Feitoria!

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Mais uma edição do podcast mais gremista que existe na internet brasileira.

Edição com Fane Webber, order Miguel Fraga e Rafael Mayer! Falando sobre a vitoria contra o Avaí na Ressacada e fazendo uma futurologia dos jogos contra o Cruzeiro (quarta) e contra o Santos (sábado).

 

Repasse para os amigos gremistas!

Escuta aí e espalha a palavra do Mesa de Bar do Grêmio!!

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9 comentários

  1. Trilha sonora muito boa, várias vezes tive que voltar porque ficava curtindo a música e não prestava atenção nos comentários de vocês. Hehehe…

    Concordo com a maioria dos que foi dito, discordo apenas quanto a possibilidade de título neste ano, talvez se a equipe for reforçada dá para brigar pelo Brasileiro, mantendo a mesma equipe, com sorte e melhorando o preparo físico, fica entre os 4 primeiros. Já Copa do Brasil e Sul-Americana acho difícil, o temperamento dos jogadores não é para esse tipo de competição, os acho mentalmente fracos, faz tempo que julgo importante um trabalho psicológico mais efetivo junto as categorias e mesmo com os profissionais, para identificar e potencializar boas lideranças.

  2. Há alguns problemas de escolher a Sul-Americana em vez da Copa do Brasil. Vou citar alguns:
    – Grandes deslocamentos. Os deslocamentos da Sul-Americana gerarão mais cansaço e despesas para o Grêmio. Na maratona de jogos, nosso grupo pode não aguentar.
    – Altitude. Não sei a quantas anda o preparo físico do Grêmio hoje. Se fosse há um mês, diria que simplesmente o time não iria conseguir aguentar um tempo só na altitude de cidades como La Paz.
    – Estado psicológico. Subjetivo. Como já disseram, o time não possui tanta força psicológica para decisões. Especialmente na Sul-Americana, muitos times fracos da América do Sul entram com mais vontade de vencer do que os times brasileiros da Copa do Brasil. Inclusive porque alguns deles precisam da premiação para pagar o plantel.
    – Vaga na Libertadores. A Copa do Brasil dá direito à vaga direta na fase de grupos. A vaga da Sul-Americana só nos dá direito à infame fase pré-Libertadores, que atrapalha o time sendo disputada no meio de janeiro. Como se sabe, há também uma premiação para os times que chegam na fase de grupos da Libertadores, sem contar o potencial lucro pelas partidas.

    Alguns poderiam citar também a premiação, mas atualmente as premiações da Copa do Brasil e da Sul-Americana são equiparáveis. Apesar de ser menor pelo título, a Sul-Americana paga premiações em dólar a cada fase superada e também dá direito a participações na Recopa e na Copa Suruga, o que gera mais receita. Acumulando tudo e convertendo-se os valores, chega muito perto do valor pago pelo título da Copa do Brasil.

  3. Quanto à questão dos atacantes, eu não ligo realmente se vai ser um atacante habilidoso ou um centroavante aipim, desde que saiba meter gol. Como já falei milhares de vezes, o Grêmio sempre contrata jogadores cujas habilidades ou funções não são realizar o objetivo do esporte, que é o gol. O resultado todos nós sabemos.
    Mesmo que o Fernandinho fosse um dos caras mais habilidosos do Brasil e volte voando no Grêmio, na carreira nunca foi goleador, não será o cara que vai resolver isso. Hoje estamos precisando trazer até meias que tenham característica de fazer gol.

  4. Fecho com os relatores acima. Não sinto no atual plantel uma “cara de mata-mata”. Mas, como ambas as competições (Copa do Brasil e Sulamiranda) possuem essa característica, opto por pensar em possíveis adversários. Aí acho melhor enfrentar os brasileiros desinteressados do que os sulamericanos com sangue nos olhos.

    Outra coisa. Fanne, o lance do Denilson correndo com um monte de jogador foi contra a Turquia, não contra a Ucrânia.

    https://imortaisdofutebol.files.wordpress.com/2012/08/alaorfilho_brasil-x-turquia3-12.jpg

  5. “Alô, alô, Ibama! Eu tenho uma denúncia a fazer! Eu denuncio o Grêmio por estar exterminando a Raposa aqui na Arena!”

