Direto do GrêmioImortal: Tomar gols? É só marcar mais

No Santos de Pelé exaltava-se que o time tomava muitos gols mas marcava mais do que sofria.
Era uma virtude proclamada enfaticamente.
O Grêmio está marcando mais gols do que sofre. Está vencendo, viagra até aqui, as partidas importantes nas tabelas de classificação. 
No entanto, os isentos insistem em ver como catastrófico “tomar gol em todos os jogos”.
Preocupante será quando sofrer gol e não marcar. Ou marcar menos do que sofrer.
É truismo, no futebol, a idéia de que corrigir os defeitos da defesa é fácil. O difícil é encontrar o caminho do gol. 
Então, Comissão Técnica, vamos corrigir os defeitos da defesa, mas o mais importante é marcar mais gols do que sofrer. Tomar gol em todos os jogos, por si só, assim, isoladamente, não significa nada.

O coração? Bem o coração fica compensado no final. Haja coração !!!

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Os moderadores do Blog GRÊMIO SEMPRE IMORTAL concordam plenamente com o texto postado no blog irmão.

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26 comentários

  1. O Santos tinha um sistema de jogo que privilegiava o a atividade ofensiva. Além do mais, tinha Pelé e jogadores fora-de-série nas demais posições de ataque. Era uma máquina de fazer gols. Voava no 4-2-4. Sua meia cancha tinha dois geniais jogadores: Zito e Mengálvio que também participavam das ações ofensivas e faziam muitos gols. Este sistema deixava a defesa sujeita aos contrataques puxados pelos rápidos atacantes adversários que também sabiam fazer muitos gols. Era assim que as equipes jogavam, pra frente. O gol era a meta. Quantos mais, maior o prestígio e a fama do clube e dos atletas. Não existe nada igual hoje em dia. A realidade do futebol é outra. Toda e qualquer comparação é desproporcional, ainda mais com o Santos de Pelé, a maior equipe de todos os tempos. Entendo a intenção de quem postou o texto como uma maneira de dar um “puxão de orelha” ou talvez, uma injenção de otimismo nos eternos insatisfeitos com a produção da equipe, principalmente, da defesa. Quem não gosta de vencer sempre e ainda mais fazendo muitos gols? Mas cá pra nós, é anormal o número de gols que a defesa do Gremio vem sofrendo. O meu medo é que vire trauma à exemplo da falta de vitórias fora de casa no ano passado. Mas deixa pra lá, vamos em frente. Otimismo gente! Quem tem Pelé, digo, Borges, não precisa se preocupar com coisinhas de somenos importância. Vivendo e aprendendo…

  2. Eu entendi a intenção do texto.

    Tudo é importante, mas há coisas mais importantes que as outras. É preciso identificar.

    É preciso ter com clareza as causas e os efeitos. Quem confunde se atrapalha.

    Não adianta construir grandes teorias. É preciso descobrir certas sutilezas.

    Os defeitos têm de ser corrigidos por serem defeitos; não porque o time tomou gol nem porque tomou gol primeiro.

    O mais importante e em resumo: é preciso saber qual é o defeito e corrigir o defeito certo.

  3. Ah. Esqueci

    Nada encontrei no texto que fizesse comparação do time do Grêmio com o time do Santos de Pelé.

    E exemplo foi conceitual.

  4. Sr. Josias!
    Não pretendo estabelecer uma querela sobre sua interpretação a respeito de minha opinião. Michaelis diz que comparar é examinar simultaneamente duas ou mais coisas, para lhes determinar semelhança, diferença ou relação. Isto foi feito no início do texto aqui postado. A princípio pensei que fosse apenas referência a uma das muitas virtudes do Santos que tomava muitos gols mas marcava mais do que sofria. Mais adiante, porém, o texto também diz que o Gremio marca mais gols do que sofre,logo… o que a meu ver estabelece, nas entrelinhas, uma sutil relação entre as duas assertivas – intencionalmente ou não? – a segunda sendo comparada à primeira em sua eficácia. Lançando mão de uma das principais virtudes da equipe santista, o redator nela vislumbrou a matéria prima ideal para justificar o recente retrospecto gremista. O que eu quis demonstrar é que é de uma obviedade solar a tese de que é irrelavante tomar muitos gols se em contrapartida os fizermos em maior número. O que dizer então das afirmações de que preocupante é o Gremio sofrer gol e não marcar ou marcar menos do que sofrer. Eureka! Sinceramente, não entendi. E por favor! Não me rotulem de “isento” por discordar.

