ESPECIAL ELEIÇÕES 2010 – Esclarecimentos

Os moderadores do Blog GRÊMIO SEMPRE IMORTAL informam aos seus leitores que o nosso objetivo é termos a participação dos representantes dos principais movimentos políticos gremistas.

Para tanto, ailment encaminhamos nossos questionamentos via e-mail aos representantes dos grupos Grêmio Acima de Tudo, Grêmio Independente, Grêmio Democrático, Grêmio Sempre, Grêmio Unido, Grêmio Imortal, Grêmio Menino Deus e Grêmio Sem Fronteiras.

Até o presente momento, nos encaminharam respostas apenas o Grêmio Acima de Tudo, o Grêmio Independente e o Grêmio Democrático, que terá post publicado na próxima terça-feira.

Cabe esclarecer que não foi feito contato com o  Grêmio Novo pois em circunstância anterior nos foi solicitado que o Blog GRÊMIO SEMPRE IMORTAL não mais efetuássemos contato com o representante do mencionado grupo politico. E respeitamos essa decisão.

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22 comentários

  1. Tchê, não entendi quem solicitou que o contato não fosse feito.

    Por mais que muitos que acessam aqui tenha restrições ao MGN, acho que a conversa com o representante desse grupo deve ser feita. Mas isso é só a minha opinião.

  2. Minwer,

    Exatamente: quem negou o contato e quem manifestou-se em nome do MGN e em nome do blog?

    O Jorge Bastos, que foi um dos primeiros integrantes do MGN e um de seus primeiros (senão o primeiro) presidente, que teve um papel importante no começo da gestão Odone, é uma pessoa extremamente acessível. Inclusive ele fez alguns bons comentários aqui no Sempre Imortal.

    O Sérgio Bombassaro, o Ronei Krolow e o Jorge D’Ávila fizeram um importante trabalho de depuração e de início de preocupação com a atenção ao associado. Eles também são muito gente boa.

    O Maurício Pereira foi um bom conselheiro fiscal.

    O Rodrigo Karan fez parte do grupo que teve o difícil trabalho de revisar o Estatuto. E ficou muito bom, apesar de sempre haver uma cláusula aqui e outra ali que, de acordo com o contexto, sempre discutimos e propomos alterações.

    Enfim… Talvez o problema de parte a parte seja muito mais de ofensas gratuitas do que de divergências políticas.

    Já falei aqui em diversas vezes que, durante um ano e pouco em que fiz parte do MGN, nunca me desentendi com ninguém. Há algum tempo atrás, eu e a Lúcia fomos fazer o Tour Tricolor e paramos pra conversar com o Maurício, com o Rodrigo e com o Gabriel, que estavam indo para Taquara, se não me engano.

    Eu entendi no início e, com o tempo, passei a achar chato o fato de haver tido uma aproximação inicial com o Preis e, de última hora, o MGN ter fechado com o Odone. Porém, é preciso entender que Odone foi hábil em permitir que vários de seus apoiadores (ou em vias de apoiá-lo) compusessem a chapa para o Conselho de Administração. Nesse caso, ao lado do Preis, estava muita gente mais conservadora, que obviamente preferiu marcar presença na chapa em função de amizade ou de antiguidade. Então, por uma questão de perceber aonde poderia ter um espaço maior para mostrar trabalho, o MGN fez essa escolha.

    Daí para a frente, fiquei bastante tempo afastado das questões políticas por questões pessoais e profissionais. Acho que hoje discordo de certas tomadas de posição, mas não vejo nenhuma razão para nutrir um sentimento negativo pelo MGN. De seu lado, também acho que o Movimento peca por manter essa relação complicada. No frigir dos ovos, à exceção de atitudes relatadas pelo Josias em relação a uma pessoa do MGN, creio que há falhas de parte a parte.

