Direto do Aurélio

CONVERGÊNCIA: s.f. Ato ou efeito de convergir. / Geometria. Disposição de linhas que se dirigem para o mesmo ponto. / Física. Inverso da distância focal de uma lente.

CONVERGIR: v.t. Tender ou dirigir-se (para um ponto comum): várias linhas convergem para o centro da circunferência. / Concorrer, drugs afluir: o povo convergia para a igreja. / Tender (para um mesmo fim).

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33 comentários

  1. Ok mas há que se explicar que ponto é esse?

    Será um plano de metas?
    Será o bem do clube?
    Algum nome para alguma posição?
    Uma chapa?
    Todos ao Olímpico quarta?

    As pessoas querem e tem interpretado de forma errada a convergência apregoada pelo Evandro, eu reli e entendo como convergência de idéias basilares para a gestão do clube

    http://sempreimortal.wordpress.com/2010/04/04/direto-do-blog-do-hiltor-convergencia-pelo-bem-do-gremio/

    Para o CA sou o ficha 1 em apoiar o consenso eleitoral e uma composição entre os grupos que antes junto ao sócio DISPUTARAM uma eleição e proporcionalmente ocuparam o CD.

  2. Será adequado uma “convergência”, em um momento tão crucial na vida do Imortal, ou o debate franco à luz do dia?

    Fico com a lembrança da “convergência” do Guerreiro e do Obino e foi trágico.

    Tenho muitas dúvidas com esse tipo de discurso.

  3. Jorge Vieira, poderia explicitar a expressão “momento tão crucial na vida do Imortal”???

    Quarta-feira, independente dos comentários que preconizam uma terra arrasada, estarei no meu local tradicional torcendo por mais uma vitória do nosso Imortal Tricolor.

  4. Mudança de estádio, busca de equilíbrio financeiro, passagem de uma geração de dirigentes para outra, só para citar três, são temas para deixar qualquer com os nervos a flor da pele. Ou essa agenda não é crucial?

  5. Volto ao assunto para repetir a mesma pergunta que não quer calar, após tomar conhecimento da proposta do meu amigo Evandro Krebs:

    O QUE MUDOU DE 2008 PARA 2010?

    Relembro que as mesmas cabeças comandavam os grupos em 2008 e quem tem boa memória recorda bem o que aconteceu na época eleitoral.

    O QUE MUDOU DE 2008 PARA 2010?

    Com todo o respeito ao trabalho que o Evandro se propõe a fazer, acho muito estranho este novo posicionamento apresentado.

    OU O BEM DO GRÊMIO NÃO ERA A META EM 2008?

    SOMENTE PASSOU A SÊ-LO AGORA?

    Estranho, muito estranho…………

  6. Tendo a concordar com Marcos Almeida, Jorge Vieira e Marcelo Aiquel. No mais, em relação aos últimos comentários do Josias no último post (que têm tudo a ver com o que estamos discutindo aqui), se formos parar pra pensar em quem está no poder e na convicção que cada um tem ao realizar as suas próprias ações, no frigir dos ovos, há infindáveis exemplos de vice-presidências de futebol de cujas práticas discordamos durante meses, até que elas ou nos surpreenderam e conquistaram títulos históricos, ou foram até aquém das nossas críticas e fizeram pior do que imaginávamos.

    Sempre fiz e sempre farei a crítica, porém sempre com maior aprendizagem e maior ponderação do que até pouco tempo atrás. Então, se a convicção é a do Meira e é ele quem está lá, então mantenho as minhas críticas, relembro fatos que confirmam as minhas crenças ou, então, concordo com aquilo que comprove que estou equivocado, mas sigo o baile ajudando e torcendo.

    Mas isso não quer dizer que irei contemporizar com quem dou apoio. Isso, nunca!

    []’s,
    Hélio

  7. OFF-topic

    e o koff se reelegeu…

    é por essas e outras que ainda tenho esperanças no futebol brasileiro…

    agora, esperemos a proposta da record para ter o brasileirão, iria adorar ver a globo perder as transmissões, hehehe…

  8. João Luiz,

    Não seria tão otimista assim: gostaria MUITO de poder conversar com o Fábio Koff para fazer-lhe um apelo para que JAMAIS aceite nenhuma espécie de monopólio nas transmissões. Caso a Globo seja substituída pela Record mas esta última também adquira os direitos de transmissão com exclusividade, será apenas a troca do seis pelo meia dúzia.

