ESPECIAL ELEIÇÕES 2010: MILTON CAMARGO / MGI

Dando sequência a esta série especial de entrevistas, sale os moderadores do Blog GRÊMIO SEMPRE IMORTAL postam a terceira entrevista sobre o tema ELEIÇÕES 2010, drug realizada com o Presidente do Movimento Grêmio Independente MILTON CAMARGO.

Enquanto ficamos no aguardo do retorno das demais entrevistas, cialis convidamos todos a lerem e comentarem.

SI – O ano de 2010 será importante para o Clube também fora do campo. Em 2010 teremos 03 eleições importantes para o Grêmio (renovação do Conselho, eleição da mesa do Conselho e eleição da Diretoria Executiva do Clube). Qual a sua expectativa para esses 3 processos eleitorais? 

MC – Torço para que seja um belo exercício de democracia e que os concorrentes possam expor com clareza seus projetos para o futuro do Grêmio. Espero, também, que seja permitido ao associado o direito ao voto, que ele possa participar e escolher a melhor alternativa para o seu time do coração. Espero que tudo isso seja possível, apesar das restrições impostas pela cláusula de barreira, que não conseguimos derrubar no ano passado.  

Fundamental, também, que todo o necessário processo eleitoral corra paralelamente às disputas de campo, sem causar qualquer prejuízo ao desempenho do nosso time, que estará no Campeonato Brasileiro e na Sul Americana. Em síntese: eventuais divergências de grupos não devem se aproximar, jamais, da beira do campo.     

SI – A última eleição para a renovação do Conselho Deliberativo – 2007 – foi muito disputada, tendo a chapa 3 garantido a sua representação no Conselho por pouquíssimos votos. O senhor acha que essa situação possa se repetir com uma chapa polarizando os votos dos associados ou teremos uma eleição mais equilibrada? 

MC – Estamos aprendendo com o passar do tempo. Todos os movimentos tratam de se qualificar e, portanto, passam a se sentir capazes de comandar o Grêmio, refletindo sobre os erros de ontem, conferindo os novos modelos de gestão em clubes de futebol e apresentando propostas, projetos que geram expectativa e esperança no torcedor. Dessa forma, não vejo como hoje alguém possa disparar num processo eleitoral. A tendência, na minha ótica, é de uma eleição bem equilibrada. Bom que seja assim. É importante permitir que novos grupos tenham vez e voz no clube. Se apenas um movimento dominar o conselho do Grêmio, como ainda ocorre hoje, a regra é que eles ditem sempre as diretrizes para o clube, dificultando o surgimento de novas propostas e novas lideranças. Nessas condições, a tendência é tudo ficar decidido no Conselho Deliberativo pelo grupo majoritário, sem que a torcida seja ouvida.    

SI – Na condição de presidente de um importante grupo político gremista, o senhor considera possível imaginarmos uma eleição para o Conselho com apenas 2 chapas registradas ou teremos a repetição do cenário da última eleição com 3 chapas? 

MC – Deduzo que, hoje, a tendência é o surgimento de mais de duas chapas para a renovação do Conselho Deliberativo, na medida em que são muitos aqueles que querem começar a contribuir com o clube. São apenas 150 vagas para um significativo universo de gremistas interessados em obter vaga no Conselho. Logo, a montagem de chapas sempre fere suscetibilidades, não consegue agradar a todos os segmentos do clube. Sabemos que existem muitos movimentos organizados no Grêmio, por isso existe a perspectiva de que mais de duas chapas se apresentem à escolha dos associados.     

SI – Muito se tem falado, discutido, escrito sobre a questão das ausências dos conselheiros nas reuniões convocadas pelo Conselho, onde uma forte cobrança recai sobre o presidente do Conselho Deliberativo quanto a não aplicação do art. 66 do Estatuto Social do Clube. O senhor não acha que seria uma excelente oportunidade para que os atuais grupos políticos existentes iniciassem uma “depuração” dos quadros do Conselho, excluindo de suas chapas aqueles conselheiros que são reconhecidamente ausentes, repartindo essa responsabilidade quando da montagem de suas chapas? 

MC – Não tenho a menor duvida.  Os gremistas podem ter certeza que o MGI chancelará uma nominata integrada por gremistas que estejam convencidos que ser guindado à condição de conselheiro, mais do que uma honraria, é um compromisso de trabalho e de colaboração com o crescimento do nosso clube.   

A torcida pode ter certeza que faremos uma análise minuciosa de cada um dos conselheiros, cujos mandatos expiram em setembro.  O histórico de cada um e sua participação dentro do Conselho será fator relevante para a sua permanência ou não na chapa.      