    Sem jogo de cena, sem hipocrisia, sem compadrio e sem troca de favores, pra ser bem sincero, gostaria muito de ver o pessoal sentar e conversar. A questão de um lado defender um clube mais democrático e do outro um clube mais conservador cai por terra na medida em que os fatos comprovam que o modelo de manutenção de crenças defendido a ferro e fogo por ambos os lados não se comprova na realidade: primeiro, porque as mudanças “de soco” não deram certo; e, segundo, porque a política das “capitanias hereditárias” é vista até mesmo de dentro do G6 como altamente prejudicial para o futuro do clube.

    Naturalmente, MGN cresceu. O tempo mostrou que as afinidades (pelo menos no papel e nas boas relações) entre este, o MGI, o Grêmio Menino Deus e o Grêmio Sem Fronteiras hoje forma um bloco bastante significativo – daí a enorme dificuldade em uma terceira chapa conseguir eleger-se diante do hoje altíssimo percentual mínimo definido como cláusula de barreira de entrada no CD.

    Conversei brevemente com o pessoal do Grêmio Democrático na exposição das Categorias de Base no Copacabana em evento oferecido pelo MGAT e ainda não saberia dizer se eles se encaixam no que conhecemos por G6 ou na atual oposição. Sei que é um movimento novo e bastante propositivo.

    Dentro do G6, pelo que estou conhecendo, percebo que o Grêmio Sempre, o Grêmio Unido e o Grêmio Imortal pensam, sim, em mudanças. No caso do Grêmio Unido (e também do Imortal – por favor, corrijam se estiver enganado), este inclusive anunciou algumas palestras no Museu do Esporte na tentativa de formar uma Escola de Gestão para formação de novos dirigentes. Também já falei que, naquele período, infelizmente, não podia participar por estar com as noites de segunda ocupadas.

    O Grêmio Acima de Tudo, por sua vez, tem sido quem mais promove reuniões abertas para mostrar a gestão Duda. E outros movimentos também o fazem. Independentemente de concordar ou não com as decisões da gestão Duda, é inegável que a transparência hoje é muito maior do que em qualquer outro “governo” tricolor.

    Enfim… Parece que o que mais pesa são picuinhas pessoais. Não é justo falar sobre pessoas que desconheço. E, mesmo que as conhecesse, sempre que algum conselheiro experiente me diz que “fulano não senta à mesma mesa de beltrano”, também não posso avaliar a importância da ofensa de parte a parte e isso deve ser respeitado.

    Contudo, em relação a movimentos políticos, mesmo com conteúdo programático e práticas gerenciais diferentes, acho um tremendo equívoco DE TODOS tornar o debate polarizado no pior sentido. Senão, estaremos diante de dois problemas muito graves: 1) não vai haver espaço para que ambos cheguem a pontos de colaboração e 2) a maior cláusula de barreira para a entrada de novos conselheiros que não se enquadrem exatamente nesse perfil polarizado será exatamente a polarização, tendo em vista que quase todos os mais antigos estarão ou de um lado, ou de outro.

    Infelizmente, de maneira geral, não vejo independência de quem se diz independente. Por favor, que o pessoal do MGI não entenda isso como um recado direto mas, sim, de que, quando qualquer movimento é questionado, há uma frase pronta que diz que, independentemente da composição da qual esteja participando em prol da governabilidade do clube, que cada movimento defende tão-somente as suas próprias bandeiras.

    Ora, ninguém governa (ou desgoverna) sozinho…

    []’s,
    Hélio

  3. Hélio.

    O que eu acho interessante é que o MGN não quer que o blog chegue nele, mas aqui volta e meia aparece um fake de lá. Dá prá entender ? Não vem o quente, vem o falso. Inexplicável.

    O ´causo`, como diria um bom peão
    é que o Sr. Antonini tem ou tinha uma influência muito forte no Grupo, e os ´fakes` dele a partir da minha desavença com ele sempre que podiam buscavam me agredir – e volta e meia um ressuscita. Aliás isto era uma constante a mim e ao Cacalo até que tivemos uma conversinha de pé de orelha …. Como eu não tenho rabo ….só inventando para me atingirem em questões como a que tentaram experimentar, que de tão rídicula caiu no hilário.

    MAS ….

    tenho, prá mim, que a desavença que tive não foi com o MGN e sim pontual, pessoal e particular com o Sr. Antonini e relatei aqui de forma minudente.

