E A Comunicação Social? É NOSSO, É NOSSO, É NOSSO.

Quando efetuamos o nosso post questionando as possíveis novidades sobre a Rádio Grêmio FM, cialis tivemos um comentário do conselheiro Alexandre Aguiar, healing sugerindo que contatássemos a Comunicação Social do Grêmio, na pessoa do senhor Haroldo Santos.

Pois passado mais de uma semana, não obtivemos nenhuma resposta do email/entrevista que encaminhamos para o endereço eletrônico gremiotv@gremio.net, direcionado ao senhor Haroldo Santos.

Muitos reclamam do posicionamento da Ouvidoria do Grêmio, com as suas respostas automáticas disparadas aos que buscam algum esclarecimento junto aquele órgão do Clube, mas desde o dia 26 de janeiro de 2010 – data do envio da nossa mensagem – NINGUÉM DA COMUNICAÇÂO SOCIAL do Grêmio respondeu. Nem para atender os nossos questionamentos sobre a área, nem para reclamar da nossa ousadia em questionar a referida área.

Mas acreditamos que tenha ocorrido algum problema e que ao longo da próxima semana possamos publicar em nosso Blog a singela entrevista com o responsável pela Comunicação Social do Grêmio.

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39 comentários

  1. Contrariando todos os pressupostos mais recentes do marketing, o torcedor não é visto como cliente, o associado não é visto como cliente especial, o conselheiro não é visto como colaborador e NINGUÉM dentro dessa ampla cadeia de relacionamento AFETIVO E ECONÔMICO é visto como PARCEIRO.

    Se alguém está de férias, que tenha-se disponível um substituto à altura. Mas ninguém pode ficar sem resposta.

    Novamente: a negligência vem de cima. Sempre com a desculpa da falta de dinheiro.

    []’s,
    Héllio

  2. Comentei lá no post seguinte. Como parece que ninguém leu estou repetindo aqui, mas só para chamar pra lá.

    Custei a achar. Mas após alguns contatos, ninguém se lembrava direito do nome, pesquisas da internet acabei chegando.

    O caro é o prof. Marcos Machado do Top Brands

    http://www.topbrands.com.br/quem_equipe.php

    Conhece Hélio?
    Dizem que o cara é “o cara” em branding.

    Assunto pros especialistas.

  3. Caro Hélio!
    A frase com que encerras tua partcipação no post anterior: “o tempo de conversa mole da diretoria já acabou”, sentencia as tuas constatações e contrariedades com a insatisfatória performance de alguns setores de vital importância na estrutura organizacional do clube, além de dar cobro aos vacilos da política de contratação de jogadores e de aproveitamento dos talentos oriundos das categorias de base. Estou contigo. No meu modo de ver, o teu inconformismo não tem o apêlo de uma “caça às bruxas” e muito menos a intenção de criar um clima de hostilidade para com a atual direção.
    Essa insatisfação, que não é exclusividade tua, vem ganhando corpo já há algum tempo, haja vista as diversas manifestações aqui postadas. Culpa das nossas paixões, de uma momentânea intolerância e de uma certa impotência diante dos fatos que desfilam aos nossos olhos. Há o outro lado, também, como diz o senhor Josias quando defende a atual direção: “mesmo errando e sendo cobrados a todo momento, lá estão eles, diariamente, trabalhando pelo Gremio e isso é o que interessa”. Só erra quem tenta, quem faz. Temos, todos, um compromisso inadiável com o GREMIO, pois, afinal, todos o queremos forte e vencedor e mudanças fora de hora ou na hora errada, mais atrapalham do que ajudam.

  4. José,

    Tem ainda aquele cara fantástico do Paraná (cujo nome esqueci), que trabalha em parceria com a empresa de pesquisa de opinião e mercado do Paulo e da Thaís Reali. O cara é fera!

    Enfim… O Grêmio tem acesso, mas não procura as pessoas. Parece que o seminário recente com o Jorge Gerdau deve ter sido iniciativa do próprio empresário.

    []’s,
    Hélio

  5. Hélio
    Conforme detalhei no post (anterior/seguinte? ) O GRÊMIIO já procurou, há sete (7) anos um cara fera. Recebeu até proposta de trabalho.

