GRÊMIO 0 x 1 Brasil de Pelotas

Derrota em casa é sempre mais amarga!!

Não sei bem o que considerar sobre o jogo, search talvez pensando um pouco mais eu chegue a conclusão de que este será um ano muito difícil, pois o GRÊMIO está fazendo o que todos terão de fazer um dia no futebol brasileiro: pagar as contas do passado! Ao menos eu tenho esperança nisso!

Acho que todos os jogadores do GRÊMIO são negociáveis, menos o Marcelo Grohe. Para o Grohe não há substituto no mercado e ninguém nem perto de estar pronto em casa, portanto ele não pode sair. Vendê-lo seria uma irresponsabilidade!

Espero que a direção, não o Rui Costa – que vem sendo injustiçado pelos que não sabem sua função no clube -, tenha percebido que precisa medir melhor suas raras contratações! Escolher jogadores que façam diferença no time, não um que acham que faz diferença… Outro dia falo sobre isso com mais empenho!

Acho que o Gauchão é isso aí mesmo: LABORATÓRIO! Não adianta o pessoal passar o ano todo dizendo que devemos usar sub 20 no Gauchão, aproveitar para testar a gurizada, testar esquemas se na primeira derrota já acham que está tudo errado! Que se continue testando, que se continue dispensando jogadores que só incham a folha e nos jogos grandes sempre falham, que se continue observando o mercado e que se continue saneando as dívidas do GRÊMIO, porque só quem nunca precisou cuidar seriamente das suas contas acha que é fácil fazer. Mas outra hora eu escrevo sobre o assunto!

No mais, sábado tem jogo de novo! Bola pra frente.

Avante GRÊMIO!

Anderson Kegler

Sempre Imortal, o blog da torcida GREMISTA!

Participe da discussão

28 comentários

  1. Olha, Kegler, vender o Grohe seria uma grande perda mas 6 milhões de euros (se realmente for essa a proposta) por um goleiro é muita grana. Com esse dinheiro, em quanto tempo adiantaríamos o tal equilíbrio nas finanças?? Por isso não sei se eu não venderia, acho até que sim.

  2. Ontem, o Grêmio mostrou muita desorganização no segundo tempo. O Luis Felipe está procurando uma formação ideal.

    Eu não consegui entender o Júnior ter iniciado no banco.

    Como disse o Targa, colocar os dois laterais esquerdos no banco é uma piada.

    A falta de opções não é justificativa para isso e Felipão tem feito algumas escolhas questionáveis.

    Acho que na base temos algumas opções. O problema é que fica muita gurizada.

    Se tivéssemos jogadores da base mais afirmados, a perspectiva seriam melhores. Mas é muita gurizada para segurar a pressão.

    Em relação ao Éverton, a falta de organização, de entrosamento e de função têm prejudicado o atleta.

    A direção comete erros estratégicos e demonstra falta de planejamento, embora eles dizem ter um.

    Pode ser que tenham um planejamento financeiro de enxugamento de contas, mas no futebol nenhum planejamento deu certo.

    Isso é que é preocupante.

    Se o Grêmio conseguir com uma equipe sem muitos reforços todos os resultados positivos, ótimo, o Grêmio poderá estar na frente de outros clubes daqui a alguns anos.

    O problema é a falta de competência no futebol.

    O Grêmio não conseguiu ser competente quando investiu forte e não está sendo competente quando não tem recursos.

    O sr. Rui Costa deveria ser impedido de dar entrevistas, porque chega ser deprimente. Já que ele é o office boy da direção e da comissão técnica, deveria permanecer calado.

    Se o Grêmio tivesse na Libertadores, os investimentos seriam mais fortes. Após não ter chance de uma vaga a Libertadores, a atual direção comemorou, pois colocariam em prática o seu “planejamento” derrotista.

    Os times que mais investem corretamente, obtém um retorno financeiro capaz de pagar o investimento.

    O pensamento da atual direção é pobre e preocupante.

  3. Torço sempre para base ganhar chances, mas o Grêmio é 8 ou 80.

    Passa temporadas sem dar muita chance a base, dai de repente manda todos boleiros embora e coloca toda gurizada para jogar.

    Como é difícil se planejar, ta loco.

