Correio do Povo, 17/03/2010: Grêmio pode ter chapa de consenso nas eleições de 2010

Situação quer conversar com a Oposição para ver se ideia poderá ser levada adiante

Há um ano e meio, sick na reta final das eleições presidenciais no Grêmio, falar em composição unindo de um mesmo lado Situação e Oposição era não apenas impensado como poderia ser rotulado de loucura sem nenhum exagero. Agora, é um projeto que está sendo alimentado entre os situacionistas e deve ganhar caráter formal em breve. De longe, a Oposição apenas observa enquanto mantém os dois pés atrás com a ideia.

Para explicar a proposta de coalizão é preciso antes entender o atual momento da Situação. Se durante o processo eleitoral e nos primeiros meses após a eleição de Duda Kroeff o G-6 (conjunto de grupos que apoiou o presidente) era um bloco coeso, isso cada vez mais parece ter ficado para trás – e a recente demissão do coordenador das categorias de base, Paulo Deitos é apenas a mais recente evidência disso. As divergências internas aumentaram tanto que antes quem era visto como inimigo agora ganha ares de aliado.

Os primeiros movimentos de que a Situação quer pelo menos conversar com a Oposição já foram tomados. “Já nos mandaram alguns sinais nesse sentido. Mas não vejo possibilidade disso acontecer”, afirma Eduardo Antonini, do oposicionista Grêmio Novo. A ideia dos situacionistas é deixar de lado antigas rixas e acalmar os ânimos políticos no clube. “Se analisarmos pensamentos, estamos muito próximos. Acho que pelo menos as pessoas têm que ter a capacidade de procurar um ao outro. Isso só não pode ser confundido com conchavo ou acerto”, observa Juliano Ferrer, do situacionista Grêmio Imortal.

A tentativa de coalizão poderia ser tentada em três eleições este ano: renovação do Conselho Deliberativo, escolha do novo presidente do Conselho e escolha do novo presidente do clube. Os envolvidos acreditam que a primeira alternativa até seria viável. “Permanecemos como oposição. Mas isso não impede que conversemos com as pessoas”, afirma Antônio Vicente Martins, do Grêmio Independente.

Em relação ao novo presidente do Conselho, a leitura é de que caso Raul Régis de Freitas Lima tente a reeleição, uma composição fica facilitada. O que parece ainda distante é um acerto entre todos os movimentos em função de uma chapa para definir o substituto de Duda Kroeff. “O G-6 busca antes de mais nada a possibilidade de dialogar com os ditos grupos de Oposição na busca de uma convergência política. Sem qualquer preconceito ou veto a nomes”, diz Evandro Krebs.

Fonte: http://www.correiodopovo.com.br/Esportes/?Noticia=112936

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45 comentários

  1. Eis porque voto direto, universal, em candidato, sem voto distrital (as tais chapas de grupos), em urna, por Correios ou Internet, para todos os Associados em dia.

  2. Sou favorável neste momento específico ao pega pra capar na eleiçao para o CD e que a eleicao para o CA seja feita em consenso e SEM o sócio; num cenario ideal as eleicoes se dariam em tempos distintos e a composição do CA refletiria a proporcionalidade do conselho

  3. CAROS PIERRE, HÉLIO, MARCOS ALMEIDA, BIMBI, ARTUR FERREIRA, JOSIAS, DIEGO, RAUL, GUGA, CARLOS, MARCOS, RODRIGO, JUVÊNCIO, JOÃO, JOÃO LUIZ, PAULO, DARCILIO, PAULO SÉRGIO, EDISON, A AGUIAR, ALEX, MELLO, ANDRÉ, LUIS FELIPE, BRUNETTO, NILTON E OUTROS TANTOS GUERREIROS QUE AQUI SE MANIFESTAM, registro que, como o Hélio Paz, meu sentimento hoje é de me postar OPOSIÇÃO FRONTAL à atual gestão, todavia, com mais serenidade e responsabilidade, considerando que o momento está terrivelmente difícil, lembrando que nossa relação com a Instituição Grêmio (diferente da profissional) é de PURO AMOR E PAIXÃO, penso que temos de nos acalmar (sem deixarmos de nos indignar e de exigir explicações do DUDA para a demissão injustificável do DEITOS), a fim de RECONSTRUIRMOS um cenário de estabilidade (não para as pessoas dirigentes, mas para o clube), para que 2010 ainda seja VITORIOSO. TEMOS DE VENCER O GAUCHÃO, A COPA DO BRASIL, A SULAMERICANA E O BRASILEIRÃO!!! O que escrevo também é em função de gremistas como IRANY SANTANA JÚNIOR, de acreditar que o DEITOS permanecerá na Instituição, em outra função, trabalhando de forma comprometida para o Grêmio. Então, meus caros, vamos criticar, mas também participar da RECONSTRUÇÃO de um bom ambiente político e administrativo, pois O QUE IMPORTA É O GRÊMIO! Apesar de ser um torcedor anônimo, um modesto associado, desculpem-me a pretensão de tentar contagiá-los, pelo bem do Grêmio!!

  4. No Grêmio tudo se resolve na ultima semana. É histórico. Até lá tudo e nada pode acontecer. Antes disto, tudo é especulação.
    E vamo que vamo …

  5. Grande Artur, uma lembrança: ontem, de novo, na r gaucha, o Duda declarou não ter a minima vontade de continuar Presidente. Como te disse, o processo sucessório está aberto. Isto sim.

