De colaborador – Uma análise de GRÊMIO x Goiás.

Publicamos o comentário do colaborador Felipe Neri sobre o jogo dessa quarta-feira, treatment dia 16.

A Gerência

 

Mas alguém esperava algo diferente depois das trapalhadas da inter-temporada protagonizadas pelo fraco departamento de futebol e seu treinador de time pequeno?

Tanto a direção de futebol quanto o técnico venceram o prazo de validade, order o problema é que a idade está pesando tanto para o presidente que ele é sempre o último a saber.

Mas nada que não possa ser piorado depois da inter-trapalhada afinal escalar o tosco Saimon de lateral esquerdo é uma das tentativas de improvisação mais idiotas que já vi no Grêmio. Nem o Burroth conseguiu tamanha proeza. Mas o seu pupilo Burrenderson sim. É muito fraco e medíocre esse treineiro. E estou sendo bondoso com ele.

Não bastasse não testar nem tentar efetivamente qualquer alternativa diferente aos nulos Pará e Barcos, illness ele conseguiu desorganizar ainda mais o Grêmio que simplesmente foi um time torto e capenga contra um modesto Goiás.

Luan e Giuliano até tentaram jogar no primeiro tempo, bem como Alan Ruiz mas as parcerias de Pará na direita e Saimon na esquerda mais um Ramiro que há tempos vem comprometendo com seus erros de passe e um Barcos perdedor de gols na cara do goleiro, não colaborou. No segundo tempo. Giuliano e Luan sumiram e o Grêmio parou na ruindade de Barcos que começou a errar tudo, nem jogar conseguia mais, que dirá perder gols. Saiu vaiado merecidamente mas quem mais merecia vaia é quem o escalou que a mula teimosa e burra do treinador. Lucas Coelho entrou bem e merece iniciar jogando e ter seqüência. Éverton desta vez nem no banco estava, o que é mais um equivoco da anta da casamata. Dudu entrou fazendo o que sabe melhor, enganando os ingênuos fazendo um salseiro ineficiente pela direita. É bruxinho do treinador e pode até vir a ser um reserva útil para a meia num esquema inteligente mas não pode nunca ser solução para falta de gols do ataque ou então não funcionará.

Meus volantes seriam Riveros e Felipe Bastos que caiu em desgraça pelo lance de boiola contra o Londrina mas até então vinha bem na partida com boa saída de bola, passes precisos e marcação sob pressão.

Ou só Riveros pois está caindo de maduro com esse elenco deficitário mas que joga abaixo do que pode (ou seja incompetência da direção e depois do treinador, respectivamente) um esquema com três zagueiros aproveitando o excesso que temos de meias e colocando como alas, pela direita podem ser testados Matias Rodriguez, Ramiro, Biteco e até o próprio Dudu. Pará fora. Na esquerda, pode-se testar Zé Roberto, Jean Deretti ou outro, talvez até alguém da base. Os três zagueiros se protegeriam Werley de líbero, Rhodolfo e Geromel (Edinho pode ser reserva da zaga nesse esquema. Ficando Grohe, Matias, Werley, Rhodolfo e Geromel, Zé Roberto, Felipe Bastos (Riveros), Giuliano e Luan, Fernandinho e Lucas Coelho (Éverton). Não sou pago pra isso garanto que esse time ia jogar mais, ter mais equilíbrio e repertório de jogadas… Com Dudu podendo entrar de ala num segundo tempo para tornar o time mais agressivo e Deretti pela esquerda.

Felipe Neri.

Sempre Imortal, o blog da torcida GREMISTA!

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27 comentários

  1. Como já falaram aqui, o treinador deveria ter sido demitido logo após os grenais…

    Mas também já nem sei mais o que falta no Grêmio.
    Todos sabemos que o Barcos sairá daqui e vai meter gol no time que for e se bobiar até campeão será.

    Grêmio vive uma crise de identidade infinita. Perdemos o rumo, perdemos o caminho do campeão.

  2. Só teremos mudanças se o Grêmio se aproximar do rebaixamento ou cair na Copa do Brasil.
    A direção está cega, agarrada em convicções burras.
    E o pior de tudo é que acreditam no discurso que fazem.
    A situação é pior do que parece.

