Conselho Deliberativo

Os moderadores do Blog GRÊMIO SEMPRE IMORTAL gostariam imensamente de saber quantos conselheiros não se fizeram presentes na reunião de ontem, buy cialis 23/03, drugs bem como quantos teriam apresentado justificativas para as suas ausências.

Além disso, um relato sobre o tema ARENA e a questão apresentada em post passado seriam imensamente interessantes.

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52 comentários

  1. Conforme a ZH, 192 conselheiros estiveram presentes. De minha parte, tendo formação médica e portanto pouco afeito a formalização de contratos e mudanças de formatação de empresas, o que posso atestar é a extrema seriedade e responsabilidade com que o assunto ARENA está sendo conduzido.
    Nenhum interesse pessoal – primario ou secundario, direto ou indireto de qualquer forma – movimenta o Empreendimento e a prudencia e a forma minuciosa com que o assunto é tratado tranquiliza a nós, torcedores gremistas.
    De resto, uma equipe competente, atualizada vem se agregando.
    Destaque para o alto nivel dos profissionais Agencia q foi contratada e para a explanação do Alexandre Aguiar, com ideias e ideais verdadeiramente Gremistas.

    cbimbi

  2. Cesar. Desculpe o que vou perguntar, não tenho o menor intuito de ofender. Mas se tu nada entende de contratos como pode saber que o assunto da Arena está sendo tratado com seriedade? Li ontem uma entrevista do ano 2000 do competentíssimo Adalberto Preis onde a única diferença entre ela e as atuais é a troca da sigla…
    Já não estou acreditando muito nessa maravilha toda. E digo: eu queria a Arena, queria o projeto por tudo que ele nos proporcionaria. Mas quando começo a analisar as questões começo a me apavorar…

  3. 192 CONSELHEIROS PRESENTES.
    61% DOS CONSELHEIROS PRESENTES.
    MAIS DE 120 CONSELHEIROS AUSENTES.
    A VERGONHA CONTINUA.
    ESPERO QUE ESSES NÃO ESTEJAM EM NENHUMA CHAPA PRA RENOVAÇÃO EM SETEMBRO.

  4. Informação de 192 é da ZH de hoje.

    Kegler, não leva a mal, mas tú entendes de contrato e de formatação de empresas? deves entender, porque afirma q ” não estou acreditando muito nessa maravilha toda “.. aliás “maravilha” não foi termo usado na reunião, nem outro similar

    Pois uma das razões pelas quais acredito é pela competencia das pessoas que conduzem o processo, comandadas pelo ( palavras tuas ) ” competentíssimo Adalberto Preiss”. Um cara pode nada entender de medicina ou engenharia mas saber que determinado profissional dessas areas conduz situações de forma séria e competente ou não.

    No mais, parabéns pela participação do Gremio do Prata ontem no Antonio Augusto, excelentes colocações, especialmente a frase Gremio não é só clube de futebol, mas um ideal de vida, ou algo assim.

    cbimbi

  5. A ausencia de conselheiros é menos importante do que a participação dos que foram. Acho este tema secundário, porque importam-se mais com a noticia negativa, quantos não foram, do que com a atuação positiva, como foi a participação do que estavam lá.Não adianta o cara ir, não saber de nada, não se ligar em nada e sair de lá como entrou. Tem gente que não vai e sabe muito mais do que alguns que foram. É como dizer assim, o Gremio tem em Porto Alegre 800 mil torcedores mas ao Estádio vão 30 mil. E ai ? No estádio vão 30 mil mas quantos destes verdadeiramente incentivam o time do começo ao fim ? Eu digo, do começo ao fim só o geraldino incentiva, e ali estão quantos ? Nas cadeiras e nas sociais sempre tem uns 5 mil corneteiros que passam o jogo todo reclamando e amaldiçoando o time louco pra puxar uma vaia e na primeira oportunidade vem o buuu ! Então Bruneto, menos. Certamene muitos jusificaram, certamente muitos não justificaram e não puderam ir e certamente muitos dos que lá foram sairam como entraram, sem saber nada. Este debate aqui já murchou, o conselheiro ausente é o que costumeiramente não vai e não ajuda o clube, não faz nada, este é o sanguessuga. Mas aqui o que realmente importa é o assunto que foi tratado. E este assunto por tudo que escutei ontem foi muito bem tratado e a participação dos que foram foi muito boa. Então vamos a esta noticia, esta é a que vai importar e interessar ao clube. Chega de passarem o tempo todo sempre encontrando uma coisa ruim para ser divulgada como se ela fosse mais importante do que o conteúdo efetivo. É aquela história, o time mete 5 x 0 mas o cara comenta a falha do zagueiro num lance aos 30 minutos do primeiro tempo que poderia ter redundado em gol.

  6. Gabriel,

    Se o índice de abstenção foi de aproximadamente 40%, então não se pode considerar irrelevante a diferença entre “estar de corpo presente” ou não. Se formos pegar qualquer índice de abstenção eleitoral em relação às pesquisas de opinião acerca do conhecimento de propostas e personalidades, o índice médio da combinação entre essas duas variáveis gira em torno de 25% a 30%.

    Caso eu concorde com a tua afirmação, estarei mandando contra o processo democrático dentro do clube. Afinal de contas, se as ausências frequentes de muitos dentre esses 40% não serve de critério de depuração dos movimentos a fim de facilitar a inclusão de novos nomes na próxima eleição, isso significa que não há interesse em ver o Grêmio reinventar a si mesmo a partir de novas ideias trazidas por associados hoje desconhecidos e dispostos a trabalhar.

    []’s,
    Hélio

  7. gabriel:

    então quer dizer que pra ti não interessa quantos conselheiros efetivamente vão nas reuniões, desde que a discussão seja boa?

    tu deve ser um dos muuuuuito conselheiros fantasmas do Grêmio, tipo o collares, quando mentiram pra ele que na reunião da decisão da arena não tinha número suficiente de conselheiros…

  8. Emobora concorde que temos de destacar os fatos positivos, a presença dos 192 conselheiros, concordo integralmente com o HÉLIO PAZ. Setembro de 2010 servirá de oportunidade para que parte desses conselheiros que formam os 40% de ausentes (muitos devem ter justificativa regulamentar) não precisem mais dar explicações à nação gremista. Teremos portanto a oportunidade para fazer com que os conselheiros omissos fiquem “em casa” em a obrigação de nos darem explicações. O mais digno seria que “esses gremistas” (será que são mesmo) sequer integrassem as chapas. Acho que é pedir demais!!