SI – Qual a sua opinião quanto a possibilidade da presença de “figuras folclóricas” integrando chapas que irão concorrer para o Conselho Deliberativo? 

MC – Tenho dificuldade para compreender o que significaria figuras folclóricas. Se a expressão quer significar pessoas que apenas poderiam “puxar” votos, mas que não tem serviços prestados ao clube e não estão envolvidos num projeto como o nosso, é certo que não comporão a nossa nominata. Carteiraço não garante espaço.    

SI – O movimento que o senhor preside participará desse processo eleitoral de que forma? Já existe alguma articulação política para isso? 

MC – Obviamente vamos participar. Até o momento, nosso trabalho foi o de mostrar ao associado o nosso perfil, as nossas propostas para um Grêmio muito melhor do que o atual. Em principio lançaremos uma chapa que poderá ser apenas com apoiadores do nosso movimento, mas que poderá contar, também, com outros nomes que simpatizem com outros grupos, desde que habilitados a transformar para melhor a atual composição do conselho do clube.   

SI – Quantos conselheiros ligados ao seu movimento estarão renovando em setembro?   

MC – Cerca de 10. A maioria dos nossos conselheiros foi eleita em 2007. Portanto, permanecem mais três anos no Conselho.   

SI – Se fosse citar, quantos novos nomes o Grêmio Independente irá apresentar ao associado na eleição do Conselho Deliberativo? 

MC – Seria prematuro dizer. Além disso, essa composição passa por debates internos, avaliações de capacidade, integração, identificação com as ideias do movimento. Asseguro que temos muitos nomes qualificados e que vai ser difícil esse processo de escolha, porque certamente não poderemos incluir todos aqueles que gostaríamos e que merecem contribuir diretamente com o Grêmio. 

SI – O Grêmio Independente integra hoje o bloco de oposição a atual gestão do Grêmio. O senhor entende que essa união prevalecerá para as eleições deste ano ou é possível o seu grupo estar junto na eleição para renovação do Conselho com algum grupo que hoje integra a situação? 

MC – Seria precipitação minha falar em composições, na medida em que ainda não deflagramos esse processo eleitoral, o que devemos fazer com calma, com equilíbrio, mais adiante, pensando naquilo que for melhor para o Grêmio. Por óbvio, seguiremos uma linha de coerência com as nossas propostas feitas ao longo desses anos. Só assim poderemos dar consistência ao nosso projeto de disputar a Presidência do Clube, oferecendo uma alternativa moderna, eficiente e capaz de empolgar nossos associados.   

SI – O “sonho” de todos os gremistas é ver uma grande união dos grupos políticos tricolores. O senhor avalia isso como sendo apenas um sonho ou algo possível de ocorrer na prática ainda em 2010? 

MC – O sonho, como a palavra sugere, é alguma coisa que gostaríamos fosse realizável. É teoria, é pensamento às vezes “mágico”, mas não é o concreto, não é o real. Quem dirige um movimento, quem tem responsabilidades e compromissos com um segmento significativo de gremistas que acreditam num projeto, sabe que é preciso ser realista, sem ser radical. É inegável que os diversos movimentos do clube querem vitórias, títulos. Mas cada um, em particular, imagina que tenha a melhor proposta e que é mais competente que os outros. Por isso não devemos alimentar falsas ilusões. Seria uma tarefa hercúlea obter essa tal união, porque seria preciso superar vaidades, projetos pessoais, necessidade de deter o domínio do clube e o controle dos postos chaves da administração.  

Na verdade, o conflito concreto que se observa – e joga a ideia da grande “união” para o mundo dos sonhos – é que, de um lado estão aqueles que há anos comandam o Grêmio e não querem passar a meros coadjuvantes, mesmo que os resultados dos últimos anos, especialmente dentro do campo, venham sendo pífios.  

De outro lado, estão aqueles que estão fora, vem se preparando há anos e que imaginam que chegou o momento de assumir os destinos do Grêmio.  

É possível superar esse conflito, que é antigo, que é histórico e que deixou tantas sequelas ruins nos últimos anos? Se alguém tiver essa fórmula, claro que sentamos à mesa.      

SI – Para finalizar, considerando o quórum das últimas eleições e o número de associados aptos a votar, como fazer para que o eleitor tricolor com direito a voto vá até o Olímpico exercer o seu direito em um número realmente expressivo? 