  6. Claro que a gente cuida dos políticos do Tricolor, mas como disse o Josias outro dia; quando um presidente sai campeão algumas coisas ruins desaparecem e quando um presidente bom não ganha nada, algumas coisas boas também desaparecem, ou seja, a política é importante, mas na verdade o torcedor quer é levantar TAÇAS.
    Na verdade não me agrada consenso. Lembram do consenso em prol do Obino? Por isto penso que sempre é bem vinda uma opisição, temos que ser civilizados para conviver com ela, pois no final vale o Grêmio reunindo todas as correntes para sair campeão.
    Eu não sou admirador do Duda no futebol, mas torço para o Grêmio independente das pessoas que governam, ojalá o Duda nos dê uma ou mais alegrias este ano, estamos cedentos por títulos.
    VIVA O GRÊMIO!!!!

  7. mas pensa bem, Vitor, o consenso é uma boa se – por consenso – as partes em oposição firmarem um acordo de nomes para aceitação de cargos.

    e também, por outro lado, nomes QUE JAMAIS DEVEM DISPOR DE CARGOS muito menos cargos executivos em futebol , mkt…

    cbimbi

  8. Sobre eleições, gestão e política, permitam-me divagar um pouco…

    Sobre eleição para o CD, que é o legislativo do clube, penso que seria o ponto de partida não permitir mais que um memso nome constasse em mais de uma chapa. Isso é óbvio, mas não é o que acontece.

    O problema em ambientes de disputa política é que muitas vezes se joga o jogo pelo jogo, e o motivo de tudo (o GRÊMIO) acaba ficando esquecido entre interesses pessoais. E olhem que estamos falando micro ambiente comparado ao ambiente político partidário.

    É exatamete pela experiência em um ambiente político muito maior e mais violento que o Odone se dá/deu tão bem no ambiente do Grêmio… ele sabe fazer a (má) política.

    Acho que o que tem que ser objeto de debate na política do Tricolor são conceitos a serem aplicados pelos nossos gestores.

    Espero ver um dia o Grêmio contratando Diretores Executivos competentes oriundos do mercado de trabalho para gerir áreas administrativas, marketing, patrimonial, categoria de base, etc.

    Imaginem te um cara tipo um Felipão como funcionário do clube tratando de assuntos de futebol, categoria de base, etc.

    Isso é futebol-empresa, Executivos trabalhando pro Grêmio, com contrato de trabalho por prazo indeterminado, e não como pessoas ligadas a determinado grupo político, com mandato por prazo determinado (embora alguns tentem se eternizarem em certos cargos!).

    Daí a discussão em época de eleições tem de ter um conteúdo muito maior do que vaidades e interesses pessoais.

    Por enquanto estamos à mercê dessas vaidades, mas é, com eu já disse, uma questão conceitual.

    Penso que devemos primeiro trabalhas os conceitos que queremos ver implementados e depois trabalhar para pô-los em campo!

  9. Marcos!
    Acho tua proposta razoável quanto à eleição para o CD. Quanto ao CA, acrescento apenas a necessidade dos candidatos indicados terem afinidade com a área de atuação e, mais do que isso, experiência e competência profissional comprovada. Se assim não for, é quase certo que veremos “um peixe fora d’água” ser indicado ao cargo, simplesmente por ser “a bola da vez” dos “apadrinhamentos” na hierarquia dos grupos. A minha única preocupação com a tal “convergência política” é a possibilidade de volta ao cenário eleitoral do clube de candidaturas de comprovadas e mal vistas figuras que tanto dano causaram e que não se sabe porque, ainda convivem com seus pares como se nada tivesse acontecido.

  10. Não gosto muito de concordar com todos nem de discordar de todos. Mas vejo aqui comentários distintos, todos com pontos de grande concordância em relação a como eu enxergo o quadro eleitoral.

    Considero fundamental um início de armistício a partir de um consenso sobre o nome de Raul Régis reeleito na presidência do CD. Se isso for definido bem antes (coisa rara, como diz o Josias), acho que as eleições para o CD e para a presidência deverão ocorrer em um clima mais sério.

    É preciso deixar claro a todos os presidentes, vices e secretários de TODOS os movimentos que o Grêmio não pode mais iniciar um modelo de gestão sem nenhuma continuidade. Ao mesmo tempo, é preciso rever a cláusula estatutária que criou o CA para que voltemos novamente a ter vice-presidentes.

    []’s,
    Hélio

  11. Duda na Entrevista ao Pedro Ernesto: Pô que falta de consideração em quem votou nele.; Por acaso não foram os grupos políticos que o botaram lá. Que merda, cospe no prato que come. Estha longe de representar o nosso Grêmio e até de chegar aos pés de seu PAI.

    “O presidente também comentou a possibilidade de concorrer à reeleição no fim do ano.

    – Eu não tenho vontade. Acho que dois anos é mais do que bom. Mas depende. Se outras pessoas acharem que é bom para o Grêmio eu ir de novo, daí eu vou. Também não é tanto sacríficio assim, porque para mim é uma honra. Eu trabalho para o Grêmio. Não atuo para nenhum grupo político – comentou.”

  12. Sério…conversaram com o Antonini?? Mas, ele não era o Pavão, nocivo, noviço, ou sei lá mais como denominaram??

    Isso é só reflexo de um desejo e um sentimento: desejo de seguir lá dentro sem fazer absolutamente nada; e sentimento de medo.

