Direto do Blog do Hiltor Mombach: DISTRIBUIÇÃO DE CARGOS, NÃO

O Movimento Grêmio Independente (MGI), cialis que tenho a honra de presidir, mind é um segmento de oposição por um simples motivo: o projeto que oferecíamos aos associados acabou derrotado no democrático processo eleitoral de 2008.

Sempre, diagnosis e a nossa torcida é testemunha, mantivemos o interesse da agremiação em primeiro plano. Jamais adotamos um discurso irresponsável ou inconsequente, mesmo diante de erros claros cometidos pela atual gestão. Pelo contrário. Dentro do Conselho Deliberativo, participamos ativamente de todos os debates e contribuímos com projetos para democratizar o clube. É uma pena que nem todas as ideias tenham sido bem recebidas por setores mais conservadores do Grêmio – a redução das cláusulas de barreira é o melhor exemplo.

Nos últimas semanas, surgiram informações de que todos os grupos políticos do Grêmio, sejam de situação ou de oposição, promoveriam uma ampla conciliação, do que resultaria a composição de uma chapa única para o Conselho Deliberativo.

Reafirmo o que tem sido uma das plataformas históricas do nosso movimento: somos radicalmente contrários a qualquer tipo negociação que se circunscreva à distribuição de cargos ou à tentativa de perpetuar no comando do Grêmio aqueles que desde sempre ditaram os rumos do clube, na maioria das vezes sem ouvir a voz do seu torcedor.

Estamos abertos ao diálogo, sim, desde que parta da premissa de que vamos discutir propostas e projetos modernos para o Grêmio e que a condução desse novo modelo passe a ser feita por gremistas competentes que aguardam, há muito, o momento de contribuir com o clube.

Na medida em que somos oposição e estamos à margem das decisões do Grêmio atual, nossa postura tem sido, desde a constituição do MGI, a da constante qualificação de seus integrantes, nos preparando para o inevitável momento em que, com o respaldo do torcedor, assumiremos os destinos do clube.

Dentro de todo esse processo de aprimoramento, é claro que estamos vigilantes quanto aos destinos do nosso Grêmio, ao mesmo tempo, preocupados com o momento ora vivenciado, quer pela escassez de recursos, quer pelos contraditórios (em função da narrada penúria financeira) gastos exagerados na formação de um plantel que tem se revelado, ainda assim, de qualidade limitada, refletindo a falta de títulos expressivos há quase uma década.

Para quem quiser conhecer melhor o MGI, nosso site é www.gremioindependente.com.br. No Twitter, o endereço é @MGIndependente.

Milton Camargo

Presidente do MGI

Fonte: http://www.correiodopovo.com.br/Opiniao/?Blog=Hiltor Mombach

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19 comentários

  1. A nota, apesar de correta em seus principios de não negociação de cargos por apoio eleitoral, peca pela generalização.
    Na prática, alguns profissionais competentes dessa diretoria deveriam ser sondados a participar da proxima gestão. Exemplo? Irany Santanna Jr, Paiva e varios outros.
    Se ela, no entanto, se refere as eminencias pardas que usam o clube prá proveito e vaidade pessoal, alí demonstrando toda sua incapacidade congenita ( dar exemplos seria redundante ) aí é digna de respeito.
    Espero da proxima gestao, que não cometa o erro cronica da auto suficiencia e de um exemplo da administração moderna, profissional e competente. E que não comemore a eleição, mas no dia da vitoria se reuna prá trabalhar.

    cbimbi

  2. to no aguardo do post do jogo, que lindo!!

    hahahahaha

    voltou o portão 8 lá!!

    GRANDIOSA, GIGANTESCA atuação do Grêmio!!!

  3. DILÚVIO de lágrimas vermelhas no Aterro !!!

    ENCHENTE no Inferno !!!

    ENXURRADA de apoio da nossa torcida (única a cantar) !

    TORRENTE de leniência da arbitragem com Guiñazu.

    TROVOADAS no vestiário colorado.

    A semana começa com céu AZUL, ao menos nos nossos corações !!!!

  4. Gaciba foi muito bem, mas foi cagão ao não expulsar o transloucado camisa 5
    No mais, Simon oficialmente se despede dos jogos do Grêmio, a melhor notícia do domingo!

  5. A vitória no Grenal foi maravilhosa e indiscutível.

    Mas o tópico é sobre o que?

    Não vamos misturar os comentários, sob pena de virar uma conversa de malucos.

    Quanto à declaração do Milton, só ficará surpreso quem não conhecer os objetivos e metas do MGI.

    NÃO AO CHAPÃO!

  6. Como o núcleo do MGI é da gestão Guerreiro, gostaria de saber no que aquela gestão contribuiu para a MODERNIZAÇÃO do Grêmio.

    No que o MGI contribuiu para essa modernização? O que fizeram esses integrantes quando tinham o poder na gestão Guerreiro de 04 anos.

    Mais: como ocuparam o poder durante 4 anos na gestão Guerreiro e mais 4 anos na Gestão Odone, (PoRTANTO EM 08 DOS 10 ANOS FALADOS) o que fizeram para essa dita Modernização.

    NÃO SERIAM ELES MESMOS OS
    “ou à tentativa de perpetuar no comando do Grêmio aqueles que desde sempre ditaram os rumos do clube, na maioria das vezes sem ouvir a voz do seu torcedor.”
    Ocuparam o poder 08 anos dos 10 .

  7. Aiquel, tá todo mundo MALUCO de alegria, mas estás coberto de razão. Vamos falar do “inferno” no outro tópico. Sobre este, lamento que não tenham caído as cláusulas de barreira. Era o avanço necessário que não ocorreu.