  3. Pelo amor de Deus… está na hora de demitir este treinador Trapalhão.
    Está provado que ele não tem condições de comandar um time do tamanho do Grêmio.
    A Diretoria de futebol tem cometido equívocos sucessivos, contratando diversos jogadores de ataque, com altos custos, que foram posteriormente emprestados e/ou vendidos sem retorno algum… aliás, acumulando o prejuízo financeiro.
    Já com relação ao nosso Presidente Fábio Koff, pelo qual eu tenho o maior respeito, o mesmo não acompanha o time nos jogos, face a sua idade, e tem se dedicado ao assunto Arena, ficando cego em relação ao futebol.
    Além de tudo, por disputas políticas com a turma do Paulo Odone, a primeira palavra do Presidente quando assumiu, foi declarar que a Arena não era do Grêmio.
    Olha, tem que ser corajoso para ser gremista…. confesso que não estou mais aguentando.
    Abraço para todos!!!

  4. E os caras ainda vem com o discurso de que dominaram o adversário.
    Convenhamos, o Goiás veio pra se defender, fora de casa, nada mais natural que o Grêmio dominar o jogo.
    É muito discurso furado e conformismo, a cara dessa direção!

  5. “O Grêmio jogou bem, só faltaram os gols”. Essa pérola, é mais uma das infelizes frases do nosso treinador. Isso quer dizer, que à exemplo do Felipão, o treinador não sabe porque errou. Aliás, os problemas são idênticos: a preservação de jogadores em má fase como titulares e a falta de sistema de jogo. E tem mais. Disse, ainda, que Barcos precisa de apoio para voltar a render e fazer gols. Depois dessa, “me caíram os butiás do bolso”. E vejam só. Já se passaram mais de seis meses de muitas promessas, tanto de dirigentes quanto do treinador e continuamos remando.
    Não podemos simplesmente dizer que falta trabalho. Seria uma leviandade. O que salta aos olhos é a falta de “expertise” no que é realizado. Em suma, o que falta é o conhecimento específico e a competência necessária para a realização um trabalho de qualidade. Acredito que os atuais dirigentes do futebol são profissionais bem sucedidos em suas carreiras originais, mas, também reconheço que não estão se dando bem nessa nova experiência.
    Quanto ao treinador, o fato de ter seus métodos e critérios questionados jogo após jogo, diz bem de sua (não)aceitação pelo torcedor.
    Sempre na defensiva e sem convencer com seus argumentos e resultados pouco alentadores, vê sua posição, à frente da equipe, cada vez mais fragilizada. Se não houver uma reversão de expectativa à curto prazo, sua saída será inevitável. É tudo uma questão de tempo…

  6. E mesmo depois dos 1 x 7 ainda tem gente que acredita em sorte no futebol!
    Escutei isso do Enderson ontem, “faltou sorte”.
    Sete meses de trabalho, nenhum título, sem esquema de jogo definido, com dúvidas visíveis sobre a posição de jogadores e ainda cita a sorte como definidora do seu trabalho.

    FORA ENDERSON!

  7. Parafrasendo o Gil Brother, ontem eu fiquei Perplecto com a entrevista do Ends.
    Das duas uma ou ele acha que somos otários ou tem certeza. Sim, pq q entrevista dele foi de um jogo que eu não vi. E creio que os amigos do blog também não. Elogiou o Simon na lateral, onde o time não atacou o jogo inteiro.

    Vou repetir o Ends é o perfil de treinador de time pequeno que nao sabe propor o jogo. Quando ele pega um timeco que nao ataca e se retranca todo o Grêmio se embanana todo. Não apresenta alternativas de como sair da retranca. E sem dizer que o seu mentor como treinador de futebol é o atual treinador do Goiás, Ricardo Drubscky. Famoso Quem??????????

  8. O Grêmio deverá ir para a segunda divisão para ter planejamento.

    Quando chegou ao Grêmio, disse que estava encantado com o projeto.