  9. Na minha visão, ser conselheiro do Grêmio é mais importante que a maioria dos “compromissos” que devem ser alegados por tais “conselheiros” que ausentaram o evento.
    É ótimo e gratificante que o debate tenha sido proveitoso e tenha dado mais um grande passo rumo a nossa emancipação financeira. Porém, 192 conselheiros presentes em um assunto tão importante, me perdoem senhores, mas é ínfimo, ridiculo e desrespeitoso.
    O cidadão que obtém o posto de conselheiro da maior torcida do sul do país tem de ser muito mais responsável e colocar o Grêmio ainda mais como objetivo.
    Conselheiros de verdade são aqueles que fazem valer sua participação, que levam à torcida o debate dos problemas que enfrentamos, para dessa conversa ser resolvido. São os que colocam tais convocações como dia “D” na sua agenda e faz com que apenas em casos extremos os faça não ir.
    Tudo de importante na longa e gloriosa vida do imortal passa pelo seu Conselho,´portanto, exige muito mais dedicação e respeito por parte de alguns.
    Espero muito que nas próximas eleições os grupos e chapas exorcisem esses nomes, que são verdadeiros parasitas no corpo do Grêmio.
    Parábens aos verdadeiros conselheiros gremistas que ontem, mais uma vez, lutaram pelos interesses da torcida e pelo bem do Grêmio!

  10. Gabriel!
    Interessantes as tuas observações. Discordo apenas quando dizes que muitos dos que lá foram saíram sem saber nada. É uma generalização deselegante com os gremistas que lá estavam a chamado clube e, tenho absoluta certeza, tiveram muitas de suas dúvidas esclarecidas, se é que as tinham. Mais ainda, com sua presença, prestigiaram um dos momentos marcantes da história do clube e isso merece reconhecimento. O projeto Arena avança porque está sendo conduzido por gremistas sérios e competentes. O resto é pura especulação.

  11. acho essa cobrança normal e muito positiva. por isso mesmo o clube tem essa força que se conhece.
    imagina o contrario: se ninguem se importasse com qtos fossem ou faltassem.
    cbimbi

  12. Quero ver agora o mesmo empenho que a imprensa tem para causar a “polêmica da folha” na cobrança dos 40% de conselheiros que não foram ontem e que seguidamente não vão às outras reuniões!
    Quero ver estampado na zero hora, além do valor especulado da nossa folha, os nomes dos conselheiros faltantes e um espaço aberto para suas justificativas.

    O assunto da reunião era simplesmente a questão mais importante hoje do clube e 40% dos conselheiros não compareceram. Se a presença deles não importa para a discussão da Arena então, para tudo que eu to ficando louco!

  13. Bueno, cada um tem uma opinião!! Esse assunto das ausências de conselheiros foi amplamente discutido nesse espaço e é quase uma unanimidade a forma com que a maioria pensa, ou seja, que se aplique o artigo 66, § 1° do Estatuto Social. O assunto era a arena mas precisamos estar vigilantes com tudo que acontece! Se nas poucas reuniões que tem do conselho, o conselheiro não puder comparecer em 80% (se por falta de tempo ou outro motivo), então este não tem condições de trabalhar e ajudar o clube. Que dê lugar a outro que quer contribuir. Na minha opinião, muitos querem o cargo mais por vaidade e status do que por gremismo…
    Abraçoss

  14. Digo mais: por mais sincero que o conselheiro seja, se não pode comparecer nas reuniões em sua maioria, pode ser um exímio gremista, mas não deve ser conselheiro. Na minha humilde e anônima opinião, ser conselheiro exige presença, dar a cara a tapa, investigar os problemas, debate-los e resolve-los.
    E isso só se faz indo nas reuniões.

  15. Ontem não fui e o Helio e o Marcos Almeida conhecem os meus motivos que prefiro preserválos aqui, mas o fato é que sabia o assunto a ser tratado e como não era uma reunião que importasse em decisão minha presença não agregaria nem diminuiria, e penso que minha justificativa para não ir era justa.

    Tirante isto …

    Li a mensagem do Gabriel duas vezes e penso que ele não foi entendido e mais ainda, penso que, smj, ele tem toda a razão.

    O que o Gabriel esposou, a mim claramente, foi que mais uma vez, aqui, a matéria a ser debatida era a reunião do CD, o alvo dela, o que ela tinha em mira, era e é a proposa do post; mas que ficou em segundo plano porque os comentários ficam girando em torno de quem foi, quem não foi e por que não foi. Os 40% de ausentes acabam se tornando o assunto principal quando a mira, o foco, do debate era a pauta da reunião. E convenhamos, este pecado pode ser cometido até involuntariamente porque é bem mais fácil e tranqilo opinar sobre ausentes do que tocar na ferida e falar do assunto que foi discutido e que mobilizou 192 conselheiros até o Olimpico o que é sim um n. expressivo.Eis a questão.

    Quase a totalidade dos comentários repousam sobre isto quem foi quem não foi, e uma ou duas frases sobre o que se discutiu. As ausências ficam sendo mais importante que as presenças e estas menos importante que o assunto que lá se debatia. Eis a questão .. de novo amigos shakesperianos.

    E nisto o Gabriel tem toda a razão, me desculpem. O que deveria ser tratado aqui prioritariamente era e é o assunto em pauta, mas ficamos divagando sobre as mesmas coisas de sempre. Repetindo, quantas frases foram feitas aqui sobre a pauta de ontem ? Menos de 5% da proposta do post está sendo atendida.

    Dentro do quadro do Gremio – e que como disse muda gradativamente mas muda – 40% de ausências não é um número surpreendente, considerando também, amigo Hélio, as justificativas, para sabermos o n. real daqueles que só não foram porque não foram. Lembro que quando se deu a lista aqui dos que não foram na quebra da clausula de barreira houve muitos adendos reclamando injustiças com que não pode comparecer por motivos justos, e até um que assinou e teve que ir embora porque suas terras estavam sendo invadidas e foi chamado às pressas, e ainda teve o Caso de um Ex Vice, o Cesar Dias Neto que tomou pau até de mim, me perdoa, e depois tinha uma puta justificativa para ter saído … Mas enfim.

