Época de eleição para o Conselho Deliberativo e novamente algumas questões voltam a ser debatidas. A que quero explorar aqui é a dos ilustres (?) gremistas que são conselheiros e novamente aparecem nas chapas – mesmo que alguns deles não de se deem ao trabalho de irem ao Conselho de vez em quando.

Primeiramente, viagra 60mg creio que pessoas influentes na sociedade como grandes empresários e políticos devem fazer parte da vida do clube, pharm e já fazem. Todavia, click o título de conselheiro lhe é dado para justamente trabalhar em prol da instituição – mesmo que os poderes do Conselho sejam limitados.

Para isso, seria bom que ao menos eles fossem a reunião, mesmo sabendo que alguns deles já fizeram e fazem muito pelo Grêmio nos bastidores do clube e sociedade. Já que as ausências destes senhores são notadas frequentemente nas listas de presença de reuniões do Conselho, é hora de o Grêmio evitar esse desgaste. Mas como?

Alguns gremistas, entre estes eu, pensam que o clube precisa criar um título simbólico para estas pessoas influentes fazerem parte da vida do clube sem precisarem ir às reuniões – além do mais, é impossível (num primeiro momento) tirá-los do Conselho. Até pelos serviços prestados.

Que o clube dê o primeiro passo criando uma alcunha, que maldosamente sugiro ser Conselheiros 66, para que estes senhores – uns 20, 30 – sejam contemplados e fiquem livres de eleições para que o restante dos conselheiros eleitos pelos sócios possa trabalhar em prol do clube e sejam punidos caso não estiverem obedecendo ao estatuto.

A influência destes ilustres conselheiros é importante para o Grêmio. Em contrapartida, também é fundamental para a instituição que o estatuto seja cumprido. Ninguém é contra estas pessoas que circulam na alta sociedade e são agentes políticos importantes, o que nos incomoda é o desrespeito com o Grêmio.

Acomodem os ilustres e abram espaço para quem quer trabalhar. Renovar a vida política do clube com qualidade é preciso.

 

Abração hein?!
@alemaopizoni

 

 

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4 comentários

  1. Estas pessoas que circulam na alta sociedade e são agentes políticos importantes não precisam ser conselheiros para ajudar o GRÊMIO. É conselheiro, DEVE SIM respeitar o estatuto. Não tem tempo para comparecer às reuniões, deixem então para quem pode e para quem quer.

    Esses “medalhões” não precisam de nenhum título simbólico. Se eles quiserem ajudar o clube, eles ajudarão independente de alcunha qualquer.

  2. Concordo com a ideia da segmentação do CD para incluir o Conselho dos Notáveis.
    Alem disso, creio que depois da pulverização das chapas, se pense em organizar a eleição do CD de outra forma, que permita uma negociação mais intensa antes do registro das chapas. Acho que o problema está piorando antes de melhorar

  3. Como conselheiro que sou e faço 250 km
    Ida e volta de Bento Gonçalves a Porto Alegre, tendo faltado a somente UMA reuniāo (era solene, nāo deliberativa) por estar em viagem, sugeri que esses notáveis tivessem qualifcaçāo diferenciada no CD. Sugeri “CONSELHEIRO HONORÁRIO” ou equivalente.
    Nāo acho correto eu fazer 250 km e outros morando próximos faltando às reuniões. Vamos ver se a gestāo vindoura do CD o assunto entre em pauta.

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