MC – Conscientizar ainda mais a torcida de sua importância para interferir nos destinos do clube. Isso não é uma mera frase de efeito. O associado precisa saber que pode colaborar não só na hora do jogo, nas arquibancadas com seu grito, com sua bandeira, mas participando dos processos eleitorais, interferindo na escolha daqueles que acreditem sejam os mais aptos para recolocar o Grêmio na trilha das vitórias e dos títulos. Nem todo o gremista pode ser conselheiro, porque somos apenas 300 estatutariamente. Mas todos podem e devem ajudar a decidir quais são aqueles mais aptos a fazer o Grêmio melhor.  

Por isso, é fundamental que a torcida saiba que a eleição que renova os 150 conselheiros pode ampliar e consolidar o domínio do grupo que hoje comanda o clube, ou pode permitir que as oposições consigam ter pelo menos 30% de conselheiros, que permitirá levar às ruas e colocar nas mãos de seus torcedores, o direito de decidir quem deve ser o nosso futuro Presidente.  

Se nós não renovarmos em setembro, os mesmos de sempre vão decidir numa sessão do Conselho quem vai ser o próximo Presidente, goste a torcida ou não.  

Se nós da oposição alcançarmos esse percentual, podem ter certeza que em seguida, vocês, gremistas, terão o direito de escolher o futuro Presidente, através da eleição direta. 

Quero ainda agregar que iniciativas com a do BLOG GRÊMIO SEMPRE IMORTAL são valiosíssimas porque possibilitam ao torcedor conscientizar-se da importância dessas escolhas. Estamos convencidos que os títulos começam a ser conquistados muito antes de o juiz dar inicio a uma partida de futebol, pois com um clube bem dirigido, os resultados de campo virão mais facilmente. 

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26 comentários

  1. Por enquanto, esta foi a entrevista mais franca, mais incisiva e menos protocolar de todas. Embora não comungue com as alianças que o MGI fez no passado, é um movimento de muito respeito, sim. Creio que, em breve, sairá de lá um novo presidente para o Grêmio.

    Embora eu considere ruim o fato de não haver a menor possibilidade de algum de seus integrantes contribuir nesta gestão (tanto por parte deles como do G6), também compreendo o fato de que o MGI não deseja ser rotulado como um PMDB da vida, que quer estar em todos os governos.

    De um modo geral, o que vejo como o fator mais prejudicial à boa política no Grêmio é o fato de que as oposições, de um modo geral, não agem como um governo paralelo. Se assim fosse, o associado poderia conhecer alternativas às ações da Direção que são consideradas equivocadas.

    []’s,
    Hélio

  2. 1. Bela entrevista. O Milton é um grande gremista, grande figura humana e grande profissional. Homem sério e de posições francas e idéias claras. Boas, sobretudo. Gostei muito da entrevista.

    2. Não gosto de governos paralelos. Estar fora e dizer que faria assim ou assado o que anda dando errado no governo que vige seria oportunismo. Penso que o governante, por mais divergências que dele se tenha, tem de ter liberdade para por seu plano de governo em prática. Há uma diferença essencial em fiscalizar – obrigação da oposição e mesmo dos grupos situacionistas, por dever – e censurar, ou vigiar. Este tipo de procedimento leva o executivo eleito a comandar sempre sob ameaça, com o risco de impor medo em tomar atitudes e, com isto, inevitável a insegurança.

    Olha, vou dizer o que penso hoje, agora, neste momento do clube. O Grêmio está num momento extremamente delicado no futebol. Falo deste exato momento. A semama começa com a pior noticia do ano, péssima, terrível: o Santos é candidato à Copa do Brasil, o que é tanto ou mais ameaçador do que não ter um grande n. 5 e um homem que possa nos dar a alternativa da bola aérea. E neste momento delicado se observa que a oposição do clube tem-se mantido silente, deixando o Governo trabalhar. Pode até ser que aqui e ali, nos bastidores, haja algum tipo de critica, mas isto é do jogo, faz parte. A que perturba e incomoda e pode atrapalhar é a que alcança a mídia que fica tamborilando lá dentro. Neste aspecto o MGN que fez, a meu juízo, um péssimo papelo oposicionista no ano de 2009, dando de canela para tudo quanto é lado, iniciou 2010 com postura de gente grande, é necessário que se registre isto, com exceção de um ou outro fake afetado pela mosquinha da bixice. Tirante lances isolados os grandes cabeças do MGN têm tido postura, é o que se quer, ninguém prega o mudismo, mas postura.
    O MGI fez um 2009 exemplar como oposição: é o que se espera de um grupo forte, com experiência de Grêmio e com planos efetivamente traçados. E em 2010 repete a dose.
    Então, neste aspecto, o executivo do clube, hoje, não tem do que se queixar – salvo se eu estou muito enganado – e, portanto, está tendo toda a paz do mundo para acertar …. e errar. De sorte que que a bola está com Duda e equipe.
    E a nós cumpre torcer para que dê certo e que eles estejam certos e acertem. God Save !