    Prezado DARCILIO, tem muita gente sim, muita, que vai, não presta atenção na reunião e sai de lá sem saber o que houve o que se passou, ah tem ….. tem sim, e não são poucos. Em época de análise de balanços, por exemplo, que é uma matéria de dificil compreensão à maioria – médicos, advogados etc – isto impressiona.

    Bem, mas volto ao tema, o principal – não adianta e não é nada profiquo ficarmos discutindo as ausências ATÉ EM RESPEITO aos PRESENTES – QUE É o assunto da pauta de ontem AQUI FOI ESQUECIDO OU ESTÁ SENDO ESQUECIDO E ISTO É TÃO GRAVE OU MAIS, PRÁ NÓS, DO QUE NÃO IR PORQUE NÃO QUERO IR, PARA QUEM AGIU ASSIM, e que, aqui CONTINUA EM ABERTO, por isto proponho a todos que retomemos a matéria do post e vamos debater a mira, o foco … reaberto os trabalhos vamos ao tema …..

    O que vcs acharam da reunião de ontem pelo que souberam via rádio, jornal, tv, amigos, conselheiros, etc ?

    Sim, esta é a mira do post, vamos à ela, e quem sabe mais e pode depor, que venha

  16. Carlos Josias, me agradou muito o nome do arquiteto contratado, um profissional de ponta para uma arena de ponta.
    E também é muito boa a notícia de que a OAS está se empenhando muito para cosneguir logo o dinheiro e começar antes da metade do ano.
    Tu como conselheiro e tendo mais participação e covnersas internas, tem algo que pdoeria nos informar?
    Eu, como muitos, torcedores anônimos não obtemos acesso a muitas informações, e quando sim, em parte distorcidas pela imprensa.

  17. A reunião de ontem foi muito proveitosa. Houve debates, até acalorados em alguns momentos, o que demonstrou o interesse dos conselheiros em defender suas convicções.
    As apresentações que foram feitas (e estavam na pauta do dia) mostraram que o Projeto está sendo encarado com muita seriedade e competência. Parabens ao Alexandre Aguiar que, além de estar de aniversário na data de ontem, demonstrou ser um ótimo “marqueteiro” na exposição que protagonizou.
    Quanto ao assunto da alteração do tipo jurídico da GE, de Sociedade Anônima para Limitada, que provocou manifestações candentes dos conselheiros contrários, este foi largamente debatido e tenho certeza que a esmagadora maioria que aprovou a mudança o fez com a certeza de que escolheu o melhor para o clube.
    Outro tema discutido foi o financiamento que a OAS ainda não teria assinado. A explicação apresentada me convenceu, especialmente se levarmos em consideração que a licença para o início das obras ainda não foi concedida, e – o mais importante – que o Governo Federal deve anunciar nas próximas horas um incentivo fiscal para as obras da Copa, onde a ARENA se incluirá.
    O que interessa é que a nossa parceira de negócio está confirmando sua participação efetiva.

    QUANTO AOS CONSELHEIROS FALTANTES: é óbvio que muitos tem, por vezes, compromissos inadiáveis, sejam profissionais, sejam de ordem pessoal, plenamente justificáveis. É absurdo querer-se que um conselheiro ignore totalmente a sua vida para servir exclusivamente ao Grêmio. em dias de sessão. Ontem o meu amigo Josias não pode ir. E daí? Como ele é assíduo, não podemos incluí-lo no rol dos reiteradamente ausentes, não é?
    Já pensaram que temos médicos cirurgiões como conselheiros? Pois é, o seu paciente que espere o doutor sair da reunião para ser atendido, em uma emergência?
    E o advogado que é chamado com urgência na mesma hora da sessão? Deve fazer de conta que o seu cliente não pediu socorro?
    Sem contar aqueles que estão viajando, não de férias, mas a trabalho. Eu mesmo já tive problemas de atraso de voo e perdi uma sessão, a qual tinha o maior interesse em comparecer. É lógico que justifiquei comprovando o motivo, mas o que queriam que eu fizesse? Desse um tiro no piloto do avião que atrasou? Ou um soco no operador de Congonhas que não permitiu a decolagem por causa de um temporal?
    Ah, nem adiante me pedir, porque contra o São Pedro eu não tomaria nenhuma medida extremada.
    Nem pelo meu Grêmio!

  18. Caros gremistas, sem exageros! Primeiro penso que nós, anônimos, somente podemos discutir e ou opinar tendo ciência das deliberações do CD. Segundo: todas as razões elencadas pelo dedicado Aiquel servem de justificativas para as ausências. Por favor, caros amigos, entendamos que as críticas coadunam-se com os omissos contumazes que não justificam suas “não presenças”. O Grêmio necessita de gremistas que QUEIRAM trabalhar pelo clube; que tenham PRAZER E ORGULHO em servir à Instituição! O Grêmio necessita de COMPROMETIMENTO!

  19. Tendo em vista que o Gabriel quis dizer uma coisa e o Josias conseguiu explicá-la de uma outra forma que facilitou a minha compreensão, voltemos à pauta.

    Deixo claro que não é mais nenhuma questão de ser contra ou a favor da Arena, nem tampouco de desconfiar da idoneidade e da competência das pessoas que fazem parte desse complexo negócio. Também aceito como absolutamente normal o papel da OAS como construtura e gestora de um negócio para a qual só faz sentido se houver lucro.

    Havendo duas partes (Grêmio e OAS), ambas possuem exigências e benefícios em função dessa relação comercial. O contrato não pode ser interpretado cláusula após cláusula sem que haja uma visão panorâmica, a fim de compreendê-lo como um todo.

    OK, não é isso o que eu quero discutir. Não vamos mais perder tempo com catastrofismos. Todavia, um detalhe aqui e outro acolá poderiam, sim, ser mais benéficos ao Grêmio. Há um exemplo claro.