    O problema é que as pessoas – por algum motivo – bloqueiam esse tipo de iniciativa. Quem propõe fica isolado.

    Peço licença para remeter à outra postagem dispensado de repetir tudo aqui.

    Tem gente que dá a vida por uma açãozinha efêmera, de curto alcance e de ínfimos resultados…

    É o próprio gastar pólvora em chimango ou “usar o boeing para comprar na padaria da esquina”

    Clube do tamanho do Grêmio tem de priorizar ações de grande escala. Falei im priorizar umas, não falei em eliminar as outras…

  6. Nada de novo neste post. A ouvidoria nunca ouviu ninguem, porque a posição do torcedor nao interessa.
    O Haroldo nunca respondeu um e-mail enviado por mim. E nunca vai responder, porque o cargo dele não corre perigo nunca, independente da gestão.

  7. Nilton

    ENORME INJUSTIÇA COM A OUVIDORIA.

    ela não faz mais por exclusiva falta de meios.

    Apesar disso, o trabalho é admirável.

    Pesquise!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Vai melhorar.

  8. Por isso tem alguns mendicantes querendo ensinar pros outros como se faz.

    Primeiro, deixem de ser mendicantes.

    Depois, venham ensinar.

    :) :P :D :x :o

  9. José:

    Trabalho admirável!?!!? da onde tirou isso?? e se tá faltando estrutura, não tem como fazer um trabalho admirável, mas, no máximo, satisfatório, que é minha opinião sobre este setor do clube…

  10. João Luiz
    Tu és o João Luiz ou o Santos…algo Santos?

    Tchê. Temos de diferenciar a dedicação dos ouvidores da estrutura.

    Airton Ruschel. João de Deus. Artur são caras admiráveis. Trabalho dedicado e competente. Mais e melhor não fazem porque está tudo ainda em organização.

    O que vão eles fazer se HISTORICAMENTE os vários setores do Clube não respondem pra Ouvidoria.

    Não é de agora. É de sempre.

    Quem sabe entras lá e resolves isso?
    Entáo João Luiz/ Nilton Santos. Menos na crítica, tá?
    Mais em colaboração. Vão lá e resolvam!

    Vou ficar aqui batendo palmas.

  11. Eu sei que o trabalho dos conselheiros ouvidores carece de estrutura e que são pessoas muitíssimo queridas e competentes.

    Porém, se o clube não possui estrutura e não dá satisfação, então que suspenda a ouvidoria até poder suprir a demanda.

    Por outro lado, gastam dinheiro com pessoas mal treinadas, burocracia na hora dos jogos e soluções não solucionadas como aqueles guichês ao lado do portão 1. Se é pra atravancar o meu caminho, eles passarão. Eu passarinho…

    []’s,
    Hélio

  12. Bah, Hélio. É tudo o que eu não queria ouvir ou ler de ti.
    Enquanto não puder fazer melhor, faz com o que tem e trata de melhorar.
    Jamais deixar de fazer porque não consegue fazˆ-lo de forma perfeita.

    O mundo está cheio de fracassos porque, por não poderem fazer o ótimo, deixaram de fazer o bom.

    Não desmerece nem desestimula nosso valentes e dedicados ouvidores.

    Aliás, sugestão

    POR QUE NÀO EMPRESTAS TEU INEGÁVEL TALENTO E CONHECIMENTO E DEDICAS ALGUMAS HORAS POR DIA À OUVIDORIA?????

    Seria um golaço.

  13. RUSCHEL. JOÃO DE DEUS. ARTUR

    Sugestão. Convidem o Hélio Sassen Paz para integrar os quadros da ouvidoria.

    Com algum pouco tempo que ele possa dar, será, não tenho dúvida um grande acréscimo

  14. José:

    primeiro, não tento me esconder em vários pseudônimos pra falar o que eu quero.

    segundo, concordo plenamente com o hélio. e vou mais longe, chega desse papo de “o cara é abnegado, então não dá pra criticar”.

    lê o que eu coloquei antes, o trabalho é no máximo satisfatório, se a diretoria desse aval e apoio seria aí sim ótimo.

    agora, só porque tu é chapa dos caras (que é o que me parece) isso não quer dizer que devemos concordar contigo. e, em vez de ficar sendo irônico, aproveita e aprende um pouco com as colocações do hélio, que tb é abnegado, entrando aqui todo dia e tentando ajudar…

  15. João

    Não estou sendo irônico.