    Em resumo a desavença se deu quando revelei na Guaíba como se passou o episódio Brito e como ele se portou comigo. Sabendo da estratégia desde inicio – Odone Presidente da GE, ele, Antonini, dela integrante, e Brito para Presidente do clube – trama armada sendo ele partícipe dela, se manteve silente aos demais colegas de CA, ou a mim, especficamente, nada informando, guardando em segredo; quando fiquei sabendo, somente na tarde do dia em que seria anunciado o procedimento ardiloso eu lhe disse: mas se for assim vou renunciar, a resposta dele foi = eu faria a mesma coisa; eu lhe indaguei: e tu concordou com esta armação ? como será o Brito Presidente ? Ao que ele me respondeu: eu vou para a ARena, para a GE, esta questão não fica mais comigo !

    Revelado isto, e ele sem saída, quando procurado pela Guaíba sobre mim falou de forma apelativa: o Josias só se importa com camisetas ….É mole ? Baita resposta ! Mesmo que tivesse razão em relação a mim, confessou a sacanagem – não tenho outra denominação prá aquilo, se tiverem, me digam ..

    Em suma no fato foi falso, oportunista. E não foi a única vez que agiu com falsidade e deslealdade para com um colega de CA. Nas ultilmas eleições também colecionou episódios que me desapontaram, novamente comigo, e pessoalmente, nos corredores da TV COM. Esta é que é a questão.

    Nunca tive nada contra o MGN. Estivemos juntos na campanha para o CD atrelados a dupla Cacalo e Koff, quando eles ´aconteceram` para o conselho. Sempre elogiei o Bastos aqui e exaustivamente. Ele foi meu colega de Vice Presidência no primeiro mandato, 2005/2006 e foi substituído pelo Antonini no segundo, 2007/2008. A diferença de trabalhar com um e com outro foi abismal. O Bastos se conduziu como vinho de outra pipa, homem de postura não coloca seus interesses pessoais acima do clube. É leal, não é falso nem apelativo. Enfrentava o Odone nas crises ditatoriais dele, batia de frente quando preciso, nunca se mixava e muito menos se deixou seduzir por qualquer proposta que lhe trouxesse beneficio de qualquer ordem. O apelido do Bastos dado pelo Odone era ´BRUTUS`, e vinha muito dai: não vem com melzinho me lamber, o que que tu quer com isto ??? Ele questionava, vigiava o Grêmio acima de suas pretensões e com o coração na mão, isto que se exige de um grande dirigente Gremista. O Antonini foi ´seduzido` pelo Projeto Arena, esta a verdade – que tudo mundo sabe – e para obter vaga na GE fez tudo o que o Odone mandou, virou estafeta dele, e sorrateiramente, na escuridão, bolaram o plano Brito. Depois passou a chorar pelos cantos e se lamuriar por ter sido excluído. Em represália ( até uma criança notou isto ) passou a bater na direção que tomou o governo e no Duda no dia seguinte à perda da eleição ( rainha da inglaterra ), não o objetivo não era o melhor para o Grêmio, era a sua preterição, seu orgulho e desejo feridos, ai é que restou o problema dele. Quase patológico, se é que não é. E continuou batendo durante um tempo.
    Agora anda apaziguado, acho que ou aprendeu a lição ou esta amadurecendo ou os dois. Que bom, já disse aqui e vou repetir. Em 2009 o MGN fez um papelão como Oposição – e a meu juízo muito pela liderança deste moço ou então,como ele era o mais expressivo componente do grupo, no momento, por ter estado vice, houve uma contaminação emocional pela rejeição, o que é normal em grupos de muitos jovens. Em 2010 tem tido outra postura e isto fortifica o grupo. Ou amadurece o Antonini, ou o Grupo ou ambos.