    Outro dia, dei à Bianca Ramos (assessora de imprensa do Marketing agora alçada à condição de princiopal editora do site oficial do Grêmio) a ideia de procurar ver com o Caco Keller a possibilidade de o Grêmio cobrar para transmitir os jogos ao vivo e também de recuperar gols, compactos, e entrevistas históricas pelo site. Todos os clubes da Inglaterra faturam alto dessa forma.

    Todavia, ela informou a mim que a Globo detém todos os direitos. Eu já trabalhei na RBS (quando o Terra ainda não existia e se chamava ZAZ; este, por sua vez, era um produto da Nutec Informática, comprada pelos Sirotsky pra montar um portal de conteúdo + provedor de acesso Nutecnet) e na Globo.com (em termos de design, de velocidade de publicação e de volume de acervo histórico em multimídia, absolutamente imbatível na América Latina). Porém, as práticas monopolistas de ambos é totalmente nociva aos interesses que exigem dos clubes uma certa autonomia, a fim de poderem faturar cada vez mais.

    10 pilas a mais na mensalidade do associado ou 20 pilas a mais para os não-sócios participantes do Exército Gremista atingiriam um público que não pode pagar pela Sky via satélite ou, então, que vive em regiões geográficas não-atendidas pelo cabo.

    A partir desse novo produto 100% gerenciado pelo clube (ou, então, pelo C13, assim como a NBA faz com os produtos multimídia para todos os times de pasquete profissional nos EUA), poderíamos ter mais profissionais de Comunicação disponíveis, a fim de evitarmos a perda da nossa memória.

    Estava conversando sobre isso na última sexta-feira com o Fábio Mundstock: o Memorial do Grêmio não tem um scanner nem um historiador ou estagiário pra fazer o que o Fábio, um competentíssimo e apaixonado abnegado conhecedor de um método sério de pesquisa, está fazendo com o fichamento completo de todos os jogos do Grêmio em sua história. Nenhum Cléber Grabauska, Totonho ou PVC possui o que ele já encontrou. E a credibilidade é total, pois ele se assegura de somente considerar a ficha de uma partida após ter verificado os seus dados em pelo menos duas ou três fontes diferentes.

    Pergunto: na negociação dos direitos de imagem e dos direitos autorais, é MESMO necessário ser subserviente à mídia corporativa a ponto de não poder ter cópias daquilo que qualquer jogador ou dirigente um dia já expôs na mídia?!

    []’s,
    Hélio

  9. Hélio:

    eu tb sou contra o monopólio nas transmissões e acho, sinceramente, que a globo vai continuar transmitindo os jogos…

    mas queria que eles, pelo menos, se apertassem e tivessem que dar mais grana aos clubes…

    e sobre o conteúdo ser todo da globo, aqui vai uma pergunta: isso está no contrato e o Grêmio não pode tentar ingressar na justiça pra liberar esse tipo de material para seus sócios, como tu propuseste?

    digo isso porque as transmissões antigas, que eu saiba, não estão cobertas por nenhum tipo de contrato. até, dando um pequeno adendo a tua ideia, poderia se começar com jogos antigos, pré-90, acho que teríamos muito interessados em adquirir esse material (eu, pelo menos, teria…)

  10. João Luiz,

    Infelizmente, acho que essa cláusula leonina era uma imposição que parece ser aceita quase de praxe mesmo há algumas décadas atrás, pois era uma fonte de renda a mais garantida para os clubes.

    Porém, isso é apenas um palpite meu. Gostaria muito que o Jurídico do Grêmio se mobilizasse para tentar descobrir isso. Afinal de contas, os contratos antigos com a TV estão nos arquivos do clube.

    No mais, seria ainda preciso compará-los aos termos atuais. E, finalmente, que se faça um esforço muito grande a fim de evitar o adiantamento dos direitos de TV para clubes endividados que o solicitam, pois isso dá à Globo poder de barganha para que ela exija a renovação do contrato no ano seguinte.

    O último parágrafo não é chute – é informação.

    []’s,
    Hélio

  11. Companheiros do Grêmio Sempre Imortal,

    É a primeira vez que eu comento por aqui. Espero poder contribuir de todas as maneiras possíveis.

    Sou colega de Movimento do Vitor Ruschel (grandíssimo gremista e igualmente grandíssimo amigo).

    Bom, acredito que o Evandro foi muito coerente dentro do seu comentário. Todos os Movimentos Políticos do Grêmio (acredito piamente nisso) têm como objetivo ajudar o Grêmio acima de qualquer coisa.

    Divergências ocorrem frequentemente, e fazem parte do cenário político, e também da nossa vida.

    Mas é importante salientar que, o que importa, ao menos na minha visão, é batalhar pela evolução constante e pelo sucesso do Grêmio. Muitos têm esse objetivo, eu me considero um deles (apesar de estarmos ainda começando), mas infelizmente, existem pessoas que querem, antes do que realmente importa, a promoção própria ou do seu grupo.

