A culpa é das Estrelas.

Direto do Blog do Mosqueteiro – http://blogdomosqueteiro.blogspot.com.br/2014/08/a-culpa-e-das-estrelas.html

Saudações Tricolores.

Não é o time. Não tem nada a ver com o time.

Nem com a gestão. Também transcende as gestões.

Na raiz dos problemas estão as pessoas.

Que me desculpem os defensores de projetos, advice aqueles que acreditam que os nomes não são importantes.

O Grêmio não precisa de projetos.
Não é o #AvançarJuntos ou o #VemproGrêmio ou o #GremioMaior que vai salvar o Grêmio. Não precisamos de hashtags nem de virais.

Precisamos de pessoas.

Pessoas que não queriam ser lembradas por embates históricos de retórica dentro do Conselho.

Pessoas que executem. Que façam. Que não apontem o dedo. Que estejam dispostas a ouvir seus amigos, mas ainda mais dispostas a ouvir aqueles que não são seus amigos.

Pessoas de mente aberta. Que consigam superar as diferenças.

Pessoas que consigam unir a experiência com a renovação. Vinda de onde vier. Que sejam imunes a “vetos” sugeridos por terceiros.

Ah, mas o consenso é ruim. O consenso é nocivo. O consenso é burro, alguns dirão. Engraçado que alguns exaltam como positivo o consenso formado dento dos movimentos, no seu “petit comité”. Aí é coerência. Aí é comprometimento com o grupo.

Para estes eu respondo com uma frase: “Quem continua fazendo o que sempre fez, vai continuar obtendo os mesmos resultados”.

Infelizmente eu olho e vejo que temos cada vez mais do mesmo.

Padrinhos e afiliados. Com uma continuidade de ranços, ódios e disputas. Muitos preocupados em desfilar suas plumagens e uns poucos dispostos a carregar o piano.

O Clube se transformou ao longo dos anos em um incinerador de pessoas. Um competente promotor da discórdia.

E daí decorre a enxurrada de acusações que nos fazemos diariamente a respeito de jogadores, esquema, treinadores, relação com a torcida, com os colorados da imprensa, com o Ministério Público, EPTC, Brigada Militar, Poder Público em geral e até sobre o racismo.

Foi a política que nos trouxe até aqui e somente ela poderá nos salvar em algum momento. Tenho absoluta certeza disso.

Qualquer vitória ou conquista será efêmera e enganadora enquanto o real problema não for atacado.

Alguém precisa coragem para começar.

Bom final de semana.
@blogdomosquetei

Sempre Imortal, o blog da torcida GREMISTA!

Participe da discussão

39 comentários

  1. Acho que o Grêmio e a Arena vão ter que evoluir para o cadastramento biométrico na entrada dos torcedores.
    Só entra quem estiver cadastrado, facilita na identificação de problemas e o controle no caso dos marginais proibidos.
    Ta na hora de evoluir e o Grêmio começar a agir pra conter os marginais.

  2. Essa é uma das soluções. O clube não pode ser punido por uma atitude que a Justiça Comum ainda não decretou como atitude racista.

  3. Dr. Preis disse em seu twitter que no bolo de pessoas que gritavam, estavam lá 06 pessoas negras no mínimo. Racistas?

  4. O preconceito não é contra os negros. O preconceito é também contra os pobres mal vestidos, sem educação, sem estudo, sem trabalho, sem casa, sem nada e aí se incluem negros, pardos, amarelos….

    Se um branco com cara de bandido bater na nossa porta pedindo alguma coisa, nós não vamos nem atender, mas se um negro bem arrumado fizer a mesma coisa, será atendido.

    Já examinei curriculos para contratação de funcionários e as duas vagas foram preenchidas por negrão, porque eles eram mais competentes.

  5. O problema está no termo macaco.

    Se chamar de azulão, mussum, urubu, pavão, corvo, aranha, buldogue, morcegão, e por aí vai… Tudo isso não será considerado racismo.

    Mas chamar um negro de macaco. É racismo!

    Chamar um branco de macaco, não é racismo.

  6. Uma pena de punição não pode ultrapassar a pessoa do acusado. Se o STJD punir, não poderá chover ações na Justiça Comum??? Eu não vou ser rotulado de racista por causa de meia dúzia.

    Se eu sofrer ato de injuria racial num estabelecimento comercial pelo gerente, O estabelecimento será fechado? óbvio que não

  7. que o GREMIO gaste uns 2/3 /5 milhoes E coloque ” biometria ” nas entradas . e depois FACA 1 limpa , e SE acontescer DENOVO que se va EXPLUINDOOOOOO 1 por um ! ( pq o GREMIO nao coloca no SITE 1 MENGAGEM contra o RACISMO / EM DESTAQUE sempre ???????? inclusive AO REDOR DA ARENA ??