    O Bombassaro é meu amigo pessoal, excelente cara e prestou grande serviço para o clube no quadro social. O Mauricio é excelente também, a irmã dele é advogada no meu escritório, pessoa exemplar. Enfim, repito, nada contra o MGN. Se critiquei o grupo em algumas ocasiões, o fiz como já fiz a todos os movimentos no que achei criticável, como ao próprio G Imortal, meu berço, a quem censurei diante da atuação na votação da cláusula de barreira face promessa de campanha e inclusive sobre a conduta de alguns que nominei aqui. Critiquei o MGN em algumas atuações suas, como o exagero, o destempero e a inadequação, da critica generalizada e precipitada, graciosa, à direção, sem critério, bati no de canela e na secação, mas foram questões pontuais, tanto quanto a do G Imortal, e ninguém lá do G Imortal recusou o blog por isto.

    E segue a caravana ….

  4. Vejo uma enorme contradição nesta rejeição à partcipação do Gremio Novo neste ciclo de entrevistas de iniciativa do blog. Afinal, não almejamos todos uma pacificação geral e irrestrita dentro do clube ou queremos um estado de permanente confronto?
    Concordo com o Hélio quando diz que questões pessoais se sobrepõem ao especto político nas discussões, algumas acirradas e que invariavelemente descambam para a ofensa rasteira. Embora reconheça que algumas manifestação de partcipantes do blog do GN são extremadas, não vejo motivo para uma drástica censura, uma vez que são opiniões pessoais que muitas vêzes não afinam com o pensamento dos moderadores. Tenho ultimamente acompanhado aqui neste espaço preocupantes ataques de parte a parte entre colaboradores do blog, cada um com as suas razões e argumentos. No entanto, a nenhum foi cassada a palavra, embora a demasia. Devemos, sim, censurar a baixaria, a falcatrua, a mentira deslavada, e tudo o que possa prejudicar a instituição Gremio. É, antes de mais nada, nosso dever como gremistas. Me desculpem, mas não posso compactuar com este “aparthaid” tricolor que veta a inclusão do grupo GN na programação das entrevistas deste blog. Acho um baita exagero, para não dizer uma falta de consideração com os respeitáveis gremistas que participam do mesmo. Temos elogiado a gradual abertura que vem oxigenando a vida social do clube. Saber conviver com as diferenças faz parte deste processo. Retroceder?… Nunca mais!.

  5. Os moderadores do Blog GRÊMIO SEMPRE IMORTAL informam que em novembro de 2009 contatamos vários presidentes/coordenadores dos movimentos políticos gremistas questionando-os sobre o então lançamento do nome do Presidente HÉLIO DOURADO para patrono do Clube, proposta essa lançada pelo conselheiros gremista e nosso comentarista MARCELO AIQUEL.
    Na ocasião, o senhor MAURÍCIO PEREIRA nos retornou informando que não “iria perder o seu tempo”.
    Frente a essa resposta, não serão os moderadores do Blog GRÊMIO SEMPRE IMORTAL que irão fazer com o sr. MAURÍCIO PEREIRA perca o seu precioso tempo.
    Entretanto, caso o mesmo encontre alguma brecha em sua concorrida agenda e entenda que os leitores do nosso blog possam apreciar uma manifestação sua quanto ao tema proposta, basta nos informar através do endereço eletrônico do Blog.

  6. JOSIAS,

    Sabes que tenho grande apreço por ti apesar do nosso ainda breve contato e que vejo em ti sinceridade e confiança. Eu não conhecia esse lado do Antonini enquanto estive no MGN e não poderia sequer mencionar o fato. Tu mesmo afirmas que uma notável qualidade tua é a memória. A minha também é boa – porém, nem tanto: posso estar um pouco acima da média, mas levo um banho de ti e do PVC da ESPN Brasil.

    Sem nenhuma rasgação de seda (uma, porque não precisas; outra, porque eu só elogio a quem merece porque não tenho por que puxar o saco de ninguém), algo que nos aproxima é que sabes diferenciar bastante casos pessoais de articulações globais e que a instituição está acima da pequenez de quem procura obter vantagens para si.