    O egoísmo desses atrapalha para o objetivo, que é convergir para contribuir da melhor maneira possível com o Grêmio.

    Vamos trabalhar. É difícil ter unanimidade em determinados assuntos, sempre haverão conflitos. Mas todos nós somos unânimes em uma coisa: queremos o Grêmio Vencedor.

    Saudações Gremistas a todos!

  12. Todos nós gostaríamos de ver o fim do monopólio das transmissões de jogos. O medo da Globo e dos grupos que lhe dão sustentação é ter que dividir o bolo. Para os clubes, é a possibilidade tão almejada de dobrarem seus ganhos, de ampliarem o leque de seus patrocinadores abrindo novas perspectivas de mercado e de dar chance aos telespectadores de escolher a transmissão de sua preferência, dentre outras vantagens.
    Penso que a relutância maior é possibilitar aos concorrentes a transmissão de jogos em horários de sua livre escolha, concorrendo com a programação de seu interesse. A minha preocupação é que uma vez consumada a queda do monopólio, o corporativismo se sobreponha aos interesses do torcedor/telespectador e tudo acabe ficando como sempre. São os riscos a que estamos sujeitos. Ainda assim, acredito que será a grande notícia que dará aos clubes a fatia a que tem direito neste grande negócio em que se tornou o futebol.

  13. na verdade, vos digo: minha opinião é que os clubes querem continuar com a globo, por ser mais conveniente a eles. ISSO é opinião, não um fato. me parece que eles acham (e com razão) que a audiência seria maior com a globo, se correndo o risco do campeonato ficar sem a divulgação merecida se forem outras empresas.

    o meu único medo de trocar a empresa transmissora é vermos apenas jogos do rio e SP. não acho que a record dê a minima por público fora desse eixo, coisa que, bem ou mal, a globo dá. mas, pelo menos por um tempo, seria muito salutar trocar a emissora (e por favor, trocar o pay-per-view: é a PIOR transmissão de futebol do mundo!!!)…

  14. No caso, se não tem cláusula nenhuma exigindo a liberação das imagens também para uso dos clubes, o conteúdo captado (considerado jornalístico) é de propriedade de quem o está produzindo, de quem opera as câmeras. Só haveria excessão se os clubes decidissem por colocar essa cláusula, mas acredito que ninguém nunca fez isso.
    O Atlético-PR tentou fazer algo assim, assumir o controle do conteúdo midiático produzido dentro da arena, mas levou boicote de tudo que é lado e recuou.
    Nos esportes profissionais dos EUA, cada franquia tem sua equipe de transmissão – quando não tem, negociam firmemente, em conjunto, a cobrança, considerada justa por eles e pelos sindicatos dos atletas, pela utilização de suas imagens, porque não as consideram de conteúdo jornalístico, mas comercial (marketing). É outra concepção, os caras lá nos states são feras nessa história de exploração de mídia – o que, na minha opinião, deveria ter váááárias coisas copiadas por aqui.
    Do jeito que acontece no Brasil, o clube paga direito de imagem para o atleta, o usa parcamente em pequenas iniciativas de marketing, quem acaba levando o grosso da exposição do atleta acaba sendo quem transmite, com repasse de pequena (já foi muito menor) verba por direitos de transmissão de campeonatos (uma espécie, sim, de direito de imagem aos clubes, mas muito incipiente ainda).
    Em longo prazo, a grande sacada das distribuições de verbas seria que cada clube gerenciasse e vendesse para quem desejasse os direitos de transmissão de jogos em sua casa. Mas, agora, pra superar o vácuo da falta de registro próprio da história que passa direto à frente dos olhos de quem está na arquibancada seria ter uma equipe de filmagem por jogo, com, no mínimo, 4 câmeras (pra ficar minimamente bom) e 3 microfones de captação de som ambiente. Teria-se que montar uma central de captação, toda digital, totalizando uma equipe de mais ou menos 15 pessoas. Olha, se eu fosse detalhar um orçamento disso (somente para jogos no Olímpico), aposto que ficaria abaixo do salário do Jonas ou do Rochemback por mês…
    Agora, o que acredito ser possível ter nestes contratos é uma exigência da Globo de exclusividade em transmissões do Brasileirão, por exemplo. Se numa cláusula dessas estiver detalhado “TV”, bom, daí é possível que tal estrutura funcione via web e que o clube possa vender, inclusive, estas transmissões em seu site. Se não, já era.