    Mais uma vitória com narração épica do Cristiano Oliveski pela Rádio Grêmio Umbro

  6. Bom, eu já falei que sou totalmente a favor da Sulamericana. Pra mim o caminho é infinitamente mais “fácil” do que jogar contra os grandes brasileiros, que na prática são sempre clássicos, o que implica na imprevisibilidade.
    Basta ver que o Santos nos complicou em 2014, mesmo em má fase. O CAP nos tirou em 2013. Em 2012 o Palmeiras.
    Em todos os casos o Grêmio tinha mais time, mas não foi adiante.

    Deslocamento grande pode ter tanto na Copa do Brasil quanto na Sula. Podemos jogar no Ceará, em Pernambuco, isso pra mim não seria tão problemático. Altitude pode ser prejudicial, mas a chance de pegar altitude é menor.
    Nosso 1º adversário na Sula seria o glorioso Brasília, ou seja, uma fase a menos.

    Sobre classificar pra pré ou pra fase de grupos da Libertadores, aí tem diferença, principalmente pela pré-temporada. Mas passar pela pré é tarefa relativamente tranquila, com raras exceções.

    Sobre perfil do grupo pra encarar mata-mata, se há problema isso vai aparecer em ambas competições.

    Pra mim o grande diferencial é possibilitar ao clube uma sequência de disputa de títulos internacionais, como a Recopa, a nova copa Euroamericana e a gloriosa Suruba. Além de que a Sula é um título inédito ao clube. Isso geraria um apelo enorme na torcida e uma possível retomada de um caminho de vitórias consistente.

  7. Me desculpem a franqueza. Priorizar a Sulamericana, no atual momento, é dar um atestado de reconhecimento da própria fragilidade, é fugir da raia. Temos que encarar todas as competições com a mesma seriedade, ainda que o custo seja alto. O Grêmio está em formação. Somente participando ativamente de todas as competições, conseguiremos a experiência e o conjunto necessários para a formação de um grupo capacitado e competitivo, para, aí sim, decidir qual o melhor caminho. Os recentes bons resultados ainda não nos dão a segurança para uma opção definitiva. Precisamos jogar e colocar em ação todos os atletas do grupo. Só assim se abrirá espaço para as “novas caras” e, ao mesmo tempo, se estará recompondo as possíveis ausências e perdas.
    Todos sabemos que priorizar competições sem ter um grupo sabidamente forte, entrosado e qualificado, é entrar para perder. O clube está meio “enrolado” em muitas questões administrativas e não pode direcionar toda a sua vitalidade para o futebol. Então, vamos seguir comendo pelas beiradas e acertando a máquina. O foco, é manter a pegada e fazer campanha em todas as competições até um determinado ponto e, aí sim, optar pela melhor solução. Somos vistos como franco-atiradores nas competições de 2015, tanto pela imprensa como pelos adversários. O importante é estar sempre entre os primeiros classificados em todas as competições, porque só assim, as possibilidades de conquista são maiores. Diz o ditado: quem tem dois e perde um, fica com um e quem tem um e perde, fica com nada.

  8. Darcilio,
    Primeiro tem que escolher, Copa do Brasil ou Sulamericana.
    Não acho que tenha que priorizar nada, pra mim tem que jogar a valer no Brasileiro e na Sulamericana e, se avançar de fases, ver o que é mais provável de conquistar.
    Quanto à grandeza, há muito tempo o Grêmio já deveria ter admitido a sua atual fase de pequenez, talvez assim teria avançado na Libertadores 2014, caso tivesse sido humilde pra fugir do San Lorenzo. Bastava não vencer o Nacional-URU na última rodada da fase de grupos, mas a “grandeza” nos colocou frente ao campeão daquele ano.
    Isso pra mim não é deixar de ser grande, mas sim ser inteligente, usar o regulamento.
    Mais uma das coisas que o Grêmio desaprendeu nos últimos anos, usar as regras.

  9. Concordo com o Darcílio, essa equipe preciso adquirir rodagem e experiência, especialmente contra equipes de fora, logo, bota para jogar sem priorizar competição. No momento oportuno, quando elas estiverem nos momentos decisivos, é hora de pensar e fazer rodízio com o plantel, para não desgastar os atletas (cito o exemplo da NBA, onde o Cleveland Cavaliers, do fora-de-série e fominha LeBron James, nas finais sentiu o cansaço e perdeu o título por exaustão física dos seus jogadores).
    A direção estruturando um planejamento para a equipe ganhar experiência, desenvolver jogadores (física, técnica e mentalmente), manter os jogadores que não possuem reposição a altura e contratando pontualmente nas posições carentes, talvez para o grupo, ano que vem e os seguintes são animadores.

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