Direto do Blog do Hiltor: CONVERGÊNCIA PELO BEM DO GRÊMIO

A profissionalização emergente do futebol chama a atenção para conceitos de gestão que até então integravam apenas o mundo empresarial. Não faz muito tempo, treat o sucesso dos clubes esportivos relacionava-se diretamente à seriedade, competência e saúde financeira de seus dirigentes.

A partir do estabelecimento do conceito de futebol como um negócio, além do simples entretenimento, as exigências na administração deste segmento passaram por profundas transformações. A mais importante, com certeza, foi o amadurecimento do processo de planejamento e o surgimento de novos valores e estratégias.

A visão da excelência de gestão e a missão pela busca de vitórias e conquistas de títulos formam a base de sustentação do mapa estratégico de um clube de futebol que se prepara para os desafios e exigências do futuro.

Dentro deste quadro, o único caminho a ser seguido é o da busca por uma governança sólida e institucionalizada que, a partir de políticas legitimadas por todos os segmentos do clube, permita uma condição de continuidade de desenvolvimento, sem interrupções a cada cenário eleitoral.

Para que se alcance a estabilidade de governança e se esgote o usufruto das oportunidades decorrentes dos processos e controles de uma gestão integral é fundamental, imprescindível, que se proporcione a harmonização do processo político interno, suas discussões ideológicas e disputas eleitorais.

O esforço pela pauta de convergência deve ser compartilhado por todos os gremistas.

Respeitadas as opiniões, posições e visões distintas que cada grupo político possui, portanto, preservadas as identidades e espaços conquistados pelos agentes partícipes, convergir é pensar na instituição antes do seu próprio grupo, é identificar pontos de afinidade e permitir que o clube avance sem disputas e desgastes desnecessários.

Esta é a hora de pensar no Grêmio em primeiro lugar.

Ao longo deste ano enfrentaremos três processos eleitorais: renovação de parte dos integrantes do conselho deliberativo e eleições para presidência do conselho deliberativo e conselho de administração.

A grande notícia para o torcedor do Grêmio é a sinalização positiva que vem do ambiente político do clube dando conta do esforço de lideranças e das próprias bases dos movimentos que têm buscado com humildade, equilíbrio, civilidade e respeito o diálogo, a aproximação, a unidade em torno de princípios históricos que fazem do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense uma instituição vencedora e benchmark no mundo do futebol.

Evandro Krebs
Conselheiro do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense
Conselheiro da Grêmio Empreendimentos

Fonte: http://www.correiodopovo.com.br/opiniao/?blog=hiltor mombach&post=120302

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63 comentários

  1. Procurei nos próprios sites dos grupos políticos do GRÊMIO, o que eles
    informam: qual sua composição, quem os dirige, quem os apoia, quantos
    membros possuem , quantos conselheiros etc.
    Como torcedor peço aos movimentos através de seus representantes que
    se manifestem neste blog que tem sido tão aberto, que esclareçam a nós
    sócios que não vivemos o dia a dia do clube, as perguntas acima. As
    eleições estão vindo aí precisamos de transparência.

    GRÊMIO SEMPRE
    http://www.gremiosempre.com.br/?on=institucional&in=posicionamento
    Informa é o mais detalhado

    GRÊMIO IMORTAL
    http://www.gremioimortal.net/ggi/
    não informa

    GRÊMIO ACIMA DE TUDO
    http://gremioacimadetudo.blogspot.com/
    não informa

    GRÊMIO UNIDO
    http://gremiounido.blogspot.com/
    não informa

    GRÊMIO INDEPENDENTE
    http://www.gremioindependente.com.br/quem-somos
    informa no link acima

    GRÊMIO NOVO
    http://www.gremionovo.com.br/
    informa via link conselho

    GRÊMIO SEM FRONTEIRAS
    http://www.gremiosemfronteiras.com.br/
    informa via link conselheiros/diretoria

    NÚCLEO DE MULHERES GREMISTAS
    http://www.mulheresgremistas.com.br/
    não informa

    GRÊMIO MENINO DEUS
    http://www.gremiomeninodeus.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=45&Itemid=40
    informa no link estatuto

    GRÊMIO DEMOCRÁTICO
    http://www.gremiodemocratico.com/pages/quemSomos.html
    não informa

    GRÊMIO DO PRATA
    http://www.gremiodoprata.com.br/
    informa na página de abertura

  2. Meu querido amigo Evandro Krebs é um grande conciliador e entende que o tricolor está no patamar.
    Confesso que não tenho essa habilidade. Em algumas vezes o comparei ao sen. Pinheiro Machado , pela habilidade política. Acho que neste momento, o Evandro está desempenhando o papel de Tancredo Neves na implantação do parlamentarismo, em 1961, o qual
    evitou uma guerra civil.
    Muitos incendiários serão contrários às idéias do Evandro.

  3. O comentário do Marcelo está lá no tópico do Telão, tive lá agora está bem em cima do meu. Dá prá copiar e cola. Aqui não tenho opinião sobre isto.

  4. O texto é muito bom porque a qualidade do redator é excelente. O problema não é o texto, é a idéia. Neste passo me permito, respeitosamente, discordar cordialmente do meu fraterno amigo Evandro. E basicamente me sustento em dois pilares.

    1. O primeiro de natureza técnica. Tenho pregado aqui, com a concordância de todos, que o pluripartidarismo é essencial à democracia Gremista, e não fui nada original pois é este o princpio geral dos regimes democráticos. A síntese das idéias em um ou dois partidos é sintoma de regime totalitário, o foi aqui, no nosso país, com ARENA e MDB, e em tantos outros. Mesmo uterinamente, transformar um partido num partidão, como acabou acontecendo com o MDB depois PMDB é absolutamente contrário à mão natural da história. Vide o PRI no México antes e depois do regime que o criou. Imaginem só o PT e o PSDB, entre tantos outros satélites, caminhando de mãos dadas, para o suposto bem da nação, a fim de eleger seus parlamentares e presidente da próxima eleição. Isto seria o apregoado sinal de paz ? Não, evidente e logicamente que não ! Tampouco a eleição com lados opostos e acirrados significa sinal de guerra. A guerra, se estabelecida, em pleitos, deve ser eventual e duradoroura nele se esgotando. A paz deve ser procurada e ser alcançada depois, com a convivência normal do governo e oposição: mas depois, pela inteligência do vencedor e a compreensão do perdedor, no sentido de que o Grêmio é uno e indivisivel, e precisa ser governado e ser governárvel para crescer. Como seria esta convergência senão a eliminação da postura oposicionista num suposto bem do clube ? Sim, porque a paz apregoada somente seria viável se o grupo oposicionista cedesse o suficiente para, dentro da sua minoria, como hoje está fundada – minoria em grupos, dois ou três x g-6 – vir a compor o governo que, por outro lado, dentro da sua maioria, cedesse outro tanto e permitisse, bondosamente, em troca do risco da disputa, cargos e postos interessantes, não chaves, para o adversário politico de agora. Comvergências assim já vimos no passado, impostas ou acertadas, não dão certo. Obino é o exemplo mais contemporâneo deste erro. Deixem os grupos terem idéias divergentes e se enfrentarem, debaterem, publicamente, Isto não é guerra. Participei de grupo que fez o G-6, como todos sabem, e tenho inúmeros amigos do peito em grupos que restaram oposição, como o MGN e o MGI, e nem por isto estivemos em Guerra. E muito menos depois, durante a execução do governo, estivemos entricheirados com metralhadoras a postos para cuspir bombardeio. Oposição com lado é fundamental para fiscalizar o governo. Sem ela, o governo relaxa, se entrega, depõe armas para o inimigo maior, que é vermelho e repousa à beira do lago. Não tenho dúvida alguma de dizer que hoje, atualmente, o Governo Duda reina pacificamente sem bombardeio. A oposição hoje no clube exerce um papel vigilante, sem apunhadalas, sem tiroteio. Então porque não deixar ela, oposição, e ele, governo, se enfrentarem numa disputa saudável e democrata ? Esta é a real e efetiva convergência que se pede: todos, para o bem do clube, com suas idéias, debatendo e se enfrentando para ver que grupo governa com suas idéias e vai permitir o outro fiscalizar, em forma de oposição, com as suas. Não veja absolutamente nisto nenhum pecado, muito menos em que ve isto de forma absolutamente natural ser alguém que não quer a paz no clube. Se queres a paz, prepara-te para a Guerra, diziam os militares. Eu já prefiro pensar assim: se queres a paz, afia as tuas idéias e, com elas, tenta derrubar as dos teus adversários. Isto, claro, nada tem a ver com encaminhar um plieto dentro de se regras éticas, morais, e com concessões ordeiras de procedimentos, tampouco importa alijar do processo eleitoral homens históricos do quadro politico que podem, sim, estar ao abrigo de todas as idéias por terem fincado construção que os coloquem acima destas questões. Até hoje choro Nelson Olmedo ter ficado de fora do CD do clube. Esta de eliminar uns e outros desta ou daquela chapa porque está nesta ou naquela, ainda é uma circunstância que penso deve ser amadurecida com o tempo, tanto quanto este novidade politica na história do clube reste bem plantada, e ai as melancias se acomoda. Do contrário, viva a eleição, não vamos sepultar a forma mais livre do associado depositar sua confiança no CD, não vamos roubar dele esta oportunidade única que ele possui em espaços de tempos tão longos.

