GRÊMIO 0x0 inter

Um jogo morno, troche na opinião dos que viram..

Daronco, nurse o xuazenéguer do apito, pharm foi como se espera: mal!

Geromel fez o certo nos dois lances!

O Braian não vem jogando nada, faz tempo!!! A diferença entre ele e o Barcos está na chegada: no Barcos a bola não chegava, no Braian ele é que não chega nela…

Acredito que podemos levantar o caneco no remendão.

Tudo isso e mais o que vocês vão dizer…

Anderson Kegler

Sempre Imortal, o blog da torcida GREMISTA!

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21 comentários

  1. O 1º cartão do Geromel só tem uma explicação: pilantragem.

    Aliás, este campeonato (como os anteriores) gerido pela FGF é uma vergonha. O que se viu em termos de arbitragem é de cabo de esquadra. E a história vai guardar apenas como choro.

    Jornalista que diz que a arbitragem do RS é boa é pilantra, safado, mau caráter e junta dinheiro pra tirar a mãe da zona.

    Creio que as coisas só vão mudar na FGF se houver uma revolução. Como eles compram os votos dos clubes do interior, nunca acontecerá.

    E o Luciano Ocsman, hein? Que GRANDEGREMISTAABNEGADODERELEVANTESSERVIÇOSPRESTADOS, né?! Um conselheiro do Grêmio que há anos é vice do Noveletto e acompanha todos os desmandos calados. E o clube ainda dá o aval pra este inútil!

    Domingo, só por um milagre. Até acho que o Grêmio está jogando bem. Mas Vuaden, Noveletto e cia. não nos permitirão dar a volta olímpica no recauchutado estádio do aterro.

    Acreditemos que dá, é o que nos resta.

  2. Concordo que a arbitragem prejudicou o Grêmio no primeiro cartão. O segundo cartão, o Geromel foi malandro. Tentou parecer que foi um choque normal. Talvez, se fosse em outra zona do campo, nem falta o arbitro marcaria.

    O Grêmio será campeão no domingo. Vamos vencer o Gauchão passando por cima da arbitragem e da FGF.

    Gostei das entrevistas do Felipão e do Pacheco.

    O Grêmio precisa evoluir mais. Vai ter que contratar.

    Análise do Kegler sobre Barcos e Braian foi perfeita.

  3. A diferença dos estilos de jogo dos dois times foi marcante, enquanto o inter monta um time pra explorar lançamentos do Dalessandro e a velocidade dos 3 atacantes, o Felipão monta um time de toque de bola e pouquíssima velocidade, que terá sérios problemas contra times mais fechados e qualificados.
    É gritante a baixa participação de jogadores como Douglas e Braian, ontem foram atropelados pela defesa e meio deles. Douglas não conseguia acompanhar o ritmo do meio campo, tanto que acabou substituído. Não vejo lugar para os dois no time tendo Yuri, Cebolla e Lincoln disponíveis.
    O futebol hoje é movimentação e participação tanto na marcação quanto no ataque. Valdívia deixou claro isso e desequilibrou, coisa que Felipão poderia ter repetido com Lincoln ou Everton, explorando o fraquíssimo Willian, mas preferiu manter o Braian isolado do resto do time.

    Ainda podemos vencer, mas ficou claro que o Grêmio deixou escapar um resultado melhor por uma escolha do Felipão. Isso pode representar o penta deles e mais um ano perdendo nos detalhes.

    Meu time pro final de semana seria Grohe, Matias, Rhodolfo, Erazo e Oliveira; Walace, Maicon, Giuliano, Cebolla, Luan e Yuri.

    E pro Brasileiro o time precisa qualificar a esquerda com o Junior, não é possível seguir apostando em laterais medíocres que pouco criam.

  4. o marcelo oliveira enganou alguns por aqui, ele é igual ao pará, não joga nada e tá sempre com espaço, por que será?
    o douglas é outro, enganou os incautos. quando a coisa apertou, ele não conseguiu jogar, porque é lento e displicente.
    pro BR15 o junior tem que voltar pra lateral, o wallace voltar pro meio no lugar do nulo fellipe bastos e o cebolla entrar no lugar do douglas. ah, e o manute pro lugar do braian, por favor. mas eu não espero nada disso pro jogo que vem, o felipão vai manter o mesmo time. pra ele e boa parte da torcida, não perder já tá de bom tamanho…