  4. Nenhuma chance de gol em 90 minutos

    11 de fevereiro de 2015

    Por Juliano Rodrigues – @julianorodrigue

    Mais cedo, escrevi que o jogo da noite desta quarta-feira seria o primeiro teste mais forte para o Grêmio de 2015. Seguindo essa lógica, sou obrigado a constatar que o time não passou nessa primeira prova de fogo. E, vejam bem, não enfrentamos um time de primeira, nem de segunda divisão. O Brasil de Pelotas, recém promovido da Série D, amarrou a limitada equipe tricolor e venceu merecidamente a partida. Mais assustador e melancólico do que perder para um time do Interior dentro da Arena é observar que não criamos UMA OPORTUNIDADE DE GOL sequer em 90 minutos.

    Talvez a situação que mais demonstre o momento difícil enfrentado pelo Grêmio são as substituições do treinador. Felipão não tem culpa, afinal, são essas as suas opções. Entraram Everaldo (reserva do Figueirense em 2014), Paulinho (um velocista sem acabamento) e o lateral Júnior. Nem mesmo a presença do Marcelo Moreno ajudou o time a criar chances de gol. Fora uma ou outra tabela pelo lado esquerdo ou avanços esporádicos do Marcelo Oliveira (que jogou bem), assistimos a um festival de passes errados, tentativas de ligação direta, cruzamentos direto pela linha de fundo e chutes sem direção.

    O grupo de jogadores do Grêmio parece contaminado pelo discurso derrotista e conformista da direção. Se criou uma relação em que o clube não tem condições de fazer cobranças mais fortes aos atletas, afinal, a prioridade garganteada pelos engravatados é de “ter as contas em dia”. Ora, o recado para os jogadores é evidente: “aceitamos qualquer desempenho, porque o ano é de ajuste”.

    A direção do Grêmio precisa dar uma demonstração de humildade e de respeito pela torcida e admitir que a política de futebol dos últimos anos fracassou. É inacreditável que um clube com mais de 10 milhões de torcedores, uma cota de TV astronômica, patrocínios milionários e que negocia jogadores por cifras altas fique sujeito a uma condição tão precária neste ano.

    Ao sair do campo, a explicação do nosso capitão, Rhodolfo, foi a seguinte:

    — Eles fizeram o jogo da vida.

    Pode até ser, Rhodolfo, mas por que o Grêmio também não joga a vida?

    Respeitem o Grêmio, respeitem a torcida.

  5. Presidente Romildo Bolzan parece obstinado a ganhar um prêmio de economia

    Por Carlos Rollsing

    O futebol não é mais prioridade do Grêmio. O que interessa, agora, é a questão financeira e administrativa. Em nome das contas, o time, que já era mediano, foi totalmente desmanchado. Não há objetivo de vencer nada, apenas de se manter no meio das tabelas dos campeonatos. Nas contas da direção, permanecer na primeira divisão do Brasileirão em 2015 já será um trunfo. Tudo que o Grêmio quer é fazer o ano passar, empurrar com a barriga, e gastar menos dinheiro.

    Quando um time vende os dois centroavantes titulares, leva pouco dinheiro nas operações, e se contenta em ter Everaldo e Lucas Coelho como alternativas, o recado é claro: não queremos formar time ou grupo.
    Uma coisa é remodelar as finanças. É algo necessário, caso contrário os clubes vão à falência. Eu fui totalmente favorável a isso. Somente com as saídas de Zé Roberto, Dudu, Alan Ruiz, Werley, Maxi Rodriguez, entre outros, o Grêmio reduziu consideravelmente a folha de pagamento.

    Contudo, quando vendemos, no início da temporada, os dois centroavantes titulares, e não contratamos nenhuma reposição, aí o desmanche passa a ameaçar o futuro do futebol. O rebaixamento começa a espreitar. E isso não é bom. É preciso ter equilíbrio nas ações. A própria saída de Riveros foi mais uma em nome do desmanche da equipe.

    O Grêmio joga um futebol pobre e vergonhoso. Mandamos embora mais de uma dezena de atletas e fizemos três míseras contratações, todas de jogadores contestados. No Gauchão, duas derrotas em quatro jogos. Ontem, diante do Brasil-PE, o desempenho foi tão pífio que o Grêmio não obteve nenhuma chance de gol. É inacreditável. Se continuar desse jeito, o clube poderá ser facilmente eliminado por um time do interior antes da final do Gauchão.