    Em relação a uma única cláusula do contrato que poderia ser, sim, revista para benefício do Grêmio, tenho uma questão que é a seguinte:

    – Sabem daquela verba de R$7.000.000,00 + R$ 3.000.000,00 mensais da OAS para o Grêmio como uma forma de compensar a receita do Quadro Social em função da renda, isto é, aquela compensação que regulariza o borderô a fim de caracterizar a renda obtida via compra de ingressos + a renda que já entrou via mensalidade dos associados?

    Bem… Há uma estimativa de público mínimo estabelecida pela OAS (e aceita pelo Grêmio com muita facilidade não sei por que). Caso o público de um dado jogo esteja abaixo dessa média, então o Grêmio teria que devolver a diferença dentro desse montante previamente recebido.

    Em outras palavras: sendo a receita da OAS nos primeiros 20 anos, o Grêmio teria apenas a receita do Quadro Social e não mais o borderô, sendo que o faturamento do Olímpico gira em torno de 7 milhões/ano.

    Em princípio, sempre pareceu que essa diferença seria normal e que o número de jogos com o público abaixo da quantidade estipulada seria facilmente compensado pelo lucro dos jogos importantes, blá, blá, blá.

    Muito embora vários conselheiros tenham dado pouca importância a ela talvez por não serem do mètier, apesar de eu não ser advogado, economista, engenheiro, arquiteto, contador e sequer conselheiro, me autorizo a discutir essa nuance porque não apenas o presidente do MGAT atua junto à GE como também outros conselheiros de outros movimentos partilham dessa opinião.

    Enfim… Tal cláusula não estaria na cópia do contrato apresentada à comissão que dela iria tratar inicialmente. A versão para a qual foi dado um parecer foi outra, que incluía essa cláusula.

    Vamos ao exemplo empírico: segundo ela, o público de Grêmio x Novo Hamburgo (não o de amanhã, mas o das fases decisivas do turno) daria ao clube (caso já estivesse na Arena) um PREJUÍZO de cerca de R$77.000,00.

    Um único jogo. Um prejuízo que não daria o salário de algum desses boleiros ex-Avaí que estão tirando o lugar dos nossos meninos da base. Tá legal: parece pouco… Que tal uns 7 ou 8 jogos por ano assim? E se o poder aquisitivo médio do portoalegrense à época da inauguração da Arena não tiver chegado ao patamar que permita a ele se fazer presente à maioria dos jogos? E se a lista de espera não existir?

    Sigo adiante: pensou-se em contratar estudos que proporcionassem ao clube um poder de barganha maior, a fim de restabelecer justiça nessa balança. Parece que foram feitas quatro alternativas. Uma delas seria oferecida para discussão com a OAS, a fim de uma revisão nessa cláusula.

    Pois bem: se foram feitos os estudos, por que essa alternativa não teria sido apresentada? Afinal de contas, prejuízo maior ao Grêmio não teria como haver…

    Enfim… Volto ao assunto porque houve um fato novo. Então, gostaria de receber maiores esclarecimentos.

    []’s,
    Hélio

  20. Marcelo Aiquel, tens razão!
    Tais motivos são amplamente entendidos como motivos justificaveis nas faltas.
    Mas o que não pode acontecer é apenas a irresponsabilidade de alguns quando o assunto é o Grêmio.
    Os que não vão em uma ou outra sessão não estão sendo criticados, apenas aqueles que rarissimamente se pode contar com a presença, independente de quando.
    Reitero, tenho certeza que o amigo Josias não está incluindo neste péssimo “rol”, portanto, nenhuma das minhas manifestações foi referida a ele, caso tenha aparentado.

    Quanto à pauta:
    – qual o motivo para a alteração de sociedade anônima para limitada?
    -a explicação da oas foi quanto ao incentivo fiscal e a licença ou algo mais?

    Agradeço pela atenção ao responder.

  21. Marcelo Aiquel, tens razão!
    Tais motivos são amplamente entendidos como motivos justificaveis nas faltas.
    Mas o que não pode acontecer é apenas a irresponsabilidade de alguns quando o assunto é o Grêmio.
    Os que não vão em uma ou outra sessão não estão sendo criticados, apenas aqueles que rarissimamente se pode contar com a presença, independente de quando.
    Reitero, tenho certeza que o amigo Josias não está incluindo neste péssimo “rol”, portanto, nenhuma das minhas manifestações foram referidas a ele, caso tenha aparentado.

    Quanto à pauta:
    – qual o motivo para a alteração de sociedade anônima para limitada?
    -a explicação da oas foi quanto ao incentivo fiscal e a licença ou algo mais?

    Agradeço pela atenção ao responder.

  22. Eu acho que a questão das ausências é uma discussão relevante e que vem sendo debatida aqui há muito tempo. A depuração vai se dar ao natural, com o advento da democratização do processo eleitoral. O mais importante na reunião de ontem é que se haviam ainda dúvidas sobre a viabilidade da construção da Arena, sobre a questão do financiamento e outros, o que foi mostrado e demonstrado é que tudo está caminhando dentro do cronograma estabelecido. Eu nunca tive dúvidas sobre a competências e a seriedade das pessoas envolvidas neste processo. Quero registrar a presença de dois extremos na reunião de ontem. A do jovem e brilhante Alexandre Aguiar, que a democratização trouxe para o conselho e para compensar a ausência dos costumeiros, a presença de Artur Bachini, com 92 anos, esbanjando saúde e de Willy Oscar Wischral, que com certeza tem mais de 85 anos. Se é necessário divulgar os nomes dos ausentes, temos que fazer justiça com os presentes e especialmente estes, mas lá estavam vários conselheiros com mais de 80 anos, todos com largo serviços prestados ao Grêmio e sempre presentes.