  5. Encontrei lá tb o seguinte texto. Acho que se complementam.
    A crítica não me parece seja a gremistas e, sim, aos “isentos” (?) que sempre só vêem defeitos e transformam eventuais virtudes (mesmo que não suficientes) em defeitos.

    http://gremioimortal.blogspot.com/2010/02/nao-transformar-virtude-em-defeito-time.html

    Quinta-feira, Fevereiro 11, 2010
    Não transformar virtude em defeito: time da virada
    Clubes de tradição adoram auto-intitular-se o “time da virada”. Pela exaltação da inconformidade com a derrota e da capacidade de reação.

    “Time da virada”é heróico, epopéico. Recitado e cantado em prosa e verso.

    Com o “time da virada do Grêmio”os isentos estão procurando fazer o contrário. Fazem campanha de que isso é altamente preocupante que o Grêmio sempre toma gol primeiro.

    Ao contrário, ver o time virar os jogos é altamente estimulante. É a demonstração da capacidade de reação, enfim, das VIRTUDES do time da virada.

    Se defeitos há, eles têm de ser corrigidos por serem defeitos. Não por tomar gol primeiro. Ruim seria sair na frente e entregar o jogo.

    Sobre time da virada ver
    http://www.google.com/search?client=safari&rls=en&q='TIME+DA+VIRADA%22&ie=UTF-8&oe=UTF-8

  6. Fui relar o texto e encontrei a seguinte passagem:

    “Então, Comissão Técnica, vamos corrigir os defeitos da defesa, mas o mais importante é marcar mais gols do que sofrer. Tomar gol em todos os jogos, por si só, assim, isoladamente, não significa nada.”

    Ou seja, há o reconhecimento de defeitos e o apelo para que os defeitos sejam corrigidos. POR SEREM DEFEITOS.

    Não pelo outro argumento que seria combater os efeitos e não as causas.

    Enfim, cada um vê conforme sua própria mente e, tb., o humor…

  7. Darcílio,

    O Carlos (só Carlos) não é o Josias – embora este último seja Carlos Josias!

    No mais, a discussão está excelente. Inclusive acabo de assistir no Globoesporte.com aos gols do Milan contra a Udinese: 3×2 em casa, contra um time médio que possui dois estangeiros e um meia-atacante de altíssima qualidade na seleção italiana, Di Natale.

    Ronaldinho acabou com o jogo: três assistências, sendo duas de bola parada (um escanteio e uma falta da intermediária) e um fabuloso lançamento de primeira quase no meio de campo.

    Pato fez o gol desse lançamento, após dois meses fora. E o holandês Klaas-Jan Huntelaar (sempre oportunista) sempre foi goleador, desde o Ajax. Detalhe: ele é alto e exímio cabeceador, homem de área. É uma tradição do país: Van Hooijdonk que fez história no Feyenoord e jogou a Copa de 98 (acho que também foi em 2002); e o sensacional Ruud van Nistelrooy (de quase duas centenas de gols pelo Manchester United, agora em fim de carreira e que, infelizmente, sofreu com sucessivas lesões).

    Temos, agora, Douglas. Gosto do nosso ataque com Jonas e Borges, mas acho que precisamos, sim, dessa alternativa de bola parada. Afinal de contas, quando mais variações tivermos, mais poderemos levar gols atrás… Desde que façamos mais na frente!