    Romildo Bolzan e Rui Costa falam tanto em austeridade que já poderiam assumir o FMI ou o Banco da União Europeia. Bolzan está dando aulas de economia a Angela Merkel. A diferença é que a chanceler alemã governa um país que cresce, enquanto o Grêmio só diminui. Dilma Rousseff poderia nomear Romildo para o lugar de Joaquim Levy na Fazenda. Certamente os cortes de custos seriam ampliados.

    Nossa desgraça é tamanha que os torcedores se iludem e comemoram a paleteria, a hamburgueria e a rádio do Grêmio. Na época do Obino, vibrávamos com o ônibus e o site. Um time de futebol se faz dentro de campo, inclusive em relação às receitas. Quer fazer o torcedor feliz? Monte equipe e ganhe títulos. Quer elevar o clube? Monte equipe e ganhe títulos. Quer alavancar receitas? Monte equipe e ganhe títulos.

    Rui Costa, depois de mais de dois anos de erros e insucessos, tem tanto prestígio no Grêmio que a paleteria deveria homenageá-lo com um produto: o picolé de chuchu. Seria ideal para um dirigente insosso e inapto.

    Bolzan precisa reforçar o time. Ou as trevas virão. E ele deve vir a público para explicitar verdadeiramente a situação financeira do Grêmio. Quanto devemos? Por que, de uma hora para a outra, viramos os bons pagadores de contas, enquanto todos os outros seguem manejando suas dívidas? Quem é o responsável pela atual situação? Aliás, Fábio Koff, que gastou horrores em 2013, tem boa parcela de responsabilidade nesse turbilhão de crises que estamos vivendo.

    A situação é tão grave que, considerando os jogadores que estão entrando em campo, Kleber Gladiador seria titular facilmente no ataque.

  6. antes o símbolo do time era o Pará e a cara era de fracasso, de futebol feio e sem qualidade.
    Agora a cara do time é o Felipe Bastos, já errando tudo desde o início do ano, um prenúncio que o pior vai acontecer…

  7. O Grêmio está com problema em todos os setores. A responsabilidade disso é do técnico.

    Geralmente, o Grêmio passa por cima na preparação física. Ontem, o Brasil de Pelotas passou por cima.

    Claro, no Grêmio, a confraria dos amigos do Rei tem prioridade para indicar os profissionais que lá estão e os puxa-sacos que cercam essa gestão do MGdoB

  8. A confraria dos amigos do Rei é tão boa que o advogado que estava morrendo, não recebia dinheiro do INSS, mas recebia o dinheiro do clube. Informação prestada por um jornalista.

    A confraria mantém Rui Costa, o executivo/office boy competente.

  9. eu sou a favor dessa política de austeridade, o problema é que não confio nessa direção, que ela seja capaz de contratar pouco e certo, pra fazer um time competitivo gastando o menos possível.

    pra mim, assim que começarmos a afundar no BR15, vão começar a pipocar bacamartes no clube, com a justificativa de serem “cascudos” (mantra criado pelo renato quando treinou o clube, e é repetido a toda hora).

    eu torço, e muito, que eu esteja errado. mas minhas esperanças estão acabando, ainda mais depois do que tive que ver ontem na arena…

  10. o Rui Costa já falou, reforços só em junho e olhe lá. Vão esperar tomar paulada no brasileiro pra verem a realidade do time e aí pode ser tarde.
    Mas o Rui Costa já fez isso em 2010 com o Renato, fez em 2013 com a saída do Luxa, fez em 2014 com a saída do Enderson. Ele é experiente em não ter planejamento e improvisar, contando com o milagre do treinador.
    Não por acaso o Grêmio nunca disputa brasileiro de verdade, pois começa a jogar sempre depois dos outros times.