    2. O segundo de natureza prática; Pô pera lá, os grupos, internamente, mal conseguem superar suas divergências, alguns simplesmente não conseguem, como querer que se juntem todos os grupos, situação e oposição, para então de mãos dadas cantarem ” …. marcas do que se foi, sonhos que vamos ter, como todo o dia nasce algo em cada amanhecer …” ! Como ? Se ficarmos só no G-6, e pegarmos grupo por gupo, vamos encontrar feridas abertas, não cicatrizadas, e falta de linguas para lambê-las. Meu grupo de origem perdeu entre tantos eu ( talvez eu não seja perda, seja ganho .. ) o Renato, o Guerra entre os fundadores – sem contar com o afastamento de outros tantos – e outros, C Bimbi, Ruschel, entre os mais recentes, para ficar por ai. Do grupo original restam, hoje, efetivamente, comparecendo apenas 2……Internamente, alguns ilustres pouco conhecidos lutam e esperneiam para que um outro bem mais conhecido não dirija o grupo porque este ou aquele seria ligado aquele outro que um dia saiu e que pode constranger o outro aquele se um dia quiser voltar arrrrghhhhhhhhhhhh krig bandolo … …. O Gremio Sempre, o grupo mais forte, penso, politicamente, dentro do CD, esteve ao lado de Odone MGN e MGI na eleição ultima para o CD e isto suscitou o descontentamento de muitos outros, alguns que ficaram com a cara torcida, outros como o Paulo Deitos desembarcaram e aportaram noutro grupo, como o GAT que, por sua vez, luta com divergências sobre o Projeto Arena, esta vida da gente dizendo que sim o e o Jacobus dizendo que não … ! Há ou houve problemas internos sérios no MGI como se sabe e se ficou sabendo, com desentendimentos daqui e dali, e por ai vai. Ora, se não somos capazes sequer de resolver, e bem resolvido, questões internas de grupos individualizadamente, como querer que todos juntos possam apagar sua diferenças. Como ?

    Não, me desculpem, e me perdoem, com toda a sinceridade do mundo. A idéia pode ser cheia de boas intenções, e é. Sem dúvida é. O que me coça, me comixa, é a certeza de que ela não será boa para o Grêmio. O nosso clube precisa evoluir politicamente. Um grande passo foi dado com a reforma do estatuto, a implantação do atual sistema de politização com grupos estruturados e definidos. Convergência me sugere retrocesso. Repito, por favor, não confundam minha posição com alguém que quer Guerra e não Paz. É que a paz não passa por isto e acho que se constrói após a eleição, como disse, com a inteligência do vencedor e a compreensão do vencido. Também não prego um separatismo total, e, repito, acho que alguns históricos devem sim estar presentes em todas as chapas e em posições de passarem no percentual mínimo em todas, cabendo a cada grupo escolher o que entende por histórico e até aqui, acho, que pode sim haver – aqui sim – uma convergência do tipo, olha, os históricos são estes e vamos todos fechar com eles …. mas tirante isto, como dizia minha mãe, cada um com suas coisinhas e vamos embora.

    E viva a eleição, ela é da essência do espírito democrático. Sem ela ” …não há dor não há pecado e só a melancolia que não tem mais fim …”

  5. a manifestação do Josias é perfeita, o desenvolvimento do processo eleitoral pede a eleição e o contraditório. Em um sistema ideal não haveria barreira e as chapas seriam eleitas via proporcionalidade. Privar o sócio de escolher e renovar o cd é retrocesso; depois é outra história a eleição do CA essa sim pode contemplar uma composição plural dos grupos e o momento pede isso não podemos ir para uma eleição onde o mais importante seja um nome.

  6. Marcos

    Não me referi a ti. Nem a ninguém especificamente.

    Falei em tese.

    Talvez preventivamente.
    Aqui só tem macho.

    Não tenho trejeitos femininos. Nem voz fina. Nem xiliques.

    Bom Humor eu tenho…

    :P

  7. Diego, colocas com muita precisão o teu comentário. O Krebs jamais falou em chapão e tampouco abrir mão de eleição. O texto é muito claro, senão vejamos: “…convergir é pensar na instituição antes do seu próprio grupo, é identificar pontos de afinidade e permitir que o clube avance sem disputas e desgastes desnecessários”. Pontos de afinidade! Avançar nos pontos de afinidade! Nos demais, mantém-se as discussões. Mas esta reação contrária não é surpresa, pois tem muita gente que precisa, prega e só vive de “pontos de divergência”. E se acham no direito de falar em democracia…

  8. TEXTO alvissareiro, caro Evandro! Penso que a idéia é de união pelo bem do clube, porquanto, a divergência faz parte da sociedade, e é extremamente saudável para uma Instituição do porte do Grêmio. Conhecendo o Evandro, penso que não se trata de “conchavo”, mas de união das boas idéias ou dos bons projetos, sem descuidarmos da “fiscalização” e da “crítica”. Aproveito para sugerir ao Evandro que se comece a dar conhecimento da política do clube e principalmente dos candidatos ao conselho e à administração, por meio de debates ou programas informativos em rádios, jornais e blogs. O torcedor tem necessidade de conhecer “quem é quem” no Grêmio. PARABÉNS, EVANDRO!!

  9. Ajudei na campanha da ultima eleição ao CD junto com meu irmão a pedido de amigos do bairro ligados ao Grêmio Unido. Dentro das proporções demos um banho. Depois, já afastado dos demais processo eleitoral porque não sou conselheiro, vi ser eleito o Raul Regis e o Duda por um conselho que se montou naquela eleição anterior. Não entendi o Aiquel em comentário anterior. Parece que ele sugere que poderia haver receio da situação. Se não mudou nada, não é para ter receio de nada. Mas penso como o Josias, vamos para a eleição, to louco para ajudar noutra de novo. Mas tenho um registro a fazer no comentário do Josias. Não vi perda alguma na saida do Renato Moreira do grupo do imortal, enquanto todo mundo dava um duro danado aqui contra a campanha milionária do Odone, ele gozava lua de mel em Paris. É fato que se trata de um cavalheiro, um homem educado, etc e tal. Mas foi o n. 1 de nossa chapa e não moveu uma única palha naquela eleição. E duvido que vá mover nesta. Já na anterior, em que não concorria, sequer apareceu. Na torcida ele não possui nenhuma visibilidade apesar de 2005.