  23. para quem tem alguma duvida ou suspeita, um dos itens alterados é de que os integrantes da Gremio Empreendimentos não recebam nenhum tipo de remuneração. É sempre bom referir isso. Não que seja errado um executivo remunerado num empreendimento desse nivel, mas foi uma opção prá não incidir tributação.
    E tem muito torcedor que – com razão – ainda sente fedor de ISL, não que haja substancia identica nos 2 casos ( arena-isl) mas por puro instinto de preservação

    cbimbi

  24. O Hélio levantou uma questão extremamente importante e delicada! Sugiro fazer um post exclusivo sobre essa questão, para que possamos debater com mais afinco e profundidade.
    Abraços

  25. Prezado L. Gustavo

    A principal razão para a alteração proposta reside no aspecto dos benefícios fiscais para o clube. Agora será analisado o contexto do Estatuto desta nova sociedade, o qual eu já solicitei uma cópia da minuta para examinar mais detalhadamente, apesar de haver uma comissão nomeada para tal. De qualquer forma, quero poder dar a minha opinião profissional quando o assunto for à votação.
    Abraço

  26. Marcelo Aiquel.
    Muito obrigado pelo esclarecimento.
    Agradeceriamos se pudesse emitir vossa opinião neste blog, seria se grande valia para o entendimento de todos.
    grande abraço.

  27. Tem razão o Josias, a pauta da reunião é mais importante que a ausência dos conselheiros, o que não significa que a cobrança sobre a falta dos conselheiros não tenha sua relevância, algo que até já foi muito discutido aqui.
    Além disso, acho que é opinião unanime, é claro que os conselheiros que tem faltas justificáveis e não frequentes não serão criticados pela falta, mas sim aqueles que faltam frequentemente e pelo jeito são sempre os mesmos.

    A questão é que os anonimos, como eu, só podem entrar na pauta da discussão do conselho, após o comentário
    dos conselheiros que postam aqui no blog.
    Sendo assim, otimos comentários do Marcelo Aiquel e do Cesar, já esclareceram bastante o conteúdo da discussão.

  28. A pouca participação de conselheiros ás reuniões não é prática exclusiva do Grêmio. Cada vez mais as instituições se ressentem do absenteísmo de seus representantes legais quando convocados. No caso do Gremio, a visibilidade e o prestígio que o clube empresta à função, tem suscitado o interesse de muitos pretendentes que nela visualizam a possibilidade de uma emergente ascensão pessoal e uma natural exposição de imagem. Até aí tudo bem. Faz parte da natureza gremista e humana a aspiração a um lugar de destaque nos contextos: do clube e social. O problema é quando exigências pessoais de qualquer sorte inviabilizam o cumprimento das responsabilidades assumidas. A tendência é que as prioridades se sobreponham umas às outras na medida de sua maior ou menor conveniência. E é aí que começa. Não basta a justificativa pura e simples quando a ausência se torna repetitiva. Se por um lado ela absolve o faltoso e lhe garante a continuidade no posto, pelo outro, penaliza o clube (todos nós). E quanto maior for a condescendência, maior será o descompromisso, uma vez que as “licenças”, mesmo que respaldadas pelo estatuto, tendem a disseminar-se sem nenhum controle a ponto de reduzir a números preocupantes o quórum das reuniões. Entendo este apego ao mandato, afinal, faz bem ao ego de qualquer gremista ser reconhecido como uma figura de marcante representatividade no contexto da instituição, mas, seu exercício não pode prescindir do compromisso presencial às convocações. A assiduidade do conselheiro às assembléias é condição indissociável do mandato e compromisso a ser cumprido com a máxima prontidão. Argumentos pró e contra não faltarão. Mas, o mesmo estatuto que concede a anistia aos faltosos, também prevê sua condenação e punição pela ausência. Agora, não adianta suprimir cláusulas, adicionar outras e o “escambau” se não houver vontade política e muita coragem para cumprir o que está escrito. Que dói, dói, mas não tem jeito: tem que cortar na própria carne!

  29. Na mosca Hélio, na mosca. Parabens também ao companheiro Sirângelo, que não conheço, por ter intuido onde reside o calcanhar de Aquiles do Projeto Arena. O tema está abordado no meu livro e tem, igualmente, muito a ver com os custos exorbitantes da Gremio Empreendimentos, que, à vista dos contratos, retiram – num cenário de 3 jogos por mês, custo médio de R $ 50,00 – a possibilidade de ingresso no Estádio Arena. (valores subsidiados pelo clube) de cerca 1200 associados tricolores, nesses períodos, durante vinte anos Para simplesmente fiscalizar a obra e eventuais alterações coisa que até uma empresa individual poderia coordenar, receberá, além de um capital de R $ 50.000,00, R $ 7oo.000,00 por ano, nos primeiros dez e R $ 1.400.000,00 nos últimos. Isso significa R $ 58.333,33 e R $ 116.666,66 mensais, os quais decompostos nas premissas acima, dão aquele resultado. O que importa, nem é isso, no entanto, embora signifique muito. É que a destinação do saldo dos recursos do preço fixo da superfície ( saldo dos R $ 7.000.000,00 e dos R $ 14.000.000,00 anuais) para o subsídio dos ingressos, além de ter sido dispositivo serodiamente encartado no contrato, depois da aprovação pelo Conselho, ensejarão o ingresso – mesmas premissas acima – de, respectivamente, não mais do que aproximadamente 3.300 e 6.600 associados por jogo no largo período. O Grêmio, hoje, tem, por suposto, 50.000 associados, distribuidos em diversas categorias. Quem terá a preferência ? Os patrimoniais, os constituintes, os sócios-torcedores ? Como se subsidiará os restantes ? Como se resolve essa equação? Essas as razões por que, ontem, reclamei veementemente, embora em linguagem parlamentar, de um pronunciamento da direção, senão definitivo ( o problema é muito grande) pelo menos razoável. Até agora, passados quinze meses da data do contrato ( 19/12/2008) só se ouve que o problema não é da OAS, mas do clube. Contudo, os associados podem ficar tranquilos que não perderão direitos, não serão prejudicados. Mas como conformar-se com isso, se nem sequer o Estádio Arena comporta os lugares do corpo associativo HOJE ! E continuam com campanhas para aumentar sem dar-se a menor perspectiva de retorno para os novos ! Num incremento de 20,00% ao ano, em três anos, teremos 85.000 associados, duas vezes a capacidade disponibilizada de ingressos no Estádio Arena ( 42.000, os restantes são alocados por longo prazo) Corrijam-me se estiver errado. Presidente Duda disse-me, em meio à reunião, “Azambuja , o Barcelona tem esse problema”, ao que lhe respondi, “pois então, presidente, copie o Barcelona e anuncie a solução”. . Mais sobre a reunião de ontem abaixo.