    E dessa forma o Grêmio irá seguir a passos de tartaruga rumo a um futuro incerto. Temos que ter confronto de idéias e confronto de projetos. Discutir o que está errado, o que está certo e o que devemos fazer para construir o Grêmio mais forte.

    Sério??…conversaram com o Antonini?? Puxa!! E ainda pintam ele como um demônio. Ahhh tá, ele não é o próprio, mas anda com o tal. Será que perceberam que tem uma pessoa que decidi eleições este ano, e esta pessoa não é o Koff??

    Bueno. Quanta falta de convicção. É por isso que estamos do jeito que estamos.

    Desculpem o sarcasmo, que nem nós Gremistas merecemos, e muito menos o Grêmio. Mas, é isso. É triste o que fazem com o meu Grêmio.

    Até sexta… e sem política. Pelo Amor de Deus (se é que posso citá-lo)!!
    Cláudio Medeiros

  13. Concordo com o Vitor, pressionar irresponsavelmente e com muito alarde pode desestabilizar muito mais o Grêmio, e pior, elevar a um patamar mais problemático ainda, então cabe a todos reconstruir o Grêmio com calma, responsabilidade e INTELIGENCIA, pois só com as mais diversas opiniões, mesmo que de torcedores anônimos, se constrói uma entidade estável e bem organizada.

  14. Medeiros, na matéria em nenhum momento disse que o Antonini foi procurado.
    Até porque ele não é o presidente do Grêmio Novo. Ele foi procurado pelo Correio do Povo por ser um nome de “referência” do reporter.
    Se ocorreu algum sinal, foi através do blog. É só ler a entrevista do Verney Martins. Além do mais, se alguém deveria receber sinal seria o Bastos, jamais o Antonini.

  15. http://www.clicrbs.com.br/esportes/rs/noticias/futebol-gremio,2840873,Duda-Kroeff-afirma-que-Meira-apresentou-motivo-convincente-para-troca-na-base.html

    Claro que temos o nosso Grêmio Acima de Tudo como um apoiador da gestão Duda diretamente atingido e que a palavra oficial será a do presidente Fadel. Mesmo assim, o que conselheiros e associados não-conselheiros filiados aos movimentos que compõem o G6 podem manifestar publicamente a respeito da demissão do Paulo Deitos com base na reação de Duda acima mencionada?

    O presidente apóia Meira incondicionalmente. E não sei mais se a lógica que o Josias já relatou segue persistindo: a de que nenhum movimento teve coragem de sugerir algum nome seu para substituí-lo.

    Acho que Duda, apesar de ter aberto o processo sucessório ao reiterar que não pretende sair candidato, ao demonstrar personalidade e convicção publicamente acerca do contestadíssimo Luiz Onofre Meira, não nega mais a hipótese de concorrer à reeleição.

    Pelo andar da carruagem, se é pra ter um candidato único à presidência, necessariamente ele não tem pinta de que deverá vir do G6.

    Aí, para que o G6 aceite um nome do MGI ou um ou mais integrantes do MGN na chapa para o CA, certamente que o apoio a essa chapa e a consequente ausência de uma ou mais chapa(s) oponente(s) será condicionado a uma restrição de nomes.

    Dessa forma, me parece muito difícil a possibilidade de haver um candidato de consenso.

    Em princípio, me parece que o G6 não possui nenhum nome. Saul, Evandro e Preis estão na GE. Saul é considerado por muitos como defasado; a atual oposição lembraria dos maus resultados de quando Evandro esteve à frente do futebol, mesmo descontextualizando aquele quadro caótico e pré-falimentar.

    Os demais nomes são desconhecidos do associado e carregariam consigo o apoio a Duda.

    Enfim… Falo isso em função do momento atual. Caso Duda traga o penta da Copa do Brasil, ponha o Grêmio novamente na Libertadores TAMBÉM a partir de uma campanha digna de G4 no Brasileirão, não perca Victor além de Mário Fernandes para a Europa e as categorias de base não percam a qualidade do trabalho, aí estaremos falando de um terreno futuro e ideal.

    []’s,
    Hélio

  16. Michel Fernandes!
    Interessantes as tuas considerações. Aliás, elas se identificam com o que aqui tem sido apregoado pelo Hélio e outros tantos colaboradores. O problema, é que toda e qualquer mudança depende, dentre outras coisas, de alterações estatutárias e, conseqüentemente, da boa vontade dos nossos conselheiros. Na verdade, sua aceitação deveria ser ser vista como de máxima prioridade e interesse geral, uma vez que propõe a extinção sumária de cláusulas casuísticas cuja única finalidade é “manter statu quo”. O Gremio precisa, e concordo contigo, primeiramente definir conceitos e, a partir daí, estabelecer um modelo de gestão continuada para o clube, a ser seguida independentemente de quem estiver no comando. Pergunto: o “planejamento estratégico” não teria esta finalidade?

  17. Olha, esta de chapa única é de rachar a cara. Passaram 1 ano e meio se degladiando e agora costuram uma chapa de consenso?

    Eu morro, doo minhas córneas e ainda assim não vejo tudo…

  18. Brum, não tem como entender.
    Ainda acho que é o famoso medo de perder o lugar que consideram como “ascenção social”.
    É aquilo, como devo perder, vamos ver se não “vendo minha alma” e consigo me manter.

  19. O Antonini não tem a simpatia, ao contrário, de nenhum dos movimentos que integram o G-6, jamais seria procurado prá nada, pelo menos este é o panorama hoje. O Bastos, sim, este é vinho de outra pipa e é o Presidente do Movimento.

