Se antes do jogo contra o Bahia existia uma choradeira forte, cialis tristeza, temor por rebaixamento, tentativa de suicídio ou apenas geração de pânico devido à pressão eleitoral que está por vir, quinta-feira amanheceu seis pontos diferentes e com um cenário completamente diferente.

Vencemos o Bahia, vencemos o Cruzeiro, marcamos seis gols, levamos um, um jogo importante fora, um jogo importante dentro de casa e por fim, acordamos no G4.
Mas sem pânico, como diz o técnico Portaluppi, tem que ter o pé no chão, o campeonato não está nem na metade.
Gosto muito dessa postura de ter o pé no chão, não achar que vai ser baraba o que se tem pela frente. Manter uma sequências de vitórias é complicado porque conforme ela aumenta, os adversários entram mais obstinados para derruba-la.
Estou feliz, pelo Dida ter pego o penal em um momento importante da partida. Pelo gol de Werley que veio em bom tempo. Pelo Barcos e Kleber terem feito gols.
Nem tudo é tanto céu, mas também não é esse inferno que ficam tentando nos vender. Vamos com calma e sangue no olho.
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Para completar o folclore popular, no último texto falei da minha camisa da sorte. Pois bem, usei ela novamente. Vamos ver quantas sequências ela nos dá!
PS: tome cuidado, “winter is comming“. Muita gente vai aparecer prometendo fundos. Fique ligado em quem está querendo o bem do clube e quem está querendo o mal do clube para poder fazer o bem do seu modo. A finalidade pode parecer a mesma, mas o caminho e o modo deve ser avaliado junto. Nesse caso o fim não justifica os meios.

Publicado por Fane Webber

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1 comentário

  1. Mais um jogo pra dar confiança ao grupo, e o terceiro líder batido pelo Grêmio.

    Ainda existem alguns problemas, no primeiro tempo o cruzeiro foi melhor, mas não adianta ser melhor e não botar a bola dentro do gol.

    Também tínhamos um armador novo, e esquema mudando novamente. Mas o renato soube trocar quando precisava e o Grêmio soube se defender e aproveitar a vantagem quando teve.

    Já vi gente crucificando o Maxi, no primeiro jogo do guri como titular, contra o líder do campeonato e contra uma dupla de volantes que estava jogando muito bem. Engraçado ver os entendidos ditando que um jogador não presta antes mesmo de terminar o primeiro tempo como titular, parece que nunca ouviram falar na palavra sequência ou adaptação. Provavelmente são os mesmos que diziam que o Fernando era uma perda de tempo, que o Alex Telles (que ainda tem muito o que evoluir) não prestava nem pra cortar grama, e que o Ramiro (outro que vem bem e tem muito chão pela frente) não daria certo por que era muito baixo.

    Ai depois choram as pitangas por que o clube não revela ninguém.

    Da-lhe Grêmio!!!

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