  10. O Krebs foi muito claro: “Respeitadas as opiniões, posições e visões distintas que cada grupo político possui, portanto, preservadas as identidades e espaços conquistados pelos agentes partícipes, convergir é pensar na instituição antes do seu próprio grupo, é identificar pontos de afinidade e permitir que o clube avance sem disputas e desgastes desnecessários”. Concordo com o Ruschel, não se trata de conchavo, mas da capacidade das pessoas deixarem o clube avançar nos pontos de afinidade. Tivesse isto ocorrido e já teríamos reduzido a cláusula de barreira.

  11. Caro JOSIAS, teus ensinamentos realmente enriquecem o debate e nos trazem informação. É de informação que a “democracia” necessita para sua efetivação, também no futebol. Não intenciono contrariá-lo na tua percepção e ou entendimento, todavia penso que a “convergência” entre grupos e pessoas diferentes é possível sem se fazer “conchavo”. Isso (conchavo) é preocupante e pode levar uma organização ao “buraco” (ex.: segunda divisão). Onde convergir? Nos objetivos comuns. Nas “mesmas idéias” ou nos “bons projetos”. Termos em mente que nosso ÚNICO PROPÓSITO é estar ao lado do clube Grêmio; deixarmos de lado nossas “vaidades e interesses pessoais”. Entende, JOSIAS! Foi acreditando nesse pensamento (no meu) que ajudei a criar o Grêmio Democrático. Vejam bem: hoje a atual gestão é formada por gremistas de várias correntes e de outros que não fazem parte de movimentos políticos. Há sim atrito, divergências,… (como a conteceu no caso Deitos)! Eu mesmo discordei do Duda e do Pacheco, no caso Deitos, e recebi uma mensagem “forte” do Presidente e um sinal de contrariedade do Pacheco. Mas entendi e continuo apoiando a administração e torcendo para que tudo dê certo para o nosso Grêmio. Mesmo que Duda não me receba ou não mais me contate; mesmo que o Pacheco esteja chateado comigo; sem problemas, continuarei com “eles” (eles, enquanto Instituição), apoiando as “boas atitudes” e os “bons projetos”. Pois meu COMPROMETIMENTO é com o GRÊMIO FOOT BALL PORTOALEGRENSE. Não sei se estou sendo imaturo ou inocente, mas é no que acredito. Creio que, em todo grupo, ou em cada um de nós, há algo de bom; de muito bom, de maneira que possamos JUNTOS (divergindo e criticando) lutar por algo em comum: GRÊMIO!! Quando referes, com acerto, meu afastamento do Grêmio Imortal, aproveito para informar que guardo uma imensa identificação com esse grupo, bem como com os demais mencionados – GU, GAT, G SEMPRE….mesmo divergindo em alguns pontos e ou na indicação de alguns gremistas para a atual gestão. Finalizando: tento superar as desavenças e as idéias e posicionamentos diferentes, para ressaltar aquilo que temos em comum (projetos, sugestões, comprometimento,…), pois “O QUE IMPORTA É O GRÊMIO!”

  12. As vezes tenho a ligeira impressão que o GRÊMIO só vai se acertar e tomar a forma do GRÊMIO que tanto queremos o dia que tivermos eleições fortíssimas. A coisa eleitoral no limite. Sem acordos, sem os famosos “ele não ta fazendo o melhor mas é melhor que outro”.
    Porque, vejam bem, fala-se deste ou daquele mas no fim vão apoiar o Duda na reeleição. O que é injustificável (existe isso?). Não estou atacando A ou B aqui. Mas acredito que o GRÊMIO precisa mesmo é de uma limpeza (aqui no sentido de troca, não chamo ninguem de nada ruim) de todos esses abnegados que em nada adiantam.
    O GRÊMIO parace o Brasil. Cheio de gente muito batalhadora, honesta, dedicada e blábláblá… Me entendem?
    Eu acredito que o GRÊMIO tem potencial para muito mais do que ele apresenta e já apresentou. Temos uma torcida fanática, uma boa parte com um bom poder aquisitivo, e não aproveitamos isso. A atual gestão, que parece ser unanimidade aqui, afastou a torcida do estádio, atacou a GERAL, contratou mal, não fez nada no marketing, aprovou as 2 camisetas mais cretinas que o GRÊMIO já teve… E vai receber o apoio do G6 mesmo tendo mandado a merda o pessoal do GAT no caso Deitos. Aquilo ali foi uma falta de respeito, uma desconsideração infinita. E vocês vão lá lamber os caras de novo, e de novo e de novo. Na real são sempre os mesmo no GRÊMIO. E o pior é que a maioria ali nem faz idéia do que é ser GREMISTA, nunca na vida entrou na arquibancada, e alguns não vão ao Olímpico a anos. Quem foi na festa do Hélio Dourado sabe do que falo. Aglomerado de Gremistas de sofá…
    Eu sei que sou um sonhador, acho que o GRÊMIO é muito mais do talvez ele seja. Defendo o GRÊMIO como pertencimento, como ideal. Sei lá. Só que quando vejo esses textos como o do Krebs imagino toda aquela pasmaceira novamente. Krebs que inclusive é um grande abnegado, que foi eleito para GRÊMIO EMPREENDIMENTOS.´
    Fazem reunião de apoio ao Deitos e vão apoiar o Duda?? Como se explica isso? O melhor pro GRÊMIO!! Vai vendo…
    Eu sei que vou tomar pedrada por isso tudo que escrevi, mas escrevi direto e com toda a raiva que, as vezes um torcedor comum, tem o direito de ter.

  13. Anderson ,

    FANTASTICO !!!! MELHOR DEPOIMENTO ATÉ AGORA. ANTES QUE ALGUEM DE AS PEDRADAS QUE FALASTE.

    PARABENS, É ISTO MESMO.

    TOMARA QUE A TURMA DO G6 PENSE SOBRE ISTO.

  14. Anderson

    Nem tanto ao céu nem tanto à terra, não descarto nem abomino a reeleição do Duda. AS vezes somos exigentes demais, não acha? Só UM clube por ano ganha a LIbertadores e o Nacional…
    Vejam o caso do Hélio Dourado presidiu o clube de 1976-1981, o que terão dito dele em 1976?

  15. Anderson,
    Perfeito!
    Ta chegando a hora de botar na balança a gestão Duda.
    Veremos que muita coisa avançou nesse período ao mesmo tempo em que muita coisa que foi prevista não aconteceu ou retrocedeu.
    Não podemos esquecer dos fatos que marcaram e muito a imagem dessa gestão como os que o Anderson citou.
    Pra mim, permanecer nos atuais nomes seria um fracasso político e sucessório que atrasaria em mais alguns anos nosso clube.
    Tenho certeza que as pessoas que hoje estão lá deram o seu melhor e são dignas do respeito de todos, apesar de qualquer erro que tenham cometido, o que é natural.
    Porém, ta mais do que evidente que a Gestão do clube, como um todo, precisa ser renovada, precisa de capacitação, da pessoa certa no lugar certo.
    Casos como o do Pacheco não podem mais ser admitidos!
    Precisamos amadurecer ainda mais a disputa eleitoral, sem conchavos, sem repetição de modelos e nomes que não acrescentam mais e sem populismo também.
    A Geral não pode virar massa de manobra, como na última eleição e o sócio não pode se deixar levar por apertos de mão na fila de votação.
    Só com muita informação e abertura é que o associado fará a melhor escolha pro clube, longe das aclamações e decisões politiqueiras!