    []’s,
    Hélio

  8. Embora respeite e goste da leitura deste post, penso que não há qq paralelo entre o Santos de Pelé e o Grêmio de Jonas. Temos sim de corrigir as deficiências graves da defesa e tb da sua proteção (volantes). Falta um 5 e o Rochemback…. Qdo penso q está indo bem, tenta enfeitar e ENTREGA. Por falar em Jonas, acabo de ler que a figura quer mais de 2 milhões de LUVAS e salários de 240.000,00 por mês. Acho que se trata de uma PEGADINHA. Caros Diretores, 140.000,00 para ele está bom demais. Nada além! Que vá jogar na SOMÁLIA ou no HAITI. Com todo respeito que esses países merecem. Por último, registro que guardo enorme esperança no futebol do Mityuê. Fundamentos tem de sobra!

  9. ALGUÉM TEM MAIS INFORMAÇÕES SOBRE ISSO?

    GRÊMIOHome > Gremio > Notícias

    Publicada em 12/2/2010 às 22:38

    Grêmio perto de fechar negócio da China

    LANCEPRESS!

    O Grêmio deve fechar quarta-feira mais um patrocínio para a camisa com a filial de uma empresa chinesa. O acordo, para a região da clavícula, foi aprovado pelos departamentos jurídicos e este será o primeiro investimento do novo patrocinador em esporte no Brasil.

    http://www.lancenet.com.br/gremio/noticias/10-02-12/700697.stm?futebol-gremio-perto-de-fechar-negocio-da-china

  10. POXA, QUE SUSTO.
    BEM, JÁ QUE CÁ TO CÁ DIGO: NO GRENAL SÓ TOMAMOS. NÃO FIZEMOS E PERDEMOS.
    AI É QUE TÁ !
    N. 5 FALTA
    ZAGUEIRO : FAZ FALTA ESPECIALMENTE UM QUE FAÇA FALTA !
    QUALQUER UM DOS DOIS DE XERIFE.
    HOJE A COMPETITIVIDADE IMPÕE QUE SE TENHA BOM BOA DEFESA, BOM ATAQUE, E UM MEIO DE CAMPO QUE TENHA NO MINIMO UM QUE DESEQUILIBRE. SEM ISTO, NECAS DI PITIBIRIBA E BOM CARNAVAL A TODOS OS AMIGOS QUE SEJA AZUL PRETO E BRANCO E TODO ESTE PAÍS: PORTELAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA !!!!!!!!!!!!!
    O PAULINO DA VIOLA NÃO SOUBE DEFINIR AQUELE AZUL PORQUE NÃO ERA MESMO NEM DO CÉU NEM DO MAR, ERA DO NOSSO GRÊMIO E ESTE AZUL NÃO SE DEFINE, SÓ NÓS GREMISTAS É QUE O SOUBEMOS.

  11. O que preocupa é levar gol do Araguaia, do veranópolis, do São José… Se leva gol deles, levará quantos de times melhores, e o ataque vai compensar?? A defesa está desorganizida isto é um fato. Não adianta tapar o sol com a peneira

  12. o time tem demonstrado poder de reação, não caiam na armadilha da imprensa vermelha, vamos ver o lado positivo e no Grenal não empatamos por detalhe

    A prposito quando o benfiquinha vai ser corrido do olimpico? Quando um diretor vai ter peito de por o dedo na ccara dele?

  13. Os que não acreditam na importância das verdades simples, da permanente recuperação das obviedades têm de ler e reler Neném Prancha.

    E aprender que a lógica genuína contempla raciocínios simples, diretos, pragmáticos, verdadeiras lições de vida.

    Erudição não é necessariamente cultura.

    “Lamentavelmente, confunde-se o trabalho filosófico com exibicionismo intelectual.”

    Cada um pode desenvolver as próprias teses sem desmerecer as dos outros; sem querer se exibir. Ainda mais quando pra isso precisa distorcer o objeto da análise.

