ESPECIAL ELEIÇÕES 2010: Juliano Ferrer / MGI

Na sequência da série especial de entrevistas que os moderadores do Blog GRÊMIO SEMPRE IMORTAL estão postando sobre as 3 eleições que o Clube terá ao longo do 2º semestre de 2010, apresentamos as colocações efetuadas pelo conselheiro tricolor JULIANO FERRER, atual presidente do Movimento Grêmio Imortal.

Leia, comente e recomende.

SI – O ano de 2010 será importante para o Clube também fora do campo. Em 2010 teremos 03 eleições importantes para o Grêmio – renovação do Conselho, eleição da mesa do Conselho e eleição da Diretoria Executiva do Clube). Qual a sua expectativa para esses 3 processos eleitorais?
    
JF – Realmente será um ano muito importante. Não me canso de repetir que a democratização do Grêmio nos traz maior responsabilidade, pois o futuro do nosso amado clube estará sempre atrelado a um bom processo eleitoral, onde os debates sejam positivos, esclarecedores, não oportunistas. E esta é a minha expectativa. Ou seja, que tenhamos eleições com muita maturidade política e lealdade, buscando a discussão de propostas para o bem do Grêmio e até mesmo pontos comuns entre os diversos grupos. Não necessariamente uma unidade política mas, como disse, uma maturidade que permita que os pontos convergentes façam parte de um compromisso comum. Os grupos são muito importantes e diria até essenciais para conquistarmos esta maturidade. Mas nunca se pode esquecer que nosso objetivo é o bem do Grêmio, e nenhum grupo pode estar acima disso.
 
SI – A última eleição para a renovação do Conselho Deliberativo – 2007 – foi muito disputada, tendo a chapa 3 garantido a sua representação no Conselho por pouquíssimos votos. O senhor acha que essa situação possa se repetir com uma chapa polarizando os votos dos associados ou teremos uma eleição mais equilibrada?
 
JF – O Grupo Grêmio Imortal fazia parte da chapa 3, referida, sendo que sentimos na pele a dificuldade, conseguindo vencer a cláusula de barreira com muito trabalho, esforço e ajuda de muitos gremistas. Parece-me cedo para prever se este cenário poderá se repetir. Espero que não. Torço e vou trabalhar por uma eleição que respeite e observe a maior pluralidade possível no Conselho Deliberativo. Não tenho dúvida de que esta é uma das grandes forças positivas da democracia. Fará bem ao Grêmio ter uma renovação qualificada e plural, com vários e diferentes gremistas compondo o Conselho.
 
SI – Na condição de presidente de um importante grupo político gremista, o senhor considera possível imaginarmos uma eleição para o Conselho com apenas 2 chapas registradas ou teremos a repetição do cenário da última eleição com 3 chapas?
 
JF – Como referi anteriormente, ainda acho cedo para prevermos. Porém, imagino que se tivermos mais de duas chapas, uma certamente enfrentará muita dificuldade para vencer a barreira dos 30%. Por isso precisamos ter maturidade e capacidade de diálogo, encontrando a melhor solução para o clube, propiciando um Conselho qualificado e plural. Eventual composição não é sinônimo de ‘conchavo’, ou ‘chapão’, como se usa dizer. Claro, desde que realizada com critério, coerência, identidade de idéias e necessária renovação e qualificação do Conselho. Apresentamos um projeto revolucionário que pode, se aprovado pelo Conselho, ser aplicado nas futuras eleições, onde mais do que diminuir a cláusula de barreira, propicia mais e mais a participação de todos os associados. O Conselheiro Renato Moreira foi o grande mentor deste projeto.
 