  16. E olha, Marcos, o Helio Dourado teve um vice de luxo, o F Kof e montou um time, para os padrões da época, milionário e não ganhamos nada. Lembram de Ortiz, Cejas, e por ai vai ? Pois é …

  17. também votei, mas desta vez quero alguem mais compromissado com a gestao do clube. alguem , melhor, um conselho de administracao comprometido com quem trabalhou, estudou, fez o planejamento da gestao e principalmente – COLOCOU A CARA PRA PEDIR VOTOS – com os grupos que apoiam a diretoria.

  18. Jardel, Vitor e amigos: em sendo assim como vcs pensam, me desculpem, mas não vejo nada que já não esteja sendo feito por todos os grupos. Todos os grupos, ao seu jeito, ao seu modo, pensam o bem do Grêmio. Todos os grupos, com suas idéias e suas teses, sustentam o melhor para o clube. Não vejo nenhum grupo remando contra isto. Claro, houve durante o percurso até aqui uma que outra escorregada, de um ou outro, mas isto é absolutamente normal e rotineiro, sempre um que outro dentro de um outro grupo destoa e pisa na bola, faz parte. A questão da cláusula de barreira ? Ora, se não todos, quase todos quiseram, já se debateu este assunto à exaustão, houve pisada na bola de todos, faltaram, nas votações, gente expressiva de todos os continentes que formam o nosso mundo tricolor, desde o Paulo Odone, que não, foi até o conselheiros menos conhecidos de TODOS os grupos. Nem por isto o bem do clube deixou de ser o foco de todos.
    Se é isto, bem, então se é isto, estamos bem como estamos, me desculpem, mas não estou entendendo ! Se é isto, todos os grupos estão fazendo o que está sendo pregado, então, já está sendo feito não precisa pregar. Simples como um aperto de mão !

  19. Josias concordo contigo. Eleições é o ar da democracia. Em 82 o PDS escolheu através de eleições o seu candidato ao governo do Estado. Ganhou. Em 88 o PT em Porto Alegre da mesma forma.
    Porém, se houver a decisão da maioria favorável a um consenso, estarei com o meu grupo. Se houver um canetaço, busco o retiro.
    Em 2004 fui contra o Imortal apoiar o sr. Odone. Acho que não houve debate e sim o canetaço. Retiro e torcida por Preis.

  20. O maior consenso que vi até hoje foi na colcha de retalhos que a chapa 1 fez na ultima eleição para o CD. Seus lideres, como o Antonini, pelo MGN, diziam que não faria aconchavos, não queriam o Chapão. Ouvi o mesmo do Belini. Agora o Aiquel aqui mais ou menos no mesmo ritimo. Nunca vi um chapão tão chapão como aquele.
    Teve Brasinha, teve Greminho Greminho, teve Bruno Ortiz da Geral que ninguém mais quer a paternidade, aliás me dizem que renunciou ao conselho é verdade ? alguém pode dizer isto ? teve outro da Geral que nem sei o nome, teve, claro, MGN e MGI, teve o próprio ODONE que pouco antes o MGI tinha rompido na escolha do Krieger numa lista que era encabeçada pelo Bombassaro do MGN, teve parte da turma do Gremio Sempre do Preis entrando por ali, com o Paulo Luz ajudando na campanha, ele que depois foi Presidente deste mesmo Grêmio Sempre, se não me engano as Mulheres Gremistas também estiveram juntas, enfim, um autêntico pirão, um mocotó, e agora vem aqui pregar que são contra o consenso ? ah pára, o consenso que fizeram é que foi um autêntico ACONCHAVO, não me amolem com esta conversa fiada porque até o Guerrero apoiou aquele lado. Não me venham agora bancarem os puros, ah, esta não.

  21. Artur houve canetaço no apoio a Odone ? Acho que ali, naquele momento, o canetaço que tinha havido era para apoiar o Preis, por isto o teu grupo rachou e o Renato Moreira, o Carlos Josias, o Francisco Rocha Santos, o Juliano Ferrer, todos do teu grupo acompanharam o racha. Acho que nesta tu te passou irmão ! O Apoio ao Odone foi incontinenti desde o desenho do canetaço daquela ocasião em que o Kof queria o Preis e terminou no caso Brito. Durou de 2005 a final de 2007. Esta a verdade companheiro.

  22. O Alex conhece tanto do “teu grupo” Artur que até te ensina.

    Dá uma olhada na relação do teu Grupo e vê se tem algum Alex.

    Deve ser esse cidadão que sabe quase tudo.

    Estou impressionado. Ele sabe mais do que o Dr. Carlos Josias que tem uma memória prodigiosa.

  23. ANDERSON KEGLER, não és merecedor de qq pedrada, mas sim compreensão, por tua preocupação com o clube, e informações para que possas entender na sua totalidade o processo político hoje do Grêmio. Como tu, tb não tenho conhecimento dos bastidores da política do Grêmio, por essa razão tento participar por meio de movimento e ou pessoalmente, conversando com conselheiros, dirigentes e torcedores históricos. Também gostaria que houvesse uma profunda e rápida “reforma” na Instituição Grêmio, de maneira que tão somente os gremistas comprometidos com o clube, nele trabalhem. O processo é lento, mas vai avançando. JOSIAS, quero dizer que há afinidas em todos os movimentos; dos mais conhecidos aos emergentes. Por isso penso que pode haver convergência, porquanto somos gremistas. No entanto, é sabido que nem todos os membros “remam” no mesmo sentido e se comprometem efetivamente com o clube. Então o que busco é UNIRMOS os gremistas de bem que, mesmo que haja pensamentos e ou idéias divergentres. RAFAEL, acho que estás sendo muito radical, caro amigo. O Duda e o CA cometerem sim equívocos (Deitos, algumas contratações equivocadas,…), mas a Instituição evoluiu e hoje esbanja credibilidade entre parceiros comerciais, clubes e jogadores. As finanças estão sendo organizadas, a base nunca revelou tantos bons jogadores e o grupo formado nos dá esperança de vitórias em 2010. ANDERSON, JOSIAS E RAFAEL, nós somos exemplos de que podemos pensar diferente em alguns assuntos ou procedimentos, todavia queremos o melhor para o clube. Aquele abraço a todos os gremistas, a todos os movimentos e a todos anônimos com ou sem grupo político. O QUE IMPORTA É O GRÊMIO! E FICA VICTOR!

  24. Gremista Andersen

    Não vejo motivo para levar pedrada. A crítica política, mesmo quando totalmente ingênua, é mais do que legítima. Não vi nenhuma ofensa no seu texto.

    Nessa linha, de boa vontade, gostaria de saber qual o seu preparo acadêmico, experiência de vida, sucesso empresarial ou comercial ou simplesmente profissional para dar RECEITAS DEFINITIVAS de como fazer as coisas certas.

    Estou realmente curioso incontidamente desejoso de aprender.

  25. Não tenho a memória do Alex e do Dr. Carlos Josias, mas vou me atrever a dar uma forcinha para os senhores, relembrando outros detalhes: Renato Moreira, Carlos Josias, Juliano Ferrer, Antônio Castro, Eduardo Antonini, Francisco Santos – Chiquinho, Carioca e Paulo Pelaipe, comandaram a insurreição pró-Odone. Foram pro pau. Deu no que deu! Pelo que sei, depois dos quebra-paus viraram novamente duplas: Moreira/Castro – Josias/Ferrer- Antonini/Chiquinho – Carioca/Pelaipe. Será que existe alguma dupla que ainda se dê com a outra? O que será que uma dupla pensa da outra? Parem com isso, ninguém tem autoridade para passar xixi em quem quer que seja. Ou não foi assim?