  3. Junto com o Gabriel Fadel e o Juliano Ferrer, o Milton Camargo é uma grande revelação na política gremista.
    Estão de parabéns os entrevistadores e o entrevistado.

  4. Josias,

    O que entendo por governo paralelo não se aproxima do vigilantismo, da censura e nem tampouco da intromissão mas, sim, de verificar como as medidas têm sido tomadas pelo governo legitimado e – sempre a meu ver – proceder da seguinte forma:

    1) Publicamente, elogiar os acertos: pensar e fazer diferente não significa polarizar em querelas pessoais nem em confrarias;

    2) Publicamente, pedir para qualquer torcedor ou associado entrar em contato para fazer críticas e sugestões e categorizar os tipos de reclamação por temas: saber usar os sites de cada grupo como uma forma de minerar os dados sobre o olhar do associado sobre a política do clube;

    3) INTERNAMENTE, o grupo deveria pensar não em avacalhar a Direção; não em omitir-se do debate ou do chamamento para participar quando solicitado; e muito menos em criticar por criticar. Pode-se dizer tudo sobre os EUA, mas, sempre que um Governo tira o time de campo, o governo seguinte não faz comparações nem positivas, nem negativas. Pensar no passado sem usá-lo como exemplo espanta eleitores;

    4) Isso feito, no período pré-eleitoral, deve apresentar-se não apenas apontando os erros mas, sim, dizendo como teria procedido e como irá proceder caso venha a ser eleito. Sem citar o nome daqueles que um dado Movimento acha que errou, citem fatos. Mas somente aqueles que podem ser exemplificados sem o uso de condicionais, pois o SE não existe.

    Como a tendência é a de se discutir idéias e não pessoas ou, então, apenas repetir ad nauseam o estatuto de cada Movimento, o associado em geral tem dificuldade em votar em uma PROPOSTA CLARA.

    Independentemente do Movimento, os mais experientes E INTERESSADOS sabem isso seria o ideal.

    Do contrário, toda eleição será decidida pelo prócer que gritar mais alto ou, então, a favor do lado que o cobertor curto estiver tapando melhor: ou as finanças, ou o futebol. E se for assim, aquele teu temor realmente irá se concretizar: o da falta de continuidade que prejudica a governabilidade.

    []’s,
    Hélio

  5. Bem, eu chamaria isto de fiscalização e que é, na realidade, dever dos grupos politicos, obrigação, esta conduta sim !

  6. Serão publicadas entrevistas com o Grêmio Imortal, Grêmio Sempre, Grêmio Sem Fronteiras, Grêmio Democrático, Núcleo das Mulheres, Grêmio Novo e Grêmio Unido?

  7. Faltou o Grêmio Menino Deus!

    Agora, um pedido aos moderadores: não deixem nenhum movimento de fora das entrevistas e evitem que os comentários façam troça com qualquer movimento. Como já me manifestei por diversas vezes, sem essa de “noviços”, “nocivos” ou “dinossauros”!

    []’s,
    Hélio

  8. A propósito hoje assume novo Presidente do G Unido as 20 e 30 confraternização na casa do Marques …. o Maguila assume o comando do grupo.

  9. Me associo aos companheiros nos elogios a esse ilustre gremista, mesmo sem conhecê-lo. Baseio-me na sabedoria e convicção com que expõe sua opinião sobre as questões que lhe são propostas, com as qualidades de poucos. Essa bela iniciativa que possibilita aos blogueiros conhecer e compartilhar das idéias e pensamentos de figuras de destaque na vida social do clube, merece o reconhecimento e a gratidão de todos nós. Sugiro que o site oficial do clube reproduza as entrevistas a fim de lhes dar uma maior visibilidade e torná~los mais próximos do grande público gremista.

  10. O Presidente do movimento que faço parte, meu caro (e velho) amigo Milton Camargo demonstrou o preparo que o MGI vem tendo com relação às próximas eleições do clube.
    Esta entrevista espelha o equilíbrio e sensatez do atual comandante do MGI, assim como o que pensam os MGIstas.
    Parabéns Milton. E parabéns aos moderadores que estão dando oportunidade aos gremistas conhecerem as idéias dos movimentos políticos. Porque só desta maneira os associados poderão comparar as propostas e escolher aqueles que lhe parecerem melhores para ocupar os cargos no CD e direção.