  30. Grêmio – Um passo atrás
    A idéia da constituição de uma empresa mercantil, por transformação do clube ou criação de uma outra dessa natureza, nasceu, no Grêmio, em 1991. Ela prosperou fruto de trabalho de alguns conselheiros, inspirados num incipiente questionamento do ex Patrono, na forma de um Projeto, denominado “Grêmio 2003”, visando sua operacionalidade a longo prazo, ou seja, na época do centenário, doze anos depois. Nele, se segmentava a entidade em três unidades, conservando-se a original na forma civil, e constituindo-se as duas outras ( S/A.) , por ela controladas, para abraçarem as atividades do futebol e a gestão do patrimônio imobiliário e intangível. Irrelevado, residiu nas gavetas por treze anos, ressuscitando por ocasião da Reforma Estatutária de 2004, quando a sua viabilidade foi encartada no diploma. Tratava-se de possibilidade concreta do manejo, pelo clube, de um poderoso instrumento de captação de recursos, via comércio de ações em balcão ou Bolsa , quiçá emissão de debêntures e etc. À ocasião da primeira notícia do chamado Projeto Arena, para o Conselho Deliberativo, em novembro de 2006, finalmente a direção vinha dar um cunho prático a idéia, apontando esse braço comercial como inafastável para o enfrentamento daquele ( com outra formatação todavia) por exigência dos parceiros. Função de co-gestão do empreendimento. Evoluindo o negócio Arena, com suspensão e extinção das tratativas com dois grupos empresariais anteriores, resultou presente a proposta do grupo OAS. Nesta, as funções da Grêmio Empreendimentos se apresentaram como simples fiscalização do andamento da obra e suas eventuais alterações arquitetônicas (não, co-gestão). Por isso, entenderam os responsáveis modificar o tipo societário antes adotado, de S/A. para sociedade limitada, segundo eles mais prático e elástico que o anterior. Com isso enterraram de vez uma perspectiva acalentada no clube por vinte anos, o pioneirismo da iniciativa no desporto profissional brasileiro e o afastamento de um poderoso artefato alternativo de captação de recursos. Capital de risco e não capital de empréstimo, como tem vivido o clube.Praticidade por praticidade, uma empresa individual faria o mesmo que a limitada vai fazer, com muito maior economia. O Grêmio, terça-feira, na reunião de seu CD, deu um passo atrás. E muitos não sabem nem porque. Saudades do patrono .(Antonio Carlos de Azambuja, advogado e Conselheiros do GFPA)
    PS: Marcelo, a transformação não teve nada a ver com a questão fiscal. Ontem, não pude fazer o enfrentamento dela pelas circunstâncias que presenciaste. Mas tenho o texto contestatório que levei. Posso te enviar. Há uma mentira fiscal aí.Abraços, Cacaio.

  31. Pronto, é falar em ARENA e lá vem o Dr. Azambuja. Me lembra a música: RESSUSCITA-ME. Que coisa, parece que é só este assunto que o move.
    Mas seguindo o assunto da matéria, reunião de ontem, e eu acho que realmente esta história de ficar chorando os conselheiros que não vão ela é secundária, o assunto já foi debatido cansativamente aqui, e todo mundo já sabe a opinião de todo mundo, e a correção disto tem sido cobrada insistentemente, mas não pode abafar a matéria que é a pauta.
    Eu sugeriria ou proporia o seguinte sobre ontem: INDICARAM DOIS NOMES PARA A GE, NÃO FOI ? Quem são eles? Um é um tal de Geraldo, não conheço nem sei o que ele fez pelo Grêmio até hoje, nunca ouvi falar dele e me informam que seria o Presidente da falida comissão de ética que até hoje nada fez também e o que fez sepultaram como foi o caso Guerrero e nada se sabe sobre o orfão de pai ( Odone ) e mãe ( MGN E MGI ) chamado Bruno Ortiz, que já fez de tudo no clube e nada o clube faz contra ele. O segundo nome para a GE é o EVANDRO. Este é um fenômeno. O Evandro parece que nada entende de futebol, foi um derrotado e o responsável pela saída do DANRLEI, ou esqueceram isto ? Sim, ele mandou o Danrlei embora e trouxe aquele goleiro paraguaio sem vergonha que jogava com a camisa que tinha um macaco desenhado, até chegarmos ao Vitor tivemos um monte de porcaria no gol, só frangueiro, e o Vitor ao que eu saiba veio pela mão do Pelaipe. Pois se o Evandro nada ganhou no futebol de politica saca tudo, parece que no Grêmio quanto mais derrotado no futebol mas ascende politicamente o cara. Entra e sai o Evandro tá aqui e ali. Agora me digam, como estes dois nomes foram escolhidos. O G-6 escolheu, certamente, mas o Evandro não é o coordenador do G-6 ? Então ele se escolheu ? Não foi de graça então que ele dormiu fora da assessoria diretiva e acordou na GE. O que voces me dizem disto ?
    Isto é matéria do assunto que se discute, mas se quiserem que eu traga fora também, trago.
    O Mombach. Aqui parece que a maioria adora ele. Vou refrescar a memória de voces. Ele vivia metendo o pau nos argentinos, dizia que aqui tinhamos mania de gostar de argentido,tudoporque o Grêmio é que tinha esta mania, então ele não entendia por que ALMA CASTELHANA, por que Herrera etc. Repararam que ele nunca mais tocou neste assunto desde o Guinazu e do anão aquele com a dez deles ? Repararam que do Pato ele nada reclamou. Agora os vermelhos Argentinizaram e tá tudo numa boa prá ele.
    Geraldo e Evandro na matéria, Mombach fora dela, isto não é mais interessante ? Me digam.

  32. Helio a estimativa de publico mínima é exatamente o que? É a média de todos os jogos do ano? É um número absoluto para efeitows de cálculo ou é o número de presentes que eles querem no estádio? Não entendi.