SI – Muito se tem falado, discutido, escrito sobre a questão das ausências dos conselheiros nas reuniões convocadas pelo Conselho, onde uma forte cobrança recai sobre o presidente do Conselho Deliberativo quanto a não aplicação do art. 66 do Estatuto Social do Clube. O senhor não acha que seria uma excelente oportunidade para que os atuais grupos políticos existentes iniciassem uma “depuração” dos quadros do Conselho, excluindo de suas chapas aqueles conselheiros que são reconhecidamente ausentes, repartindo essa responsabilidade quando da montagem de suas chapas?
 
JF – São lamentáveis as ausências nas reuniões do Conselho. Já faz muito que defendo uma mudança de mentalidade que sempre me pareceu óbvia, porém não necessariamente comum a todos. A de que ser conselheiro do Grêmio não pode ser encarado como homenagem – não obstante seja motivo de imenso orgulho -, mas sim como incumbência, missão, dever, compromisso. Por outro lado, não se pode esquecer que este tema é muito mais complexo do que parece, transcendendo uma simples análise de presença ou não em reuniões – ainda que o comparecimento seja um dos fatores importantes para apreciação da atuação de um membro do órgão, pois se o Conselheiro não tem disponibilidade para participar das reuniões que não seja, e ajude o Grêmio de outra forma. O problema precisa e está sendo debatido e atacado, especialmente pela mesa do Conselho, capitaneada pelo Presidente Raul Régis, sendo uma das minhas preocupações. Acredito que uma ‘depuração’ deverá ocorrer como um fenômeno natural, gradativo e importante para o clube, resultado justamente da coragem que se teve com a abertura política do Grêmio, facultando a participação do mais simples torcedor. Creio sim que a montagem das chapas levará em conta não somente a questão da presença nas reuniões mas também a qualidade do ‘candidato ao conselho’, e o que este poderá agregar ao clube nesta condição. Ainda que sequer seja necessário ser conselheiro para se estar disponível e ajudar o Grêmio.
 
SI – Qual a sua opinião quanto a possibilidade da presença de “figuras folclóricas” integrando chapas que irão concorrer para o Conselho Deliberativo?
 
JF – Confesso que não sei ao certo o que ou quem são as ‘figuras folclóricas’. Porém, se compreendi, esta presença é derivada da democracia, que mesmo sendo o melhor sistema, evidentemente, não é perfeito. O importante é que na imensa maioria as chapas apresentem nomes de extrema qualificação e compromisso com o encargo. E que o sócio do Grêmio tenha a inteligência de votar pensando que este ou aquele irá interferir no futuro do nosso clube. “Figuras folclóricas” serem incluídas no Conselho por serem apenas “folclóricas”, e eventualmente convenientes no momento de uma eleição, é um absurdo! 
SI – O movimento que o senhor preside participará desse processo eleitoral de que forma? Já existe alguma articulação política para isso?
 
JF – Nosso grupo faz parte do chamado G6, onde encontramos diversas identidades de idéias e objetivos para o Grêmio. Acredito que esta unidade deve ser mantida para as próximas eleições, sem de forma alguma estarmos fechados para outros tantos grupos que existem no Grêmio e que tenham pensamentos e projetos coincidentes. Ainda não existem articulações, até mesmo respeitando tradição do clube, onde o Presidente é que deflagra qualquer processo eleitoral.
 
SI – Quantos conselheiros ligados ao seu movimento estarão renovando em setembro?
 
JF – Confesso que ainda não fizemos este levantamento. Mas certamente são muitos, pois aqueles que renovam agora participaram e conquistaram a vaga na chapa Grêmio Vencedor, eleita em 2004, da qual fizemos parte. De qualquer forma, temos também excelentes nomes novos para oferecer ao associado, sempre no sentido da renovação e oxigenação do Conselho.
 
SI – Se fosse citar, quantos novos nomes o Grêmio Imortal irá apresentar ao associado na eleição do Conselho Deliberativo?
 