  26. Esta é fácil Jardel: viraram de novo dois quartetos, pois fizeram conchavo na época – (Moreira/Castro/Josias/Ferrer)de um lado e (Antonini/Chiquinho/Carioca/Pelaipe) do outro. Ou os quartetos já se desentenderam entre si?

  27. Alex, houve canetaço sim. O Odone havia perdido 3 meses antes, com seus companheiros Guerreiro, José Otávio, etc. as eleições ao CD.
    Não poderia sair candidato com o apoio do Grupo Imortal, que participou da chapa Koff/ Cacalo. Eu, por exemplo, sempre fui Imortal e tomei conhecimento pela imprensa. Quem decidiu?
    Esse Jardel é muito bom. O outro era bom cabeceador e esse tem uma cabeça privilegiada.

  28. Prefiro discutir as demonstrações perfeitamente críveis do Josias, do Alex, do Artur, do Targanski e do Jardel abordando algo que parece ainda mais chocante e ainda menos democrático do que parece.

    Tudo o que foi-me relatado pessoalmente por um conselheiro ou outro e tudo o que todos vocês têm escrito regularmente neste blog representam um detalhado porém triste relato. Todo esse conjunto de informações me leva a crer que – até determinado ponto – nenhum movimento atual representa novidade alguma. Nenhum é 100% coerente com suas próprias ideias, pois as composições acabam dizimando projetos discutidos semanalmente. Isso independe das convergências entre propostas semelhantes e do conhecimento prévio entre aqueles que estão no CD há muitas legislaturas.

    Por exemplo: caso não tivesse havido a quebra do combinado do MGN com Preis ao aceitar entrar na chapa do CA com Odone e caso não tivesse havido o episódio Britto, poder-se-ia dizer que não havia oposição no Grêmio.

    Até certo ponto, não fosse Guerreiro de certa forma “amigo” de Odone e não tivesse havido a participação de acusados de perticipar da máfia do Detran no CA da gestão anterior, absolutamente nenhuma diferença haveria entre a postura de qualquer candidato a presidente do clube. Não haveria nenhuma diferença programática significativa.

    Então, por mais antidemocrático e inaceitável que seja, infelizmente, sendo essa configuração confrade (que, diga-se de passagem, é válida até o ponto em que a amizade, o afeto e a ideologia, sejam perfeitamente aceitáveis via participação ativa na vida do clube por parte de todos os integrantes do grupo, cada um de acordo com a sua disponibilidade de tempo x conhecimento técnico x talento) baseada na ruptura inconsequente entre profissionalismo absoluto (terceirizações caras e para todo e qualquer departamento, que é como vejo o MGN e o MGI) versus trabalho abnegado (que, salvo cada vez mais raríssimas e super honrosas exceções, funciona pior do que deveria funcionar mas não justifica a cruzada neoliberal das terceirizações entre amigos, que é a versão remunerada da distribuição de cargos entre amigos), no final das contas, sob esse prisma, a eleição para presidente do Grêmio – seja ela direta ou indireta – não faz o menor sentido.

    Se alguém é novo e só interage dentro do seu próprio movimento, acaba tendo seu nome posto lá no final da chapa, com chances muito pequenas de ser eleito. Caso fôssemos pensar essa definição apenas em função do pouco tempo de serviços prestados ao clube, seria uma assertiva perfeitamente justa. No entanto, esse fato se agrava por causa da absurda possibilidade de se inscrever o mesmo nome em mais de uma chapa.

    Esse é mais um instrumento de perpetuação dos amigos. Afinal de contas, estes teriam não uma, mas pelo menos duas chances de permanecerem no CD praticamente sem nenhum esforço eleitoral. Mas, por outro lado, pode também servir – de uma maneira aí, sim, positiva – como um meio de garantir que bons conselheiros de trânsito livre em várias facções não fiquem de fora quando já se sabe muito bem que a sua ausência seria uma perda real ao CD.

    A dificuldade para os novatos reside no fato de que lhes é obrigatória a inserção em um movimento. Contudo, isso não lhes é suficiente para assegurar uma chance considerável de possibilidade de entrar no CD: obviamente, é preciso de antemão conhecer e trocar ideias com outros conselheiros de outros grupos, pois as chapas são compostas por integrantes de vários movimentos. A cláusula de barreira e o número mínimo de candidatos por chapa (50) impedem que cada movimento tenha uma representatividade proporcional.

    Em relação à sociabilidade e ao reconhecimento das habilidades, da história e de pontos em comum para o bem do clube, claro que essas composições tendem a ser salutares, desde que haja pluralidade. E, salvo os episódios que causaram o “racha” entre caciques e entre movimentos emergentes, percebe-se que a renovação é usualmente tão baixa que torna-se muito difícil crer na competência e no real interesse de grupos repletos de parentes e de colegas de trabalho – muito embora haja alguns casos em que, felizmente, o grau de parentesco quase não passa de uma mera coincidência. Todavia, nesses casos, não parece ser a qualidade de passar despercebido o que prevalece.

    Isso posto, apesar de parecer uma nova estratificação que favorece o conservadorismo e o poder nas mãos dos mesmos de sempre, tendo a crer que a proposta que eu já critiquei do querido amigo Cacaio Azambuja de estabelecer uma quantidade de membros natos no CD (isto é, conselheiros muito antigos, de vários mandatos, com um número X de anos de associação + serviços prestados) não me soa mais nem como antidemocrática, nem como absurda.

    Por que penso assim agora? Porque um contingente de membros natos, desde que mantido o número de 300 ELEGÍVEIS para seis anos de mandato com renovações intercaladas de 150 a cada três anos em princípio favorece a renovação. Claro que, aí, o número de membros do CD se elevaria a – digamos – de 400 a 450.

    Esse também seria um mecanismo interessante para o caso de continuar a preferência pelo ultrajante índice de 30% de cláusula de barreira, quando 15% seria absolutamente plausível.

    []’s,
    Hélio

  29. PINGOS NOS ´IS` …

    1. Jardel, não entendi bem a história das duplas que tu colocou, mas devo te dizer que a insurreição de que falas se dá do grupo Gremio Imortal. Carioca e Pelaipe não participavam deste grupo, já estavam ao lado de Oodone – Carioca é amigo de infância do Presidente – quando ocorreu o fato que teve por palco a casa do Presidente Cacalo. Sou testemunha desta história e dela participei ativamente. Antonni era do MGN, o racha do grupo não passa por ele. Efetivamente atuantes do GI no episódio foram Renato Moreira, Francisco Rocha Santos, Juliano Ferrer – este recém chegado ao grupo – e eu. Francisco Rocha Santos saiu do GI bem mais tarde, quase 3 anos depois, como contei, quando terminou a aliança com Odone em final de 2007 com o caso Brito; ainda assim é meu amigo pessoal até hoje, seu desligamento do grupo aconteceu por uma opção pessoal e respeitável dele que preferiu seguir com Odone após o episódio com o ex-governador. Posição politica compreensível que em nada afetou minha amizade por ele e vice versa. Temos imenos respeito um pelo outro e, repito, é meu fraterno amigo. O Juliano além de amigo e irmão mais do que irmão, é meu afilhado de casamento e sou padrinho de uma das filhas deles: convivemos todos os dias, inclusive profissionalmente porque somos sócios. Eu e o Renato nos afastamos, é verdade, em razão de um desentendimento meu com terceiro, mas nunca tivemos atrito pessoal efetivo. Admiro ele, tenho respeito por ele, foi ele quem me levou para o clube e da minha boca nunca vais ouvir nada em desabono a ele. Mais, sou também amigo pessoal do Pelaipe até hoje, nada tenho contra ele, foi um grande companheiro e um belo dirigente enquanto estive lá: mais um pouqinho e seriamos campeões da libertadores e hoje ele estaria na galeria dos nossos maiores dirigentes. Com o Antonini o meu desentendimento politico se passa da mesma forma que se passou com o Odone, a partir do episódio Brito rompemos, em que pese nunca termos pertencido ao mesmo grupo. Sobre o Carioca, ele, de novo, é amigo de infância do P Odone, continua sendo até hoje, nunca tive eu pessoalmente qualquer tipo de parceria com ele, para mim ele nem fedia nem cheirava, o desentendimento com ele veio de roldão pela sua amizade e ligação com o Odone, mas ele nunca me importou em nada, era um assessor do Presidente com o qual eu nunca tive nenhuma relação de nenhuma ordem salvo algumas viagens com o time e rarissimos encontros nelas, mas te falo de rarissimo. Ele em nada influiu nem deixou de, no tempo em que estive lá.

