Feitoria!

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Mais uma edição do podcast mais gremista que existe na internet brasileira!

Edição podcast com churrasco. Com Fane Webber, check Anderson Kegler, Rodrigo de Azevedo e Antônio Dutra Junior como convidado. Comentamos o jogo contra o Flu, a semana grenal e equipe Sub-23 e amenidades.

Não deixe de ouvir e passar para os amigos!

Escuta aí e espalha a palavra do Mesa de Bar do Grêmio!!

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18 comentários

  1. River campeão, time limitado e raçudo.

    River, Corinthians, galo foram a série b e viraram campeões não só da libertadores, mas de outros títulos também.

    Gremio foi rebaixado e na hora H, peidou na farinha.

  2. Também acho que o Grêmio deveria ter feito o que fez o River. Time grande se ergue com títulos, e nossos times limitados explicam, mas não justificam não termos chegado a uma final importante sequer depois da Libertadores 2007. Elencos piores que os que tínhamos já levantaram caneco.

    Mas estou dando um desconto pro Grêmio, por ter só hoje resolvido colocar as contas em dia, mas, ainda assim, resolvido. Quando as contas estiverem em dia, e o dinheiro entrando, não vai ter desculpas. Não é só questão de “retomar” as conquistas com um grande título, mas sim conseguir muitos, no Brasil e fora, tornar-se verdadeiramente hegemônico, ou não haverá sentido nisso tudo.

    Ah, e mesmo quando o dinheiro estiver sobrando, não quero ver mais contratações como a do Kléber ou a do Fernandinho, ou o clube voltará à situação em que está hoje num tempo mais curto do que o tempo usado pra pôr as contas em dia.

  3. mais uma vez quem venceu a Libertadores não foi o melhor time, mas sim quem mais mostrou vontade de vencer. O River foi forjado na disputa da Sulamericana 2014, mas tb do campeonato argentino. É um dos poucos times que tinham uma sequência já. Galo, Racing, Boca e Tigres mostraram mais que eles, mas todos sao times em formação e oscilaram muito.
    Duro é ver que em anos anteriores montamos times melhores que River e San Lorenzo, mas que não tinham nenhum brio e por vezes tinham medo de jogar pra vencer fora de casa, como nas derrotas de 2013 e 14.

  4. – “Romildo Bolzan considera grupo do Grêmio fechado para o Brasileirão”.
    Tudo bem. Tem sentido a afirmação. É uma opinião respeitável e que deve ser levada em consideração, pois se enquadra dentro da politica de austeridade da atual gestão que diz: “nada do que foi será, de novo, do jeito que já foi um dia”. É a palavra do presidente e não se poderia dele esperar algo diferente.

    – Estaremos torcendo para que não aconteça uma reviravolta de expectativa e que o clamor das arquibancadas e das redes sociais – em decorrência de uma possível má campanha da equipe – não desencadeie uma açodada corrida atrás de contratações, o que não seria uma boa, haja vista experiências anteriores que – na ausência de uma avaliação mais apurada – inflaram o elenco com jogadores nada mais que medianos, cuja resposta, dentro de campo, ficou aquém da expectativa.
    Temos um grupo razoável, mas ainda não temos uma equipe que se possa dizer, confiável. Pelo fato da mesma estar em formação e de contar – com raríssimas exceções – com jogadores de nível médio, apresenta altos e baixos dentro da mesma partida e deixa a desejar no quesito efetividade.

    – Agora é só Grenal e, dessa vez, na nossa casa. Uma boa oportunidade para estabelecer uma crise lá pras bandas do Brio. Determinação e ambição é o que esperamos dos nossos jogadores. Uma vitória, arruma a nossa casa e desarruma a deles. Dá-lhe tricolor!!!

  5. Se essa direção tivesse o dinheiro em caixa equivalente ao do Barcelona ou Real Madrid, eles não fariam um time competente.

    A política de austeridade só se aplica quem não sabe comprar e não sabe vender.

    Os dirigentes gastam demais em jogadores ruins.

    O time do River cresceu na competição. Passou pelo Boca que já não é lá essas coisas. E, no mata-mata, um time inferior pode vencer a competição.

    O Grêmio não venceu a Libertadores de 2007, porque pegou um Boca Jrs. forte. Era mais time do que o Grêmio. Perdemos porque não conseguimos segurar o ímpeto do Boca.

    O Grêmio que time o Fanfarrão Pelaipe chegou numa final de Libertadores. Agora, com Ruim Costa, nem no jogo de botão conseguimos ir para uma final.