    Gonçalo Palácios escreveu:

    “Os dois textos de Wittgenstein que fizeram época, o Tractatus Logico-Philosophicus e as Investigações Filosóficas, têm em comum algo que não pode passar despercebido. As referências a outros filósofos são praticamente inexistentes. As Investigações começam com uma citação de Agostinho sobre a linguagem, mas não se discute, propriamente, a teoria desse pensador — ou de nenhum outro. Nas duas obras há uma atitude crítica a respeito da filosofia tradicional — ou de concepções tradicionais — sem se mencionar este ou aquele filósofo. Tanto numa quanto na outra discutem-se concepções e propõem-se teses.

    No caso das Investigações, pouquíssimas pessoas são citadas. O que está em jogo é uma outra concepção da linguagem e da filosofia. Nenhum desses textos mostra — ou pretende mostrar — erudição. No seu lugar vemos algo diferente: problematização. Vemos, isto é, que o filósofo foi motivado por algum problema que o levou a buscar soluções, soluções que implicavam conclusões que, por sua vez, determinaram a crítica e o abandono de certas teses filosóficas consideradas, em alguns casos, completamente equivocadas.

    Lamentavelmente, confunde-se o trabalho filosófico com exibicionismo intelectual. ”

    Ainda bem que, aqui, não há exibicionistas. Mesmo os eruditos são tb. cultos.

  14. Josias, em l974 estive no Rio pela primeira vez e participei de um ensaio da Portela. Foi a ano que a escola homenageou Pixinguinha e venceu o carnaval. Foi uma paixão para sempre ou ” Foi um rio que passou em minha vida”.
    Um grande carnaval para todosos gremistas e em especial Saul Berdchewski, Evandro Krebs, Josias, Preis, Alexandre Mello, Renato Moreira, Alberto Guerra, Tiago Brunetto, Cesar Bimbi, Gustavo Schimidt, Alexandre Aguiar, Rosa Foresti, Marco Miranda ,cel. Elvio, Luís Moreira, Pedro Ruas, Marco Bobsin ,ao Ricardo Padilla , pres. Cacalo e a todos aos participantes do blog que fazem o GRÊMIO cada vez maior.

  15. Adoraria ler as seguintes teses

    • “Ai… Que Saudades da Amélia: a inserção do sexo frágil no mercado de trabalho no pós-golpe de 64″.

    • A Influência da Menstruação da Baleia Branca na Coloração do Mar Vermelho: ingerências na crise Peloponeso X Adriático”

    • “ONGs de defesa das lagartixas albinas: um olhar transverso sobre a militância”

    • Skindô, skindô: a repercussão socio-política dos bailes de carnaval do bairro X. Ruptura ou condescendência?

    • UNHA ENCRAVADA E O IMAGINÁRIO SOCIAL CAMPONÊS NA SEGUNDA METADE DO SÉC. XIX NO RIO GRANDE DO SUL: uma nova perspectiva para compreender o êxodo rural.

    • “Quem quer dinheiro” – a meta lingüagem dos programas dominicais na TV brasileira e sua influência nas corrente marítimas na guerra fria- uma visão transdisciplinar do processo de consubstanciação ideológica.

    • “Aqui e agora: representações das crises urbanas nos telejornais dos finais de tarde no Brasil da década de 1990 ao ano 2006”

    • As relações entre ontologia e epistemologia na filosofia da história de carlitos tevez.

    • A situação das mulheres negras homossexuais excluídas descendentes de polacas judias pomeranas na região de Itapetininga na segunda metade do século XIX: uma abordagem macro-histórica.

    • O gordo e o magro: a dicotômica presença imagético-social dos esculpidos na contemporaneidade.

    • Assim caminha a Humanidade:a adolescência sob a perspectiva televisiva global.Estudo de caso da novela Malhação.

    • “Porque o de cima sobe e o de baixo desce”: Uma análise focaultliana da crítica dadaísto-marxista da estrutura social brasileira na Bahia dos anos 90.

    • “HISTÓRICO DE ABDUÇÕES DE JAPONESES ALBINOS NO JAPÃO MEDIEVAL”

    • O Rato Roeu a Roupa do Rei de Roma: A Peste Negra nos salões Aristocráticos da península Itálica no fim da idade média em perspectiva transdisciplinar.