    2. Artur, amigo Artur. Gostaria que desenhasses este canetaço. Não houve qualquer canetaço. Quando o grupo rachou e começou a se inclinar por Odone aconteceu numa manhã histórica na casa do Cacalo em reunião que o amigo não foi, o amigo não estava. Eu, na ocasião, fui de pijama ( fiz uma brincadeira pq tinha e tenho hábito de acordar tarde há anos, morava distante da casa do Cacalo na ocasião quase uma hora e gozei dizendo que a reunião foi marcada para uma hora que eu não fosse …pura brincadeira ). Lá, no exato momento em que nasceu uma proposta de candidatura do Preis, a quem respeito profundamente e sempre respeitei ( oncorri na chapa dele x Guerrero em 2000 ) aonde praticamente todo o CA já estava montado sem que fossemos consultados, eu, o Renato Moreira, o Juliano e o Francisco decidimos – nós que representávamos o grupo naquele momento ali presente e definindo as coisas – dissemos não, vamos ver outro rumo ainda que com o Odone. Então se houve canetaço não foi nosso, nós os 4 decidimos que seguiriamos outro caminho porque certo ou errado não gostamos daquele que se desenhava, questão de opção politica, e quase que a totalidade do grupo veio conosco.
    Quer saber ? Já disse isto um milhão e meio de vezes: nunca me arrependi nenhum um pouco, nem eu nem o Renato nem o Francisco e nem o Juliano da atitude que tivemos. Não tenho dúvida alguma, e o tempo provou, que foi a melhor decisão que podiamos tomar naquele momento. Fomos eleito em 2005 na primeira e histórica eleição direta na vida do clube, depois de passarmos arranhando no CD, fizemos um grande 2005 que findou nos Aflitos, ganhamos 2 gauchões um deles em pleno 2006 no mundial deles, fomos vice da libertadores num ano histórico que foi 2007 e tudo foi perfeito e tudo andou correta e muito bem até o episódio Brito que foi outro divisor de águas e acabou ali a parceria com o Odone a quem já outros um milhão e meio de vezes referi que com todas as diferenças que posso ter, politica e pessoalmente, não posso deixar de dizer que se trata de um grande dirigente.
    Então companheiro, e amigo Artur, foi isto que acnteceu. Após o episódio Brito, uns do Imortal que ficaram afastados retornaram, como o Xico Mota, e outros, como o Francisco, que estavam juntos, sairam. A não ser que tu consideres que eu, o Renato, o Juliano, e o Francisco, que estávamos representando o grupo e tivemos que optar em meio a ferrenha discussão, tenhamos dado um canetaço …. o que ocorreu na verdade foi isto: uma decisão tomada pelos representantes do grupo que estavam no momento em que se tinha que escolher, ou se vai por aqui ou se vai por ali. Não dava prá ficar em cima do muro e não ficamos.

    3. Mas nem o Alex de memória tão prodigiosa sabe contar o que houve mesmo, porque não viveu o que aconteceu e o que sabe certamente é de ouvir falar ou de ler principalmente aqui aonde se contou quase tudo mas não tudo, e ele pula um ato que o Artur também não se lembrou ou não sabe. E ato importantissimo e fundamental para bem se entender aquele episódio da vida politica do clube.

    Mesmo depois da reunião na casa do Cacalo ainda tentamos evitar apoiar o Odone de imediato.
    Depois dela ainda tentamos fazer com que alguém diretamte do grupo concorresse; primeiro esgotamos de todas as formas tentar com o Cacalo que não podia e acabou conosco buscando outros nomes que foram convidados, e posso te enumerar no mínimo mais 3 nomes se quiseres, com quem eu e o Cacalo estivemos, tentamos de todas as formas mas sem êxito. Só depois disto é que verdadeiramente nos inclinamos pelo nome Odone.
    Quer saber efetivamente quando foi o meu primeiro cntato com o Odone – esta não depende da memória, depende exclusivamente da atividade na história – no ultimo dia da inscrição da chapa. Esa nem os prodigiosos. Até a penúltima hora tentamos, eu o Juliano, o Renato e o próprio Francisco, encontrar um nome do Grupo. O Odone nos procuros insistentmente até esta penultima hora, e eu sequer o atendia, enquanto o tempo passava. A nós e ao MGN via Antonini. Quando não tínhamos mais escolha, eu atendi o telefonema do P Odone e em contato com o Renato Moreira e com o Fancisco Rocha Santos – nada sem a comunicação com ambos – definimos então ficar com a candidatura dele. Junto conosco na empreitada estavam o Bombassaro e o Antonini que também se empenhavam emencontrar um do nosso próprio Grupo querido Amigo Artur. Vou te dar mais uma barbada. Enquanto eu me dirigia para a casa do Presidente Odone – já tendo desistido de encontrar no seio do grupo um nome que fosse nos liderar – aonde já estavam Tulio e Scapini, o Antonini ainda tentou falar com o P Kof. Mas este estava adoentado vindo de uma grave cirurgia e não pode atender ao MGN. O Cacalo nada podia fazer porque impedido profissional e pessoalmente. Nos econtramos todos na casa do Odone, e faltando 15 minutos para o encerramento da inscrição, depositamos a chapa que ainda levou o n. 1, pq até a ultima hora esperavam que nenhuma outra fosse registrada.
    Esta é a história que aconteceu, sem nem mais um ponto, sem nem mais uma vírgula e sem canetas, mas com voz destes companheiros erguidas em definir uma situação que precisava ser definida. E foi. Não contentou a todos, como sempre ocorre em decisões, mas foi tomada e era o que era preciso ! E ali, o senhor tempo se encarregando do resto, nascia, companheiro Artur, o retorno do clube à primeira divisão, a recuperação da paixão e da auto estima perdidas com aquele tenebroso buraco em que nos metemos. Ali começavamos a vencer a eleição, e dar inicio aquele ano de 2005 com a campanha de sócios que foi o pontapé para os 53 mil ativos que hoje mantém o quadro social com uma receita estupenda.
    Se isto foi canetaço, bem,
    então viva o canetaço !
    Agora francamente, que poder teria eu meu companheiro, o Juliano, o Francisco e o próprio Renato, teu amigo, de dar algum tipo de canetaço ????????

    O QUE NOS DEMOS ARTUR, FOI UM PEITAÇO isto sim, um baita peitaço, e fomos pro pau !

    Assim é que foi.

