Direto do Boteco do Ilgo – O maior campeonato de Fábio Koff

O blog Sempre Imortal decidiu reproduzir o texto – http://botecodoilgo.com.br/?p=4175

A Gerência.

 

O presidente Fábio Koff está na fase semifinal do seu grande campeonato: ter o controle pleno da Arena. Desde que assumiu, remedy além de carregar o peso de uma década de decepções e frustrações do time em campo, try Koff trabalha obcecadamente para mitigar os efeitos danosos do contrato que levou à construção da majestosa Arena.

Koff entrou em campo com fogo nos olhos ao descobrir, see logo nos primeiros dias, quando ele, como presidente do clube, teve dificuldades para entrar na nova casa gremista. Este e outros fatos ainda mais alarmantes o levaram a declarar que a Arena, na realidade, não era do Grêmio. Os mais sensíveis, os ufanistas e os alienados ficaram chocados. Como assim?

Foi duro de ouvir, admito, mas era necessário que a torcida soubesse que a OAS mandava e desmandava na Arena, para entender que ali começava um outro campeonato, mais difícil que qualquer Libertadores: a conquista talvez do maior título da história do Grêmio, a conquista da Arena.

Depois de várias etapas, todas muito espinhosas, Koff e sua diretoria foram avançando no jogo travado fora de campo, onde vale tudo, até carrinho por trás e voadora como as que o Leandro Vuaden eventualmente deixa impunes quando praticadas por algum colorado em Gre-Nal.

Um jogo muito difícil, derrota iminente, mas em campo está Koff, o presidente multicampeão, o homem que conseguiu multiplicar a verba de televisão dos clubes em desgastantes negociações com a TV Globo nos anos 90, na condição de presidente do Clube dos 13, hoje, sem ele, uma entidade amorfa, domesticada.

Se em campo os resultados se mantinham ruins, nos gabinetes o Grêmio, praticando um jogo convincente e firme, avançava lenta e gradualmente.

Para isso, conquistou um aliado tão valioso quanto inesperado: a própria OAS.

A empreiteira já percebeu que essa história de erguer e administrar arenas é mais complicado do que construir pontes, estradas, prédios, etc

Enfim, a Arena descobriu que esse negócio de Arena não é exatamente a sua praia.

Chegamos ao que interessa: a OAS já concorda em entregar a Arena a quem de direito: o Grêmio.

Se tudo der certo, o torcedor gremista terá de novo uma casa para chamar de sua.

Mas há obstáculos a serem superados. O jogo é mais difícil que uma final de Libertadores contra o Boca, na Bombonera, com arbitragem argentina e o Chico Noveletto como observador da Conmebol.

A OAS num determinado momento admitiu a hipótese de continuar pagando o BNDES: total de 200 milhões aproximadamente. Mas recuou.

O restante o Grêmio pagaria para a OAS, mensalmente, até completar os 20 anos do contrato.

O problema, agora, é conseguir quem assuma o débito do financiamento, o que não pode ser feito por clube de futebol.

Como eu disse lá no início, o clube está na semifinal de uma disputa que pode ser considerada a mais dura de sua história.

O troféu é gigantesco, monumental, suntuoso: a Arena. A Arena – realmente – do Grêmio.

Vale a pena lutar.

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25 comentários

  1. sera? Tomara que aconteça alguma coisa. Mas esta historia da arena naoe desculpa para aquilo que vemos em campo. Time sem centroavante, sem capitao. Treinador prisioneiro de p… perna de papel.

  2. acho muito difícil a OAS entregar a Arena tão facilmente. Mas seria uma grande notícia! É o que resta pra atual gestão do Grêmio, pois dentro de campo seguem errando, como outros fizeram nos últimos 13 anos.

    Rui Costa dizendo que admira o Pará é frase pra acabar com a própria carreira. Que decepção se tornou, esperava muito mais dele.
    Pode até ser discurso pra valorizar o grupo, mas não agora, fica quieto, pq a torcida não aguenta mais proteção à perna de pau!

  3. Eu não sei como alguém pode afirmar que desconhecia a forma de negócio feito pelo clube.

    Um contrato de superfície.

    É muito simples de ser entendido.

    Dizer que a Arena não é do Grêmio, é uma heresia.

    Evidentemente, há situações que ocorreram que poderiam ter sido evitadas.