  5. O Grêmio jogou RAZOAVELMENTE bem até a expulsão do Geromel. Logicamente que se tivéssemos um centroavante matador a história do jogo seria outra. “Quem com Bryan fere, com Bryan será ferido”. A erro maior foi do treinador que avaliou mal o jogador antes da direção contratá-lo. Quase sempre, a coisa de ocasião não compensa. Mas, culpar apenas o treinador, é desconhecer a nossa realidade. Infelizmente, Bryan na equipe é o jogador errado no lugar errado. Sem poder contar com Mamute, tendo o “Cebola” a meio pau e com Geromel fora, ficamos sem pai nem mãe, ficamos sem ataque e fomos salvos por São Marcelo Grohe. Nossos atacantes chutam pouco e quando a chance é criada não sabem concluir. Isso é notório e vem se arrastando há muito tempo. Nosso ataque movimenta uma usina para acender um fósforo. Como é difícil para o ataque do Grêmio fazer gols… A equipe valeu pelo conjunto. Não temos um jogador de definição. Jogamos com dez a maior parte da partida. Por casualidade continuamos invictos em Grenais na Arena. A esperança que fica é de que os papéis se invertam no segundo jogo. Não me satisfaz a explicação de Felipão de que gostou da atuação da equipe. O que na realidade aconteceu, é que com o esforço e a superação de alguns jogadores, conseguimos equilibrar a disputa e, inclusive fomos superiores ao adversário no primeiro tempo. Wallace deveria ter entrado no intervalo. Douglas é jogador para o primeiro tempo apenas e olhe lá. Insistir com uma meia cancha “travada” é abdicar de jogadas mais rápidas e contundentes e, consequentemente, dar chance ao adversário de recompor suas linhas. Luan vai jogar bem mais se tiver a companhia de um jogador rápido e decisivo ao seu lado. Acho que esse cara é o Cristian Rodrigues ou até o Lincoln. Agora, é dá ou desce! Vamos aguardar para ver o que o Felipão vai aprontar para a decisão.

  6. Não estamos invictos em Grenais na Arena, porque perdemos ano passado o primeiro jogo da decisão na Arena por 2 a 1…
    A propósito, o Cebolla não me parece meia de criação, mas um carregador de bola. Internacionalmente sua posição é definida como “Winger”, que nada mais é que um ponta, um jogador de linha de fundo. Geralmente as características que definem os Wingers são a velocidade, o drible e o cruzamento. Pode até criar, mas não é criador de ofício. Não que isso seja importante pro nosso caso

  7. Já time ficar com 10 jogadores em campo e jogar melhor do que com 11. Já vi time jogar com 9 e jogar melhor do que com 11.

    Ontem, o Grêmio ficou com 10 jogadores e se apequenou.

    O Grêmio jogou um Grenal em que foi controlado pelo Inter. Teve alguns momentos de mais posse de bola, mas com pouca infiltração. Alguns lances de perigo.

    A realidade é que o Grêmio precisa melhorar e ir ao mercado. Não precisa contratar jogadores de expressão. Dá para contratar destaques em Minas Geras, Rio de Janeiro e São Paulo.

  8. eu não acho o Braian tão desgraçado assim como estão dizendo por aí, mas ele é um recurso específico para momentos específicos do jogo e para um esquema diferente de jogo, nada do que o Grêmio vem fazendo.
    O 9 típico de área como o Braian serviria para o abafa de minutos finais, desde que tivesse bons laterais ofensivos e meias pra cruzar por cima, coisa que o Grêmio não tem nesse time atual (apesar de ter no grupo).
    Assim, melhor colocar alguém de maior movimentação na frente, como Yuri, Everton ou Luan, coisa que o inter está fazendo com Sasha e Nilmar, tirando espaço de Moura e Lisandro.
    Mais movimentação porque esse time praticamente só joga pelo meio da área e é importante abrir espaços pros meias entrarem na área e finalizarem.

    Mas o Felipão adora o centroavante aipim! Vide o que fez com Fred na Copa, vai morrer abraçado com o 9.
    Também já tenho dúvidas que vá mexer no time no 2º jogo…

  9. e verdade que os conselheiros estao ENTRANDO DE GRACA e seus acompanhantes TBM ??????????????????????????????????????? ( isto PODE ????? esta no ESTATUTO ????? ) se ” alguem SOUBER ” p favor ESCREVA AQUI ! valeu . ACHO ISSO 1 TAPA na CARA dos SOCIOS e torcedor normal OKKKKKK .

  10. Grohe, Matias, Erazo, Rodolpho, Marcelo Oliveira, Wallace, Maycon e Felipe Bastos, Cebola Juliano e Luan. com esse trio de atacantes marcando a saída de bola do adversário, acho que podemos surpreender no jogo de volta. Mamute, Lincoln e Everton ficam para o segundo tempo para fazer o que eles fizeram conosco: uma correria, pegando os zagueiros cansados. Não podemos esquecer que eles só terão jogo pela Libertadores mais adiante, vão entrar mordendo e vão querer fazer escore de cara para especular, depois, no contra-ataque. Se suportarmos a pressão inicial e partirmos para o contra-golpe com velocidade e objetividade, temos boas chances de fazer gol. É tudo ou nada. Não dá mais para “tremer a perninha” nem tirar o pé da dividida. Quem mostrar mais disposição e empenho vai levar a taça. Acredito numa vitória. Espero que os jogadores também pensem assim e façam a sua parte.