  6. Crise no beira-lago. Caiu Aguirre. Vão capengando no GREnada. Ai que mora o perigo do Grêmio entrar com a bundinha empinada e passar a crise para nosso lado. O Grêmio adora auto flagelo.

  7. Vamos desfazer um mito, é bobagem procurar ser a melhor campanha na primeira fase da Libertadores, já que a PIOR CAMPANHA sagrou-se campeã. A primeira fase é para ajustar a equipe, dar ritmo e foco na competição, que é diferente. Um time organizado e aguerrido pode ser campeão, não precisa ser a melhor equipe, com os melhores jogadores, porém, estes precisam ter uma mentalidade forte para suportar as adversidades.

  8. Pois a crise se mudou definitivamente para o BRIO. Diego Aguirre caiu, a grana acabou, as dívidas batem à porta, empréstimo está sendo negociado. Solução: vender jogadores. Mas, como essas coisas não se resolvem de uma hora para outra, o TA vai para o Grenal em meio a essa repentina convulsão interna e num clima nada favorável. Mas, não nos enganemos. Uma boa resposta na partida, independentemente do que está acontecendo pelo lado de lá, só depende de nós. Temos que fazer valer os fatores mando de campo e torcida para levar a equipe a uma vitória. Espero que os jogadores aproveitem esta rara oportunidade e que brindem a torcida gremista, que se fará presente na Arena, com uma bela vitória.

  9. repito, Grêmio tem oportunidade única pra jogar eles pra crise definitiva!
    O mesmo ocorreu em 2003, quando eles tinham a chance de inverter a gangorra e o fizeram em um gre-nal no Olímpico, perdemos de virada 1 x 2, depois de uma longa sequência sem perder. De lá pra cá eles não pararam de crescer e nós estagnamos.
    Pois agora o Grêmio pode quebrar a gangorra de novo e até mesmo deixá-los perto do Z4. Depois do gre-nal eles pegam Flu (C) e Cruzeiro (F) pra fechar o turno. Pode dar 3 derrotas na sequência e fechar o turno com 21 pontos, pontuação de rebaixado.
    É hora de lotar a Arena, é hora da direção fazer de tudo pra criar um clima de superação, esse jogo pode ter reflexo direto na sequência dos dois times na Copa do Brasil, não podemos deixar a chance passar!!!

  10. Sobre o podcast, meus pitacos:

    1. Alguém falou que a maior vitória dessa diretoria não é só regularizar a situação financeira do Grêmio. Concordo discordando: creio que a maior vitória seria não só fazer isso, mas também criar mecanismos para a manutenção da saúde financeira do clube.

    Como exemplo, tem recentemente a cláusula adicionada ao estatuto do Flamengo de que os dirigentes seriam punidos a ressarcir com o próprio patrimônio em caso de dano por irresponsabilidade ao patrimônio do clube. Seria muito importante, pois, convenhamos, tudo o que essa gestão fizer em 2 ou 4 anos de mandato pode ser desfeito em poucos meses. Talvez o SAP ajude nisso.

    2. Por falar em SAP, acho interessantíssima a ideia de fazer um podcast especial para explicar aos torcedores o que exatamente é o SAP e o que ele faz. Tenho certeza de que os amigos que comentam aqui também se interessarão.

    Muito se fala sobre ele, mas pouco se explica. Seria nossa chance de entendê-lo o suficiente para compreender que não é só um Football Manager da vida real (ou talvez até seja, o que definitivamente não seria uma coisa ruim, haha!).

    3. Alguém mencionou que todas as torcidas corneteiam os jogadores do clube, só que para alguns a imprensa não dá trela. Não poderia haver maior verdade. Muitos reclamam que o torcedor gremista é chato, que não tem paciência, especialmente com a base. Não deixam de ter razão, mas alguns falam como se o gremista fosse o pior nisso. Essas pessoas certamente não veem partidas de futebol no Brasil.

    Aqui não só um certo clube vermelho de Porto Alegre faz, como é uma prática generalizada no Brasil inteiro. Vejam jogos do Flamengo, por exemplo. Quando o time vai mal, as pessoas vaiam mesmo. Não tem meio-termo, é quase o estádio inteiro vaiando. Na Arena, quando alguns ensaiam uma vaia pro Luan, mesmo pela TV pode-se notar nitidamente que muitos outros torcedores não concordam e tentam contrabalancear as vaias com aplausos, como forma de censura aos que vaiam.