JF – Conforme resposta anterior, seria cedo para dizer um número. No entanto, a maior organização do Grupo Grêmio Imortal, e sua disponibilidade em receber novos integrantes que queiram discutir e ajudar nos assuntos do Tricolor nos têm apresentado grandes gremistas e pessoas que certamente poderão ajudar também como conselheiros. Quando na chapa 3, em 2007, coligados com nossos parceiros do Grêmio Unido, apresentamos nominata que tinha o maior número de novos nomes sendo ofertados ao associado. Como disse, oxigenar e renovar, observando critério de qualidade e compromisso, é garantir a imortalidade do nosso amado clube.
 
SI – Em 2008, quando da eleição do Presidente Duda Kroeff, surgiu o G-6, grupo que tem trabalho diretamente na atual gestão do Clube. O senhor considera possível que essa união que surgiu em torno do nome do Pres. Duda possa se manter para as eleições que se seguirão neste ano?
JF – Como dito anteriormente, não só acredito como farei de tudo para que este grupo se mantenha e até cresça, desde que respeitados os princípios e as idéias que defendemos. Um processo político maduro e objetivando o bem maior do clube necessariamente passa por este tipo de união.
 
SI – O “sonho” de todos os gremistas é ver uma grande união dos grupos políticos tricolores. O senhor avalia isso como sendo apenas um sonho ou algo possível de ocorrer na prática ainda em 2010?
 
JF – A divergência faz parte e é boa para a convivência política democrática, desde que se tenha como foco e objetivo sempre o bem do Grêmio e não deste ou daquele grupo. A razão de existir dos grupos deve ser o Grêmio. E só o Grêmio. Com este pensamento, se todos tiverem esta visão, nada será somente um sonho. Daí se concluirmos que a unidade é o melhor caminho para o Clube, naquele ou neste momento, isto será possível. Se entendermos que o melhor é a disputa política, igual poderemos construir uma disputa leal e honesta.
SI – Para finalizar, considerando os quorum das últimas eleições e o número de associados aptos a votar, como fazer para que o eleitor tricolor com direito a voto vá até o Olímpico exercer o seu direito em uma número realmente expressivo?
 
JF – Não há dúvida que veículos como este Blog, e outros, incentivam a participação. Além da atuação do Conselheiro e do dirigente eleito, que poderá motivar o associado a participar cada vez mais dos pleitos. O Sócio precisa perceber o que hoje já é uma realidade, ou seja, que ele define efetivamente o futuro do clube. E tem responsabilidade por isso. Tem o dever de analisar bem as questões e votar com consciência. Com visão de futuro. Não tão e somente influenciado pelo ‘resultado de campo’. Este às vezes demora para aparecer, sendo conseqüência de diferentes e sucessivas gestões, e também de um compromisso com diretrizes básicas, comuns.
 
Encerro agradecendo a oportunidade. E vamos Grêmio, vamos!

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14 comentários

  1. Queria saber só uma coisa de todos os que aqui se manifestam? O que achariam de um conselheiro pagar R$500.00. de mensalidade? já que o conselho é um status dentro do clube, acho que este status deveria ter uma mensalidade diferenciada, já que conselheiros colocam quantas pessoas quiserem para assistir jogos de graça e nas cadeiras ou tribuna de honra, tem o direito de decidir o destino do clube. Então pelo direito teriam que pagar mais por isso. Acho certo também estes conselheiros que faltam a maioria das sessões do conselho deliberativo serem excluidos do mesmo, claro quem em alguns casos, os mesmos podem estar viajando a trabalho, então deveriam ser obrigados a apresentar algum comprovante de que realmente estavam viajando, assim como conselheiros que não consigam uma nova eleiçao, ficam impossibilitados de concorrer novamente ao cargo de conselheiro por duas eleições, assim a renovação do conselho seria mais democratica e não ficando apenas nos mesmo e ja conhecidos conselheiros de sempre.

