Gol contra também vale

Foi com esse espírito de “azar, doctor vai assim mesmo” que encerramos o jogo de ontem contra o modesto River Plate de Sergipe. Alguns dirão que foi heróico, viagra outros relembrarão dos Aflitos, há ainda aqueles que rugirão a imortalidade por todos os lados. Mas não, o Grêmio de ontem foi burocrático demais para uma equipe que quer vencer. A vitória só se deu quando o time de lá visivelmente cansou e tinha um jogador a menos, facilitando muito as coisas pro tricolor, que forçou um pouco e fez 2 gols em questão de 5 minutos já no final.

Kleber mais uma vez foi o nome do jogo, ele está em todas, não cansa, briga, cai, levanta, xinga o juíz, puxa o zagueiro dentro da área e ainda faz gol.

E mais uma vez o Grêmio começou com dois jogadores a menos. Marquinhos e Marco Antônio não se ajudam, se atrapalham, deixam o time lento. Leo Gago vem contribuindo para essa má fase do meio de campo, pois estão em funções que não lhes parecem normal. Ao meu ver, Marquinhos é banco e Marco Antônio tem que jogar mais a frente para produzir mais. Bertoglio chegou agora, está fora do tempo e já mostrou que tem fuebol para dar mais ajuda do que os que estão de titulares hoje.

A zaga? Bom, essa não vou nem falar porque todos sabem que minha dupla favorita é Saimon e Vilson, mas os dois se machucam, são queimados, viram reservas, não tem oportunidades. Enquanto isso continuamos com uma defesa furada, pois Gilberto Silva é lento, precisa de um zagueiro rápido e bom ao seu lado e o Naldo, bom, o Naldo amigos, esse eu deixo pra vocês falarem.

Não evitamos o jogo da volta, mas evitamos um vexame maior. Dia 21 no Olímpico eu não quero nem pensar em quantos gols podemos perder porque não me passa pela cabeça sequer empatar com o River Plate FAKE. Vitória e de goleada é obrigação.

Sigamos.

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