  11. perfeito o primeiro post, do sr josias que disse tudo, tambem estou preocupado com a falta de um volante, primeiro volante e um zagueiro e um lateral direito, reconheço as dificuldades de contratar mas por favor, façam um esforço e se puder um centroavante com uma boa bola aerea esse jogador com certeza nao e borges nem willian batore que na minha opiniao e muito ruim mas reconheço um bom governo de duda e seus antecessores que enfim estao pondo um ponto final na nossa divida de curto prazo,cabe esclarecer que quando falei em antecessores com certeza falo de obino pra ca afinal obino nos rebaixou mas muito por culpa do pessimo presidente guerreiro. Sobre outro assunto estava eu a escutar o sala de redaçao e so escuto por causa do cacalo, quando me surpreendi com a sua queixa, estava ele falando da boa atuaçao de douglas e disse que ja tinha indicado esse jogador a pelaipe e disse cacalo que pelaipe ouvia conselhos e indicaçoes de jogadores a serem contratados e so nao atendeu sua solicitaçoao, de contratar douglas porque naquela epoca o sao caetano pedia muito, ai ele alfineta na minha opiniao o meira dizendo pelaipe aceitava a interaçao nao e como uns e outros que andam por ai que acham que tudo que se fala com eles e critica. ja sabia que meira nao e muito bom no futebol do gremio, mas desconhecia essa sua prepotencia e burrice porque caccalo entende mais de futebol que ele meira.

  12. Prezado Francisco França

    Desculpe me intrometer, pois não o conheço, mas o amigo achava que o Meira era o que, mesmo?
    Segundo ele costuma dizer, são 17 anos trabalhando em prol do futebol do Grêmio. E não se sabe de nenhuma conquista que tenha a digital dele.
    Não é suficiente para tirarmos uma conclusão definitiva a respeito da sua (in)competência?

  13. trabalhando em “prol” do futebol foi bondade tua, marcelo aiquel, são 17 anos trabalhando CONTRA o futebol do Grêmio, isso sim…

    mas fica uma pergunta? por que, mesmo sendo incompetente, é tão difícil substitui-lo? não tem ninguém querendo assumir a bronca? perguntei isso sério, sem ironias, queria muito uma resposta pra essa minha dúvida…

  14. Perguntas:

    1) Dentre as possibilidades de conselheiros disponíveis para assumir o futebol antes do Meira (ou durante), o G6 convidou alguém da oposição?

    2) Alguém da oposição se dispôs quando solicitado (se é que o foi)?

    Faço essas perguntas porque acho que todos estão errados e têm culpa no cartório.

    Se estiver enganado, por favor, contem as suas versões.

    []’s,
    Hélio

  15. Milton Camargo, se eu tivesse nascido um pouco antes seria trabalhista , em decorrência adversário de Britto Velho, Raul Pilla e outros maragatos, mas teria um enorme respeito por eles. Da mesma forma tenho esse respeito por ti, apesar de estarmos em campos opostos na política do nosso clube.
    Bela entrevista.

  16. Houve convite para um integrante do MGI foi o que foi divulgado. Não houve aceitação, também foi divulgado, com duvidas sobre se ele não teria aceitado ou se o grupo não havia concordado – também houve divulgação dsito: nada foi desmentido. Fui checar, cheguei no cara ( seria uma alternativa excelente, a meu juízo, e não tenho dúvida alguma disto, de coração ), ele sinalizou dizendo que depois me contaria o que efetivamente houve…não tivemos mais oportunidades de conversar. Ficamos todos sem saber.