  30. Ah, apenas para lembrar e registrar o que os prodigiosos não se lembram ( do usando este adjetivo sem nenhuma ironia, apenas referindo o que aqui foi citado … ): o P Cacalo nos liberou expressamente, aliás, liberou o próprio grupo, expressamente, para que cada um fizesse aquilo que entendesse mais adequado. No dia seguinte à inscrição ele concedeu entrevista na Gaucha revelando que se sentiu incapaz de cntornar o racha do grupo e o liberou para que tomasse o rumo que melhor entendesse. E foi assim, a partir desta liberação que atendi o telefonema do P Odone, que com o consentimento do Renato e do Frncisco, me dirigi para a residência do Odone e …. Mais uma coisinha que é preciso ser dita: muito antes disto nosso grupo por indicação do Renato havia definido que o nosso homem para compor o CA seria o Francisco. Na casa do P Odone comuniquei a ele, Francisco, que estaria inscrevendo o nome dele e ele pediu-me encarecidamente que o liberasse dela porque ele estava muito aborrecido com todo o desenlace; liguei para o Renato Moreira que me intimou; Josias vai tu. O Juliano assistia a tudo. O Antonini seria um dos Vice mais eis que surge a noticia de que o seu nome estaria na lista do Preis. Ele declinou. Sugeri o Bombassaro, ele declinou. Sugeri o Bastos, eu ligeui e falei com ele ao telefone, depois o Antonni, depois o Mauricio e depois o Bombassaro, o Bastos aceitou. Faltava um nome. Sugeri e acordaram com o Krieger, falei com ele, estava na free way e me disse que cinco minutos antes o Preis o havia convidado … por alguns minutos, sem outro para completar a lista dos 7 ( constavam o P Odone, eu, o Bastos, o Tulio, o Scapini, o Reinaldo Lopes indicado pelo Odone, unica indicação dele ) o nome do Juliano foi para o computador para ser impresso, quando o Tulio lembro do Flavio Vaz Neto que aceitou.

    Esta a história da primeira eleição direta no clube e como foi composta a chapa.
    Saimos da casa do P Odone quando faltavam 20 minutos para o encerramento da inscrição. Chegamos lá no Olimpico deviam faltar uns 5.

    Contei isto pessoalmente ao Marcos Almeida faz uns 5 ou 6 dias.

    Dos citados, se alguém quiser acrescentar ou podar alguma coisa, por favor, com a palavra.

    obs.: quanto se participa ativamente de um episódio tão marcante deste, não se precisa ter uma memória muito eficaz, a mente registra tudo e dificilmente é possível esquecer.

  31. Poxa Vitor, não fui tão radical assim.
    Reconheço que o Duda tem seus méritos, como o equilibrio financeiro e as categorias de base, que demonstraram um projeto belíssimo de gestão, talvez o único legado do tempo do Autuori, um dos mentores dessa proposta.
    Só acho que a fila anda, precisamos de novos nomes, por mais que ainda haja o medo do novo e da mudança.

    Pra deixar claro, tambem não acho que a volta do Odone seria saudável ao clube. Isso só iria expor a dificuldade em formar novos dirigentes…

  32. Rafael,

    Concordo contigo: não é por eu apoiar uma gestão que irei me calar perante as suas falhas. Não é por eu ser amigo de alguém que irei simplesmente passar a mão sobre a sua cabeça quando ele pisa na bola.

    Pra ser presidente do Grêmio, é preciso querer. E o querer tem que durar todo o mandato, com a possibilidade de organizar a sua vida e predefinir seus ônus e bônus pessoais antes de partir para o pau.

    []’s,
    Hélio

  33. Alex,

    O fato de terem posto em uma ou em mais chapas os nomes de figuras como Brasinha, Greminho e o rapaz da Geral não significa que deva ser vedada a participação de associados com esse perfil na vida do clube. Todavia, talvez na vida política eles não sejam os mais indicados.

    De qualquer forma, a intolerância pura e simples a esse perfil também não representa, a meu ver, nenhum habeas corpus ou álibi suficientemente forte a ponto de justificar a não-democracia e a manutenção da política feudal dentro do clube.

    Se o conselheiro for parente ou trabalhar junto de um conselheiro, precisa mostrar trabalho e dedicação pelo clube. Justa ou injustamente, até mesmo de maneira dobrada. Afinal de contas, à mulher de César não basta ser honesta: ela tem que ser e parecer honesta.

    Sim, há casos em que temos bons representantes da mesma família ou da mesma empresa no CD. O Josias e os Ferrer são um exemplo impecável disso. E no mais?! O resto é exceção ou é regra? Da mesma forma, nem sempre alguém de origem diferente representa verdadeiramente o novo.

    []’s,
    Hélio

  34. Caro RAFAEL, compreendi seu posicionamento. Fecho contigo, parceiro! Temos de valorizar o que está sendo bem feito, pensando sempre em melhorar, e criticar os equívocos. Exatamente isso! Penso inclusive que não devemos “pessoalizar” as administrações. Todas fizeram algo de bom para o clube. Meu foco é escolher os que realmente sentirão orgulho e estarão honrados trabalhando pelo clube; satisfação em se comprometer com o Grêmio. Ser Presidente, do Conselho de Administração ou do Deliberativo do MAIOR CLUBE DO SUL DO BRASIL é honraria demais. Por comentarmos sobre as categorias de base, informo que algumas excelentes revelações estão por vir, “a menos que o TA ou outro CLUBE PIRATA as RETIRE (!?)de nós”! ALIÁS, ESSE PROCEDIMENTO (CASO HAJA FRAUDE EM CONTRATO DE TRABALHO) TEM DE SER DENUNCIADO ÀS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS: Ministério Público do Trabalho, Ministério do Trabalho (Poder Excecutivo), ….

  35. essa questão da pirataria, pelo que eu vejo, é um tanto dificil de ser combatida, afinal os garotos não podem fazer contratos antes dos 16, se não me engano.
    A relação fica muito dependente do bom senso e de acordos entre os clubes.
    No caso Lucas, faltou a inteligência aos macacos, que estão abrindo um precedente perigoso.
    Talvez o Grêmio já tenha feito o mesmo, porém nada tinha sido noticiado até então.
    Só espero que o Grêmio dê o troco devido, pois faz tempo que os coloridos pensam que são o umbigo do universo!

  36. MARCIO GUEDES, eu não sei se há provas. O que sei são as informações constantes em blogs, jornais, colunas,..Se houver prova, o Grêmio tem de denunciar com certeza. No final de semana, saiu em jornal, que o Duda conversaria com a direção do Inter a respeito do caso LUCAS. Penso que o fato não poderá ficar somente na conversa. Tem de ser denunciado!!