  8. Quando uma parte da torcida chama o Richarlison ou qualquer outro jogador de viado, está sendo tão racista quanto essa moça. A intenção é ofender o atleta. Mas chamar alguém de viado é racismo contra quem é homossexual? Evidente que sim. Alguns chamam de homofobia.

  9. Jogo de volta contra o Santos está suspenso. Esta é a melhor notícia, não vamos ser eliminados pelo Santos e sim pelo STJD.

    1. Acredito que todos clubes de futebol são unânimes em dizer que o clube não pode ser punido por atos de seus torcedores.

      Se um grupo pequeno cometeu ato de racismo e isso teria que ser apurado pelas autoridades competentes, devem ser punidos e receber educação.

      A discriminação fere a sociedade inteira não apenas a pessoa que sofreu a ofensa.

      Há um bom tempo a expressão “macaco” tem sido interpretada como atitude racista dentro de estádios de futebol.

      Cedo ou tarde tais atitudes vão prejudicar o próprio clube em razão de uma minoria.

      O Grêmio leva em sua camiseta uma estrela que homenageia a um jogador negro chamado Everaldo.

  10. O Grêmio pode colocar tudo a perder se o advogado do clube der uma entrevista. Ele sempre fala que o clube tem que ser punido.

  11. Até o advogado é ruim.

    E aqueles macaquinhos brancos e os micos leão dourado? É racismo chamar alguém de “Mico Leão Dourado”. Tem o Souza, acho que está no Cruzeiro que é parecido com um mico leão dourado. O cabelo dele é da mesma cor.

  12. Temos todos os poderes do futebol contra nós … Inveja da ARENA … Raivosos da imprensa não isenta …
    E direções tímidas que pensam mais em si que no clube …
    Não podemos jogar um chocolate no gramado … estão atentos os adversários …
    Falar em macaco, mesmo que o goleiro abuse da paciência do mundo … que os árbitros errem primariamente contra nós … é dar munição para esse pessoal manjado … chamar a mãe do juiz de meretriz passa …
    Mandar o árbitro tomar no … pode … do lado dos poderosos vermelhos …
    Estão brincando com a inteligência do torcedor …

  13. Barbaridade, olha o que o nosso belo advogado disse: 
    — Fomos formalmente notificados pelo STJD. O julgamento está pautado para a mesma quarta-feira (da semana que vem), Estamos analisando a denúncia da Procuradoria para ver que medidas tomar. Penalizado o Grêmio vai ser. Mas (a exclusão da Copa do Brasil) é uma atitude extrema, que nunca aconteceu no Brasil — disse à Rádio Gaúcha o advogado do Grêmio, Gabriel Vieira. 

    Mas que belo advogado que se entrega antes da batalha!!!!!!!!!

    1. Eu não disse? Está aí… ele mesmo já condenou o clube.

      O advogado deve buscar ao extremo a absolvição, porque o clube não pode ser punido por ato que nem sequer veio das sociais.

      Eu queria que o Dr. Preis fosse defender o clube, esse conhece.

  14. Mais um argumento. Quando diz que uma pessoa cometeu um mico, está sendo racista??E se essa pessoa for um negro?

    Penso que o estudo sobre o que caracterizaria racismo precisa ser melhor aprofundado, caso contrário qualquer ofensa a um negro é racismo.

    Acredito que os negros se sentem desconfortável. Foram escravizados, torturados, humilhados, retirados de seu continente. Receberam a liberdade e o racismo oriundo de uma escravidão continuou oculto na sociedade. O povo negro faz parte da camada mais pobre da nossa sociedade.

    Um povo injustiçado! Ser humano humilhando ser humano. É abominável!

    Estamos numa sociedade hipócrita. Muitos que jogam e apontam o dedo para esses torcedores são aqueles que fazem piadinhas com negro. Já vi pessoas antes de falar mal ou contar uma piada de negro, olhar para os lados. E depois, afirma que não é racista.

    Apenas acho que existem certos exageros por parte da imprensa. A questão é de educação.

    Se esses torcedores não foram educados ou agiram totalmente na emoção do jogo e na paixão por ver nosso time sendo batido, assistindo um goleiro que ficou provocando o jogo inteiro como disse o árbitro.

    Ao chamar alguém de macaco com conotação preconceituosa, seja negro ou branco, estará dizendo que tal pessoa é inferior, um primata. Isso provavelmente, pode se caracterizar uma prática racial ou um mera ofensa.

    O problema não está na semelhança com o macaco, pois o branco também se assemelha.

    A questão toda está na discriminação que inferioriza uma determinada pessoa em razão da cor.

  15. Sou contra qualquer manifestação de racismo … Mas até meus amigos negros não entendem macaco como ofensa …
    Agora … corno … veado … filho da puta … sim …

  16. Texto para a gerência:

    O Centenário do Primeiro Negro com a Camisa Gremista

    O dia 19 de maio de 2012 é uma data histórica!