    O mesmo que acontece com o Flamengo acontece com muitos outros clubes do eixo RJ-SP. O torcedor que vê o time passar vergonha ou um jogador ir especialmente mal, vaia durante o jogo e não quer saber se é da base ou não. Na Arena (ou até fora de casa), percebo que quando o Grêmio perde um jogo importante, mais frequentemente do que não, vemos a torcida apoiar e às vezes aplaudir o time no fim do jogo (que seria teoricamente o momento mais propício para vaiar se fosse o caso).

    A menos que alguém aqui discorde de mim, porque quem sabe vai ao estádio frequentemente e percebe uma realidade assustadoramente diferente da que eu percebo vendo tudo de fora, digo que não há no Brasil torcedor tão paciente e apoiador quanto o do Grêmio. A prova disso é que muitos times por aí não conseguem enfiar 20 mil num estádio mesmo com o clube indo bem no campeonato ou tendo títulos recentes. Em estadual nem se fala, difícil um time grande conseguir mais de 10 mil. O Grêmio, com toda essa história de 14 anos sem título, consegue facilmente pôr em torno de 20 mil num jogo do estadual. No campeonato nacional, o público tem ficado em torno de 25 mil, isso porque nesse ano deu uma caída. Nos anteriores, qualquer jogo do Brasileiro ficava em torno dos 30 mil fácil; em alguns, 40 mil. E fora de casa o Grêmio também não faz feio.

    1. Corrigindo a primeira frase: “Alguém falou que a maior vitória dessa diretoria é regularizar a situação financeira do Grêmio.”

      Eu preciso mesmo aprender a reler bem o que escrevo

  11. Concordo com o Impzone.

    Poderia ter falado dos jogadores que falam espanhol. Não existe torcida que apoia tantos jogadores ruins de língua estrangeira.

    Outrossim, faço ainda uma observação sobre a paciência do torcedor do Grêmio. Realmente, o torcedor do Grêmio perde fácil a paciência quando o jogador é oriundo da base e não mostra a qualidade esperada de imediato. O torcedor que alto desempenho de quem vem da base.

    A respeito do sistema SAP de gestão, não adianta implementar um sistema sem alguém com competência para geri-lo.

    Esse sistema mesmo que tivesse 100% em funcionamento não faria o Grêmio ser campeão, tendo na gestão a atual gestão e o Rui Costa como executivo. os atuais dirigentes são incompetentes na gestão do futebol. Os resultados nas competições até aqui comprovam isso. Não significa que eles não tenham seus acertos. A direção também teve acertos. Os erros são muitos que ofuscam os acertos.

    As minhas críticas não se estendes a parte administrativa que pode ter mais coisas boas do que ruins.

  12. ¨O último entrave está no Banco do Brasil, o único dos três repassadores do financiamento do BNDES que ainda não está satisfeito com a operação¨

    Banco do Brasil da Dilma …….

    ARENA DO GRÊMIO …

  13. – Eu creio que o cuidado do BB se justifica, pelo temor da inadimplência, em se tratando o Grêmio um clube de futebol. Embora sejam situações distintas, os recentes escândalos financeiros em instituições públicas federais, “alertaram os gansos” e, nas negociações bancárias, hoje, mais do que nunca, prepondera a cautela. Tudo vai depender das garantias oferecidas pelo clube. Acredito que num breve espaço de tempo teremos uma solução que satisfaça as partes interessadas, haja vista o cenário nada favorável a continuidade do impasse.
    – O jogo de futebol profissional é um produto posto à venda. Ao adquirir o seu ingresso, o cidadão passa a ter os direitos e deveres relacionados ao evento. A vaia é um direito do torcedor, faz parte do futebol e é a forma mais branda e civilizada que está ao seu alcance para demonstrar insatisfação. Mas, como em cada cabeça existe uma sentença, há divergências, pelos mais variados motivos, quanto ao momento certo para sua manifestação. Pode-se achar isso ou aquilo. Pode-se manifestar contrariedade com a vaia e até vaiar a vaia. Mas, convenhamos, a vaia está no nosso DNA. Quem nunca vaiou, que atire a primeira pedra!

  14. Vaiar é um direito, o que não quer dizer que é prudente ou inteligente fazer isso durante o jogo. A razão de um clube querer vender ingressos não é porque acha que pode vender um espetáculo, mas sim porque precisa que a torcida jogue junto. Se ela joga contra, não faz muito sentido, ao menos teoricamente, querer encher estádio, se com menos gente e um ingresso mais caro, o clube lucra do mesmo jeito.

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