    Acho francamente que quem critica tem de fazer melhor. Não só querer ensinar. Tem de fazer.

    Será que estou errado?

    Nada pessoal.

    Aprendo muito lendo as críticas. Mas aprendo mais ainda com a convicção de que os críticos só têm autoridade se fizerem melhor.

    Com faixa ou sem faixa. Aliás, tenho visto cara que nunca passou perto de uma faixa – nunca fez nada – criticando caras cheios de faixa no peito.

    Ridículo

  16. O Haroldo Santos foi levado ao Grêmio por indicação minha para um fazer um trabalho e novo e que estava ´vago` no clube que que precisava deste seotr, e, justiça seja feita, quando indiquei o seu nome o então Presidente Paulo Odone declincou que já havia recebido esta indicação de assessor politico. O Haroldo fez um trabalho revolucionário no clube em especial com a TV Grêmio e em diversas outras atividades afins. Durante o período de 2005 a 2007, acompanhei bem de perto o trabalho dele e ia muito, mas muito bem mesmo, e tinha autonomia digamos quase que total para dar andamento ao que plantava e de criação. Enquanto teve autonomia de criação e trabalho o resultado foi excelente. A partir de determinado momento o trabalho dele passou a receber intromissão e ´fiscalização/censura`, por um comandante que não sabe absoluamente nada do setor mas que se sente muito entendido em tudo quanto é área do clube. A partir dali a atividade do Haroldo murchou, ou estabilizou. Quando quem comanda entende muito pouco e muito menos do que o comandado, este é o risco que corre o clube. Enfim … Bem, mas eu posso atestar, o Juliano Ferrer foi quem também assinou em baixo no nome dele na época, enquanto ele deu asas ao exercicio de sua tarefa, ela andou e muito bem. Volto a dizer, justiça seja feita, o Presidente Paulo Odone lidava com ele e com o trabalho com muita compreensão e dela decorre a competência. Qualquer profissional de bom nível que se vê travado (talvez porque o comandante tema que ele apareça mais do que o próprio…) estabiliza. O Grêmio precisa se profissionalizar, e esta foi a grande mira, o foco, do inicio de gestão 2005 a qual o Bastos, por exemplo, acompanhou muito bem. Infelizmente, algumas mentes retrógadas ainda se dependuram em experiências que serviram, e em muito, no passado, mas que hoje já não se aplicam e não servem mais. Enquanto não houver uma efetiva conscientização desta profissionalização e tiver alguém que ainda pense com a mente voltada para trás, setores como a Comunicação e o Marketing vão andar como aquele parente do siri: em sentido oposto.

  17. Lendo essa tua explanação e outras anteriores, Josias (ótima como sempre), fico com uma impressão: que algo aconteceu em 2007 e de lá pra cá a melhora sensível do Grêmio em todos os setores foi por água abaixo, e esse declínio se acentuou quando a gestão duda começou.

    posso estar redondamente enganado, e não quero “colocar” palavras em tua boca, mas fico com essa impressão sempre que pessoas que realmente conhecem o Grêmio, como é o teu caso, falam sobre a estrutura do tricolor.

    Estou tendo a impressão errada, ou é isso mesmo, que desde meados de 2007 (para ser mais preciso, após a libertadores) o Grêmio como instituição começou a andar pra trás? ou seja, depois do vice da américa, quando o clube já era mais o mico de anos anteriores, vários resolveram “voltar” clube para assumi-lo de novo, mas agora contando com uma estrutura melhor (mas que acabaram detonando essa estrutura)?

    se entendi tudo errado, desculpa, mas acredito que passei perto da verdade, certo?