  8. vitória e atuação:
    Inimaginável
    Improvável
    Imprevisível
    Irretocável
    Inacreditável
    Inesquecível

  9. A CONVERGÊNCIA DE IDÉIAS – e não o chapão – não seria uma forma inteligente de se ultrapassar a cláusula de barreiras e querer o bem do Grêmio com uma união???

  10. Além de lembrar do que o Carlos bem levantou sobre a atuação do MGI em oito anos como situação e a quais presidentes apoiou, pergunto: gestão “moderna” seria destinar a gestão do clube a consultorias que custam o triplo do valor da contratação de um diretor “bala” e da devida capacitação e triagem de jovens valores com dedicação exclusiva ao clube?

    Se há problemas com os abnegados – e há – e se há problemas com o excesso de paternalismo e de clientelismo em relação a nomes antigos sem muitos serviços prestados ao clube, também não haveria com a possibilidade de se destinar a gestão a consultorias de amigos?!

    Pelo menos é assim que eu vi a gestão Odone e pelo menos é assim que eu percebi aquilo que parece haver em comum entre o MGN do qual fiz parte e o MGI: um modelo – digamos – preferencialmente neoliberal, que não comprovou na prática um sucesso administrativo. E que se, por um lado, propõe um profissionalismo quase puro, por outro lado gasta muito mais do que o necessário, por mais que o AVC venha às rádios ultimamente criticar o excesso de gastos com o futebol. Em parte, ele tem razão. Mas em parte, também não.

    Há ótimas ideias. Houve conquistas relevantes. Há cabeças excepcionais. Tenho certeza de que não tardará o momento em que um Antônio Vicente Martins ou um Homero Bellini Jr. será presidente do Grêmio.

    No entanto, me parece que o MGI precisa procurar examinar mais a fundo aonde o atual modelo ainda funciona e pensar com bastante critério em ao menos propor uma gestão mista entre abnegados qualificados e a contratação de gremistas com dedicação exclusiva, abolindo a autofágica terapia das consultorias.

    Nesse sentido, penso que, sim, que se pode compor. Mas o problema maior na cisão do CD não está no MGI e, sim, em infelizes rótulos de “dinossauros” pra uns e “noviços/’nocivos'” para outros.

    O MGI me parece mais propositivo. Contudo, se o G6 precisa se defender de uma série de acusações (algumas delas com fundamento e outras não), o mesmo vale para a atual oposição – em que pese o meu sentimento fraterno para com o pessoal do MGN e a admiração que tenho pelos poucos membros do MGI que tive o prazer de conhecer um pouquinho, como o Marcelo Aiquel e o Cesar Dias.

    []’s,
    Hélio

  11. O que não gosto no MGI é essa obsessão (!) por criticar nos outros os próprios defeitos.
    Já mencionei que essa crítica aos “detentores do poder” só se for autocrítica porque os principais membros do MGI detiveram o poder na maior parte do tempo no Grêmio e NADA FIZERAM para que o Clube progredisse.

    A outra essa do AVM criticar excesso de gastos no futebol. É muita cara de pau pra quem gastou a MAIS FANTÁSTICA FOLHA DE CONTRATAÇÕES E DE PAGAMENTO DE TODOS OS TEMPOS.
    Amato
    Astrada
    Paulo Nunes
    Nenê
    Pablo Hernandez
    Sandro Neves
    Adão
    Zinho
    Rodrigo Mendes
    Warlei

    E assim por diante…

  12. Esse tipo de acusação “AOS OUTROS”, como se os acusadores fosse as vestais sem mácula, sem erros, sem defeitos, com os projetos mais perfeitos do mundo que vão resolver todos os problemas – problemas criados pelos OUTROS (?!), é claro, com a dívida do Clube (?!) – em nada contribui para um ambiente GRÊMIO.

    Enquanto uns fazem esforço para construir, outros se esmeram em destruir.

  13. Acreditando que, de formas diferentes, todos somos gremistas e desejamos o melhor para o nosso Grêmio, destaco um parágrafo do que foi dito pelo companheiro Milton Camargo:
    ” Estamos abertos ao diálogo, sim, desde que parta da premissa de que vamos discutir propostas e projetos modernos para o Grêmio e que a condução desse novo modelo passe a ser feita por gremistas competentes que aguardam, há muito, o momento de contribuir com o clube.”
    Acompanhando um pouco da política do clube, acredito que estamos vivenciando modernos projetos e que um novo modelo igualmente está sendo construído. Gostaria que gremistas como Milton Camargo, Homerinho e Aiquel fizessem parte, não de um conchavo, mas de um grande grupo unido por afinidades em comum. Nunca é demais lembrar que a DIVERGÊNCIA enriquece e é saudável para fiscalizarmos e inclusive cobrarmos ainda mais. Abraço a todos que efetivamente querem o melhor para o nosso Grêmio!!

  14. Estava ausente (em viagem) e infelizmente não pude acompanhar os posts.

    Eis que me depreendo com a ironia fina do Carlos (sem sobrenome, pelo menos por enquanto) que destilou uma série de inverdades, para não dizer mentiras, sobre os membros do MGI, entre os quais me incluo.

    Caso ele resolve, pelo bem do debate sério, se identificar, eu – de forma pessoal – prometo responder a cada um dos questionamentos cheios de ranço do gremista sem sobrenome, pelo menos por enquanto.

    É estranho que, num blog altamente democrático, onde a grande maioria se apresenta com nome e sobrenome, surjam alguns rançosos para despejar ódios sem sequer se identificar.

    Fico no aguardo, Sr. Carlos!

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