    A superficiária pertencente a OAS poderia ter evitado alguns constrangimentos.

    Mas eles são inexperientes tão quanto os dirigentes dos clubes que só não levam a falência seus clubes porque há uma certa proteção do Governo, ou seja, uma empresa comum, uma associação comum, já teria fechado.

    O terreno onde está a Arena, pertence ao Grêmio. Houve uma troca de terrenos.

    A construção feita pertence a superficiária que usará durante 20 anos.

    No entanto, o contrato prevê uma cogestão, em que pese o poder maior seja da superciária.

    Contrato dessa natureza funciona exatamente assim.

    Após o uso do terreno durante o prazo contratual, a construção pertencerá ao dono do terreno que terá novamente a posse do mesmo.

    É simples.

    A sistemática todo mundo sabia.

    Por que a OAS queria a gestão do Estádio? É simples também de responder.

    Esses dirigentes são abutres e administram muito mal. A OAS ou qualquer outra empresa vai querer ter garantias de ter um retorno do investimento feito.

    Em contrapartida, o Grêmio também quer ter um retorno maior do que o Olímpico dava.

    A OAS é uma potência sem ter uma torcida. O Grêmio só é grande porque tem uma grande torcida e conquistou inúmeros títulos durante a sua história. A diferença é que a OAS como qualquer outra potência empresarial sabe ganhar dinheiro.

    Já o clube de futebol só sabe rasgar dinheiro.

    Agora, sem dúvidas, o melhor mesmo é o Grêmio gerenciar o próprio Estádio. O ideal seria justamente isso desde o início.

    Mas quem convidou as empresas a esse tipo de negócio, foi o próprio Grêmio.

    E a maioria do CD avalizou a formatação desse tipo de negócio. E é bom negócio na minha opinião, embora alguns tenham uma opinião respeitosamente contrária.

  4. Eu não vejo nenhum absurdo se a OAS sair do negócio com o Grêmio, perdendo o que já gastou e repassando a dívida com o BNDES para o Grêmio. É bem provável que mesmo após o pagamento do financiamento não sobre nada para ela ou se sobrar é muito pouco para um negócio tão grande. Acho que para ela o melhor e tocar o negócio dos prédios no entorno e cair fora, não gastando mais nada. O Grêmio se receber tudo de mão beijada e tendo que assumir todos os custos e financiamentos daqui para frente, pode ter dificuldades, e poderá ter saudades do tempo da parceria.

  5. A desclassificação do Cruzeiro ontem me fez voltar aquela dor pós derrota do Grêmio para o San Lorenzo.
    QUE LIBERTADORES QUE PODERIA SER NOSSA. NOVAMENTE.

  6. Para ler e refletir…

    De repente, a Arena passou a ser o “vilão” do atual momento de instabilidade do Grêmio. Alguém aqui acredita que precisamos de um “Messias”, de um “salvador”, de um “ser superior” que nos conduza à terra prometida? Um clube que tem mais de cinquenta mil sócios e milhões de torcedores, não pode conviver permanentemente com as mesmas incertezas e dúvidas que acometem a maioria dos clubes que não tem essas prerrogativas e vivem de migalhas.
    Parece que algumas “cabeças” não conseguem imaginar o clube como um “ser coletivo”, onde as individualidades são apenas parte do todo. Uma parte especial, mas, uma parte…
    Como sempre, a falta de coragem para “colocar o dedo na ferida” e dar “nomes aos bois” no momento certo, nos induz a reagir como avestruz.
    Nossos problemas são visíveis e de fácil percepção ao mais desavisado torcedor.
    Essa mania que temos de creditar a seres comuns a aura de super-heróis, funciona somente quando as coisas vão bem o que não é o caso presente no Grêmio. Todos sabemos que são visões que habitam nosso imaginário, justamente quando não encontramos soluções para os problemas do dia-a-dia e nos deparamos com a nossa incapacidade de resolvê-los.
    A Arena é mais uma dessas “peças” que nos pregaram e que só nos resta pagar – disso temos certeza – com o nosso sangue, suor e lágrimas, enquanto os louros serão creditados a alguma alma bondosa e abnegada que pretensamente nos tirou do “buraco”.
    Até quando ficaremos à mercê desse círculo vicioso que não consegue ir além na solução dos próprios problemas?
    E o “planejamento estratégico”: é ou não é uma obra institucional de ficção?
    Insistimos com o “mesmo do mesmo” que gasta mal ou não soube gastar dezenas de milhões de reais que entraram e entram nos cofres do clube a cada ano.
    Porque pagamos salários milionários para jogadores em fim de carreira ou de qualidade duvidosa, cuja débil resposta salta aos olhos do mais ingênuo torcedor?
    Se o “bicho” é tão feio, porque tem sempre gente querendo mais?
    É por essas e por outras que continuamos marcando passo. São tantos os questionamentos e tão pouco convincentes as respostas, que nos perguntamos: Até quando, Senhor?
    Quem pode assumir e pagar o prejuízo é o torcedor. Só ele. Que isso fique bem claro. O resto, nada mais é do que “babação de ovo”.