  33. Josias!
    Na pressa em postar minha opinião, não reparei na advertência, a mim endereçada, de que alguns conselheiros deixam as reuniões sem saber de nada. Levei um choque porque nunca pensei que isto pudesse estar acontecendo. Sei que determinadas questões exigem conhecimento específico ou uma mínima intimidade com o assunto, mas minha perplexidade se justifica, porque muitas destas matérias em discussão são posteriormente votadas e me parece temerária a hipótese de que possam ser referendadas por conselheiros sem o devido preparo. Como sempre acreditei que em sua grande maioria o Conselho fosse formado por gremistas de um razoável status intelectual, não entra na minha “cachola” que não se socorram de seus pares mais esclarecidos para dirimir possíveis dúvidas e votar com conhecimento de causa, para o bem do Grêmio. Estou retomando esse assunto, porque acredito que não sou o único romântico que aqui se assombra, a cada dia, com revelações que estremecem a confiança que depositamos em nossos representantes. São depoimentos corajosos como este, que trazem ao nosso conhecimento aspectos não muito agradáveis do comportamento dos nossos conselheiros que nos fazem refletir sobre o futuro do clube que passa, inevitavellmente, por uma grande reformulação estatutária que venha a colocar, definitivamente, ordem na casa. Para finalizar, sugiro uma grande pauta de discussão: “O GREMIO QUE TEMOS” X “O GREMIO QUE QUEREMOS”. Para que não nos percamos em “divagações mis”, que a discussão se faça em cima de uma série sub-títulos específicos, cada um enfocando um tema a ser paulatinamente apresentado pelos moderadores do blog. Dá-lhe Grêmio!

  34. É possível que eu seja outro ressuscitado, mas talvez seja mais interessante discutir nomes diversos e outros tantos, do que saber elementos técnicos que vem sendo apresentados sobre o interior do contrato de uma entidade com outra, para que se possa firmar uma posição adequada sobre o andamento futuro de uma delas, sem ou com edificações. A edificação não é o importante. Há algo anterior que a sustenta e que não foi estatuído pelo Espírito Santo, senão que pela vontade dos homens que o conceberam há mais de 100 anos: tem suas virtudes, muitas, mas não é imune a falhas, portanto. Aquelas, aplaudimos e honramos, estas, corrigimos e aprimoramos.

    Mais um inestimável serviço prestado pelo Conselheiro Antonio Carlos. Aguardo o desdobramento fiscal.

  35. Azambuja efetivamente quais categorias NÃO tem de garantir seu acesso comprando ingresso na bilheteria ou no site?

    Seriam eles APENAS os Proprietários de Perpétuas, os Patrimoniais, os Remidos e os contribuintes?

    E qual a sua quantidade estimada?

  36. O trabalhador que falta alguns dias ao trabalho, desde que punido por cada falta, pode ser despedido por justa causa. Ocorre que o contrato de trabalho é uma necessidade de sobrevivência do obreiro. Já o nosso conselheiro, que deveria sentir-se honrado de tamanha deferência, nada acontece.
    E os morangos estão mofados. um banho de bola e fiasco do galinho argentino. Que se cuidem no brasileirão, que o pai… o Payssandú não disputa esse ano.
    O Passo da Areia é um templo sagrado. Dois brasileiros sub-20 e um banho de bola.

  37. Prezado Darcilio. Isto não deveria chocar,mas te compreendo, choca. Mas o que quero efetivamente te dizer é o seguinte …. Existem matérias que por mais esclarecido que o conselheiro seja ela não entende. Eu,por exemplo, confesso que em determinados assuntos tenho dificuldades de entendimento. Há algum tempo o conselho criou diversas comissões: finanças, direito, futebol, e por ai vai. Quando elas foram criadas, especialmente a de futebol, ao contrário do que alguns pregavam que ela deveria íntervir no futebol, eu me levantei e censurei isto. Comissão não tinha como escopo, na época, pela motivação que as criou – e isto aconteceu no inicio de 2005 quando chegamos lá – qualquer tipo de intervenção, e sim de esclarecimento ao conselheiro. E briguei muito por isto, porque a intenção de alguns na epoca seria a de ´controlar` tais setores do clube. Como eram comissões de um conselho que era e é deliberativo, eu debati muito isto e resisti muito isto sustentando que tais comissões deveria estar sempre à disposição do CD para ESCLARECER o ´tchurma` sempre que isto fosse necessário. Cheguei a dizer isto publicamente e lá, na tribuna. O que eu pegava … temas de dificil compreensão o conselheiro se levantaria e dizia: não entendi, quem me explica ? Ai o Presidente chamava alguem integrante da comissão, ele ia lá … e desenhava. E fui mais longe, citei exemplos práticos. E citei o meu: nunca entendi esta história de SUPLEMENTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA, me expliquem isto … eu não entendia como um clube em dívida, com problemas de caixa de não ter daonde tirar, poderia, pelo seu presidente, chegar numa reunião do CD e dizer: olha, o orçamento era de x milhões, não deu, preciso de uma suplementação orçamentária de mais tanto …. Como poderia ter mais tanto se não tinha caixa ? Eu não entendia isto e queria que alguem da comissão de finanças fosse lá e me esclarecesse, a mim e a muitos, muitos mesmo ….: olha isto é assim e assado. Esta era a idéia que eu tinha e pedia. Fiquei na mesma, ninguem disse nada. Ai eu tomei a liberdade de indagar de quem entendia do riscado: como é este troço… Ai me informei e aprendi o que isto queria dizer…. Sacou ? Era isto que eu entendia que as comissões deveriam fazer. E sobre orçamento, balanços, e etc. muitos saiam das reuniões cheios de dúvidas por desconhecimento, ignorância… pô sou advogado não entendo de finanças, de economia e etc. Acho que as comissões deveriam funcionar assim. Infelizmente fiquei solitário, as comissões existem até hoje, nem sei se todas funcionam ou se reunem nem como estão compostas hoje. Mas o fato é que isto nunca aconteceu. Então te digo, o cara sair de uma reunião sem entender não é anormal. Não digo isto como depreciativo a todos nem que todos que saem sem entender sejam ´alheios ou alienados ou desinteressados`, mas ignorância de matérias não necessariamente representa despreparo. Ninguém é obrigado a saber de tudo, parece que isto só jornalista é que tem preparo …eheheh, chute …. chutadores uma boa parte… Então o que te digo é isto, penso que as comissões deveriam funcionar assim. Não entedi,me expliquem, vai o cara lá que é o ´can can`e te desenha. Esta é a expectativa que tenho que um dia funcione efetivamente.
    Ninguém é obrigado a entender e a saber tudo, mas num CD de 300 e tantos, tem que ter gente que explique para quem não cnhece isto ou aquilo o que quer realmente dizer aquilo ali ou aquilo lá no balanço, na adminstração, no futebol, no direito etc. Mas um dia chegamos lá. Ainda somos imaturo neste sistema novo de ´abertura da economia interna`. Já foi pior, está melhorando.

