acontecem. Uma jornada infeliz pode acarretar uma eliminação precoce. Temos exemplos de sobra em anos passados.
    Estamos com um pé na próxima fase. Temos que “matar” o adversário no primeiro tempo do jogo de volta, se possível, com um escore que nos permita poupar alguns jogadores no tempo complementar. Acredito que o “Coxa” apenas venha para cumprir tabela. Obviamente que teremos de manter a seriedade e as disposições, individual e coletiva, que são características marcantes da equipe de Roger, para não dar nenhuma chance de reação ao adversário.

  23. pois a Copa do Brasil apresentou boas surpresas pra nós, apesar da zebra da derrota do Ituano.
    Pelo que se apresentam hoje Brasileiro e CB o Grêmio tem plenas condições de disputar e quem sabe conquistar esses títulos, não há nenhum bicho papão.
    Mas digo isso hoje, com o Grêmio em excelente fase e outros times em plena queda, como o Galo.
    O difícil será chegar em dezembro vivo e forte. Se as finais da CB fossem em setembro o Grêmio seria favorito, mas isso deve mudar bastante ainda…

  24. O Grêmio me pareceu pregado em campo. Sentiu a sequência de partidas e o horário do jogo. O time simplesmente não entrou em campo, só a Ponte jogou, ganhavam a primeira, a segunda bola, as rebatidas, as divididas, enfim, passaram por cima, duas bolas na trave e o que nos salvou foi a organização defensiva e só. Erazo foi o único que se salvou no time, o restou não entrou em campo. Todo mundo se arrastando. Se a Ponte tivesse maior qualidade para finalização seria uma goleada.

    E como nada esteja tão ruim que não possa piorar, Roger tira Luan (que realmente não jogava nada até então) e põe Braian “El Cone” Rodriguez, talvez um dos piores centroavantes que já fardaram no tricolor para acabar definitivamente com qualquer chance de praticarmos futebol e fazermos gols. Talvez o sol tenha fritado os miolos do Roger, vai saber, só sei que essa foi uma das suas piores substituições recentes, ainda que pudesse ter dado certo se não fosse um simples detalhe, a ruindade grandiosa do uruguaio que perdeu um gol debaixo das traves no fim. Mas nem merecíamos ganhar. O empate já era um castigo a Ponte. Seriam imerecida a vitória de um time que não joga absolutamente nada e seu treinador ainda promove – contra todas as probabilidades, contra toda a opinião de crítica e público, contra todas as estatísticas, scouts e bláblá, enfim, até mesmo contra os deuses do futebol – a entrada do pereba uruguaio trazido pela direção.

    Não vejo problema em contratar errado. O Carvalho do Inter errava um monte, mas acertava outro monte pois não parava de contratar. Já direção do voto de pobreza gremista seguidores da cartilha do Fernando Miranda prefere insistir no erro a fim de entregar o campeonato definitivamente. Ora, errar na contratação de Braian, Vitinho e Bobô, é do jogo, agora insistir no erro com o Braian que já teve todas chances possíveis, é BURRICE.

    Parabéns aos envolvidos, é assim que se perde campeonatos, nas convicções burras que contrariam ao óbvio, ao evidente, ao escancarado. Para que simplificar, não é mesmo, se pode sempre se complicar?

  25. até dou o desconto da “sequência” (parece que só o Grêmio tem sequência) e o sol (só bateu sol no Grêmio né) como a direção citou, mas o fato é que o time não jogou nada! Os passes errados durante toda a partida mostram que o problema foi técnico e não físico. E foi pela 3ª partida seguida, mas dessa vez a bola não entrou pra nós.
    A sequência preocupa, pois pegamos 3 dos piores times do campeonato e não jogamos quase nada.
    Pra mim Roger errou já na formação do banco, levando Vitinho, Braian e Bobo e não levando Maxi e Lincoln. Até nem sei se o Lincoln tava disponível, mas pra mim não tem explicação técnica levar 3 centroavantes e nenhum meia!
    Daí o Roger resolve tirar o Luan e botar o Braian… bem, o Luan deveria ser sempre a última opção a sair, mesmo jogando mal, colocar o Braian então é um absurdo!
    O cara já mostrou que não é pro Grêmio, pra que insistir???

    Outra questão é a postura do time, jogamos pra não vencer. Só fomos trocar passes e tentar criar aos 45′ do 2ºtempo, quando surgiram duas chances, uma clara com o cone Rodriguez.
    Time que joga recuado contra a Ponte é time que não disputa nada no campeonato.

  26. talvez seja estratégia do Roger de reduzir o ritmo do time e não perder o fôlego pro resto do campeonato, pois depois do Gre-nal o time não teve mais aquela explosão e movimentação de antes.
    Se for isso mesmo pode ser um erro, pois o que há de melhor nesse time é justamente o que o Roger falou que queria desde o início, a intensidade.

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