O Mesa de Bar do Grêmio, online que tem por objetivo fomentar a discussão entre os gremistas dentro de um ideal que prima pelo respeito a opinião e que busca o bem do clube, informa que todos seus colaboradores podem apoiar qualquer candidato à Presidência do Grêmio, ficando livres para postarem o que bem entenderem sobre a próxima eleição. O Mesa de Bar não apoiará nenhum candidato, entretanto, seus colaboradores têm liberdade para assim o fazerem se quiserem.

Esperamos que os presidenciáveis, além de nomes, tragam projetos para o clube. O Grêmio necessita de uma profunda mudança política e administrativa para, com a chegada da Era Arena que se aproxima, entrar de vez no século 21.

Sócio, se informe sobre as propostas dos candidatos e faça parte do processo eleitoral. O clube ganha com a participação de todos. Acesse http://gremioeleicoes2012.com.br/ e fique bem informado sobre a eleição.

Que o processo eleitoral seja limpo e que a briga seja entre projetos e não entre egos.

Vamos Grêmio!

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2 comentários

  1. CARTA ABERTA AO GREMIO E SUA IMENSA TORCIDA
    Sou apenas um torcedor, não sou sócio (ainda), apenas um simples torcedor entre os milhões deste fantástico clube, nem pertenço a qualquer torcida organizada ou movimento.
    Venho acompanhando atentamente as considerações que a imprensa e a torcida vem fazendo a respeito da política no Grêmio e tenho a certeza que os homens que decidem no clube haverão de encontrar um bom termo, sem que afete a excelente campanha que o time comandado por Luxemburgo vem fazendo no Brasileirão.
    Aproveitando o mês de setembro, de aniversário do Grêmio e de eleições, sinto-me no dever de tecer algumas considerações sobre esta que considero ser a mais importante eleição dos últimos tempos. Para tanto, recorro ao estilo do mestre David Coimbra (melhor jornalista gaúcho da atualidade) e à sua verve histórica.
    Para ilustrar minhas ideias, me valho de um fato histórico da moderna civilização: A Batalha da Inglaterra.
    Inglaterra, 1940, inicio da segunda guerra mundial. Hitler, depois de conquistar a Europa continental, decide invadir a Inglaterra. Para este feito, é necessário que a Luftwaffe varra dos céus ingleses a RAF. Inicia-se a maior batalha aérea até hoje registrada: A Batalha da Inglaterra.
    No lado inglês, o comandante em chefe da força aérea, Sir Hugh Dowding, excêntrico, irritante, obstinado, competente e criador do Comando de caças da RAF, lidera os cerca de mil extraordinários caças Hurricanes e Spitfires, pilotados por jovens ingleses habilidosos e bem treinados. No lado alemão, sob comando de Hermann Göring, mais de três mil aviões, destacando-se os caças monomotores Bf 109, excelentes aeronaves.
    Para a defesa inglesa, Dowding criara uma teia de radares e dividira o comando de caças em 4 regiões, sendo as principais a de nº 11, responsável pelo sudeste inglês e por Londres, sob o comando do brigadeiro neozelandes Keith R. Park, e a de nº 12, que cuidava do sudoeste da Inglaterra, sob o comando do brigadeiro Trafford Leigh-Mallory. Leigh-Mallory não nutria simpatia por Park e muito menos por Dowding, apesar de estar sob o comando deste. Considerava-os um empecilho em suas ambições no ministério da aeronáutica inglês.
    A estratégia inglesa funciona bem nos dois primeiros meses, no entanto no final de agosto, inicio de setembro, a Luftwaffe começa a provocar abatimento nos defensores. Na região nº 11, Park recebe o grosso dos ataques alemães e começa a perder sua reserva, responsável por patrulhar as bases enquanto os caças reabastecem e remuniciam. Pilotos no limite do cansaço são obrigados a fazer três, quatro incursões em um mesmo dia. Alguns desabam sobre os manches, exaustos,com os motores ligados, ao chegarem de volta às bases. A infraestrutura inglesa já está seriamente abalada pelo constante bombardeio alemão. Moças inglesas da WAAF trabalham juntamente com os homens em terra, mesmo sob bombardeio, para colocar os aviões no ar o mais rápido possível. Pilotos reservas chegam para substituir as baixas e muitos não tem nem tempo de desfazer as malas, morrem sem ao menos o pessoal de terra saber seus nomes. A tênue linha defensiva inglesa está prestes a ceder.
    Neste ritmo alucinante, Park, horrorizado, se dá conta que, ao perder bem mais aviões que o normal em uma batalha especialmente ferrenha pela manhã, não terá NENHUMA cobertura aérea na hora de reabastecer, na volta da incursão da tarde. Liga para Mallory, solicita um esquadrão “emprestado”, pois Mallory ainda tem uma folga, já que cobre uma área menos conflagrada. Discutem, digladiam egos, ressentimentos antigos vêm à tona. Ambições pessoais são colocadas na frente do dever. Enfim, depois de preciosos minutos, Mallory cede. Irá enviar ao menos um esquadrão. Confiante em Mallory, Park ordena a decolagem dos caças britânicos para combater aviões alemães que já encontram-se sobre o canal.