  11. Impzone!

    Agradeço a dica quanto à nossa não invencibilidade na Arena. Escorreguei na maionese. Errei, fui mal e tudo não passou de uma desatenção.

  12. nem falo mais do Raul, que sequer teve chance.
    Mas o Junior, que era destaque do time, entrou na geladeira do Felipão, sem a mínima explicação.
    Nem banco pega mais, fica na reserva do limitadíssimo Hermes.
    Coisas que no Grêmio são comuns, já deveríamos estar acostumados com tanto desperdício de talento.

    Já nos vermelhos, viram quantos da base hoje são titulares?
    Surgiu o tal Geferson na esquerda e já virou titular, no gre-nal foi destaque.
    Esse Geferson joga mais que o Junior?

  13. enquanto o junior é banco, o marcelo “pará” oliveira é titularíssimo, mesmo sendo um medíocre. quando começar o BR15 vamos sentir o quanto isso é ruim, mais um ano com um lateral nulo ofensivamente. parece que nunca aprendem.

  14. Concordo plenamente com o primeiro e com o terceiro comentários do Targa, mas discordo do segundo: Braian é o único centroavante com 10 anos de carreira que não tem mais do que 60 gols no total. Esse é horroroso: pior do que o Marcos Severo. Se serve de consolo, pelo menos foi barato.

    Também concordo sobre a arbitragem. Na noite após o jogo, tuitei várias vezes expondo minhas considerações sobre a arbitragem em geral. Não cometo a leviandade nem a irresponsabilidade de acusar sem provas, nem tampouco o coitadismo ou a “defesa incondicional” do Grêmio ao achar que a FGF e a sua Comissão de Arbitragem são condicionadas, compradas, safadas, etc. só porque o presidente é colorado.

    Minhas críticas não são ad hominem mas, sim, técnicas (sobre como apitar) e administrativas (sobre quais instruções se obriga os árbitros a seguirem-nas). Mas isso eu deixo pra outra hora. São severas, sim. Os árbitros tem culpa, sim. Mas não tenho como afirmar maldade: a ruindade e o descritério são uma demonstração de medo e de falso poder ao mesmo tempo.

    Acho que somos lentos e falta qualidade técnica. Nosso time não cairá no Brasileirão, mas só poderei esperar que possamos aspirar a algo realmente interessante para o nosso tamanho se pudermos contratar após o Bovinão.

    Sou da opinião de que torneio estadual não serve pra nada há muitos anos: ele sequer ajuda os pequenos a crescer e a ter condições de disputar as Séries D e C do Brasileirão com chances. Também não acho que um Grenal deva decidir a vida ou o futuro do Grêmio. No entanto, se existe esse torneio e se há uma decisão contra o Tradicional Adversário, que façamos de tudo para vence-la.

    Encerro recordando que já demitimos Celso Roth com a melhor campanha da fase de grupos da Libertadores só por ter perdido a final do Bovinão para eles, além de termos esperado 45 dias por Paulo Autuori.

    Claro que isso não acontecerá agora. Mas tampouco creio que erguer o troféu estadual siga como indicativo para uma grande colocação no Brasileirão.

    Torço, vibrarei, mas sem aquela euforia adolescente de pensar que tudo é importante e pesa da mesma forma.