    Esse é o cenário de querer reduzir ao máximo as despesas, sem montar time. O que a direção talvez não tenha percebido é que reduzindo demais as despesas acaba reduzindo as receitas do clube também, pois a torcida vai deixar de ir nos jogos, de se associar, de comprar produtos, comprar PPV, cai a receita de TV (calculada pelo PPV), diminuem patrocínios e por aí vai, um círculo vicioso.
    Invés de reduzir despesas sempre acreditei em aumentar receitas de forma constante, algo que o inter faz há anos.
    Podem ver que desde 2002 eles nunca tiveram um ano de forte corte nas despesas. Conseguem manter uma base e a cada ano ir reforçando, dificilmente mudam todo o time de um ano pra outro. Talvez agora estejam fora da realidade e tenham que rever despesas ano que vem. Ou não, se de novo venderem guris da base, como sempre fazem.
    Já o Grêmio teve essas “crises” de caixa em 2005, 2008 (desmanchou o time de 2007), em 2011 (desmanchou o de 2010 e não reforçous pra Libertadores) e agora em 2015.
    Em 12 anos foram 4 “crises” e nenhuma lição aprendida!

  11. Reforços somente em junho? Aé?

    Eu to avisando, o BR vai começar, o Grêmio com esse time austero, e logo estará no z4, as rodadas passando e o Ruim Costa e o Bolsão Jr dizendo que o time vai reagir na competição. O primeiro turno quase chegando ao final e o Grêmio lá na rabeira da tabela. Ai os austeros vão sair tipo doidos atrás de reforços na serie B e os jogadores refugos dos times da serie A.
    O Flávio “austero” Obino levou o seu projeto de austeridade até o final com grande sucesso.

    1. O desespero de trazer jogadores refugos depois que a água bate no queixo faz com que venham….Luciano Ratinho, Felipe Melo, Rico, Marcelo Magalhães, teve um tal de Marcos não sei o que, trazido pelo Saul Berdichevski que profetizou a frase..”esse Marcos não sei o que vai fazer história no Grêmio”.

      repito, austeridade vai repetir 2004.

  12. Existe o chamado efeito cascata.

    Grêmio com um time mais ou menos = Grêmio 65 mil sócios.

    Se o Grêmio tivesse um bom time, manteria 65 mil sócios em dia e até conseguiria motivar mais pessoas a ser sócias do clube. A arrecadação aumentaria, as vendas nas lojas aumentaria e todos os demais negócios renderia mais dinheiro.

    O Grêmio está indo mal no futebol. O quadro social vem diminuindo, as lojas do Grêmio vazias, os demais negócios não chamam atenção. Significa menos receitas.

    Se de um lado está diminuindo despesas, está também diminuindo as receitas.

    Futebol mexe com a emoção das pessoas.

    A atual direção está deprimindo todos os torcedores, ocasionando o efeito cascata nas contas do clube.

  13. Politica de austeridade só funciona sendo muito bem administrada e executada por pessoas competentes, atualizadas e com conhecimento sobre futebol e o mercado da bola, o que não parece ser o caso dessa gestão que consegue ser uma ajuntamento de neófitos incompetentes com ex-vencedores desatualizados e decadentes.

    Se com dinheiro não souberam montar time, o que esperar dessa politica de austeridade com esse configuração de diretoria inapta e de mentalidade derrotista se não que a briga por rebaixamento?

    Pois não tenho dúvidas, o Grêmio da maneira como está sendo gerido está sendo planejando para segunda divisão. Politica de austeridade é uma coisa, uma politica de apequenamento é outra.

    E digo mais, esse time que vem jogando o inicio do Gauchão se estivesse disputando a série B seria candidato a C devido ao peso da camisa e a politica de futebol perdedora desta direção.

    Somente uma intervenção de gremistas ilustres, talvez os melhores dos vários grupos e da cobrança contundente do torcedor gremista salva esse ano. Resta saber se Bolzan aceitaria um colegiado no departamento de futebol visto que Obino em sua esclerose diretiva e presidencial nunca aceitou bem a ajuda e afastou a todos de si, afundando o clube na segunda divisão.

    Mas com essa direção, assim como está, já era, é grande chance de segundona na certa. O que havia afirmado antes em tom que alguns acreditam ser de corneta que Felipão estava mandando em tudo agora está sendo reconhecido por todos. É receita certa de fracasso só não quem não quer ou é torcedor de direção e não do Grêmio.