  15. Marcelo Aiquel, prezado amigo, tu tens todos os motivos e razões para desconfiar, afinal de contas vivemos nesses últimos anos uma verdadeira guerra política dento do Grêmio. A intolerância imperiou de todos os lados. O fato de estar propondo a convergência, neste momento, conforme bem percebe o Marcos Almeida, é porque penso que existe um amadurecimento e esforço coletivo em busca de uma convivência política respeitosa e pacífica. Isto não pode ser confundido com conchavo. Aproximar onde existe alinhamento, pontos em comum que representem avanço para o clube. Naquilo que não for possível, bem, daí vamos discutir democraticamente e de forma civilizada.

  16. EVANDRO.
    Tenha a minha solidariedade. O que estás tentando é muoto meritório. Até porque é muito difícil.

    Não desiste que tem muita gente que te antecedeu, que está contigo e que vai te suceder.

    Sem nenhuma crítica aos descrentes.

  17. Vejo com muito bons olhos os comentários pertinentes, justos e coerentes do conselheiro Marcelo Aiquel, sobre o repentino processo de apaziguamento que estão tentando implementar na política gremista neste ano de 2010.

    Se os conselheiros Marcelo Aiquel e Krebs me permitem uma sugestão, penso que o amplo debate de idéias deva ocorrer neste ano, com chapas de situação, oposição e os prováveis excluídos do G6. Finalizado esse debate acredito que se tenha um clima mais ameno ainda para se tratar do apaziguamento do Grêmio no biênio 2011/2012.

  18. Meu caro Evandro, agradeço e saúdo a tua resposta ao meu comentário, feita da forma elegante e educada como tem sido a nossa relação.

    Sem querer desmerecer a tua iniciativa, e ressaltando a coragem de assumir tão dificil tarefa de unir os desiguais, sou forçado a concordar contigo que existe sim a possibilidade de um diálogo civilizado entre aqueles que se alinham no mesmo ideal.

    Porém, te convido a comungar comigo quanto à enorme dificuldade que esta convergência (para utilizar as tuas palavras) terá no tocante a algumas profundas feridas causadas por comportamentos nada éticos havidos em passado recente, quando a vitória política era mais importante do que o “bem do Grêmio”, especialmente para alguns líderes dos grupos do clube.

    Não me cabe nominar quem seriam estas pessoas, até em respeito às conversações futuras a que tua proposta vislumbra entre as diversas correntes políticas que compõem o quadro político gremista.

    Remexer defuntos não ajudará em nada neste processo de tentativa da busca de uma convergência, por isso, mesmo desconfiado (e quem sabe até descrente do sucesso da proposta), não serei a voz que criará barreiras para que se lute por tal união.

    Espero e desejo, sinceramente, que – caso esta convergência não seja consenso – as campanhas políticas entre situação e oposição venham eivadas de respeito e civilidade, PARA O BEM DO GRÊMIO!

    Forte abraço

    Marcelo Aiquel

  19. EVANDRO, pouco posso comentar a respeito do passado político do Grêmio, todavia aplaudo tua iniciativa por acreditar nos teus propósitos. O tempo que te conheço – set 2007 a abr 2010 – foi suficiente para postar-me ao teu lado, defendendo as boas idéias, aquelas que possam trazer equilíbrio e união – respeitando as divergências – para a Instituição. Particularmente, mesmo sendo um quase neófito politicamente escrevendo, acredito no projeto de convergência (união das afinidades), uma vez que os gremistas efetivamente comprometidos com o GRÊMIO, independente do grupo político ou de suas próprias convicções, envidarão todos os esforços para que o Grêmio reorganize-se ainda mais e volte a ser o GRÊMIO COPEIRO da década de 1990.

  20. Entendi claramente os significados da ação e do ato: minha dúvida é quanto ao seu objeto. O Grêmio. Aqui reside o nó górdio: qual ou que Grêmio. Cada um aqui tem sua idéia de Grêmio mas nem todas contemplam o mesmo Grêmio ou o Grêmio da mesma maneira e todas são altamente meritórias. Como fazer essa convergência, eis a questão. Muitos terão de abrir mão do seu Grêmio, mas quem o fará efetivamente? Um processo de escolha eleitoral não fará essa convergência, outros tantos ficarão de fora e a divisão será ampliada. Qual é a melhor idéia ou concepção de Grêmio? Tento responder a pergunta. E divido minha dificuldade com vocês.