    • “Mamãe eu quero mamar: a televisão como a teta de vidro que alimenta a ociosidade mental da família brasileira hoje no Brasil”

    • “Pai, perdoai, eles não sabem o que fazem”: Os métodos de crucificação da Antiguidade e sua eficácia em não permitir que os crucificados conseguissem ascender aos céus.

    • O palitar de dentes dos educadores: Sexualidade e pederastia nas Universidades Medievais.

    • Fui morar numa casinha, bem cheinha de cupim pim pim – História das Residências Presidenciais Brasileiras, Decoração e Corrupção.

    • “Batatinha quando nasce se esparrama pelo chão : uma análise política da crise agrícola inglesa no século XIX”

    • De Bohêmia à Malta: Ascensão e derrocada na degustação da cerveja no âmbito universitário conforme o desenvolver do curso.

    • “Pomadas e mais Pomadas – A atuação dos dermatologistas portugueses no combate à Revolução dos Cravos”

    • Os pentelhos do imperador: uma história das doenças venéreas na corte de D. Pedro I.

    • A Importância do Regimento Interno do Conselho Federal da Defesa dos Ursos Pandas Comedores de Eucaliptos da Mongólia e Seus Efeitos na Camada de Ozônio.

    • “Me Diga Aonde Você Vai, que Eu Vou Varrendo! Vou Varrendo! Vou Varrendo! Vou Varrendo! – Todo o Molejo da Vassourinha de Jânio Quadros em sua Renúncia em 1961”

    • “Macacos me mordam! A domesticação de chipanzés pelo homem africano e sua contribuição em uma perspectiva histórica para as epidemias africanas mais mortíferas da década de 1990.

    • “Ela não respondeu meu scrap: a influência das comunidades virtuais na sociabilidade brasileira, 2004-2007

    • Com a união dos seus poderes, eu sou o Capitão Planeta: uma interpretação foucaultina sobre as relações de poder no desenho Capitão Planeta, década de 90.

    • “Quem com ferro fere, com ferro será ferido”. Considerações sobre a viloenta disputa de ferreiros medievais pelo monopólio comercial.

    • “Minha mãe mandou eu escolher este daqui: Estudo dos casamentos arranjados no séc. XVIII”

    • “Querida encolhi as crianças”, uma análise histórico-antropológica, sobre as condições de transformações do déficit de crescimento das tribos aborígenes de pigmeus neo-zelandeses

    • “Brincadeira de criança, como é bom! como é bom!” – Um estudo comparado e semelhanças entre o ícone pop Michael Jackson e sacristães da Igreja Católica nos EUA.

    A faca e o queijo: situação da mulher rendeira guaicurú de Pará de Minas na década de 70; uma abordagem holistica.

    http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20100125200900AADea1u
    kkkkkkkkkkkkkk

  16. A maneira didática e/ou professoral com que manifesto minhas opiniões é meu estilo, apenas. Segundo Buffon: “o estilo é o homem”. Não tenho e nunca tive a intenção de desmerecer ou menosprezar as pessoas ou as teses aqui postadas, porque conheço minhas limitações e tenho muito respeito pelos meus interlocutores. Sempre espero dos mesmos a mesma deferência. Aqui neste espaço muito tenho aprendido sobre a história e o cotidiano do clube, graças a prestimosa e despojada colaboração dos gremistas de plantão. Agora, não abro mão de divergir “sempre que me der na telha”. O contraditório é salutar e faz muito bem à saúde, desde que seja conduzido de maneira civilizada e respeitosa e que tenha como meta o bem comum (Gremio). Para descontrair: sr. Josias! Será que ao contrário do Paulinho da Viola o marketing do Gremio conseguiu finalmente definir aquele azul? Bom carnaval para todos

  17. Meu Messias:
    Com a última postagem, estou 100% de acordo.

    Reconheço-lhe inteligência, conhecimento e grande gremismo (infelizmente nem sempre são redundantes). E, mais do que tudo: FIDALGUIA.

    Realmente, você é um FIDALGO.