  20. Hélio:
    isso que escreveste tá meio confuso ( e eu sempre te elogio!! )
    Essa tese de que devemos nos conformar com o Meira, porque ninguem quer pegar é muito conformista, além de irreal, na minha visão.
    senão vejamos:
    1- Meira não é conselheiro, assim que outro gremista com conhecimento e competencia, mesmo não conselheiro, poderia substitui-lo
    2- não está provado que nenhum conselheiro quer o cargo. sabe-se que ninguem quer é ser mandado por um sujeito como Meira
    3- Meira é incompetente: não sabe se comunicar, não entende de futebol, não tem habilidade politica, enfim… precisa continuar?
    Assim que esse papo de ninguem quer então tem que ser o Meira é irreal.

    abçs
    cbimbi

  21. Estou vendo o jogo do Gremio. Como esse Fábio Santos é ruim, meu Deus! Além de ruim é preguiçoso. E o William continua… Não chuta, não tabela, não faz a “parede” pro companheiro, nada. Quem foi que indicou esta “naba”? E o treinador retrancando o time, ao invés de colocar um atacante e resolver tudo.

  22. Poderiamso ter nos classificado direto SE o Silas não tira um dos melhores jogadores em campo pra botar um (excelente) volante.
    Não entendo mais a cabeça deste treinador.

  23. Ouvi a entrevista do Meira. “Desgaste nas relações”, para mim, foi um eufemismo utilizado para justificar uma visível “disputa de beleza” ou, se quiserem, para
    determinar: quem manda aqui sou eu!

  24. Chapa de consenso é estelionato eleitoral no clube!
    Fora todos!
    Bem nessa, chega de o mesmo nome em 3 chapas para o CD. Como assim? O cara vota numa chapa achando que tá votando em algo diferente e nada muda…
    Grande tática.
    Fica tudo igual, sempre os mesmos.
    Chapa de consenso?
    Pelamordedeus, esse papo de “pacificação” é que anda acabando com o Rio Grande de Sul.
    O confronto é às vezes necessário – indispensável, eu diria. Gostaria de ver isso no Grêmio, quando começam-se a levantar pessoas e grupos opostos, sempre vem esse papo do “consenso”, e o associado não vota, os conselheiros aplaudem, e o Obino é aclamado, o estatuto rasgado, a bola é quadrada e o Barranco lucra!
    Triste, muito triste.

  25. Hélio, quem considera Saul defasado deve ser um defasado. O Saul é meu amigo , daquelas amizades raras, nos encontramos semanalmente, e posso dizer que é uma das pessoas mais lúcidas que eu conheço. Tem uma sabedoria como poucos. Não tem mais condições de jogar basquete, correr a São Silvestre, etc. ,porém exercer a sua profissão, opinar sobre o Grêmio ou até dirigir o nosso clube, ele está melhor que muito guri.
    O Evandro quando trabalhou com o Saul no futebol fez um bom trabalho. Não havia dinheiro para o futebol. O pres. Obino só pagava dívidas. Em 2003 ,Saul e Evandro livraram o Grêmio da segundona. Quando caimos em 2004, eles não estavam mais no futebol.

  26. Eu sou a favor das discussões e acho que a unidade sempre deve ocorrer após as eleições. O problema que o pleito eleitoral provoca ódio, rancor, inveja e sei lá mais o que em quem perde as eleições.
    Algumas situações administraticas não poderam ser modificadas por mero conflito político.
    Isso tinha que ser debatido no Conselho…
    O clube tem que resolver no conselho determinados conflitos meramente pessoais que acabam minando o ambiente e até mesmo “contaminando” outras pessoas pertencentes a grupos políticos.
    Até que ponto essas divisões políticas em excesso estão prejudicando a vida administrativa e futebolística do clube??

  27. Pelo q entendí,o Helio está apenas fazendo uma colocação virtual, do ” que poderia acontecer no caso de…”
    acho q isso se chama ” contextualizar ” mas não tenho certeza.
    só sei que o cara que não entende o papel desempenhado pelo Evandro ( meu amigo, com orgulho )naquela situação em 2003 e daí adiante não sabe nada de Gremio, ou não tem memoria

    cbimbi

  28. E continuamos na expectativa do SE: a solução de todos os problemas será alcançada, tudo seria melhor, apoiaria esse modelo de eleição, bastará uma atitude firme, SE…

    Quando sairemos desse condicional infinito em que nos encontramos? Estamos querendo solucionar o passado para só então projetarmos não só o futuro como viver próprio presente. Há que se perceber que esse SE é uma condição impossível de ser concretizada, ela está vinculada ao que já passou e isso nada nem ninguém mudará. É a grande armadilha do pensamento que embota a razão e impede a ação. Tanto que o tempo do verbo chama-se futuro do passado(ex-condicional): algo só ocorrerá SE o que passou puder ser revisto, revogado ou modificado. E isso sabemos ser impossível.

  29. É isso ai, Raul! As coisas só mudarão SE… houver vontade política. Aliás, está em falta lá no Conselho do Grêmio, faz tempo.

  30. Boa noite a todos

    Refleti se deveria ou não postar a minha opinião PESSOAL sobre este assunto, até por ser conselheiro titular e membro de um movimento que é claramente de oposição à atual gestão.
    Mas, como não sou de ficar em cime de nenhum muro, e lendo algumas manifestações de gremistas (na sua maioria apenas sócios e não integrantes de nenhum grupo político), creio que não devo silenciar.