  38. Marcos:
    Primeiro, os titulares de direitos sobre cadeiras perpétuas (parece que 162) não são associados do clube, estatutariamente considerando. São cessionários de uso (direito real) vitalício e hereditário de acomodações específicas no Estádio Olímpico. Associados são os inquilinos de cadeiras locadas, que é outro tipo de relação juridica.Segundo: há associados patrimoniais remidos (que não pagam ou não deveriam pagar nem mensalidades e nem ingressos) e há associados patrimoniais não remidos (chamados “normais” que pagam ou deveriam pagar mensalidades, quiçá ingressos, total ou parcialmente): Terceiro: há associados remidos que não pagam mensalidades e que, todavia, não são proprietários de títulos patrimoniais. Não devem mensalidades, quiçá ingressos. Quarto: Os associados contribuintes pagam ou deveriam pagar mensalidades integrais e não pagar ingressos. Quinto: e há os chamados sócios torcedores, uma categoria especial não explicitada nos estatutos, mas apenas nos contratos celebrados com o clube, que possuem os mesmos direitos dos associados contribuintes, porém pagando a metade da mensalidade desses e arcando com o preço dos ingressos subsidiadamente (parece)Sexto: os únicos associados que possuem direitos sobre parcelas indistintas do patrimônio do clube são os patrimoniais, que receberam inúmeros nomes ao longo do tempo os quais servem, até hoje, como elementos de confusão no Quadro Social. Exemplo: todo o associado , detentor de direitos sobre títulos emitidos pelo Grêmio em representação dessas parcelas de propriedade de seu patrimônio, é juridicamente “SÓCIO DE FUNDO SOCIAL”. As bobagens que foram ditas a respeito por celebridades gremistas atuais bem como por outras menos notáveis são fantásticas.
    Em breve síntese, esse o perfil do que deveria constar do Quadro Social do Grêmio em face dos seis estatutos que regularam a matéria, nos últimos 80 anos de vida associativa. Não é esse o perfil exato do que reside lá. Portanto, antes de resolver-se o caso dos associados do Grêmio na Arena, impõe-se uma varredura nesses direitos históricos DENTRO DO CLUBE.
    tudo isso está esmiuçadamente exposto no meu livro por sair. Só depois desse inventário, prospecção e adequação desses milhares de associados às suas reais situações jurídicas perante o clube, poder-se-á efetivamente estabelecer prioridades no Estádio Arena. É um trabalho ciclópico, que o clube vem empurrando com a barriga, a pretexto de que o problema só advirá daqui a tres anos, quando concluida a obra. É uma luta que venho tendo desde que essa história começou e que, parece, não tem tido ressonância. Então, vai ser publicado todo o espectro do problema. Um abraço do Cacaio (att, vai sem correção por que escrevi na corrida)

  39. Marcos: a Associação está estacionada, stand by, à espera do livro. Há 684 gremistas nessas condições, catalogados no compu. A obra, a sua vez, está à espera de uma solução gráfica, posto que há , encartadas, tabelas e planilhas comparativas de direitos associativos, alcançados ao longo dos diversos estatutos (6) pelos adquirentes e inscritos, de dificil compreensão pelo leitor, sem a sua vizualização completa, ocupando um espaço muito grande. Conseguiu-se a sua exibição mas fragmentada, o que torna talvez até enigmáticos o seus conteúdos. Quanto à política do Quadro Social atual (assistentes sem ingressos – 20.000) , nada posso te informar, posto que não trabalhei com suas realidades operacionais, mas com as dos estatutos e contratos. Creio que os diversos e sucessivos estamentos do Quadro Social, no Grêmio, sempre seguiram as orientações de suas direções executivas respectivas, essas ditadas pela sua compreensão ou entendimento particular sobre o que seriam “direitos dos associados”. Ou seja, na base do “eu acho”. Atualmente, sei,está na mão de pessoas muito capazes – as anteriores também – mas seus horizontes são apenas os executivos ( “como fazer”) – e não “porque estamos fazendo”. Abraços.

  40. E há quem ache (de achar, mesmo) que isso será plenamente resolvido com a conlusão da Arena, tudo uma questão de boa-vontade e de gremismo.

    Olímpico ou Arena, o problema é o mesmo e precisa de solução, não de procrastinação.

  41. Uma notícia para o tal de Alex, emissário dos Metralhas: tchê, tu estás ficando fora de moda, desatualizado. A reunião do conselho teve 192 conselheiros presentes. Os 192, portanto, todos os movimentos do Grêmio, aclamaram de pé e sob aplausos a indicação dos novos conselheiros da Empreendimentos: Dr. Geraldo da Gama e Engº Evandro Krebs. Tem um ditado popular que diz: a inveja é uma m…

  42. Meu caríssimo Cacaio (AC Azambuja, para quem não sabe)

    Sou forçado a concordar contigo no tocante a necessidade premente de se ordenar (= pôr em ordem)a situação dos sócios do clube, diante das inúmeras e diferentes qualificações existentes, levantadas pelo teu estudo.

    E isto deve ser feito com brevidade, até para assegurar e resguardar direitos adquiridos dos sócios.

    Porém, sem a conclusão deste trabalho de regularização, qualquer discussão relativa à direitos dos sócios na Arena me parece prematura, pois, sem conhecermos a real situação das categorias elencadas por teu levantamento, não há como querer-se contemplar qualquer tipo de privilégio a esta ou aquela classe na nova casa tricolor.

    Proponha tal ordenamento das categorias de associados e conte com o meu apoio, pois isto virá em benefício da própria agremiação.

    Abraço

    Marcelo

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