    Há exatos cem anos o ground da Baixada encontrava-se alagado, mas naquele domingo cinzento, todos queriam jogar. As longas caminhadas que os jovens faziam para poderem desfrutar de momentos esportivos com uma pelota encantava a todos na cidade, não importava se estes se deparavam com um pouco de barro ou algumas poças d’água num campo de futebol.

    As equipes do Grêmio, o Porto-Alegrense da época, haviam acertado duas partidas contra o Nacional, a partida inicial – conhecida hoje como preliminar- seria disputada pelo “segundo quadro” e a partida principal valeria para o campeonato da Liga Porto-Alegrense.

    O estado do gramado chegou a ser motivo de discussão devido aos adiamentos das partidas. Uma resolução permitiria então, a transferência dos jogos para o domingo seguinte. No entanto, o capitão do segundo quadro do Nacional exigiu que a partida fosse realizada.

    Então, de comum acordo, o Sr. Mendonça, juiz do Internacional, escolhido para os matches daria condições para que as partidas se realizassem.

    A primeira partida terminou com resultado de 9×2 para o Grêmio e a segunda com o placar de 8×0, mesmo com a interrupção aos 28 minutos da segunda etapa, devido falta de luz natural.

    Mas não são os scores, muito menos a partida principal o foco deste texto.

    A equipe que entrou em campo na partida preliminar era formada basicamente por jogadores, associados do clube do ano vigente e do ano anterior (1911 e 1912). E lá estava ele: Antunes.

    Antunes não foi apenas um dos jogadores a vencer o Nacional, mas sim, o primeiro negro a vestir a camisa do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense.

    Segundo meus estudos, seu nome completo seria Armando Luiz Antunes, um negro, associado do Grêmio, o maior clube da cidade.

    É complexo definir uma raça, definir o branco, o mulato, o pardo, o negro. No passado, o homem de raça escura buscava no “branqueamento”, no disfarce da cor, uma ascensão social. Para a sociedade da época, ser branco era ser superior. Um grande erro, provado durante o curso da história.

    Hoje, a mudança da sociedade faz com que o branco queira ser negro, muitas vezes, para entrar na disputa pelas cotas nas universidades, para sentir-se como a maioria do povo brasileiro.

    Não há certo, nem errado, há uma mudança de pensamento da sociedade, estamos mais flexíveis com relação às alterações sociais.

    É importante perceber que quando o futebol foi criado, a comunidade escravocrata não estava inserida no contexto social. O esporte foi criado e praticado por brancos, ingleses, europeus e posteriormente, pelo povo brasileiro. Aqui no Rio Grande do Sul, o primeiro clube surgiu em 1900, o Sport Club Rio Grande; e a abolição da escravatura não tinha ainda nem completado duas décadas. Mesmo com esta transição lenta, como é comum em qualquer sociedade, o Bangú já ousava ao escalar o seu primeiro homem “de cor” em 1905.

    Aos poucos, o Bahia, o Vasco da Gama e o Fluminense quebravam o preconceito em relação às raças. Em 1914, um negro chamado Carlos Alberto maquiava-se com “pó de arroz” e vestia a camisa do Fluminense, tentando disfarçar sua cor.

    No Rio Grande do Sul, um Estado colonizado basicamente por alemães e italianos, a inclusão era ainda um processo mais lento e complicado. Mas já mostrávamos sinais de mudanças, exemplo disso seria o time do Guarany de Bagé, campeão estadual de 1920, que mantinha negros e uruguaios na sua equipe.

    Os negros começaram a organizar as suas ligas para poder jogar futebol. Em Porto Alegre foi criada a liga independente dos “Canelas Pretas”, após o ano de 1910. Uma década depois, em Pelotas, era formada a liga “José do Patrocínio”; já em Rio Grande formava-se a liga “Rio Branco”.

    Em 1928, o Americano rompeu o preconceito, com Alegrete e Barulho; posteriormente o Internacional, com Dirceu Lopes; logo após, o Cruzeiro e o São José foram incluindo os negros nos seus plantéis. Mas os negros eram tolerados e não aceitos de forma ampla.

    No Grêmio, a lenda do Tesourinha foi uma das maiores jogadas de marketing do futebol gaúcho. Tesourinha não foi o primeiro negro a vestir a camisa tricolor, mas ele era a pessoa certa para quebrar este paradigma.

    Tesourinha era negro, simplesmente o maior jogador que já havia passado por aqui, estava jogando no Vasco da Gama, em idade avançada e louco para voltar ao Rio Grande do Sul. O bom relacionamento dos dirigentes do Grêmio com os dirigentes do Vasco da Gama, a instauração de uma nova era, a transição do velho estádio da Baixada para o novo estádio Olímpico eram os pontos fundamentais para a extinção do paradigma de racismo no clube germânico.