  2. Essa eleição é importantíssima, o clube viveu o horror do rebaixamento e as consequências da gestão Guerreiro que culminaram em duas gestões muito distintas. Uma reergueu moralmente o clube e a outra está terminando de sanar as finanças; gestões que sem dúvida refletem a personalidade de seus presidentes e membros do CA. Em breve teremos uma nova sede, um novo estádio e um futuro diferente.
    Por isso o debate em torno dela tem de ser o mais sério e amplo possível; o sócio tem de ter TEMPO para melhor avaliar, as chapas tem de ter TEMPO para expor suas idéias; QUE SE DEFINA COM A MAIOR BREVIDADE POSSÍVEL, quem serão os candidatos, não podemos ficar reféns do último minuto do último dia do prazo para inscrição das chapas que ocorre EM CIMA do pleito.
    Que o CD se reuna e DELIBERE sobre o calendário eleitoral, que os casuísmos e interesses pessoais não sejam o FATOR decisivo nesse processo.

  3. A proposta do Ricardo é elitista porque retira a possibilidade de um sócio de pouca renda chegar ao CD. Ela é o oposto da proposta democrática de pluripartidar o CD. Me desculpa a sinceridade mas ela é absurda. Só os bem situados financeiramente chegariam a cnselheiro e o Grêmio hje, e de muito tempo, é um clube popular. Não pregamos ter a maior torcida ? Qual a média de renda mensal do nosso associado ? Sempre preguei que ser conselheiro não traz o encargo da honra mas do dever, não se leva alguem para ser conselheiro por homenagem, mas para cumprir tarefas. Proposta maluca, me desculpa.

    Quanto ás ausências, isto sim, tem de regularizar. E mais, tem conselheiro que justifica sempre e não vai nunca, exemplo disto ? L C L Madeira, que concorreu à Presidência do CD, nunca vai, e justifica sempre. Quem não vai nunca, com ou sem justificativa de falta, não pode participar do CD, se não pode ser conselheiro não se estabeleça.

    A não renovação,por outro lado, nao pode impedir nova tentativa via eleição pelo associado, como cassar o direito do sócio de concorrer porque numa não se elegeu ? Fosse assim, o PT jamais chegaria ao poder, para não se dizer mais. Absurda, também, tal proposição pois atenta contra a democracia e contra a liberdade do cidadão.

    No mais, sou suspeito para falar sobre as opiniões do Juliano, e vou deixar aos demais que comentem.

  4. JOSIAS, fecho contigo! Com relação às manifestações do Juliano (palavras claras, simples e espontâneas), tenho apenas que registrar meus cumprimentos. Juliano Ferrer é um dos gremistas que estão formando a “nova turma de dirigentes”. Por conhecê-lo (um pouco) sinto-me mais tranquilo em relação ao futuro do clube: não ficaremos sem dirigente comprometido com a Instituição Grêmio. Junto com ele, Juliano, incluo Irany Santana Jr., Alberto Guerra, Paulo Deitos, Guto Peixoto e outros tantos que, por hora, fogem de minha memória. Grande abraço, Juliano!

  5. Mais uma excelente entrevista com manifestações claras por parte do Juliano.
    Em relação a manifestação do Ricardo, considero totalmente descabida. Hoje, por parte de uma grande parcela dos associados, já existe uma imagem de que o conselho é um órgão elitista. Imaginem se algo assim é feito??? Acabam as esperanças de que um associado sem grandes posses possa participar da vida do Clube.

    Reporto-me a manifestação do Gabriel Fadel, temos que transformar o Conselho em um LOCAL DE DEBATES!!!

  6. Mais uma vez tenho que insistir no que considero primordial na tal eleição do conselho: haverá candidatos concorrendo por mais de uma chapa?
    Simples. Havendo, não votarei. Podem chamar do que quiserem, menos de regime democrático.
    Fica a sugestão de pergunta para os próximos entrevistados: permitirão candidatos concorrendo pela sua chapa e, simultaneamente, por outra?
    Sei que estou sendo repetitivo, mas acho importante esclarecer isso ao sócio.
    Abrass!