    Aqueles que me conhecem, sabem que eu sou frontalmente contra arranjos políticos, tipo CHAPÃO, assim como sou radicalmente contra a possibilidade de um candidato ao CD participar de mais de uma nominata (chapa) distinta.

    Por outro lado, reconheço a boa vontade do Hélio (creio que foi ele que lançou a idéia) em sugerir a reeleição do RR para Presidente do CD. Porém, esta eleição somente ocorrerá APÓS o pleito de renovação das 150 cadeiras de conselheiros. Então, não há razão para se antecipar o fato, apesar da ótima sugestão.

    Diante disso, temos que pensar inicialmente na eleição de setembro, que renova metade do Conselho.

    O que me parece interessante é que esta proposta surja exatamente à poucos meses do pleito, onde será necessária a obtenção de um mínimo de 30% dos votos para que uma chapa tenha seus nomes acolhidos, proporcionalmente. Ou seja, a chapa que alcançar 30% elege 50 nomes (os primeiros 50 da lista de 150, na ordem); 45% dos votos, elege 67 conselheiros (os primeiros 67 nomes da lista, na ordem); e assim por diante. É a regra! E que segue válida porque, quando se tentou diminuir este percentual lá no CD, a votação da emenda que alterava o Estatuto foi vencida pela discutível estratégia de esvaziamento da sessão, para que a falta de quorum não permitisse sua apreciação, mesmo que esta tivesse sido a bandeira dos principais grupos na campanha eleitoral.

    Quando há o forte receio de que o associado – bem mais esclarecido quanto as coisas do Grêmio, devido a atuação permanente de BLOGS como este – possa demonstrar sua inconformidade com alguns setores, ou posicionamentos de pessoas, através do voto, vem à tona aquela velha e conhecida “proposta de conciliação”, sob a veste de que seria para “apaziguar” o clube; em “prol” do clube.

    Falando um português bem claro, e sem rodeios ou medo de dizer o que pensa, para mim isto tem cheiro de CONCHAVO, o que é um desrespeito ao associado e, principalmente, àqueles gremistas que lutam para acabar com os arranjos à portas fechadas, visando garantir lugar para os “seus”.

    Por que razão, um movimento como o que pertenço – Grêmio Independente – que vem trabalhando com afinco para apresentar um PROJETO de governança moderno, e que sofre preconceitos até injuriosos à boca pequena, aceitaria abrir mão de seus ideais para “acomodar” numa única chapa (CHAPÃO) nomes que nada tem a ver com a sua linha de ação, sem afinidade política?

    REITERO QUE ESTOU FALANDO EM MEU NOME, E NÃO EM NOME DO MGI, POIS ESTA É UMA OPINIÃO PESSOAL, PELA QUAL VOU LUTAR COM PEITO ABERTO.

    Como também já externei publicamente minha contrariedade a colocação na lista de candidatos nomes que componham outras chapas. Afinal, como serão apresentadas propostas, os candidatos devem assumir a qual proposta são simpáticos, e não “abraçar o diabo para escapar do inferno”, com se diz por aí.

    Por isso, em relação à eleição para o Conselho, não me agrada a proposta de ACORDÃO ou CHAPÃO. É chegada a hora de fazermos aquilo que o bom senso aponta, ou seja, a tão esperada RENOVAÇÃO (de verdade) para que os CD gremista passe a ser o que o associado clama, como se lê diariamente nas manifestações postadas aqui e em outros blogs e sites.

    Após a conclusão da eleição do CD, caso haja interesse em uma aliança de todos em torno de um nome de consenso, junto à uma diretoria formada por ótimos gremistas, as lideranças dos grupos poderiam analisar a possibilidade de apoio coletivo, sem a velha e surrada tática de indicar nomes para não perder o poder político.

    Somente quando tratarmos o Grêmio como uma grande empresa, com um sistema de governança moderno e voltado à profissionalização dos departamentos, começaremos a dar a volta por cima, para sermos o clube vencedor de outros tempos.

    Quem sabe se estas eleições não serão o marco divisório da velha política de interesses com a política de dirigir o Grêmio para o futuro de glórias?

    Desculpem o desabafo, mas este assunto de “consenso” apenas nos momentos em que ele (consenso) é útil a alguns intereses, não me faz muito bem.

  31. Concordo com Artur e César.

    Saul é um dos caras mais dedicados e lúcidos do Grêmio. Tem gente que é aprendiz, ainda, e diz que o Saul é defasado.

    Assim, também o Evandro. Cara competente só que muito invejado como alguns outros também.

    Além disso, são pessoas corretas e não como um tal de Nilton Santos que todo mundo já sabe quem é. Viu, Gabriel?