    Mas antes de Tesourinha, desfilaram mais de duas dezenas de negros. Laxixa, Mário Carioca, Hélio, Prego, Jorge, Hermes Conceição. Antes do primeiro negro vestir a camisa colorada, Maldonado, Saraiva, Silva, Neco e Adão Lima já haviam suado muitas camisas tricolores e conquistado muitas vitórias.

    Os “filhotes do Grêmio” – hoje considerada uma espécie de categorias de base – possuíam na sua equipe da década de 20 vários jogadores negros.

    Mas, ironicamente, um clube considerado racista por muitos até hoje, é um clube popular e pioneiro.

    Falar que o Grêmio é um clube racista é, no mínimo, não ser conhecedor de sua gloriosa história.

    O Grêmio possui a maior torcida do Estado, e consequentemente, a maior parcela de negros na sua torcida. O autor do terceiro hino tricolor, vigente até hoje, era negro. A única estrela constante na bandeira tricolor é em alusão a um negro, Everaldo. E cabia ao Grêmio ter em seu quadro associativo um negro, há exatos cem anos.

    Naquele dia histórico, Bowel, Deppermann, Geyer, Py, Ely, Bento, Correa, Antunes, Gertum, Chico e Carlos mostraram a grandeza do Grêmio e aplicaram 9 gols no Nacional. Carlos (4), Correa (4) e Ely “cravaram” na história o orgulho de ser gremista e modelo para os demais clubes.

    Parabéns Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense.

    Fábio Mundstock

  17. Nas palavras de Celso Delmanto, “comete o crime do artigo 140, § 3º do CP, e não o delito do artigo 20 da Lei nº 7.716/89, o agente que utiliza palavras depreciativas referentes a raça, cor, religião ou origem, com o intuito de ofender a honra subjetiva da vítima” (Celso Delmanto e outros. Código Penal comentado, 6ª ed., Renovar, p. 305).

  18. A direção, que eu sempre critico, tá se saindo bem nas respostas.

    Não sei se nos livramos de alguma pena, mas de omissão diretiva não dá pra reclamar.

  19. Agora sabemos que o problema do Grêmio não era jogar o primeiro jogo fora se confiando de que iria resolver em casa.
    O problema é que vai amarelar sempre no primeiro jogo, não importa se em casa ou fora.

  20. Vai se abrir um precedente jamais visto, pois o Grêmio será punido e pagará como Cristo. O que o Grêmio pode fazer contra atos de terceiros que entram na Arena? O clube faz campanha contra atos de racismo, mostra vídeo nos jogos e mesmo com todas essa atitudes será punido. O Grêmio já está punido, uma vez que a partida de volta já está suspensa. O STJD vai satisfazer a mídia lacaia e a sociedade hipócrita, fato!

    Agora, depois de sermos punidos e mesmo apresentando os culpados não vai mais adiantar se eximir de culpa, pois se eu quiser ir num estádio prejudicar propositalmente meu adversário fazendo gestos de racismo ou jogando banana no campo e as pessoas me entregando as autoridades o tal clube será mesmo assim punido???? A partir de agora, será!

  21. O Grêmio vai processar a placar. Aí sim, gostei de ver.

    Falta fazer o mesmo com o baldasso e a espn, daí pelo menos nossa honra ficará intacta.

  22. Acredito que todo o torcedor do Grêmio foi ofendido. Pensarei em ingressar com ação judicial de forma individual contra a revista placar.

    Acredito que seria caso de representação junto ao Ministério Público Estadual para uma ação civil pública.

  23. http://zh.clicrbs.com.br/rs/esportes/gremio/noticia/2014/08/casa-de-gremista-que-cometeu-ato-racista-na-arena-e-apedrejada-4587385.html?utm_source=Redes+Sociais&utm_medium=Hootsuite&utm_campaign=Hootsuite

    A menina se tiver um belo advogado vai tirar uma grana danada de todos os veículos de comunicação que estão enxovalhando sua vida. Ela teve a casa apedrejada e corre risco de apanhar. A mídia atrás de notícia está fazendo um escárnio na vida dela.

  24. Vai representar no mp estadual, cristiano?

    Pra que, perder tempo?

    É capaz deles dizerem que a placar tem razão e exigir o fim do Grêmio…

  25. Acho que não podemos é ficar silentes. Domingo, na Arena, devemos fazer um ato de desagravo. Nós, torcedores, que fomos colocados no mesmo “balaio” que uma meia dúzia de imbecis, não aceitamos a pecha e a generalização de que somos racistas, que alguns setores da mídia, maldosa e injustamente, tentam nos rotular.
    A torcida do Grêmio não é racista! Se, por um ato tresloucado de uns poucos todos tiverem que pagar, então a justiça perde sua credibilidade perante os cidadãos de bem.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.