    PS. José:
    corneteiro é dose mesmo, mas pior que isso só ombudsman de comentarista de post na internet…

  18. esqueci de colocar uma coisa: tiro fora o setor financeiro e o jurídico do Grêmio: o primeiro é fantástico e o segundo me dá a impressão de estar sempre correto, apesar da corneta da imprensa “isenta”…

  19. João Luiz:

    1. Te diria que sim, especialmente a partir de 2008 e no depto de comunicação; o MTK que é um atraso, e, como sempre digo, é um problema muito antigo, já disse aqui, repito, que mesmo quando cheguei lá em 2005 e que a gestão começou ótima, o problema do marketing não foi resolvido. Já citei, repito, que o nosso Vice responsável pela área era um grande publicitário, mas não de MKT que não entendia. Ele era capacitado para grandes comerciais e impulsionou vendas no clube com a efetivação de muitos na ocasião, como aquele do De Leon o Paulo Odone e o M Sergio entrando em campo subindo a escadaria do túnel. Mas de MKT, pouco sabia. Foi modesto e revelou que se precisava de um profissional de primeira para o setor, mas não fomos capazes de encontrá-lo, melhor, não fomos capazes de enfrentar um problema. Esbarramos na nossa própria falta de ousadia para buscar um, e ele indicou alguns bons, mas ai veio o que digo sempre, aquele velho ranço do profissionalismo, querer alguém barato para um depto tão importante, se paga uma fortuna para um perna de pau, 100 mil, mas se quer encontrar um cara para tocar um depto que pode render milhões por 5 ou 10 mil reais. Então é brabo. Na época, este o fato, ficamos com receio de buscar um grande profissional do mercado, pagar bem ou muito bem, e sofrermos corneta de conselho, oposição, imprensa, e etc, por estar ´gastando` com um empregado ao contrário de enxugar a máquina e investir no futebol. Fracassamos nisto, reconheço. Se perguntares para mim se na época eu fiquei ao lado do Reinaldo Lopes que queria um cara top e pagar bem eu te responderia: fiquei, mas não fui persistente o suficiente para convencer a Presidência e nesa falta de persistência, claro, os demais e a Presidência passaram por cima do problema e o nosso MKG da época continuou como antes, ruim. Hoje acho que a situação está muito pior, porque o Reinaldo, mesmo não sendo do ramo, tinha muito mais conhecimento do quem está hoje lá, então no período 2005 e 2006 que foi o que ele esteve, DEU PRÁ DISFARÇAR, tipo um motor retificado, porque ele manejava bem demais a publicidade, hoje não temos nem uma publicidade razoável, houve muito retrocesso neste setor, mesmo cm falta de ousadia aquela gestão começou a plantar uma semente e preparar terreno para isto, mas a partir de 2008 o terreno foi abafado. Assim esta questão é antiva e vem se alongando, só que agora a meu juízo chegou no ponto do intolerável.

    2. O Jurídico. Aqui vou de novo ser repetitivo, se tem uma coisa que no Grêmio, durante todos estes anos, que funcionou bem talvez com raríssimas e pontuais exceções, foi o jurídico. Em 2005 já no inicio da gestão e com o aval do Presidente o depto foi definitivamente profissionalizado, com diretor remunerado e dois advogados fixos. Montamos uma equipe com 5 advogados, Juliano Ferrer, Alberto Guerra, Rui Santos, Camilo, mais tarde Christiano Rodrigues. Hoje apenas o Juliano não está lá, mas permaneceram os demais, sendo que o Rui responde pelo Guerra enquanto este está no Futebol. O Guerra foi diretor de 93/98, e este depto sempre teve uma continuidade. Joga junto há anos. Quem sabe não é por isto que dá certo, mas registro que no intervalo em que este grupo não esteve, o Dr. Belini, o Roberto Bersch e o Antonio Vicente comandaram uma equipe altamente qualificada. Nosso problema nunca foi neste depto. FAzendo justiça novamente, em 2007 o mesmo travamento que foi imposto ao depto de comunicação tentou avançar sobre o jurídico com e retroceder ao sistema antigo ( somente abnegados ); pulei em cima da mesa e enlouqueci, resisti, e confesso, não fosse a autoridade do Presidente Odone talvez isto tivesse acontecido e o jurídico hoje já não corresponderia como corresponde. Não sou rançoso, tenho inúmeras diferenças com o Odone, já falei sobre isto um milhão de vezes, mas ao Imperador o que é do IMperador. Todo mundo tem coisas boas e ruins. Ninguém é totalmente mau ou totalmente bom … salvo, claro, como sempre, as famosas excpecinalidades …