    Praticamente juntos, depois da batalha, os aviões remanescente do grupo 11, começam a voltar para reabastecer. Park desespera-se ao perceber que o esquadrão prometido por Mallory ainda não chegou. Os caças começam a pousar para reabastecer, e AINDA NÂO HÁ COBERTURA ÀREA. Os caças permanecem em terra, inofensivos, parados, enquanto cerca de duzentas pessoas, entre pilotos e pessoal de terra entram em desespero. Vasculham o céu, para o noroeste, esperançosos, em busca do esquadrão de Mallory, para o sudeste, temerosos, em busca de alemães. Pilotos aguardando em suas carlingas abertas temem serem abatidos em terra. O pior está por vir. Bastaria apenas um pequeno esquadrão de caças alemão para aniquilar em minutos o grupo nº 11 inteiro. A tênue linha defensiva inglesa ruiria, abriria um rombo no sudeste inglês. Fatalmente a Inglaterra cairia. A Inglaterra seria nazista. Por uma hora, os corações dos ingleses pareceram parar. Por uma hora, a história da civilização moderna poderia ter sido inapelavelmente reescrita.
    Sem a Inglaterra servindo como plataforma operacional, jamais aconteceria o Dia D. Não haveria a invasão da Normandia pelos aliados, em junho de 1944. Hitler se encastelaria em seu Reich milenar europeu e dali não mais sairia.
    Mas, para espanto inglês, NENHUM avião alemão apareceu naquela hora fatídica. Talvez devamos este fato a alguma intervenção divina ou incompetência alemã, mas o certo é que nossas vidas não seriam como são hoje, não fosse esta sorte incrível.
    Mas porque Mallory não enviou os aviões à Park, e quase reescreveu nossa história?? Na verdade, ele realmente enviou os aviões, mas, em seu egocentrismo mastodôntico, reservou-se a si a ultima palavra, sem avisar Park: “enviarei os aviões, mas EU DECIDO QUANDO”. Por uma hora, este senhor colocou suas ambições, egocentrismo, ódios, desavenças pessoais, acima das necessidades inarredáveis da Inglaterra e de seu povo. Ficou cego de ódio e rancor. Deixou de ser um HOMEM na acepção da palavra. Faltou com sua responsabilidade profissional, com a confiança que milhões de ingleses depositavam nele, incondicionalmente. Atrasou deliberadamente a transferência dos aviões.
    Egos inflamados, diferenças pessoais e o ódio definitivamente não são bons conselheiros.
    Voltando ao nosso Grêmio.
    Que jamais esqueçamos e deixemos de honrar aqueles que, heroicamente foram ao outro lado do mundo e trouxeram o maior titulo que este clube já viu.
    Que não percamos das nossas vistas aqueles que, com o Grêmio abatido, tiveram a fibra de levantá-lo em uma jornada inigualável nos Aflitos.
    Citando estes dois acontecimentos históricos, saúdo a TODOS que dedicaram parte de suas vidas a ajudar o Grêmio, desde sua fundação.
    Senhores, o Grêmio vive um momento impar em sua história, com nosso time rumando firme para conquistar o brasileiro, sob a batuta forte de Luxemburgo e jogadores que são homens na acepção da palavra. Em breve estaremos mudando para a Arena, outro feito espetacular, DE TODA A TORCIDA, PORQUE A ARENA É DE TODOS OS GREMISTAS, QUE IRÃO AJUDAR A PAGAR POR ELA.
    Senhores, o Grêmio, acima de tudo, PRECISA SER PACIFICADO.
    Não é mais possível confrontos infantis de egos, como estamos infelizmente acostumados a ver.
    É preciso que estas pessoas parem e reflitam sobre o que estão fazendo pelo Grêmio. Ou será que não gostam de ganhar títulos? O GREMIO deve estar sempre ACIMA de suas diferenças pessoais. O GREMIO NÂO È COMPOSTO SOMENTE PELOS SENHORES, e sim por MILHOÊS DE GREMISTAS espalhados pelos quatro cantos do mundo, que confiam incondicionalmente nos que, de alguma forma, ajudam a tocar o clube.
    A RESPONSABILIDADE dos senhores é infinita e intransferível.
    Acreditem, a HISTÓRIA lembrará quem foi um verdadeiro gremista, um verdadeiro ESTADISTA nesta hora grave do Grêmio, assim como cobrará aqueles que contribuírem para a derrocada do clube.
    O GREMIO UNIDO É INVENCIVEL.
    Encerro, conclamando a todos gremistas que sejam positivos em suas criticas e que apoiem irrestritamente o time, técnico e jogadores, pois unidos chegaremos lá.
    “Nunca, no campo do conflito humano, tantos deveram tanto a tão poucos” – Winston Churchill, sobre os pilotos ingleses na Batalha da Inglaterra.
    Silvio Nickele – um torcedor, entre milhões.

  2. Dos últimos 10 anos sem ganhar nada a turma do Odone ficou na Gestão 6 anos, e querem saber o saldo, 2 gauchões tá bom? Se estiverem contentes votem nele, meu voto é contra isso, não vou apoiar quem tem esse histórico horrível. Voto quem qualquer um menos nele, mas como tem o Koff voto nele.

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