  17. Epa opa epa opa, péra ai. A entrevista do Dr. Camargo foi boa, ele se expressa bem, tem boas idéias mas devagar com o andor que o santo é de barro, não vai passar batido esta de achar que o pessoal do atual governo já está há muitos anos no poder, epa opa. Com isto parece que o Dr. Milton está a sugerir que o seu grupo, e não discuto seja bom ou não, dele, poder, anda afastado. nÃO É BEM ASSIM, MELHOR, NÃO É ASSIM. Já se contou, se não me engano foi o ALEX quem escreveu sobre isto, as origens do MGI, com o Vicente vindo lá do período de 1993, saindo do grupo para reaparecer ao lado do Guerrero criado pelo Dr. Obino etc. Quando o Guerrero foi ´convidado` a não se reeleger, que houve a aclamação do Obino, a memória de vocês deixou isto passar como pessoal, de que jeito, Vicente não só apoiou o seu amigo Flávio Obino como iniciou o Governo do lado dele. Isto mesmo, o Governo Obino, se esqueceram, iniciou com o Vicente comandando junto com o Cesar Dias Neto, pai do Cesar Cidade, também do MGI, o jurídico. O Vicente estava lá, e isto foi em 2003 senhores. Mais adiante o Vicente abandonou o barco, é verdade e de novo, mas começou no governo. Diga-se de passagem o Obino no inicio e antes do Vicente estar lá, convidou o dr. Homero para o juridico, veja-se a afinidade, mas o Belini recusou. Não bastasse isto, o MGI esteve ao lado do Odone na última eleição do CD e na última eleição para o Presidente do CD e na última eleição para a Presidência quando concorreu com o Vicente, e o Odone era situação, claro, e todo o ano 2008 o MGI esteve ao lado do ODONO, justamente, de ser destacado, no pior ano da gestão do Odone, único ano se não me engano que ele não ganhou absolutamente nada nem em capo nem fora dele. Então o MGI é bom grupo, tudo bem e coisa e tal, mas esta não, dizer, como passa, que o poder tem que trocar de mãos porque o pessoal que tá lá já tá há muito tempo, dando a entender que o MGI estaria também há muito longe do Poder, esta me desculpem mas não cola.
    Não precisava esta, a entrevista ia muito bem mas tropeçou ai. Apesar disto, não deselustra o resto. Retirando este tombo, é boa a entrevista. Mas vamos pôr os pingos nos ´is`, senhores.

  18. Pablo. Me desculpa, mas eu não encontrei na entrevista a observação que fazes. Ou eu estou lendo de menos ou, perdão, estás enchergando demais.

  19. JOSIAS
    Está aqui:

    “Na verdade, o conflito concreto que se observa – e joga a ideia da grande “união” para o mundo dos sonhos – é que, de um lado estão aqueles que há anos comandam o Grêmio e não querem passar a meros coadjuvantes, mesmo que os resultados dos últimos anos, especialmente dentro do campo, venham sendo pífios.

    De outro lado, estão aqueles que estão fora, vem se preparando há anos e que imaginam que chegou o momento de assumir os destinos do Grêmio. ”

    E AQUI:

    “Se nós não renovarmos em setembro, os mesmos de sempre vão decidir numa sessão do Conselho quem vai ser o próximo Presidente, goste a torcida ou não. ”

    POR ISSO VOU REESCREVER O PABLO POSSIBILITANDO UMA MELHOR LEITURA DO TIJOLAÇO CHEIO DE VERDADES.

    ” pa opa epa opa, péra ai.
    A entrevista do Dr. Camargo foi boa, ele se expressa bem, tem boas idéias mas devagar com o andor que o santo é de barro, não vai passar batido esta de achar que o pessoal do atual governo já está há muitos anos no poder, epa opa.

    Com isto parece que o Dr. Milton está a sugerir que o seu grupo, e não discuto seja bom ou não, dele, poder, anda afastado.

    nÃO É BEM ASSIM, MELHOR, NÃO É ASSIM.

    Já se contou, se não me engano foi o ALEX quem escreveu sobre isto, as origens do MGI, com o Vicente vindo lá do período de 1993, saindo do grupo para reaparecer ao lado do Guerrero criado pelo Dr. Obino etc.

    Quando o Guerrero foi ´convidado` a não se reeleger, que houve a aclamação do Obino, a memória de vocês deixou isto passar como pessoal, de que jeito, Vicente não só apoiou o seu amigo Flávio Obino como iniciou o Governo do lado dele.

    Isto mesmo, o Governo Obino, se esqueceram, iniciou com o Vicente comandando junto com o Cesar Dias Neto, pai do Cesar Cidade, também do MGI, o jurídico. O Vicente estava lá, e isto foi em 2003 senhores.

    Mais adiante o Vicente abandonou o barco, é verdade e de novo, mas começou no governo.

    Diga-se de passagem o Obino no inicio e antes do Vicente estar lá, convidou o dr. Homero para o juridico, veja-se a afinidade, mas o Belini recusou.

    Não bastasse isto, o MGI esteve ao lado do Odone na última eleição do CD e na última eleição para o Presidente do CD e na última eleição para a Presidência quando concorreu com o Vicente, e o Odone era situação, claro, e todo o ano 2008 o MGI esteve ao lado do ODONO, justamente, de ser destacado, no pior ano da gestão do Odone, único ano se não me engano que ele não ganhou absolutamente nada nem em capo nem fora dele.

    Então o MGI é bom grupo, tudo bem e coisa e tal, mas esta não, dizer, como passa, que o poder tem que trocar de mãos porque o pessoal que tá lá já tá há muito tempo, dando a entender que o MGI estaria também há muito longe do Poder, esta me desculpem mas não cola.