  21. Raul, sendo um neófito na arte da política do Grêmio, penso que tuas palavras estão perfeitas. Como referiste, cada um de nós INDIVIDUALMENTE tem uma idéia de Grêmio HOJE e de como gostaríamos que ele ficasse AMANHÃ. Acredito que teremos de abrir mão de PARTE do que projetamos para o NOSSO Grêmio ideal, em favor de um Grêmio POSSÍVEL. Na questão ficar de fora seria do CD? Sendo sim, penso não ter jeito. São somente 150 nomes para serem renovados ou substituídos de um total de 300. Somos 10 milhões de gremistas. O que fazer? Eu não me importo em “ficar de fora”, ou seja, em não ser conselheiro. Sério mesmo, amigos! Meu desejo deve ser o da imensa maioria que se manifesta por aqui. Ajudar o clube de alguma forma: SER OUVIDO. Então temos de lutar JUNTOS de modo a REDUZIRMOS a divisão. O ideal seria sermos 3 ou 4 grupos políticos (uma espécie de partidarização mínima). A criação de NOVOS GRUPOS visa a um único objetivo (é no q creio): SERMOS OUVIDOS, RECEBERMOS ATENÇÃO DOS DIRIGENTES E DOS CONSELHEIROS. O duro é que, mesmo apoiando uma determinada gestão, tenho a impressão de que NÃO PODERÍAMOS CRITICAR. Poxa mas a crítica construtiva serve de COMBUSTÍVEL para o clube que tanto queremos bem. O fato de apoiarmos esse ou aquele, não lhes dá IMUNIDADE a críticas. O equilíbrio vem da divergência sadia e bem intencionada; de várias concepções e opiniões, óbvio que com a condição de querermos TODOS a mesma coisa: pensarmos coletivamente o clube. Não trabalhar no, para e pelo Grêmio pensando INDIVIDUALMENTE. Sei lá se há sentido no que escrevo, RAUL! Acho que meu entendimento está indo ao encontro (a favor) do teu. Minha maior satisfação é perceber que o clube está sendo organizado, bem cuidado nas suas finanças e o time bombando em capo( suando, honrando a camisa e nos dando esperanças de conquistas. Não é necessário vencer sempre, mas LUTAR SIM). Acho que viajei!!!

  22. Muito bom, Vitor, cumprimentos. Mas não é só o CD o problema. É o que consideramos como Grêmio e como faremos para chegar a ele. Existem técnicas de determinação de objetivos ou de programas ou de conceitos, que não por voto (este sempre gera descontentamento em alguém), darão trabalho, necessitar-se-á de Correios, Internet ou outro meio de comunicação e, principalmente, da participação do Associado. Mas, como com os estudos estatísticos que fazem falta, a Direção quererá isso? Isso também é planejamento, mas não percebo nenhum movimento nesse sentido.

    Porém, como tu, nem neófito sou. Sou torcedor da Social e ou do PFC. Não só não me importo em não pertencer ao CD, como não quero. O que não nos impede de percebermos equívocos, comenta-los e até ousarmos alguma proposta. E aí chego ao teu ponto: somos ouvidos, ou melhor, lidos? E, caso afirmativo, gera algum efeito?

    Por fim, crítica, prezados, é uma análise serena, lógica, fundamentada, sobre alguma circunstância, que possa gerar reflexões e que não guarda em si a verdade final ao admitir a réplica. O que, a rigor, rechaça qualquer adjetivo (positiva, negativa, construtiva, destrutiva). Nada mais. O resto é maledicência, tergiversação, e por aí adiante.

  23. Valeu, RAUL, contribuem e muito para o bom debate. Aproveito para saudar a participação do querido amigo GABRIEL CABISTANI. Esse “guri” praticamente vi nascer. Jamais pensei que seu GREMISMO pudesse sequer aproximar-se do meu. Pelo visto nosso sentimento está “pau a pau”. Aquele abraço, GABRIEL!

  24. Valeu, Vitor. Mas o meu Gremismo ainda não chega perto do teu! Espero um dia poder chegar a esse nível!

    E ele me conheceu recém nascido mesmo, no meu quartinho do hospital, na porta, tinha um fardamento completo do Grêmio! hehehe

    Grande abraço, Vitor!

  25. Caros amigos, sem a menor intenção de conturbar o ambiente político, informo-lhes que um “pássaro azul” assoprou-me que alguns conselheiros sequer estão com suas mensalidades sociais em dia com o Grêmio. Isso é inadmissível!!! Não tenho a menor dúvida: essas pessoas não estão comprometidas com o Grêmio!!! Usam suas carteiras de conselheiro para entrarem nos jogos! Podemos até “aceitar o não comparecimento” às reuniões, mas deixar de pagar suas mensalidades? Aí é demais! Absurdo!!

  26. qualé a novidade Ruschel? varios conselheiros há anos não comparecem a sessões do conselho e nada acontece? um mistério..

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