  20. HÉLIO.

    No outro post, aquele do debate com o AL DRÉ, que conhece tudo de Grêmio e do AL DISNEY, o amigo levantou a questão do condomínio e suas origens. Eu já contei isto aqui, mas de novo vou lembrar para que se corrija uma pequena observação do amigo e que talvez possa redundar em injustiça.
    Eu estava retornando ao Clube em 2005, com o primeiro CA eleito diretamente pelo voto do associado, O Presidente Odone pediu a dr. Mauch, ex diretor do Banco Central, que fizesse um lenvantamento da vida financeira do clube. Algum tempo depois o Dr. Mauch retornou e disse numa reunião do CA: tenho uma noticia boa e outra ruim; a boa, a contabilidade do clube está transparente, é clara como água, dá prá saber tudo como está; a ruim, a situação financeira é caótica, não sei como vcs vão pagar os credores.

    Eu chegava no clube com uma entrevista do Dr. Belini na mente, em que ele dizia num programa de rádio que o Grêmio tinha que fazer uma espécie de concordata branca, qual seja, chamar todos os credores e dizer, olha, se vcs cobrarem tudo ao mesmo tempo não vai sobrar nada prá ninguém, então ou vcs nos ajudam e vamos liquidar com todos aos poucos, nas suas proporções, ou ninguém vai levar nada, esta é que é a verdade.

    Aquilo não me saia da cabeça. Estávamos para profissionalizar o Jurídico, e esta era uma missão que me cabia. Ai veio o Dr. Celso Rodrigues, ex juiz ( excelente no cargo por sinal, e quem eu tinha tido a felicidade de conhecer e ser amigo há tempos e que muito nos ajudou, inclusive, na reforma estatutária, da qual fiz parte junto com Scapini, Renato Moreira, Marcos Hermann, o próprio Odone, entre outros ) cuja idéia de trazê-lo para o cargo de diretor remunerado partiu do Presidente. Sentei com ele e falei sobre a entrevista do Belini. Foi a primeira vez que eu ouvi, e foi dele, Celso Rodrigues: CONDOMÍNIO DE CREDORES, vamos fazer um e é por ai que vamos nos salvar. Infelizmente pouco tempo depois por motivos particulares o Dr. Celso nos deixou. Fui buscar outro para o cargo e então sugeri o Dr. Luis Carlos Levenzon, ex Presidente da OAB ( vejam só o curriculum do cara ) e conselheiro federal do órgão de classe. Ele topou. O Dr. Celso tinha deixado um esboço do Condomínio. Mostrei ao Levenzon e ao Gustavo Pinheiro que chegou cm ele no clube. Colocamos o plano em prática que tinha que ter intimidade para ser tocado com alguém do Financeiro. Quem estava no Financeiro era o Airton Ruschel, que, por sinal, estava auxiliando o Tulio Macedo a partir de uma sugestão minha. Pois e Ruschel ( hoje ouvidor ) e todos os componentes do Juridico passaram a por na prática ou esboço que estava no papel. Ali nasceu o CONDOMINIO. Não tenho dúvida, ali o clube se tornou viável de novo.

    Uma nota triste. Numa das ultimas reuniões do CD em 2008 o parecer fiscal deixou claro que a contabilidade ( lembram da notica boa do Mauch ? ) estava uma desordem, ao que o Presidente se dirigiu ao Tulio e questionou: eu não sabia disto, o que houve Tulio ? Neste mesmo dia perguntei ao Presidente no CD: como anda o Condomínio, ao que ele respondeu, tem um pequeno atraso, só. Depois ficamos sabendo que este atraso era de quase 7 milhões.

    Mais informações, perguntem ao AL DRÉ, que, claro, sabe tudo de Grêmio.

    abraço a todos

  21. obs. O Artur, até onde sei, não faz mais parte da ouvidoria do clube ! Ele renunciou. Salvo se retornou por agora.

  22. Esse tipo de condomínio começou no Rio de Janeiro. Os 4 grandes conseguiram no Tribunal do Trabalho a designação de uma Vara do Trabalho para administrar os pagamentos das dívidas trabalhistas.

    Isso foi lá pelo ano de 2003.

    As ações trabalhistas continuavam nas várias varas. Mas o pagamento era concentrando numa só. Os clubes pagavam um determinado percentual da verba de televisão que ía para depósito à disposição dessa Vara que fazia o rateio.