  7. Cristiano!
    Meus parabéns pelo texto. É tudo que eu gostaria de dizer.
    Cabe aos dirigentes do clube administrar bem a “galinha dos ovos de ouro”: o futebol.
    Não existe mistério. Somente uma administração competente e um bom desempenho nas competições garantirá o “negócio” Arena. Direção atenta e ágil, equipe qualificada (não é preciso ser recheada de medalhões) e uma comissão técnica competente, pressupõe um torcedor satisfeito e feliz, boas rendas, grande visibilidade e muitas taças no armário.

  8. Eu não acredito em mais nada que essa direção fala.

    pra mim, isso é estratégia para garantir reeleição “se não nos reelegermos, a arena continuará sendo da oas!”, já até imagino alguém dizendo isso.

    e mais uma: desde quando o Grêmio virou mestre em gerir algo? não estamos nesse estado de penúria devido a terceiros, mas sim a nós próprios. o olímpico vivia cheia de convidados, quem já foi de cadeira sabe que é verdade. a arena é maior, a tendência é que mais gente entre no trem da alegria.

    pra mim, saindo a oas (e tem que sair, não sabe nada de gerência de estádio) tinha que vir alguma empresa pra gerir a arena juntamente com o Grêmio.

    porque se o Grêmio ficar sozinho nessa, não demora muito e eu vou voltar a ver um bando furando fila e entrando de graça, e ainda rindo dos trouxas que ficam na fila (já vi isso mais de uma vez no olímpico).

  9. Caro Darcílio,
    Qual prejuízo que o torcedor poderá assumir?
    Lembras da campanha ” Fica Jardel” em 1995? O clube precisava de um milhão de dólares. Arrecadou em torno de 100 mil dólares. Eu depositei ‘a época 150 reais( uns 200 dólares). Quantos com poder aquisitivo superior ao meu depositaram?
    O Corinthians fez uns anos antes uma campanha semelhante para contratar Paulo César Caju, que jogava muito . O dinheiro deu para contratar um joãosinho do interior paulista.
    Jardel era um baita centroavante e fazia gols em todos os jogos.
    Portanto, nada a declarar.

  10. Arthur Ferreira!

    É o prejuízo de sempre “sobrar, para o torcedor, a responsabilidade de pagar pelos negócios mal feitos, independentemente de quem esteja no poder.
    Fiquei surpreso com o teu questionamento, pois, é mais do que sabido que quem acaba pagando pelos prejuízos causados pelos equívocos das administrações, no final das contas, somos nós.
    O dirigente não “paga” nada enquanto dirigente (a não ser enquanto sócio ou como consumidor da marca Grêmio). Ele é um administrador e repassador dos recursos do clube. Portanto, tudo depende da sua competência administrativa e quanto mais acertar, maior será o impacto positivo nas finanças. A recíproca também é verdadeira.
    Quem é que está até hoje pagando pelos efeitos maléficos do caso ISL? Digo eu: a instituição Grêmio, ou seja, os que a sustentam: seus torcedores.
    Somos os fiadores de uma dívida que não é só financeira e que nos foi atirada no colo.
    E se o negócio Arena desandar – o que, segundo alguns, se dará e médio prazo caso persista o atual impasse – a única tábua de salvação possível será uma ação conjunta e forte dos torcedores que carregarão o “piano”, mais uma vez.
    Acho que não preciso ir mais adiante para justificar o que realmente é de vital importância no Grêmio.