    Não precisava esta, a entrevista ia muito bem mas tropeçou ai. Apesar disto, não deselustra o resto. Retirando este tombo, é boa a entrevista. Mas vamos pôr os pingos nos ´is`, senhores.”

    Tem mais uma senhores:

    Durante todo o período em que foi poder: 04 anos da gestão Guerreiro
    Vicente Vice- Presidente de várias áreas
    Bellini Vice-Presidente
    Pegoraro Vice-Presidente
    Juarez Aiquel Vice-Presidente
    Persch – Vice-Presidente
    Maineri – Vice-Presidente
    Outros??
    O que o MGI fez por democratização, eleições diretas, proporcionalidade e profissionalização?????????????

    O que fez quando era poder????????????Como tem sido todos esses anos junto com Guerreiro, Obino, Odone.

    Sem críticas pessoais. no plano político e administrativo : FEZ O QUE????

    Não se façam de ofendidos que a entrevista, segundo apontado pelo Pablo, tenta jogar toda a responsabilidade do que não foi bom “pros outros”.

    Quem botou o Grêmio nessa inhaca da dívida?????????????????

    Estavam todos os citados do MGI lá no Governo ajudando a fazer a dívida.

  20. Então dizer esse tipo de coisa QUE NÃO É VERDADE, é combustível puro, É altamente inflamável.

    ALÉM DE NÃO SER VERDADEIRO, É INJURIOSO, DIFAMTÓRIO E TRANSFERÊNCIA DA PRÓPRIA RESPONSABILDADE PROS OUTROS.

    Se tiver campanha política por aí vai feder. O pior é que tudo isso pode ser desmentido com mil provas

    E não pode ser com tapinhas nas costas porque é uma puta sacanagem!!!!

    Os caras, ao invés de trabalhar para tirar o rótulo, cada vez provocam mais e ficam mais conhecidos como tal.

    Esse assunto era pra estar longe dos debates políticos. Mas, para isso, é preciso ter comportamento e grandeza.

  21. Embora jamais tenha sido conselheiro e mal conheça a maioria das pessoas citadas, creio que as divisões criadas dentro do CD são absurdas e beiram o delírio, assim como se verifica em Brasília.

    A crítica que o MGI e o MGN fazem a certos dirigentes atuais e passados e vice-versa conforme verificado em manifestações de integrantes do hoje G6 em relação aos movimentos que ora fazem parte da oposição perde a razão em todos os lados. No entanto, para mim, parece que os argumentos do MGN e do MGI são menos fortes porque começaram juntos e não chegaram a demonstrar êxito em grande parte das suas atuações como dirigentes.

    Da mesma forma, a atual situação também obtém êxito em determinados setores, mas estrondosos fracassos em outros.

    Todos, sem exceção, cometeram falhas de gestão. Todos, sem exceção, sempre tiveram – ou têm – um conjunto de desculpas normalmente iguais, mas que não convencem mais.

    Não defendo “terra arrasada” e não acredito em “terceira via”. Contudo, a história mostra que, em termos práticos e programáticos, as diferenças entre todos os movimentos são relativamente pequenas.

    Todos dizem “tá errado e eu faço melhor”. Quase todos já tiveram a sua chance – mesmo em cargos menores. E gente de todos os movimentos tanto obteve reconhecimento como falhou em outra oportunidade.

    O problema maior do Grêmio é que se, por um lado, toda unanimidade é burra, por outro lado o excesso de segmentação descaracteriza posições e mascara tanto os erros quanto os acertos do passado. Me parece também que picuinhas pessoais e relações profissionais extraclube tendem a definir chapas e eleições muito mais do que propostas.

    Não é apenas renovando pessoas no CD ou depurando os movimentos que isso se resolve. Afinal de contas, muitos dos novos conselheiros são amigos ou indicados por quem já está lá dentro.

    Vejam bem: não interessa a mim defender ou acusar a quem quer que seja, embora tenha minhas preferências e minhas posições.

    Esta é apenas uma reflexão conciliadora.