    Sempre que dois amigos em comum falam sobre uma terceira pessoa que é muito amiga de um e desafeta do outro, cito as palavras de um amigo meu, mecânico que tem uma oficina bem pertinho do Olímpico, é gremistão e já teve vários de nossos craques como clientes – é o Alexandre da Bom Car 2A, ali na rua Florianópolis:

    – A ronha de vocês, é de vocês: se nenhum dos dois pisar na bola comigo, fica tudo igual (entre nós). E que ninguém me peça pra deixar de ser “parceiro” de um ou de outro. Senão, a coisa vai feder!

    _____
    DARCÍLIO,

    Meu cunhado carioca – um poço de sabedoria popular – costuma dizer o seguinte:

    “Mulher é assim: normalmente, tu encontras sozinha na rua uma amiga que – quase sempre – era unha e carne de outra amiga em comum, pergunta sobre a outra e ela responde: “estamos ‘de mau'”.

    Homem é assim: um dá uma porrada na cara do outro e, depois, os dois saem pra beber.”

    Claro, não dá pra considerar questões éticas, morais e profissionais sérias como algo que possa ser resolvido. Afinal de contas, há valores e caráter envolvidos. E é extremamente desagradável ser obrigado a conviver com alguém em quem não se pode confiar, pois qualquer intenção maior seria destruída por tentativas de ambas as partes de acertarem suas contas.

    O maior complicador surge sempre que aqueles que possuem mais afinidade com A generalizam o comportamento de B para o grupo que é próximo de B: nesse ponto, o preconceito já tomou conta do ambiente.

    Como dizia Einstein, é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito.

    Em termos de Grêmio, hoje, felizmente, não possuo desafetos. O que eu tenho é uma visão sobre certas pessoas cuja postura não me agrada. Contudo, hoje não vejo motivos para não conversar com elas.

    Como o futebol é dinâmico (Rafael Bandeira dos Santos), duvido que, infelizmente, não venha a tê-los um dia. Todavia, também sei que alguém com o qual hoje possuo diferenças poderá vir a exercer um papel importante na minha vida, assim como alguém fará algo que fará com que perca a minha confiança para sempre. Nunca se ganha em tudo, nunca se perde em tudo. As escolhas são fundamentais, porém, normalmente, são dificílimas.

    Enfim, estou filosofando, escrevendo demais e tomando o tempo de vocês.

    Mas, vejam o lado bom da coisa: hoje é final de tarde de sexta-feira. Fiz bons contatos, tive ótimas leituras, vou dançar salsa com a Lu no aniversário da nossa cunhada que é uma pessoa sensacional…

    Mas o que realmente importa é que amanhã à tarde, estaremos todos no Olímpico!

    []’s,
    Hélio

  7. Caríssimos moderadores,

    Muito provavelmente, seja possível conversar com outra liderança do MGN. O próprio Bastos, ou o Bombassaro, por exemplo. Ou o Rodrigo Karan.

    Seja como for, a melhor atitude é, além de fazer a esse Movimento as questões de praxe levadas aos demais presidentes de movimento, a questão sobre elevar o Dr. Hélio Dourado a patrono.

    Me criei com meu pai (que teria hoje a mesma idade do Dr. Hélio caso fosse vivo) contando as histórias da Campanha do Tijolo, da cotovelada de Figueroa em Tarciso na final do Gauchão de 1975 (ou 1976) e de 1977 (ENEA – Eles Nunca Esquecerão André).

    Acho um absurdo negar a história. Mais absurdo ainda é, mesmo discordando, rejeitar a sabedoria de alguém que – salvo por um milagre – terá sempre feito muito mais pelo Grêmio do que aqueles que o esquecem.

    Se a gente existe, é porque alguém que estava aqui há muito mais tempo nos gerou. Somos o resultado da multiplicação das inteligências de duas famílias. E, enquanto vivemos, trocamos informações, realizamos coisas e expandimos a nossa inteligência.

    O legado histórico e emocional tem um peso e um corpo. A história não é morta nem fica para trás: ela pulsa para nos lançar ao próximo salto. Disso é feito o Grêmio. Tirem isso de nós e perderemos nossa razão de existirmos como clube centenário, vitorioso e respeitado no mundo inteiro.