  32. Pela primeira vez resolvi escrever neste Blog. Já vinha lendo-o a alguns dias e nunca fui movido a manifestar-me. A manifestação do gremista Marcelo Aiquel induziu-me a faze-lo. Gostaria de registrar que concordo INTEGRALMENTE com sua manifestação.
    Já está mais do que na hora do Grêmio fazer uma RENOVAÇÃO com métodos mais democráticos e participativos para escolha de sua direção e conselho. Priorizar discussões de PROJETOS DE GESTÃO COM MODERNIZAÇÕES E PROFISSIONAIS COMPETENTES são uma necessidade real para impulsionar um novo Grêmio para os próximos anos.
    O continuísmo deste modelo atual e agregado aos métodos de CONCHAVOS OU ARRANJOS POLÍTICOS não irão construir um Grêmio melhor.
    Nada adianta colocar em suas plataformas de campanha que irão defender a redução dos 30% com objetivos apenas eleitoreiros e depois não irem dar quórum para a votação final deste assunto. A TRANSPARÊNCIA NAS PROPOSTAS e o convencimento do associado para as idéias devem ser respeitadas também nos seu cumprimento.
    Por isso entendo que o Marcelo Aiquel, do Grêmio Independente, tem toda a razão em defender radicalmente o não conchavo ou acordão, mas sim um prévio acordo político de compromisso de gestão, renovação e respeito aos associados que vierem a apoiar e votar em uma chapa.
    Neste sentido o DISSENSO neste momento é o melhor caminho para todos, pois a UNIDADE se dará pelo PELAS PROPOSTAS E PROJETOS COM AFINIDADE POLÍTICA que vierem a ser apresentados aos associados e não pelo VELHO método do conchavo e arranjo político ou pessoal.
    Sei que muitos não irão concordar, mas NÃO RESISTI e como associado sem vínculo com qualquer grupo achei que deveria me manifestar neste momento.
    Saudações tricolores.

  33. Meus amigos Guga Türck e Marcos Almeida tem TODA A RAZÃO: no melhor dos sentidos, o CD só faz sentido se for:

    – Pró-ativo: propositivo, presente, realizador, transformador: as alianças e parcerias internas (com outros movimentos, pela governabilidade) e externas (com empresas dispostas a colaborar com o clube de forma estritamente profissional em todos os seus departamentos) não podem restringir-se à sua própria confraria;

    – Democrático: consultar as bases que o elegeram, isto é, deixar de ver o associado eleitor como massa de manobra ou como inocente útil. Embora esse último não decida diretamente os rumos do clube, o seu representante deve, sim, publicar em um blog as opções de voto disponíveis em relação a uma determinada demanda, PEDIR SUGESTÕES, ELABORAR ENQUETES para tirar uma febre daquilo que o associado pensa e, acima de tudo, JUSTIFICAR AO ELEITORADO o porquê de sua decisão;

    – O papel do CD: se há situação, deve ser crítica, sem defender intransigentemente toda e qualquer ação do CA ao qual apóia. Do contrário, se jogar os erros pra debaixo do tapete, estará sendo levianamente chapa-branca. E, se há oposição, ela deve ser fiscalizadora e presente; crítica, mas deixando a situação governar e, sobretudo, SEM SE FURTAR A COLABORAR QUANDO SOLICITADA – respeitados os valores e o programa no qual acreditam.

    Não adianta desqualificar essas constatações e esses desejos sobre como o CD deveria ser só porque eu e outros somos “verdes”. Inclusive já compreendi que não adianta nem manter a confraria assim como ela está só por questão de amizade, nem querer chutar o pau da barraca.

    Movimentos recentes que não contam com pelo menos três a cinco conselheiros antigos bastante conhecidos não terão respaldo para conseguir pôr uma quantidade minimamente razoável de novos conselheiros se o objetivo for o de realizar uma mudança efetiva. E até mesmo os conselheiros mais atuantes dos movimentos há muito consolidados veem-se engessados em função do constrangimento de não poderem pedir para o amigo de décadas tirar o seu time de campo por não estar trabalhando pelo clube.

    Como sempre irá haver os feudais e os arrasa-quarteirões, é fundamental que haja pelo menos uma terceira chapa formada tanto por gente nova como por gente experiente que esteja disposta a se livrar dos vícios de rotina.

    Daí para a frente, apoiaria um consenso para a presidência do CD caso Raul Régis queira a reeleição e, dependendo MUITO da configuração proposta, consideraria também possível uma chapa de consenso para o CA.

    De qualquer maneira, considero esta última hipótese muito, muito difícil.

    Nessas horas, penso no que assisti Leonardo descrever em relação ao Milan.

    Embora não possamos comparar o Grêmio com um clube-empresa que emita ações na bolsa de valores (e eu não deseje jamais que a legislação permita que isso ocorra no Brasil em relação aos esportes), apesar de haver, sim, mão-de-obra qualificadíssima gremista que é desinteressada da política e precisaria, sim, ser muito bem remunerada, somos semiamadores.

    O lado negativo do Milan é o de ser propriedade do primeiro ministro Silvio Berlusconi – um barão da mídia que é praticamente dono do país. Seria uma mistura de ROberto Marinho com Sarney, isto é, coronelismo + falta de democracia e de transparência ao cubo.

    Já o lado positivo de se ter um presidente remunerado e altamente experiente como Adriano Galiani é que ele está há 24 anos obtendo resultados expressivos que, quando o futebol vai mal, compensa MUITO em todos os setores de apoio financeiro e simbólico da atividade-fim (coisa que não é feita com competência aqui porque o Grêmio pratica a política do cobertor curto e nada se desenvolve a contento).

    Não é antidemocrático nem contrário à alternância no poder contar com profissionais que não tenham sido apadrinhados e que sejam constantemente cobrados por resultados humanamente plausíveis em uma escala crescente até o auge. Posteriormente, ou essa mesma EQUIPE PROFISSIONAL demonstra que é capaz de recomeçar a partir de um novo ciclo de resultados progressivos em função das necessárias renovações no plantel, ou, então, que seja substituída por outra.