    []’s,
    Hélio

  22. Carlos, não é só o MGI que estava do lado do Obino.
    Foi lá que o Grêmio Novo entrou pro Grêmio, trabalhando no quadro social, na ouvidoria e na informática.
    MGI + MGN = OBINO = 2ª DIVISÃO

  23. Hélio.

    SOBRE A PAZ POLITICA. Aqui residiu a minha inconformidade e grande indignação com o Sr. Odone. Ele teve tudo na mão para ser o grande estadista do clube e promover uma grande conciliação. Ele fazia um governo sem conflitos e sem oposição em 2005 e 2006 e seguia assim até o caso Brito. Ali ele fundou uma oposição que não havia na prática, ela estava silenciosa, admirando a obra e ajudando bastante inclusive. Todos os grupos estavam solidários ao clube e evitando conflitos. Cansei de dizer, nunca foi tão fácil governar. Nem na época do F Koff tinha sido fácil o Governo, porque se ia para as reuniões do CD e a oposição interna era forte até porque havia grande disputa interna, Obino e Fachin x Kof e Cacalo, mais tarde Guerrero se juntou a Obino e Fachin x Kof e Cacalo, esta era uma briguinha interna que nem as grandes vitórias do período apaziguava, então havia grande acirramento, o que prova que esta história de que o RESULTADO alivia tudo não é bem assim, nunca se ganhou tanto como naquele período, e ainda assim … Pois em 2005, 2006 e 2007 tudo corria maravilhosamente bem tudo estava em paz e ninguém via disputas nem internamente nem externamente. De repente o Odone se sentiu dono do clube, aquilo que eu apelidei de SÍNDROME DE DEUS, e lhe deu um plim na cabeça: ” posso fazer o que eu quiser eu sou o cara “. E ai o cara que podia se transformar no Grande Estadista do Clube se transformou no Hugo Chaves, como eu apelidei tb, e mais tarde retifiquei para Burro Chaves, porque se fosse mais esperto seguia como vinha. A partir dali a politica do Grêmio se engalfinhou. Ele se perdeu, passou a trocar de aliados como quem troca de cuecas ( aliás também já disse que o Odone é inconfiável politicamente face estasa trocas de aliados que ele pratica com a maior naturalidade, ele se importa com ele não com os aliados ) e tudo voltou a ser uma enorme confusão, se é que não se toronou muito pior.

    O MGI nisto … O próprio MGI perdeu o rumo. Primeiro era contra o Odone, concorreu contra ele nas eleições, depois se aliou para ser situação em 2008, ai com o Krieger, rompeu e depois nas eleições retornou.
    Nisto cumpre o registro: O MGI não se estabilizou politicamente como um grupo Independente como se intitula, em que pese eu reconheça, como já fiz, sua base forte e de grandes gremistas, grandes homens. Mas se perdeu, entrou pelo cano com o Odone que lhe influlenciou muito mal – ou melhor, deixou o de herança o preço desta dubiedade de posições – o MGI na verdade tentou se utilizar do Odone e aproveitar os votos que ele poderia emprestar. Nas eleições para o CD deu certo, penso que a aliança feita salvou a pele do grupo, concorressem em faixa própria teriam destino do GAT que não alcançou o percentual MAS FOI MAIS AUTÊNTICO E ESTE SIM INDEPENDENTE !
    Esta posição do MGI, aliança pura para obtenção de votos,comum em politica diga-se de passagem – quem já não fez algo parecido – agora lhe trouxe um certo prejuízo porque ele se vê associado ao Governo recente, e neste ponto realmente tem razão quem disse que o disurso fica prejudicado ( eu reli de novo a entrevista e reconheço que este ponto era dispensável e foi um equivoco ). Afora isto ficará de uma forma ou de outra sempre vinculado ao passado e a ISL e ao Guerrero.
    Mas é forçoso reconhecer, também, que o Milton está procurando dar um impulso mais incisivo ao grupo e tirante este deslize, se tomar uma postura mais independente – de forma EFETIVA – tem grande potencial de crescimento diante de um componente fundamental para isto: possuem nomes sérios e com intenções boas.

  24. O Movimento G Independente foi o grupo mais forte que esteve ao lado do Guerrero. Impossível negar e se afastar disto. Esta pecha o grupo carregará como um fardo até o fim dos seus dias, e todos do grupo defendem ardentemente o Guerrero ou pelo menos quase todos, sendo o HOmero e o Pegoraro seus mais abnegados seguidores.

  25. Diante das insinuações acima, cumpre esclarecer que jamais participai da gestão Guerreiro, a quem não defendo e não sou seguidor. Ao contrário.
    Em uma única oportunidade estive ao lado (no mesmo barco) do ex-presidente citado: foi por ocasião de uma eleição para o Conselho, quando trabalhamos pela mesma chapa.
    E só!
    Ah, por questão de justiça, lembro que o Bernardon também fazia parte deste grupo.
    Hoje, sou do MGI e não vejo ligações do movimento com o Guerreiro. Se visse, estaria fora, podem ter certeza.
    Posso ter mil defeitos, mas duas caras certamente não é um deles.
    Quem me conhece sabe disso.
    Peço desculpas pelo desabafo, mas não gosto de generalizações como a que foi feita aí acima.

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