  11. compartilho da visão do João Luiz, o Grêmio está mal das pernas por sua própria culpa, não foi a OAS que quase faliu o clube em 2004!
    E são as mesmas pessoas que continuam administrando o clube e deixando déficit recorde, em pleno 2013. Os clubes de fato só não fecham por amor da torcida e por benefícios dos governantes.

    Nesse cenário sai a Arena e fica o Grêmio administrando o estádio, até acredito que alguns aspectos possam melhorar. Mas e nossos dirigentes vão se qualificar pra atender ao público? Pra gerar novas receitas? Pra saírem do amadorismo?
    Um exemplo, o Grêmio vai jogar em Caxias na próxima quarta e nenhum comunicado foi enviado aos sócios explicando as razões.
    É essa a gestão do quadro social que quer aumentar a quantidade de sócios? É essa a satisfação que dão pro cliente do negócio?

  12. treinador testando HOJE o Zé Roberto na lateral esquerda.
    Por que não fez isso na argentina invés de colocar o tenebroso do Leo Gago?????
    Cada vez mais fica claro que o Grêmio perde pra ele mesmo

  13. Darcílio,
    Por que a surpresa do questionamento? Faz parte do debate.
    Já participei de direções e sei que não é fácil.
    O torcedor quer apenas títulos. De qualquer forma. Igual ao cidadão, quer saúde, educação e algo mais. Estão errados? Não. Eu sofro cobranças de meus filhos. Isso que nunca trabalhei no futebol.
    Agora tem que haver planejamento.
    Quando contratamos os jovens do Juventude o que li? Apenas críticas. Faturamos uma boa grana com as vendas.Contratar bombas é terrível. O atleta fica anos faturando muito. Tivemos casos até de atleta doente como o Fábio Aurélio. Esses nunca dão lucro.

    Mas quem tem paciência para aguardar que um Nicolas Careca ou outro garoto dê resultados e títulos?
    Darcílio, o que achas dessa política de investir em jovens com potencial e que parte do passe pertence a outros clubes?
    E o torcedor não tem um pouco de culpa? E ” o fica Luxemburgo”? Para mim o pior treinador da história do clube se considerarmos vencimentos, trabalho e outros quesitos.

  14. Notícia interessante, negociação complicada, queda de braço difícil, sendo ‘vencida’. Mas ainda não muda o fato de ser um estádio neutro, nem desfaz as más escolhas no futebol.

  15. BANCO FRANCES BBVA pode COMPRAR OS NR da ARENA por = 400 M . ///////// por 20 ANOS ! + ALGUNS EMPRESARIOS estrangeiros DO futebol ! E A ARENA SERA 100% R$$$$$$$$$$$$$ / dono ,, DO GREMIO ! ( OREMOS ) .

    1. Allianz pagou 300 M por 20 anos de NR da arena do palmeiras. Dificilmente Gremio conseguira valor superior pelos NR de um estadio com 2 anos de uso e que o nome “arena do gremio” já está muito forte na mídia

  16. Arthur Ferreira”

    Hoje, os clubes formadores de jogadores valorizam muito seu patrimônio e com todo o direito. Foi-se o tempo em que se buscava atletas à “troco de banana”, por aí. Ainda assim, sou a favor da política da atual gestão de garimpar, pelo Brasil afora, jogadores jovens semi-prontos mas com grande potencial, desde que, caiba ao Grêmio, um percentual não inferior a 60% do passe.
    A marca GRÊMIO, ainda é uma referência de qualidade no mundo do futebol e isso deve ser valorizado.
    O que não podemos aceitar, é que o clube seja uma mera “barriga de aluguel” para o deleite de empresários e investidores, nem que se desvie de sua missão e se transforme num empório de compra e venda de jogadores.
    Concomitantemente, dar uma maior atenção e oportunidades às categorias de base, promovendo, no tempo certo, os “guris” que demonstrem ter “bola no corpo”.
    Como todos aqui, sou “apaixonado” pelo Grêmio. Jamais vou torcer contra. As críticas que faço tem a ver com o momento do clube. Não posso ficar silente quando as coisas não vão bem. Também não faço “terra arrasada”, porque seria conspirar contra a instituição, quando esta passa por dificuldades. Agora, nunca deixei nem vou deixar de externar minha opinião e meu sentimento com relação às administrações, sempre de maneira responsável. Acho que esse é um dever de todo o gremista.
    Um bom fim-de-semana para ti e para todos os colaboradores do blog.
    Ah!… No domingo, todos à Arena!