    Tem que lembrar ao treinador que o clube planejou ser campeão da Libertadores, campeão Gaúcho, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro. Até o momento, foi dado todas as condições ao treinador.

    Será que foi a “falta” de planejamento a causa de tantos fracassos sob o comendo do treinador.

    Fomos humilhados pelo fraco time do Internacional.

    A direção do Grêmio é míope.

    O grande Presidente está senil. Só pode, porque treinador não pode fazer essa crítica pública a direção do clube.

    Essa foi uma crítica direta aos covardes do Chitolina e Rui Costa.

    Hoje, era para ser anunciada a demissão do professor.

    Que contrate qualquer outro treinador, mas esse aí não dá mais para engolir.

  9. Vou dar um recado para o Dr. Raul Régis:

    VERDADEIRO GREMISTA APOIA INCONDICIONALMENTE O CLUBE, MAS NÃO APOIA A INCOMPETÊNCIA DIRETIVA.

    QUANDO O TORCEDOR VAI AO ESTÁDIO, É PARA APOIAR O CLUBE. QUANDO VAIA, É PARA MANIFESTAR A CONTRARIEDADE AO TIME RUIM MONTADO POR DIRIGENTES INCOMPETENTES E TREINADORES RUINS.

    QUEM APOIA A INCOMPETÊNCIA SÃO NOSSOS ADVERSÁRIOS QUE NÃO SÃO OS VERDADEIROS GREMISTAS

  10. Vamos resumir o Grêmio assim:

    Enderson é o Presidente.

    Barcos é o seu diretor executivo.

    Fábio Koff é o Presidente.

    Rui Costa é o diretor executivo.

    Nos dois casos, nenhuma dos Presidentes mexem nos diretores.

    Qualquer semelhança, é mera coincidência.

  11. O Ends é do mesmo perfil de treinadores como Caio Jr (o Pedro BÓ) e do Silas (o deslumbrado) as mesmas porcarias que passaram por aqui.

    O Ends tá perdido, pois os jogadores nao entendem o que ela fala, ou o jogadores é que não cumprem o que ele diz. Ou ele não sabe nada mesmo. O Parazim saiu dizendo que eles fizeram o que o treinador pediu em campo. Aquilo?

  12. Caio Jr.
    Silas
    Enderson
    Autuori
    Luxa

    Olhem o naipe dos “professores” que nos enganam há alguns anos. Esse virou o perfil do Grêmio, traz um almofadinha metido a besta e torce pra sorte nos ajudar.
    Esqueceram do que é o Grêmio, do que caracteriza o futebol histórico jogado no RS e o estilo de montar times.

  13. Cristiano!
    Concordo em gênero e número com o teu recado direcionado ao Dr. Raul Regis de Freitas Lima e peço licença para transcrevê-lo abaixo.

    “VERDADEIRO GREMISTA APOIA INCONDICIONALMENTE O CLUBE, MAS NÃO APOIA A INCOMPETÊNCIA DIRETIVA.

    QUANDO O TORCEDOR VAI AO ESTÁDIO, É PARA APOIAR O CLUBE. QUANDO VAIA, É PARA MANIFESTAR A CONTRARIEDADE AO TIME RUIM MONTADO POR DIRIGENTES INCOMPETENTES E TREINADORES RUINS.

    QUEM APOIA A INCOMPETÊNCIA SÃO NOSSOS ADVERSÁRIOS QUE NÃO SÃO OS VERDADEIROS GREMISTAS”

  14. Reinicio de campeonato, várias modificações e atletas recém chegados, adversário bem colocado na tabela e retrancado (há tempos o tipo de adversário praticaemnte imbatível), jogo na arena (onde ainda o fator local não se faz presente), sob meu ponto de vista são atenuantes para o resultado de ontem.
    Minha preocupação está relacionada a escassez de gols, já são alguns jogos, o que indica uma tendência, e não observo nenhuma modificação ou busca por alternativas. O treinador até tenta alguma que outra ideia, mas não adianta, é fraco tecnicamente e como comandante.
    Nem comento sobre a perda da identidade Grêmio, isso que vejo não é o Grêmio que conheço!