    Se quem nega o passado é tão visionário e não quer perder seu tempo com heranças, por que diabos não criam um clube de empresários como o Votoraty, nosso futuro adversário na Copa do Brasil?!

    []’s,
    Hélio

  8. Se eu não estou errado, o primeiro presidente do Grêmio Novo foi o Bernardon, que por sinal anda desaparecido.
    Será que ele se perdeu no caminho até Rondonópolis? Deve estar dizendo “agora vai” pelo caminho tentanto voltar pra Porto Alegre. ehehehe

  9. Ainda no tema, basta uma simples lida no site do GN pra ver a secação dos comentários que são deixados lá.
    Isso quando não vão pra apelação e baixaria atacando até mesmo esse blog. Tá lá, basta ler todos os comentários com atenção pra ver o desprezo que eles tem por esse blog. Então eu não entendo por que essa preocupação “democrática” com eles. Se os comentários estão lá, são referendados pelo grupo diretivo deles.

  10. Sr. Josias!
    Realmente me equivoquei. Peço desculpas aos moderadores do GSI pelo meu erro. Mas, vale o mesmo, agora, para o Gremio Novo. Vejo uma enorme contradição na sua posição pelos mesmos motivos. A almejada pacificação interna não deveria ser um anseio de todos os gremistas? Os interesses do Gremio instituição não deveriam se sobrepor às vaidades de grupos e pessoas? Tirando as observações pontuais dirigidas ao GN, o restante do meu comentário tinha e tem o sentido de chamar a atenção para este permanente confronto entre pessoas e facções dentro do clube que nada constrói, ao contrário, estabelece um duradouro clima de desunião que não é bom para ninguém.
    Este auto-exílio, ou, se quiserem, este unilateral “aparthaid” que o próprio GN se impôs, vejo com uma certa dose de frustração, já que tenho o máximo interesse – e penso que não estou só – em conhecer o que pensam seus dirigentes e que propostas tem para o clube.

  11. Olha pessoal conheço o Josias há muito tempo, eu era guri e ele já era eleitor do Getúlio Vargas. Nada a ver. É mais moço que eu alguns dias. Posso discordar dele em alguns aspectos, porém ” O episódio Britto” está com o relato fiel, até por que o Josias não inverte a verdade.
    Quando envolve caráter, não se trata de questão pessoal é algo mais grave. O Grêmio está acima de tudo, mas certas coisas não se perdoa. Há poucos dias eu elogiei neste espaço , o pres. do MGI, Milton Camargo. Já tive divergências com o Vicente Martins, mas é um bom caráter.
    O Josias tem suas razões.

  12. Helio o teu mecânico tem toda a razão e eu penso como ele. Tenho grandes amigos que não se cruzam e sou amigo de muitos amigos de alugns poucos desafetos, e não me intrometo nas amizades deles. Eu escolho os meus amigos não os amigos deles. Na verdade digo om orgulho, tenho pouquissimos desafetos no CD do clube hoje. A minha fama de brigão é mais folcrore e pelo meu jeito epidérmico, o CD tem quase 400 compoenentes, e mal encho uma mão contando com os que não cumprimento ( sendo que um deles por questões que não passam nem próximo do olimpico, envolveu um episódio familiar e trata-se de um dos maiores gremistas que conheço e de um coração imenso, tenho enorme admiração, mesmo, por ele, mas infelizmente um incidente mal resolvido nos distanciou ), três por questões puramente politicas, dou os nomes, Antonini, Odone e Carioca, e acabou, nem me lembro de ninguém mais com o qual não me relacione ao menos cordialmente. O episódio Antonini fosse apenas uma grosseria ( e esta tb houve em outras ocasiões como na questão TV COM ) talvez eu superasse, mas o que ocorreu não se tratou disto, não foi uma grosseria, foi uma comportamento, uma conduta, desleal e falsa; Odone imperdoável quer politicamente quer pessoalmente, e Carioca, coitado, só dizendo assim. O Marco Souza não é onselheiro do clube, e o que ocorreu comigo e com ele todos sabem assim como todos sabem com terminou. Nunca, entretanto, deixei de reconhecer aqui quando Odone ou Souza, por exemplo, agiram de forma a elogiar. Só nunca encontrei elogios a conceder ao Antonini e ao Carioca que nunca agregou nada ao clube e dele só se serviu quando esteve por lá em 89, mais recentemente se postou como companhia ao Odone, nada mais: sua unica participação mais efetiva foi aconselhar o Presidente a tirar o time de Campo nos Aflitos ….. E o seu Pacheco, cuja incompetência no mkt e na comunicação – uma unanimidade – e sede de poder me irritam. Era o escudeiro do Cacalo, virou o n. 1 da chapa Odone x Cacalo e Kof, ficou vice do Odone e ai trocou de lado de novo, tudo para ficar perto do poder, ficando vice do Duda x Odone. Quando eu sai que reununciei ele me encheu de criticas, ai na festa do Duda para a eleição ele foi ao microfone para falar porque tinha trocado de lado e sobre o Governo Odone, e disse em alto e bom tom: passei 2 anos de ditatura ???????????? Ué então porque me criticou quando eu renunciei e disse a mesma coisa um ano antes ???????????? Por que continuou até o fim ?????????? É mole ?????????? Não se surpreendam se o Odone concorrer na próxima e ele sentir que o Odone poderá ganhar, que ele retome seu amor pelo ODONO !!!! Inconfiável, pelo poder faz qualquer negócio … Não me parece que este tipo de conduta seja boa para o clube. E vcs ?