  37. Cada vez mais me convenço que o Gremio está no caminho certo, que está mudando para melhor. Sinto o cheiro da democracia gremista no ar. Quem poderia imaginar que figuras ilustres do clube viessem algum dia a público debater questões que por décadas foram consideradas como tabú. Aqui no blog estamos convivendo com depoimentos feitos de peito aberto e livres da preocupação de estar na contra-mão da “economia interna”, uma vez que são testemunhos de gremistas sérios, baseados em fatos reais e que agora, democraticamente, estão sendo compartilhados abertamente. Aqui no blog, – e me desculpem os que dirigem o departamento oficial – vem funcionando uma espontânea e dinâmica “ouvidoria”, com idas e vindas, com questionamentos e respostas, com opiniões, sugestões e o contraditório, sem medo e sem receio de nada. Um Gremio aberto, sensível, amplo, abrangente e transparente. É neste cenário que as idéias e cobranças se mesclam e/ou se digladiam com um único propósito: ser útil ao Gremio. E este tipo de atitude que gradativamente vem se instalando no clube é que me faz acreditar numa nova realidade. Tudo isso se está construindo aos poucos. Assim são as verdadeiras conquistas: se come pelas beiradas. O Gremio está se descobrindo, está se discutindo, está respirando novos ares. Está tudo certo? Não! Está tudo errado? Também, não! Nós, que somos o recheio, a essência, a razão de ser do clube, somos também os fiadores desta transição e temos um compromisso inadiável: tornar o GREMIO ainda maior e mais pujante. Adeus às vaidades, adeus ao “carreirismo”, adeus a tudo que é pequeno, A TUDO QUE ATRAVANCA. O Gremio que se avizinha e que logo, logo, se aninhará em nosso meio, é o mesmo Gremio de sempre: glorioso, vitorioso, imortal. Só que agora, de roupa nova…

  38. Darcilio,

    Falando nisso, vem ai o blog da ouvidoria, idéia interessante e até então ausente no site do Grêmio!

  39. Ao Marcos Almeida e demais participantes do Blog.

    Grêmio do Prata:
    Presidente – Rogério Suffi Fallavena
    Vice-Presidente – Darci Broilo

    Conselho Deliberativo – não possuímos representantes atualmente;
    Eleições este ano – não temos composição com nenhum Movimento ou Grupo Político, e vamos concorrer as eleições ao Conselho Deliberativo.

    Bueno, para maiores informações sobre o Movimento e nossas ações, os contatos estão logo na capa do site http://www.gremiodoprata.com.br .

    A disposição.
    Cláudio Medeiros

  40. DARCILIO, belo depoimento! Teu sentimento é o meu, caro gremista! Estava pensando exatamente nisso: este blog – aberto, democrático, saudável e LIVRE – que respeita às diferenças e a todos os movimentos, serve como uma espécie de “ouvidoria paralela”, mas com o caráter oficial de participação e defesa da Instituição Grêmio. Apontam-se erros e dissabores com alguém ou alguns, no entanto não li uma única expressão de ataque ao nosso Grêmio. Meus cumprimentos, nobre gremista Darcílio!

  41. Vitor,

    3 pontos nesta semana:

    * aumento do desconto de 5% para 10% sobre os produtos do Grêmio na GrêmioMania, para Sócios do Grêmio (uma reinvidicação até antiga);
    * desconto de 10% para a compra de ingressos para os jogos do Grêmio e 5% na compra de produtos do Grêmio na GrêmioMania para quem estiver cadastrado no Exército Gremista;
    * e agora, a criação do blog da Ouvidoria do Grêmio.

    Muito bom!!

    Seguimos…

    Cláudio Medeiros

  42. HELIO, NÃO FIZ JUÍZO DE VALOR SOBRE BRAZINHA, GREMINHO GREMINHO E O ORTIZ, APENAS CITEI OS TRÊS PARA MOSTRAR QUE A CHAPA 1 FOI UM GRANDE CHAPÃO, UM GRANDE ACONCHAVO,UMA COLCHA DE RETALHOS QUE DESAUTORIZA QUALQUER DOS SEUS INTEGRANTES A CRITICAR QUALQUER TIPO DE COMPOSIÇÃO TIPO CHAPÃO PORQUE FIZERAM O MAIOR DE TODOS. MAS JÁ QUE TU TOCOU NO ASSUNTO ME DIZ QUAL A CONTRIBUIÇÃO QUE ESTES TRÊS DERAM ATÉ HOJE AO CLUBE ? PIOR, O GREMINHO GREMINHO PERDEU ATÉ O BRILHO QUE TINHA QUANDO SE LIMITAVA A FAZER O QUE FAZIA. HOJE NÃO FAZ NADA NEM FORA NEM DENTRO DO CLUBE.NEM FOLKLORE MAIS É, TUDO EM TROCA DA CARTEIRINHA PARA ELE E DE ALGUNS VOTOS PARA A CHAPA. LAMENTAVEL.

  43. O Darcílio e o Cláudio Medeiros fizeram diferentes depoimentos sobre diferentes assuntos de uma maneira sensacional. Parabéns aos dois!

    Alex, não quis defender de maneira alguma essas personagens folclóricas. Todavia, o direito da chance de poderem fazer parte da política do Grêmio e de demonstrarem com seriedade alguma contribuição não pode ser negado.

    []’s,
    Hélio

  44. Amigos!
    Somos todos orgulhosos mosqueteiros. “Um por todos e todos por um”! A nossa força é essa paixão imorredoura pelo GREMIO que se esparrama pelo mundo afora e que explode nos gritos de guerra, nos cantos e na avalanche da geral e que se nutre dessa espontânea cumplicidade com seus milhões de torcedores. Somos Gremio, sim senhor! Hoje e sempre. Para o que der e vier…

  45. O dito “ACONCHAVO” PODE SER ENTENDIDO COMO UMA PARTICIPAÇÃO PLURAL E DEMOCRÁTICA, REPRESENTATIVA DE VÁRIAS TENDÊNCIAS. BUSCADA E NEGOCIADA PELOS CRÍTICOS. PORÉM, SEM SUCESSO.

    É UMA QUESTÃO DE INTERPRETAÇÃO. ÀS VEZES HÁ VERSÕES UMAS OTIMISTAS OUTRAS PESSIMISTAS OUTRAS NEM TANTO ANTES PORÉM AO CONTRÁRIO.

  46. LEMBRO TER VISTO O ALEX NEGOCIANDO PARTICIPAÇÃO NO CHAPÃO DO “ACONCHAVO”. COM DOIS OU TRÊS REPRESENTANTES.

  47. CLÁUDIO MEDEIROS, tuas referências neste espaço livre e verdadeiro igualmente enriquecem o debate e servem de impulso para novas idéias. Está sendo um prazer participar neste grupo junto com gremistas como tu.
    APROVEITO para convidar a todos GREMISTAS, que aqui se manifestam ou simplesmente lêem nossas mensagens, a participarem do jantar de lançamento do novo SITE DO GRÊMIO DEMOCRÁTICO. Será no dia 13/07/2010, às 20:00 h, no Restaurante GRELHA PORTO, na Av. José de Alencar, em frente ao antigo Kastelão. O custo é de R$ 25,00 por pessoa (fora bebida). Seria um imenso prazer tê-los com a gente. Peço-lhes as confirmações, caso possam ou tenham interesse em comparecer. Meu email particular é: vitorruschel@yahoo.com.br

  48. Não pretendo debater aqui a montagem da Chapa 1 nas últimas eleições para o CD, mas chamar o ajuste feito entre alguns grupos de “aconchavo”(sic) é desrespeitoso, na minha modesta opinião.
    O “conchavo” (na língua mãe é assim que escreve) traduziu a união de interesses de diversos movimentos políticos. Eu sequer fazia parte do MGI, à época.
    E se nomes foram “negociados”, nas duas outras chapas concorrentes também foi feita a mesma coisa.
    O QUE É COMPLETAMENTE DIFERENTE DE UM CHAPÃO ÚNICO, o que repilo com veemência, pois se trataria, após toda a luta pela implantação da democracia e abertura no Grêmio, em um retrocesso abominável.

    E, aproveito para fazer um reparo importante, para que não seja cometida uma grande injustiça:
    Foi dito acima (Marcos Almeida, se não me engano) que o Presidente Dourado dirigiu o clube de 76 à 81 e “deu a entender” que na primeira gestão não teria tido sucesso. Lembro que no seu segundo ano, 77, retomou a hegemonia regional (á época um título muito importante) depois de 8 anos dos vermelhos. É pouco?

    Abraços

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