  15. Analfabetismo funcional é um problema atual e grave, independe de classe social, nível escolar ou mesmo a equipe pelo qual se torce.

  16. Me parece que Adalberto Preis seria o nome mais indicado como o candidato preferencial da situação nas próximas eleições. Uma vez que o presidente já disse que não vai concorrer, Preis me parece o nome com mais condições de administrar os próximos dois anos de consolidação da Arena. O bom transito com os demais grupos o credencia a conduzir um processo menos traumático, e, também, porque no momento, é o dirigente mais atualizado com as coisas do dia-a-dia do clube e apto a dar continuidade ao processo de reconstrução institucional em andamento.
    Acredito na sua capacidade de relacionamento com os demais segmentos clube, na sua visão estratégica com relação ao potencial da Arena no processo de estabilização financeira do clube e, acima de tudo, pela sua competência administrativa e conhecimento do futebol dentro e fora de campo. Me parece que o momento politico do clube não recomenda a aposta num candidato emergente.
    A possibilidade de alternância no poder tende a inibir a acomodação e estancar o continuísmo. Se faz necessária nos momentos de crise institucional. A meu modo de ver este não é o caso presente. A reformulação que se faz necessária é a oxigenação do carro-cheque do clube: o futebol.
    Acho que Preis é quem mais tem condições, no momento, de reestruturar o setor com mão forte.
    Não se trata de apoiar o “mais do mesmo” e sim, de apostar em quem realmente entende do assunto e tem credibilidade para realizá-lo.

  17. O problema é que Preis está na situação. E ele mais uma vez está no lado de um grupo político que não fez um bom trabalho no futebol.

  18. Um dos nossos problemas é a falta de um homem forte no vestiário.
    Ate nem acho o trabalho do R.Costa e Chitolina dos piores, só falta um “cascudo” no vestiário para fazer o que eles não tem perfil nem competência, comandar o “buraco do amor”. Deixa eles se concentrarem em administrar o Depto. de Futebol e deixa o vestiário para alguém capaz. Só não sei quem, não faço parte da direção nem dos meandros do clube para saber quem tem esse perfil.

    Outra coisa absurda que acontece no Grêmio, é ser refém do funcionário. Todos os treinadores citados pelo Targa, desembarcam como Deuses no clube. O menos feliz foi o Caio Jr., que nem esquentou o banco. Os outros:
    SILAS – trouxe a cambada dele do Avaí e ninguem da direção contestou. Ex.: Ozéia e Ferdinando(pouts)
    Autuori – ficamos esperando o cara um mês, em meio a uma LA.
    Luxa – trouxe o pojéto, Adriano, A.Santos, Cris e mandou o M.Moreno embora.
    E as direções só aplaudindo e dizendo amém.

    Agora o Enderson, treina a inter temporada inteira com o Biteco no meio e um lateral esquerdo(Breno ou Marquinhos) e 2 dias antes do jogo coloca um zagueiro na lateral, que nunca sequer havia feito um treino na lateral esquerda e coloca o Riveros no lugar do Biteco, isso que o Riveros não vinha treinando no time titular pq estava lesionado. Ou seja, o Riveros vinha de lesão e mesmo assim jogou, ao invés do Biteco que já vinha com mais ritmo de jogo.
    Treinador sempre reclama que não tem tempo para treinar, mas aí quando tem, treina com um time e chega no dia do jogo e põe outro time em campo. Agora vai querer treinar esse time com jogo quarta e domingo, daí sim que não vai dar liga no time.

    O pior é que, aparentemente, a direção acha que o trabalho está no caminho certo.

    Não vou poder assistir o jogo sábado, mas já desejo paciência pra quem for assistir, pois tem tudo para ser mais uma atuação sofrível.