    E fim, é isto, nada mais do que isto.

    SURPREENDENTE, a posição do MAURICIO. Em sendo isto mesmo, já passo a desconfiar que o MGN perdeu tempo com ele de Presidente. Mas deve ter sido um episódio isolado, ele deveria estar de cabeça quente por alguma coisa e pisou na bola. Isto acntece.

  13. Aos moderadores do blog. Como alguns sabem outros não tem o conhecimento, sou do Grêmio Unido. Quando li o post, resolvi telefonar para o Jorge Bastos. O Jorge me retornou a ligação e comentei com ele sobre o post. disse-lhe que apesar das nossas posições antagônicas, achava extremamente importante a participação do MGN, pois se trata de um dos Grupos Políticos atuantes dentro do nosso tricolor. Mencionei com ele que desconhecia as razãoes para tais fatos terem ocorrido, mas em última análise que esses post estava sendo remetidos a todos os grupos menos para o MGN. O Jorge está em férias e disse-me que quando retornar irá se posicionar. Não entrei em maiores detalhes com o Jorge, mas quero deixar registrado que o Bastos, como sempre foi uma pessoa extremamente educada e cordial. Tenho certeza que terá alguma palavra.

  14. Josias:

    Concordo com tua análise. Em relação ao MGN, por que te surpreendes. Eles são extremamente imaturos. Muito mais do que se poderia imaginar. Muito mais do que a idade deles.

    Então não te surpreende. Lamentavelmente, há muitos lobos em pele de ovelha. Nos momentos mais non sense o lupus aparece.

  15. Josias,

    Mudando de saco pra mala: temos um conhecido em comum que é uma pessoa sensacional, da tua terra, ligada ao futebol e que te admira muito.

    Trata-se do Ilton, vice-presidente licenciado do “Vovô” Rio Grande. Ele é esposo da Lídia, melhor amiga dos meus cunhados. Nos encontramos na última sexta e conversamos muito sobre Grêmio e Rio Grande.

    Grande figura rio-grandina, grande cidadão!

    []’s,
    Hélio

  16. Conheci o Maurício Pereira no Grêmio, ficamos bons amigos, e nunca vi na sua conduta algo que pudesse ser alvo de crítica.

    Concordo com o companheiro que escreveu acima, dizendo que certamente ele deveria estar num mau momento (talvez até motivado por problemas na sua empresa) quando teria dado a tal resposta.

    Não só ele, como muitos gremistas que fazem parte do GN são excelentes pessoas e creio que se torna importante sabermos o que pensa o Movimento com relação às eleições deste ano no Grêmio.