    O Grêmio, por intermédio do Dr. César Dias Netto e mais tarde por intermédio do sucessor tentou implantar isso aqui no RS. Pelo que me comentaram o TRT daqui não autorizou.

    Dessa história não tenho muitos detalhes. Quem souber, por favor, explique.

    Daí surgiu o Condomínio com algumas vantagens e desvantagens. Desvantagem: era é voluntário, Vantagens: passou a abranger também dívidas não trabalhistas.

    Foi realmente uma sacada fundamental. Sem ele ou algo equivalente, o Grêmio ficaria sufocado financeiramente. Asfixiado.

  23. O Roth tinha razão, o futebol é tocado por AMADORES.
    Para trabalhar no Grêmio o camarada deve estar sempre buscando melhorar, não basta ter feito uma coisa boa lá em 1976 e pensar que fez a sua parte. Na vida e serve para o Grêmio, o cara tem que estar constantemente buscando melhorar, eu não vejo isto no Grêmio.
    Parece que as pessoas que trabalham no Grêmio estão acima de qualquer crítica, não podemos reclamar pois seremos corneteiros, não podemos falar pois seremos traíra e por aí a fora.
    Agora pegaram esta de apoiar até as coisas erradas, caso contrário a pessoa que cobra e está buscando alguma melhora pode ser caracterizada como menos gremista, corneteira, “amarga” e secadora.
    Nos momentos ruins a torcida é a 1ª a ser conclamada, o cara que trabalha na comunicação não se comunica, só falta dizer que ele estava em SC e não pode se comunicar aí é sacanagem.
    Experimentem ficar sentado no trabalho, pensando que já fez demais, para ver se logo-logo não vem algum superior cobrar mais empenho, pegada, até a pegada já foi questionada no Olímpico.
    Sou gremista e tenho orgulho, mas depois que cai para 2ª é fácil chegar com a cola no meio das pernas e pedir apoio ao torcedor.
    ACORDA GERAL GRÊMIO!!!!!!!!!!!!!!!!!

  24. Josias,

    Excelente histórico. O melhor de contar com a tua colaboração constante neste blog é a tua memória e a historicidade com que desenvolves os fatos.

    Conheci a versão que havia citado a partir da reunião sobre aquele planejamento de marketing de valor inestimável oferecido pelas melhores cabeças gremistas do setor. Fiquei sabendo que o Dr. Celso Rodrigues é (ou era) o advogado do Clube dos 13 e que ele teria sido convidado pelo presidente Koff que, segundo alguns, teria sido quem propôs a ideia do condomínio de credores.

    A tua explicação é bem mais ampla e parece fazer jus ao papel de cada um nesse processo.

    Te faço uma pergunta que pode parecer óbvia para alguns, mas não necessariamente para a maioria do pessoal que lê o Sempre Imortal: apesar do montante das dívidas dos participantes do condomínio ser nominalmente bastante inferior à dívida do Grêmio com o fisco e com fornecedores, o condomínio definitivamente garantiu a sobrevivência do clube, certo?

    Me parece que o Governo é sempre mais lento e que é possível recorrer várias vezes contra o Estado (leia-se município/estado/país), mas não contra credores particulares repletos de advogados ágeis. É por aí?

    []’s,
    Hélio

  25. A opinião do Edison é muito importante. Sem voltarmos à questão especialistas x abnegados, o que importa é que, seja remunerado ou não, quem assumir um cargo no clube precisa ser, muito mais do que amigo ou partidário, um especialista.

    Se não for especialista, que seja cercado por especialistas e que aprenda rapidamente com eles.

    []’s,
    Hélio

  26. José,

    Por favor, presta bem atenção em como eu coloquei o problema enfrentado pela Ouvidoria. Não fiz NENHUMA objeção aos ouvidores. Também não considero – muito pelo contrário – esse departamento pouco importante.

    No entanto, a meu juízo, observei ao longo do tempo uma infinidade de casos nos quais não é prático, simpático nem financeiramente viável recorrer ao dito popular “é melhor do que não ter”.

    Por outro lado, quando um serviço fundamental é muito mal tratado, costumo ser provocador: afinal de contas, muitas ações somente são levadas a cabo a partir de um alerta vermelho.