    Tem dado certo a mescla de ex-jogadores conhecedores da cultura do clube e, acima de tudo, torcedores de coração, criados na base, com técnicos altamente especializados. Porém, esses ex-atletas precisam de estudo mesmo para executar atividades mais políticas do que técnicas.

    É aí que eu quero chegar: o gremismo de Paulo Deitos e a sua vontade de contribuir mais do que apenas com o seu voto no CD e também devido à impossibilidade de realizar exatamente a mesma atividade que tinha no banco fizeram com que ele procurasse aprender gestão esportiva. Fizeram também com que ele fosse aprender nas categorias de base do River Plate.

    Admito que o Grêmio deve ficar e que ninguém é insubstituível. Também sei muito bem que Mauro Rocha e Edson Aguiar conhecem exatamente o mesmo que Deitos conhece e possuem um toque pessoal diferenciado e importantíssimo. Sim, estamos bem servidos.

    Todavia, dada a fraqueza da justificativa de Meira para a sua demissão e – pior – o endosso do presidente Duda à forma com que isso foi feito, demonstram que temos um regime presidencialista que, ao invés de contar com as virtudes e os defeitos da democracia, conta com as virtudes e os defeitos da BIPOLARIDADE.

    Se algum psiquiatra quiser discorrer mais sobre o assunto, está à vontade.

    Quando parece que o Grêmio finalmente aprendeu a correr uma maratona, volta à infância jogando sapata: ao invés de passos progressivos e resolutos, desequilibra-se para um lado, desequilibra-se para o outro num pé só e, volta e meia, precisa voltar para buscar a pedrinha. E, quando tem a chance de atirá-la com precisão para um ponto mais distante, ela cai a apenas uma casa ou duas à frente.

    Vejam bem: falo da gestão que apóio e suponho que a oposição faria melhor em alguns setores e muito pior aonde esta está acertando.

    Chegou a hora de, quando se falar em mudança, em novidade, em independência, em pacificação ou em qualquer figura de linguagem semelhante, que isso seja mais do que um discurso eleitoreiro ou a comprovação da hipocrisia.

    []’s,
    Hélio

  34. Cesar,

    O que quis dizer foi que o senso comum tem essa visão sobre quem se envolveu com a gestão Obino mesmo que tenha sido posto na fogueira. Dessa forma, mesmo que seja bom, infelizmente, NO MOMENTO, caso estes sejam postos como candidatos majoritários, a chance de perder seria enorme.

    E eu digo que isso vale também para o caso da gestão Duda quase que milagrosamente passar a obter resultados expressivos dentro de campo, sabendo que nem ele e tampouco o Irany parecem interessados em seguir adiante.

    Foi nesse sentido que coloquei o Evandro e o Saul. Não foi com maldade nem com desdém. Aliás, perdoem-me seus amigos, mas ele demonstrou pouquíssimo entendimento de gestão nos debates de quando saiu candidato a presidente.

    Lembrem-se de que a faixa etária da maioria do quadro associativo do clube diminuiu horrores. Para muitos, a memória mais recente do clube que se tem é a da Libertadores de 1995. Pior: talvez a maioria dessa nova geração nem tenha vivenciado esse fato.

    Posso até estar enganado, mas não vou deixar de dizer a sensação que o contexto me apresenta. Se quiserem refletir e contestar, será sensacional. Aliás, é pra isso que estamos aqui!

    []’s,
    Hélio

  35. Artur,

    É exatamente esse o ponto. Por exemplo: caso um deles decida concorrer, como evitar que eles precisem perder tempo explicando o que se passou em 2003 e que eles não sejam vinculados a 2004 mesmo sem terem estado no futebol durante a nossa segunda pequena morte e, sim, no ano anterior?

    Não dá pra perder tempo com isso. Ao mesmo tempo, é preciso convencer essa gurizada que vota e não tem memória.

    Entendes o que eu quero dizer? Poderia ser qualquer outro ilustre gremista. Foram dois exemplos que eu peguei, como poderiam ter sido outros.

    Portanto, sugiro que o candidato a presidente pela situação seja um empresário conhecido e que já tenha colaborado financeiramente com o clube mas que não tenha tido nenhum cargo no clube. Daí, vê-se quais os nomes de composição do CA até mesmo retomando alguns dirigentes históricos.

    Talvez pouco se pense de forma antecipada em função do costume de definir tudo uma semana antes. Ou, ainda, porque se espera pela definição dos resultados de campo. Esse brevíssimo exercício de análise do ambiente permite antecipar uma hipótese pessimista, uma otimista e uma intermediária.

    Enfim… Fica como hipótese para os presidentes de movimentos conversarem entre si.

    []’s,
    Hélio

  36. Hélio:

    dentro desse raciocinio, de que o cara que participou da gestão Obino tá com o nome manchado, aí corremos o risco de ter ” O Candidato Novo ” : o carinha aquele ” limpo ” , novinho, demagogo, politicamente-correto, sabe-tudo ( um mauricio-saraiva da vida ) bem-falante, de terninho recortado, todo certinho, enfim, diria mais, um Collor da vida.