  7. Marcos, a eleição do CD é em setembro, com a posse ocorrendo no mesmo dia.
    No fim de setembro tem eleição pra presidente do Conselho.
    Em outubro tem eleição pro CA.
    Lendo essa série de entrevista, fico com a impressão que o Fadel seria um excelente candidato a presidente do Grêmio e ouvindo as manifestações do Ferrer sobre futebol na imprensa, o Josias poderia liberá-lo para ser o vice de futebol.

  8. Colegas de Blog!
    Nao sendo conhecedor da política interna do clube, gostaria que o Eduardo Bernardon esclarecesse o que vem a ser, na realidade, “transformar o CD em um LOCAL DE DEBATES”!!! Assim, com tanta ênfase, me soa estranho que o senhor Fadel, que é parte integrante deste importante órgão, venha à publico fazer essa exigência. Não seria de se esperar que no CD fossem discutidas as grandes questões do clube? Através da immprensa tenho acompanhado várias convocações do CD para tratar de relevantes assuntos de interesse da instituição, alguns com seus resultados imediatamente repassados ao público e outros que com a famosa ressalva de serem assuntos de “economia interna” – pretexto para resguardar a credibilidade, integridade e a imagem do clube – foram silenciados “intra muros”, com a clara intenção de ocultar os vergonhosos desmandos que todos nós conhecemos. O que interessa a todos nós gremistas não é apenas transformar o CD num local de debates, isto já existe. É ir muito além disso. E todos nós sabemos o que é.

  9. O Ferrer faz parte da nova geração de dirigentes que vai nos dar muitas alegrias.
    Aqui mesmo no blog temos novos que no futuro deverão estar trabalhando no Grêmio.
    Alguém duvida disso?
    Beleza de entrevista.

  10. O Juliano Ferrer disse tudo: MATURIDADE POLÍTICA E LEALDADE.

    Um abração a esse grande cara que tive o prazer de reencontrar quarta-feira no Copacabana!

    Marcos (Almeida): tô com pressa, mas ME PARECE (melhor conferir) que existe um prazo no estatuto. Como também parece que só é possível realizar reformas estatutárias de tantos em tantos anos (e 2010 não é o ano), talvez não dê pra adiantar o prazo de inscrição das chapas nem das datas dos respectivos pleitos.

    Acho uma pena. E concordo 100% contigo que a importância destas eleições é incrível.

    No mais, o Ricardo está equivocado: não é todo e qualquer conselheiro que possui o mau hábito de botar uma galera pra dentro do Olímpico. Na atual gestão, nem mesmo o Departamento Consular tem dado cortesias.

    Nunca vi uma adminstração tão transparente com o associado nem tão cuidadosa com as finanças como esta. Também parou-se de dar qualquer tipo de subsídio às torcidas organizadas. Isso é fundamental para preservar a imagem de marca do clube nas viagens e para atrair as famílias para o estádio. E tem dado MUITO CERTO. Claro, ainda falta bastante pra chegarmos a um ponto ideal. De qualquer forma, comparando-se com o passado, bah, a diferença é abissal. Pode-se reclamar do Meira, do Silas e da falta de cojones em relação à polícia. Aí, concordo.

    []’s,
    Hélio

  11. Carlos Josias.
    Não quero tornar o conselho elitista, mais acho que como o conselho que define os rumos do clube e toma as decisões, tanto as certas como as erradas, deveriam sim ter que pagar mais que o sócio que não tem direito a opinar nas decisões do mesmo. Porque o sócio não tem o direito de opinar sobre a arena? porque o sócio não tem direito de escolher a camisa do clube? e sim uma diretoria que tem deixado a cada ano que passa o sagrado manto tricolor mais feio e distante do tradicional. Então porque não pagar 500 reais? para 90% do conselho esse valor é irrisório.
    Abraço

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