  19. Cristiano!.
    Apenas externei a minha opinião.
    Mas, quem fez, nos últimos anos, um bom trabalho no futebol?
    O jejum de títulos é a maior prova de nossa inquietação.
    Na situação, entre o Preis e o Romildo Bolzan, fico com o mais experiente. Apostar numa candidatura emergente simplesmente porque é a bola da vez, é uma decisão de risco ainda maior.
    Na oposição, temos o advogado e ex-dirigente Homero Bellini, um nome de respeito e profundo conhecedor das entranhas da instituição. Se for candidato, será um páreo duro para o(s) adversário(s)
    Aliás, fora dos quadros não existe salvação possível. Temos que conviver com essa realidade e o estatuto é bem claro.
    Só não podemos ser ingênuos, a ponto de acreditar que, de repente, um “Messias” salvador caiará de paraquedas para salvar a pátria.
    Como todo gremista, me preocupo muito com a inexistência de uma liderança alternativa que se contraponha aos nomes
    tradicionais.
    Enfim, o que sobra para nós, é apostar num dos nomes que aí estão e confiar que o escolhido tenha a lucidez e a sabedoria necessárias para escolher uma equipe qualificada, capaz de oxigenar o clube naquilo que tem de mais caro: o futebol. O resto, vai no embalo.

  20. Achei que os três meias mais ofensivos (Luan, Ruiz e Giuliano) estavam muito afastados uns dos outros e nem sabem marcar e nem entram na area.

    Saimon, pode ser uma boa solução para um jogo mais encardido fora de casa, como um terceiro zagueiro, mas nao tem cacoete do lugar.

    Barcos no primeiro tempo achei meio isolado, apesar de ter recebido uma bola perfeita do Pará. Mas me irrita jogador molóide e no segundo tempo não jogou nada.

    Geromel foi muito bem, Rodolpho é só lançamento.

  21. Darcílio,

    Fábio Koff não concorrerá porque sabe que irá perder as eleições. Então, ele indicará um nome que perderá por ele.

    É simples!

    Concordo e conheço as virtudes do Dr. Preis. Também prefiro o Dr. Preis do que o Romildo

  22. Estamos próximos de mais uma eleição no clube. É tempo de reflexão e, ao mesmo tempo, de por as barbas de molho.
    Sei que este assunto é delicado, pois, envolve uma disputa que se prenuncia das mais acirradas.
    Faltando dois meses para o pleito, sinto uma certa cautela das partes envolvidas na definição de seus candidatos.
    Enquanto nos bastidores são articuladas alianças, a nós sócios/torcedores/votantes, cabe, unicamente, a especulação.
    Acredito que há resistências, nos quadros da situação, com relação ao candidato que se anuncia como de preferência do Dr. Fábio Koff.
    Na oposição, todas as fichas se voltam para a candidatura do Dr. Homero Bellini, uma vez que não se tem notícia de um terceiro nome de peso para entrar na disputa.
    Acho muito inquietante a demora na definição das candidaturas, o que me leva a crer que o receio em colocar o bloco na rua, prende-se ao medo de provocar uma rejeição antecipada dos candidatos, o que seria fatal. Quem sabe a expectativa de uma reversão positiva, à curto prazo, no preocupante desempenho técnico da equipe no atual campeonato, seja o estímulo que dará o pontapé inicial na campanha da situação.
    Por outro lado, vejo o silêncio da oposição como uma estratégia cujo tiro poderá sair pela culatra, uma vez que dadas as características do atual momento do clube, não é o bastante se nutrir somente da instabilidade política vigente para sensibilizar o eleitorado. Há que compor uma chapa de gremistas com currículos respeitáveis e dispostos a trabalhar pelo clube, embasados em um planejamento consistente e inovador e que não se restrinja ao discurso de campanha.
    O eleitorado gremista está cansado do “mais do mesmo”, portanto, há que haver renovação de idéias e de quadros.
    A composição das chapas nos dará uma visão do que pensam os que pretendem comandar o clube. Inevitavelmente impõe-se uma mescla do “velho” com o novo para o estabelecimento de uma nova ordem. O Grêmio precisa avançar e, além da cautela e da experiência, é imperioso que idéias novas e ousadas de gestão sejam implementadas e que venham a oxigenar o clube.
    Meu candidato é Adalberto Preis. Um gremista experiente a quem devemos dar a oportunidade para iniciar e comandar a renovação que se faz necessária.

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