    Também sou fã do Jorge Bastos, mas se o Maurício é o atual presidente, entendo que é ele quem deva responder ao questionário, com o equilíbrio e seriedade com que costuma tratar as coisas do nosso Grêmio.

  17. Olha. Não conheço pessoalmente nenhuma das pessoas citadas aqui. Nem moro em POA. Só acompanho este blog porque é até agora o melhor lugar que encontrei para ter informações do que anda acontecendo nos bastidores do Grêmio. O que mais me anima são as notícias de mudanças na política. Agradeço pelo bom trabalho de antigos dirigentes (Hélio, Koff, etc), Eles fizeram a história grande que o Grêmio tem, mas hoje o que mais necessitamos é de renovação.

    A iniciativa do blog quanto a entrevistar os representantes dos principais movimentos foi excelente. Uma das melhores coisas que poderia acontecer ao Grêmio seria o seu quadro social como um todo tornar-se um eleitorado informado e consciente. Eu sempre disse que quem ganha títulos não são jogadores nem treinadores, mas o dirigentes que os contratam e lhes dão condições de trabalho. Não creio que haja no Brasil um clube com quadro social mais apto para atingir maturidade eleitoral do que o Grêmio.

    Minha sugestão aos moderadores do blog é de que seria uma demonstração de rara grandeza (e não de pequenez como pensam os pequenos), simplesmente fazer contato com o MGN sem sequer mencionar acontecimentos passados, explicando os objetivos do blog com esta entrevista, e dando a oportunidade para o MGN participar.

    Se alguém do MGN foi prepotente ou algo semelhante, não significa que todos seus parceiros o sejam. E se o fossem também caberia a mesma ação isenta de ânimos. Egos prepotentes não são mais carentes do que egos ofendidos. Se porventura o MGN responder ao convite com renovada prepotência, qual o problema? Gente resolvida não está nem aí para isto.

    Creio que muitos aqui gostariam de ver o MGN participar respondendo as mesmas perguntas, e creio também que este blog pode acrescentar muito à contribuição ao diálogo que vem dando, simplesmente ignorando picuinhas. É impossível impedir que vaidades interfiram na política de um clube. Mas é completamente possível compadecer-se dos vaidosos e estender-lhes a mão. Os vaidosos só temem a concorrência, mas aqueles que não têm vaidade para disputar com eles, nada têm a temer, tampouco devem ser temidos. Para quem só quer a grandeza do Grêmio, isto acaba ficando fácil.

    Desculpem a filosofia toda, mas é o que eu penso e é minha contribuição

  18. Senhores: sou membro do MGN desde 2000 (ou seja, desde a sua fundação), conselheiro suplente do Grêmio em 2004 e titular desde 2007, sempre eleito como representante do MGN. Não tenho o costume de acessar blogs (até pela minha pouca disponibilidade de tempo, dada minha intensa atividade profissional), mas, por casualidade, acessei este hoje.

    Esclareço que as decisões do grupo tem por prática serem tomadas em assembléias plenárias – ou, em casos mais urgentes, tomadas por um grupo de representação do movimento eleito democraticamente dentre os membros do grupo (decisões que são posteriormente discutidas e referendadas em assembléias plenárias). Em nenhum momento, desde 2000, o grupo decidiu por discriminar opiniões para blogs, panfletos, textos ou assemelhados – e, no caso, possivelmente o comentário postado pelos moderadores tenha sido um grande mal-entendido não explicado ou não trabalhado (sinceramente, explicável pelo acirramento de ânimos que diferentes grupos políticos tomam ao longo do tempo, como pode ser visto em alguns dos comentários acima).

    Enfim, o que importa é o Grêmio e sua subsistência – sendo que todos que postam ou comentam aqui, até prova cabal em contrário, querem o bem do clube, seja da forma que for (ou com as pessoas que forem). O Bernardon tem meu e-mail pessoal – e, caso seja do desejo dos moderadores que o MGN responda tais questionamentos, me antecipo ao retorno do Bastos – novo presidente eleito, diga-se de passagem – assumo a tarefa de buscar as opiniões dos membros do grupo para que sejam postadas posteriormente pelos moderadores.

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