  17. Começou a campanha política pró Renato Moreira. Se seguir os passos do chefe vai dizer q a compra da Arena está vinculada a reeleição do raposa velha ou da candidatura de Sua candidatura. Será q a compra virá com a venda do jogador q está no cofre ou com os 100 milhões dos investidores.

  18. Darcílio,
    Essa conversa que não existe um gremista mais do que o outro é apenas retórica. Existe. Dei o exemplo no “Fica Jardel”. À época eu contribui com um valor que me fez falta. Muitos ” gremistas” não deram nada e tinham poder aquisitivo.
    Tu és gremista mais do que a imensa maioria pelo que eu percebi nos momentos de convivência. Gremista apaixonado.
    Abraço e até amanhã.

  19. Acho o Grêmio incapaz de gerir a Arena. Não me refiro nem a parte financeira, de competência de gestão moderna mesmo.
    Seria mais fácil o Grêmio vender sua parte na Arena, mas que fizesse um contrato de 50 anos para usar ela, dando, sei lá, 5% ou 10% das rendas dos jogos realizados. Menos custo, menos funcionários, gestão enxuta.

  20. Alguns pontos…
    1o. Alguém acha que realmente o Grêmio não conseguiria administrar a Arena por si próprio? A Arena custa bastante para ser aberta, mas, com certeza, arrecada bem mais. E tem também a questão dos sócios, não haveria mais o problema de pagar por eles…

    2o. Dr. Fábio Koff TEM quem conseguir resolver essa questão ainda nesse ano, segundo ele, não concorrerá à reeleição, mas se resolver esse problema ainda no momento dele, mostra que é um verdadeiro administrador GREMISTA, espero muito que não queira utilizar a resolução disso para uma reeleição… Que o Dr. Koff mais uma vez traga grandes alegrias à Nação Gremista, dessa vez “fora dos gramados”…

    Obs. Fiquei realmente empolgado depois de ler sobre tais possibilidades em vários veículos Gremistas. Que os Deuses do Futebol me tragam essa alegria.

  21. Darcílio,
    Temos o mesmo pensamento.

    Defendo que quem paga a conta no final sempre é o torcedor. Em primeiro lugar, sem uma grande torcida, dificilmente, existirá um grande clube. Segundo, sem uma grande torcida, dificilmente, um grande clube poderá abocanhar um bom dinheiro de direitos de imagem. Sem uma grande torcida, uma Gremiomania não faturaria tanto. Sem uma grande torcida, um clube não passaria mais de 50 mil sócios.

    E tudo isso, é bancado pela torcida.

    Dizer que a torcida não paga a conta, é um equívoco.

    É muito fácil citar uma campanha publicitária furada que foi a “Fica Jardel”.

    O Flamengo fez algo parecido e também não deu certo.

    Pedir doações ao torcedor beira ao ridículo.

    O Grêmio na época do fica Jardel poderia ter explorado muito mais a sua própria marca. Poderia ter feito muitos outras campanhas para levantar recursos.

    O “fica Jardel” foi feito poucos meses antes do jogador deixar o clube. Na realidade, o Grêmio iria vendê-lo de qualquer forma. Ele iria sair mesmo.

    Fábio Koff não foi competente suficiente para adquirir o Jardel. Essa foi a verdade.

    O clube era patrocinado pela penalti e pela Renner. Por que os patrocinadores não ajudaram? One estavam os investidores??

    Hoje, olhamos para trás e observamos que o clube não tinha condições de adquirir, nem tomar empréstimo bancário para isso, sendo que o valor na época era de aproximadamente uns R$ 3 milhões de dólares. Ou até menos do que isso, pois o Jardel era reserva no Vasco e veio com passe estipulado em torno disso.

    Se analisarmos o atual momento, o clube que a gestão da Arena e, para isso, precisará indenizar a OAS. O valor pode ser 55% do preço total da obra atualizado.

    Isso no mínimo é alcança um valor de R$ 330 milhões. E se tiver que assumir o financiamento, será mais uns R$ 270 milhões.

    Os caras não conseguiram adquirir um jogador por muito menos, o que faria eles conseguir indenizar a Construtora??

    Para quem gosta de ser enganado, deve estar esperando o jogador do cofre.

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