    []s,
    Hélio

  15. Pois, eu acho que se perdermos mais um “gauchão”, este “simples” fato pesará e muito na autoestima do jogador e, principalmente, do torcedor. Serão cinco anos de jejum o que não é bom e que, em tese, deveria no mínimo envergonhar a qualquer gremista no campo esportivo ou, se quiserem, na estatística do “bovinão”, nome dado pelo Hélio Paz ao nosso campeonato particular. Perder, faz parte do jogo, mas, uma sequência de derrotas, tem o condão de maximizar o orgulho ferido. Para muitos, a disputa intestina não leva a lugar nenhum. Mas, há controvérsias. Enquanto uns dizem que ela se esgota em si mesmo e não produz nenhum ganho real para o clube, há os que sustentam que essa ótica desobriga dirigentes, treinador e jogadores de qualquer responsabilidade, ao mesmo tempo em que lhes dá um salvo conduto para assistir ao tradicional adversário perpetuar sua hegemonia em solo gaúcho. Se é para participar sem comprometimento, melhor então é não disputar ou muito menos disputar com um time B. Desvalorizar a competição quando esta – por incompetência, despreparo ou por minimizarmos sua validade – se nos escorre pelos dedos, é agir como a raposa na célebre fábula. Futebol é competição, antes de mais nada. Tudo o mais (investimento, formação, preparação, etc.) gira em torno da finalidade primeira que é a conquista de títulos. Tenho muito medo que esta desvalorização da competitividade regional se alastre pelas categorias de base formando jogadores sem ambição, verdadeiros zumbis à serviço de outros interesses. Nos dias de hoje, por paradoxal que possa ser, até um título como o “gauchão’ tem o poder de mexer com a rivalidade – de jogadores e torcedores – e dar ao vencedor um gás a mais para almejar voos mais altos. Além do mais, inflama a torcida, o que se reflete em ganhos expressivos em ações e atividades paralelas.
    Perder o “bovinão”, vai frustrar, ainda mais, o torcedor que vê, na conquista do título regional, uma luz no fim do túnel para uma retomada da dignidade perdida, ainda que em dose homeopática.
    Comungo da opinião dos que dizem que pior do que vencer o “gauchão” é não ganhar o “gauchão”. Se estamos dentro, não tem desculpa. Agora, se o assunto é a discussão sobre a participação ou não do Grêmio na competição, eis aí uma boa pauta para o blog.

  16. Meus amigos. Seria cômico se não fosse trágico. A última decisão do TJD gaúcho me deixou com os cabelos em pé. Pois o jogador Anderson teve sua pena “trocada” por cestas básicas, numa ação “entre amigos” da promotoria com o clube do jogador.
    Comparar essa situação com a da penalização do Felipão, é mais uma “manobra” que diz bem da imparcialidade dos nossos tribunais. Provavelmente o caso Fabrício também não vai dar em nada, pois as coisas vão ser arranjadas conforme o interesse do presidente da FGF que, antes do julgamento, já decidiu o resultado. Depois, os que dão respaldo a essas atitudes unilaterais, dizem que as reclamações não passam de chororô ou paranóia de gremista.

  17. O título do gauchão serve pra moldar o espírito do time pro resto do ano. Ser campeão serve pra dar moral e mostrar que o time pode mais e quem sabe aumentar a aposta na base.
    Não dá pra fazer terra arrasada se perder, pois ao menos uma cara de time foi formada, mesmo com poucos recursos.

    Qualificando o grupo acredito que dá pra buscar ao menos uma Sulamericana, se o Grêmio for inteligente o suficiente pra sair da Copa do Brasil antes das oitavas.
    Mas a prepotência de quem um dia venceu tudo pode fazer com que o clube ache que pode vencer a Copa do Brasil, coisa muito improvável no atual cenário.

    Em 2014 o Grêmio deixou de pegar a chave com Lanús, León e Bolívar nas oitavas/quartas da Libertadores pois a “grandeza” o fez ganhar do Nacional-URU na última rodada da classificação. Pegou aí o San Lorenzo e caiu. Time grande, mas esperto, faz escolhas sim.

  18. Concordo em parte com o Targa. Se vamos entrar nas competições e essas nos dão a possibilidade de disputar o título, porque não arriscar? Temos assistido clubes com equipes medianas ganharem a Copa do Brasil, caso do Criciúma de Felipão, justamente contra o nosso Grêmio. Quem não arrisca, não petisca. Temos, sim, é que planejar melhor o calendário e estabelecer metas.
    Clube grande não pode somente participar das competições. Tem que disputar pra valer e ter a ambição de vencer, senão, o que é que vai dizer lá em casa?
    Agora, que devemos priorizar as competições de tiro-curto (mata-mata) que, em tese, são as que estão a nosso alcance para uma conquista, concordo em gênero e número. Mas, não devemos nos descuidar do “brasileirão”, onde vencer em casa é obrigação. As especulação para os jogos fora de casa.

  19. Retificando…
    As especulações deixemos para os jogos fora de casa.
    Não podemos correr o risco de optarmos por uma competição e sair fora dela prematuramente, por uma dessas contingências do futebol. E daí, como é que fica o planejamento?
    Tudo vai depender do material humano que estará a disposição do treinador. Aí, entra a capacidade do dirigente de encontrar no mercado as soluções para as carências em posições pontuais e a ousadia do treinador em apostar nos atletas da base, colocando-os para jogar.

  20. Nao vi o primeiro jogo nem vou ver o segundo, pois estou em cancun. Apenas li relatos dos amigos sobre o jogo. Vamos ganhar o campeonato tenho certeza. Vamos grêmio!!!!!!!!!!!

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