    é obrigação nossa entender o que se passou naquela época: eu perambulei bastante por alí na época, vestiarios, treinamento suplementar e pude testemunhar um treinador de alta qualificação, mas deseperado com o nivel de jogadores-refugo que sobraram prá ele ( Yan, Eduardo Xavier… )
    Os pobres Saul – Evandro levando sarrafo de tudo que é lado, com jogadores chave pedindo p´ra sair e saindo da noite pro dia, com a base em situação lamentavel ( Deives Tiago era um dos melhores, lembra? )mesmo assim
    conseguiram sair em 2003 e montar um time respeitavel, com Anderson Lima, Gilberto ( lembra com era vaiado antes e chamado de mercenário? pois depois dessa reciclagem foi prá seleção )uns guris do junior. Só que – sem $$$$ essa turma toda saiu e 2004 não teve o que fazer.

    tem gente, porém, que noutra época – subiu com o Obino e agora cospe no prato…

    cbimbi

  37. Cesar,

    É esse o ponto: como não perder tempo se justificando e convencer ao mesmo tempo? Nesse caso, deve-se trabalhar um formato de discurso pra minimizar o efeito do novo que não é novo ou do falso que não é verdadeiro.

    Senão, lideranças importantes terão que ser poupadas, mesmo que possam ir pras cabeças. Aí, não existe ninguém de uma geração abaixo preparado pra assumir.

    É a ausência da formação de novas lideranças o principal responsável pela abertura de espaço pra picaretagem.

    Picaretagem de todos os lados, diga-se de passagem.

    É por isso que eu já defendo a ideia do Marcos para a presidência.

    Na verdade, eu proponho uma reforma estatutária na qual o presidente seja remunerado, possa ser substituído mediante eleição na metade do mandato e que esse mandato seja mais extenso. Sugiro seis anos – o mesmo tempo de mandato dos conselheiros, mas sem reeleição.

    []’s,
    Hélio

  38. Na verdade, aos três anos do mandato seria proposto um plebiscito entre os conselheiros para ver se o mandato cumpre com o que se espera. Se a maioria decidir que sim, ele completa seus seis anos. Senão, haverá uma nova eleição.

    Não haveria reeleição.

    Claro, há riscos. Mas um único ano ruim pode ser muito pior do que seis anos medianos. Se o cara fez uma m bem grande, terá a chance de se recuperar. Ou, então, se sentir-se incapaz, pede o boné.

    Assim como está, nenhum presidente ruim sente-se pressionado para largar, pois sempre parte do pressuposto de que a vida dele continua e que o dinheiro não é dele.

    []’s,
    Hélio

  39. Da gestão Obino TODOS participaram. De uma forma ou de outra.
    Ou apoiando. Ou votando a favor. Ou não se manifestando e silenciando. Ou votando de bunda, senta levanta ou…..enfim…..Ou sendo porta-voz. Torcendo e sofrendo (e como sofremos), na Tribuna, nas cadeiras, nos camarotes, nas cabines e, eu, sofrendo na geral.

    Foi escolhido pelo Conselho Consultivo e aprovado sem nenhum voto contra pelo Conselho Deliberativo. E nenhuma manifestação contrária da torcida.

    Alguns foram pro sacrifício e muitos deixaram ótimos trabalhos.

    Inclusive o Sr. Vicente Martins, esse ativamente o que não critico.

    Verdade que houve uma guerra a partir do surgimento dos cheques da ISL.

    Não lembro quem tomou o lado de quem.
    Só não sei se, quando surgiram os cheques da ISL já estava desfeita a COALIZÃO QUE ELEGEU O EX-PRESIDENTE. Ou se a divisão ocorreu a partir de então.

    Alguém que conhece mais do que eu poderia esclarecer. Fatos. Só fatos.

    Como disse o César tem gente cuspindo no prato do qual comeu.

    :D

  40. Geralmente sou favorável a que as eleições sejam disputadas, que se tenha a avaliação das chapas concorrentes. Mas eu acho que no caso do Grêmio, os interessados – nós – devem refletir sobre a possibilidade de a disputa estar atrapalhando a vida do Grêmio muito mais que ajudando. Então, o que a gente ouve da muitos gremitas por aí tem que servir para a autocrítica e para pensar o que podemos fazer melhor. Entrar na disputa somente para dsputar encerra o comprometimento quando sai o resultado a eleição.
    E de mais a mais, esse ano, como não poderia deixar de ser, depositamos muitas esperanças em ganhar os campeonatos e, na verdade, os resultados até o mês de agosto vão dar o tom da próxima eleição. Como diz o Josias, ali nos 45 do segundo tempo.

  41. Hélio e César. Estou com o César

    Obino foi o sustentáculo das eleições de Guerreiro. Contra Cacalo, contra Saul e contra Preiss.

    Dourado estava com Obino e com Guerreiro.

    Guerreiro foi o primeiro signatário da chapa de Obino. A seguir todos os demais ex-presidentes. TODOS, conforme me contou um amigo meu que conhece os detalhes.

    Quem não participou de uma forma ou de outra da eleição de Obino?

    E quem não participou da gestão de Guerreiro?

    Ops, parece que teve um grupo grande que participou e um grupo grande que não participou da gestão Guerreiro. Ao contrário, pediu auditoria e votou contra a aprovação das contas.

    Cada um é responsável pelo que fez. O simples fato de ter participado de uma gestão e/ou da outra não faz do sujeito um bandido.

    Hoje por exemplo está sendo homenageado o homem nas mãos de quem o Grêmio foi rebaixado. Culpado? Claro que não. Tem responsabilidade, mas não é culpado. O Grêmio vivia o momento mais “quebrado” da história.

    Está sendo homenageado merecidamente. Pelo conjunto da obra.

    :D

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