    Seus comentários são, sempre, imprescindíveis.

    Talvez eu é que seja exageradamente pragmático

    Desconforta-me (comentário genérico) sobremaneira o ataque às consequências ao invés das causas. Porque sempre leva a pseudo-soluções e muitas vezes a equívocos monumentais, mortais mesmo

    Grande abraço

  18. Caríssimos amigos tricolores,

    Por favor, permitam-me mudar de assunto porque o grande VALDIR ESPINOSA anunciou oficialmente que deixou a carreira de técnico para assumir como DIRETOR TÉCNICO.

    http://colunas.globoesporte.com/minwer/2010/02/14/com-a-palavra-valdir-espinosa/

    O que é necessário para que o Grêmio vá atrás desse homem experiente, gremista, profissional acima de tudo e enormemente grato à nossa instituição para que ele possa exercer um papel dirigente na condução criteriosa de contratações e em uma aproximação maior junto às categorias de base?

    Nem conheço a pessoa que entrou no lugar de Rodrigo Caetano. Mas acho que o Grêmio precisa ser mais europeu no trato com seus ex-atletas reconhecidamente maduros, qualificados em outras áreas. Milan, Barcelona, Real Madrid e a maioria dos clubes alemães possuem não um João Antônio, mas pelo menos 15 ou 20 deles.

    Não é cabide de emprego nem um mero reconhecimento: eles respiram o clube e foram devidamente qualificados e instruídos para a responsabilidade que lhes cabe, assim como são extremamente cobrados pelo seu desempenho atual.

    A maioria deles não compromete.

    Vejam bem: é muito diferente de pagar para um conselheiro não-especializado como Dênis Abraão ou para um ex-atleta importante, sim, mas totalmente desenraizado, como De León e Mário Sérgio.

    Gostaria que se pensasse bastante nisso. Inclusive no impacto positivo para o marketing.

    []’s,
    Hélio

  19. Hélio o Espinosa é como o Mário Sérgio, o que pintar ele pega e quando pega larga logo, pra mim desde que ganhou o Carioca de 88(?) pro Fogão que estava na fila há s´culos no time que tinha Mauricio e pAULINHO Criciuma ele é ex-treinador. Já foi comentarista, técnico, auxiliar, diretor e sabe-se lá mais o que.

  20. Marcos,

    Como técnico, ele realmente ficou desatualizado rapidamente. Porém, presta atenção ao que ele disse: não é mais técnico.

    Ele é um dos raros profissionais que assiste a todo e qualquer jogo de futebol que dá na TV. Por incrível que pareça, raros fazem isso. No RS, terra de um jornalismo esportivo atrasado, praticamente ninguém acompanha. Aliás, quase nenhum funcionário de clube acompanha.

    Se não for por um salário exorbitante, acho que vale experimentar.

    []’s,
    Hélio

  21. Não sei não. Não sei não. Acho que não. Como treinador (apesar do pouco preparo), ele tinha algumas qualidades natas as quais, com o tempo, tornaram-se insuficientes.

    Para o cargo indicado, é preciso um preparo superior, administrativo, financeiro e estratégico.

  22. Concordo com o texto, e tambem com o Diego,pois se é para “endeusar” os isentos,e postarem baseados,”no grande conhecimentos” que eles possuem, o correto é ir postar la nos imitão.
    O GREMIO levou todos os gols pelo lado esquerdo,contra o São José, foi pelo meio, numa falha autoriana,coice e chutão é feio?,e só o que o zequinha fez, o resto foi um banho de bola,mesmo o time estando classificado em primeiro a 4 rodadas,o que ninguem mencionou,que faz com que os jogadores tirem o pé, ou se poupem de alguma maneira, tanto é que em 15 minutos estavamos na frente, e de virada,como todos os isentos falam, de virada é mais gostoso. Acho que o silas acertou o lado esquerdo defensivo, mesmo que de forma discreta.Volto a solicitar que o MARIO FERNANDES comece a jogar com a numero 8,pois suas arrancadas,lembram em muito o kaka.

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