    Vou te dar dois exemplos pra refletirmos sobre o papel de uma ouvidoria e a sua respectiva importância para a busca da excelência por parte de uma instituição:

    1) Tenho 36 anos e consumo Nescau desde que me entendo por gente. Há dois ou três anos atrás, notei que, ao invés de afundar, o Nescau passou a boiar no copo. Não adiantava pôr mais ou menos colheres do produto, escolher um copo maior ou menor, servir o leite antes ou depois do pó achocolatado, mexer com maior ou com menor vigor, nem escolher leite frio, morno ou na temperatura ambiente. Entrei no site da Nestlé na seção do Nescau. Preenchi o cadastro na seção Fale Conosco e assinalei Reclamação. Descrevi o caso. Menos de duas semanas depois, recebi uma enorme caixa com tudo pago. Havia quatro latas de Nescau dentro. Experimentei todas. O lote era diferente, mas o problema persistiu. Mandei novo e-mail. Eles disseram que haviam testado o produto e que nenhuma mudança havia ocorrido. Cerca de um ou dois meses depois, apesar da presunção de achar que iriam me satisfazer com um agrado, finalmente o produto voltou a ser como era antes.

    A atitude da ouvidoria da Nestlé foi burra, pois eles pensaram ou que eu estava reclamando de uma bobagem, ou que eu era um esperto que queria ganhar algumas latas de graça. Nunca irei saber se fui uma voz isolada ou se muitos consumidores reclamaram. Também não sei se eles realmente haviam testado ou não o produto. Essa forma de comunicação foi arrogante e insuficiente, embora eles tenham corrigido o produto muito tempo depois. Talvez tenham sentido algum prejuízo nas vendas. Talvez…

    2) Minha amiga Sônia Grisolia, publicitária que coordena a comunicação online da Cia. Zaffari, certa vez cortou a mão com o lacre da lata de uma marca de molho de tomate e teve que levar pontos. Ela ligou para a empresa e duas coisas importantes ocorreram: um diretor da empresa veio de São Paulo exclusivamente para visitá-la e a empresa pagou todas as despesas hospitalares da cliente. Em uma semana, a embalagem já não era mais de lata.

    Em 2009, o Grêmio viveu momentos graves. O pior deles foi o lamentável episódio da falta de pulso da direção do Grêmio em relação ao descalabro que a Brigada Militar fez na semifinal da Libertadores contra o Cruzeiro. A minha mulher chegou atrasada, no intervalo, em meio às espadadas em associados que não haviam cometido nenhum ato de violência. Há dezenas de testemunhas para comprovar isso.

    Nossa polícia odeia trabalhar em futebol e, ao invés de ser instruída para usar a força e ser cordial como era antigamente (passou a ser belicosa a partir dos secretários de Segurança e dos comandantes da BM que se sucederam do governo Rigotto para cá), é arrogante e intimidadora.

    Se não fosse pelo conselheiro Élvio (gente boníssima em poucos contatos que tivemos – ele realmente é um policial bom como a maioria dos antigos), talvez a Lúcia tivesse levado alguma espadada e não tivesse entrado no estádio.

    Muita gente apanhou. Infelizmente, o povo gaúcho, que se acha “forte, aguerrido e bravo”, é um dos mais “cordeirinhos” do país quando nos referimos a questões de defender seus próprios direitos. É bom lembrar que o Estado é um celeiro de ditadores e que o coronelismo rural ainda impera por aqui.

    Enfim… A reuniãozinha de boas relações resolveu o comportamento dos brigadianos?! Não. Vou a todos os jogos e só encontrei um guarda cortês na revista do portão 1.

    Alguém que apanhou entrou com alguma ação contra a BM ou contra o Grêmio? Não, pois são medrosos.

    Enfim… Se alguém tiver reclamado com o clube, certamente ninguém teve seu tratamento médico pago. Qualquer processo por danos morais teria sido justíssimo e eu processaria tanto a pessoa de determinados dirigentes do Grêmio responsáveis pela segurança e pela entrada no estádio como a Brigada Militar e o Governo do Estado a partir da Secretaria de Segurança.