  14. Tive uma boa educação. Fui ensinado, “desde piá”, a cuidar das minhas contas. Mesmo que em alguns momentos tenha passado por dificuldade, acho que consegui me sair bem até agora. Acredito que todos aqui também tiveram suas experiências e, com o andar da carruagem da vida, aprenderam que só existe equilíbrio financeiro quando a despesa está em pé de igualdade com a receita. Isso vale para tudo, inclusive para os clubes de futebol. Meu caro Anderson, não há portanto necessidade de se deixar para depois a explicação para a atual situação do clube. Está mais do que evidente que ela é consequência do despreparo ou negligência – vou deixar de lado hipóteses menos agradáveis – das administrações do clube ao lidar com essa equação financeira. Isso não é exclusividade do Grêmio. O futebol brasileiro, há algum tempo, “embarcou na canoa” de gastar “adoidado” e, depois, se servir de recursos públicos para “tapar seus buracos” e se manter vivo. Ora, a coisa é tão evidente, que mais uma vez tramita no Congresso Nacional um “trenzinho da alegria” dos clubes: um parcelamento a longo (bota longo nisso) prazo de seus débitos para com a União, que é quase como um pedido de anistia. Enquanto essa prática que vem se repetindo de tempos em tempos não for estancada, casos como a dura realidade financeira do Grêmio continuarão a existir no futebol brasileiro.
    Essa situação persiste porque sua prática está institucionalizada. Não se administra com cuidado e com os pés no chão, nem mesmo uma Associação.
    Bem diz o Anderson: “só quem nunca precisou cuidar seriamente das suas contas acha que é fácil fazer”. Concordo. Mas, na própria frase está a resposta: tem que haver S-E-R-I-E-D-A-D-E! Quem gasta sem planejamento e sem pensar nos efeitos danosos que poderão advir de seus atos não seguiu a cartilha, não agiu com seriedade. O resultado, todo mundo sabe qual é. No caso do Grêmio, foi fraudada a confiança dos seus sócios e torcedores. O que está acontecendo hoje no clube, pode ser resumido na lição que nos é dada pelo dito popular: porta arrombada, tranca de ferro!!!

  15. O Grêmio é o único time brasileiro que é cobrado pelos outros clubes para quitar suas dívidas.
    Deu o Willian ao Corinthians por uma dívida com o Nenê.
    Pagou ou está pagando a eterna dívida do Rodrigo Mendes ao Flamengo. Pará foi por parte dessa dívida.

    Já, em contra partida, o Atlético MG ainda não pagou um tostão da compra do Victor.

    Esse é o Grêmio administrado nesses últimos 15 anos.

    1. Segundo o sr. Rui Costa, para o Grêmio cobrar os outros clubes, teria que acionar o jurídico.

      Significa que o clube não pode dar trabalho ao jurídico. É melhor deixar como está.

      1. Só rindo então, pois o advogado do Grêmio é aquele ainda que sempre que tem que defender o clube diz que o Grêmio será punido antes do julgamento?

        1. O advogado do Grêmio é o cunhado do sr. Rui Costa.

          Como já havia disse, a confraria dos amigos do Rei é grande.

  16. o rui costa não quer acionar o jurídico porque ia dar trabalho pra ele mesmo, já que o jurídico do Grêmio, hoje, é todo do escritório dele.

    mas esse assunto não interessa, claro…

    1. E quem comanda o escritório é o o cunhado do sr. Rui Costa. o salário que era pagado para o antigo advogado deve ter passado ao cunhado.

      Mas se eles seguirem o mesmo critério quando o clube pagava o auxílio-doença ao advogado falecido, o Grêmio deve estar pagando pensão por morte à viúva, além do INSS.

      É a confraria dos amigos do REI, cuja agenda é cuidadosamente planejada por um amigo remunerado, fazendo um trabalho de secretário de luxo, percebendo uma quantia elevada.

      Claro, não é fácil cuidar da agenda do Rei, pois são 24 horas de negociação com a OAS. A agenda e´tão apertada que mal consegue o Rei aparecer e atuar como vice-de-futebol.

      Quer mudar de vida? Seja amigo do Rei. Consegue uma vaguinha no clube e já sai ganhando R$ 30 mil.

      1. Esses são os comentários que se ouve. O Rei se preocupa tanto com o clube e a austeridade financeira ainda não alcançou os seus amigos.

        O Grêmio não precisa investir no futebol, é preciso economizar.

        Essa economia não alcança os amigos do Rei.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.