    Num caso desses, a devolução do valor do ingresso; uma cadeira por um ano; seis meses de fisioterapia e psicólogo para os casos mais graves…

    …Alguma medida dessas teria remediado ou corrigido o problema? Não.

    Então, a ouvidoria precisa ser aparelhada, treinada e deve ter uma presença jurídica constante. Se ela não puder melhorar o clube nem deixar um cliente plenamente satisfeito, a sua incapacidade de fazer com que a instituição aja rapidamente antes que o incêndio se espalhe não chega a ser nem o princípio de uma solução mas, sim, um elemento a mais dentro do problema.

    Repito: se leres com calma novamente, eu questiono muito a necessidade de um órgão que não resolve, independentemente do esmero de quem recebe e repassa as queixas.

    Se não há capacidade de avaliar todas as manifestações; se não é possível separá-las por assunto; se os departamentos responsáveis não agem para eliminar esses ruídos; se não existe a possibilidade de responder prontamente SEM RESPOSTA AUTOMÁTICA mas, sim, com a descrição da SOLUÇÃO DO PROBLEMA; e se, finalmente, todos concordamos que a Ouvidoria é um órgão fundamental de satisfação dos clientes do clube e que não podemos abrir mão dela…

    …É necessário investir PESADO nela. E para ontem. Assim como está, é melhor não ter.

    O Quadro Social não faz promoções de associação porque não há como atender à demanda de quem já é associado. A culpa não é do Kaspary nem do Mello. Ao mesmo tempo, o Departamento de TI não é ágil para solucionar o péssimo formulário de cadastro no Exército Gremista, tornando-o inútil e, muitas vezes, mistura o cadastro do Exército com o do QS.

    TEM QUE INVESTIR. E não dá pra aceitar desculpas.

    Muitos dos meus últimos comentários têm terminado com o seguinte bordão:

    – VEM (OU DEIXA DE VIR) DE CIMA.

    []’s,
    Hélio

  27. Hélio, a questão do Governo, ser mais lento, etc, esta eu não cheguei a falar.
    Tentando ser muito breve. Sim, o Governo além de ser bem mais lento oferece várias alternativas previsiveis que passam desde a ´anistia` ( incrível, mas a gente sabe que é assim ) como opções tipo ´timemania` e por ai vai. Para o particular, a causa dele é a causa da vida dele. Um atleta na justiça por 100 mil pode representar tudo o que ele terá dali em diante, ou milhões, como o Zinho, então a negociação aperta. No caso do condomínio é de se dizer que o que deu muito certo foi a combinação da extrema habilidade dos negociadores que tivemos – jurídico e financeiro, leia-se Ruschel – e a compreensão dos advogados dos atletas. Há um outro detalhe que ajudou. O condomínio para ter inicio e chamar mais credores para ele, tinha que ter um bom atrativo, e que melhor atrativo seria se não o de mostrar várias adesões ? Bem neste passo, pesou positivamente o fato de que a primeira procura foi na pessoa do advogado que reunia o maior número de causas contra o clube, ou seja, o que representava o maior número de Atletas. Quando houve acerto com ele e seus clientes, o processo fluiu. Poucos foram os que não aderiram e na verdade os que assim procederam acabaram por se ´garantir` mais do que os demais. Então o processo iniciou bem, continuou bem e espero, hoje, que esteja avançando. Sinceramente não sei a situação do condomínio hoje, mas lamento profundamente o atraso da gestão 2008 que deixou o novo governo com um pepino duro pela frente e que poderia até desiquilibrar o imenso trabalho feito. Pode ter e houve com certeza, do contrário tinha terminado este processo, compreensão dos credores porque se houve uma coisa que o Grêmio tinha perdido e recuperou foi a credibilidade. E ela é tudo !

  28. Josias,

    A história do condomínio de credores é um assunto tão importante para a história e para a sobrevivência do Grêmio que merece um livro. Tanto esse tema como outros seriam fantásticos de serem trabalhados.

    Eu já cansei de dizer: adoraria colher depoimentos e escrever um ou mais livros sobre o Grêmio. Há espaço para muitos, muitos assuntos. A literatura esportiva é riquíssima na Inglaterra, na Itália, na Espanha e na Argentina. O Brasil começou a acordar para isso há cerca de meia década apenas.

    []’s,
    Hélio

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