Eu sei que muitos de vocês já não estão mais a fim de me dar atenção. Também sei que minha credibilidade não está “lá essas coisas” com os internautas – até porque preguei que Zé Roberto tinha lugar no time e, quando teve oportunidades, este jogador (gize-se, deveras qualificado) não correspondeu em campo. Sei que posso parecer polêmico com minhas opiniões, por vezes chato. Não quero ser inconveniente, tampouco desagradável. Como vocês sabem, valoro cada comentário que os posts de minha autoria recebem, bem como cada manifestação de concordância ou crítica que vem dos estimados leitores. Mas, sem mais delongas, preciso repercutir a peleia braba que foi travada ontem no Estádio do Pacaembu, na cidade de São Paulo/SP.
Gostei do resultado. Gostei da atuação no segundo tempo. Gostei da audácia de Renato Portaluppi com o esquema 4-3-3. Porém, merecíamos melhor sorte. Jogamos melhor. Éramos melhores quando Renato retirou o ‘Turboman’ Vargas. O chileno era o único do ataque que tentava algo diferente, que ia pra cima e que estava criado chances de gol. Kleber e Barcos tiveram atuação desprezível, ridícula, patética. Sequer conseguiam dominar uma bola. Bressan e Pará voltaram a jogar o futebol digno de Playmobil que lhes é peculiar. O resultado, assim mesmo, foi excelente. Souza, Ramiro, Riveros e Rhodolfo jogaram demais. Dá gosto de ver o esmero e a dedicação desses atletas tricolores.
Meu único medo e receio volta a ser o mesmo do jogo da volta contra o Santos, válido pela fase anterior da Copa BR: “como o Grêmio irá dar as cartas? Como iremos propor o jogo?” Da mesma forma, espero que possamos fazer 2 a 0, tal como na peleia ante o Peixe. Temos plenas condições, só não podemos vacilar. Trata-se de um confronto de detalhes, muito parelho. Não há espaço para erros. O time do Pastor Tite não vence há sete jogos e vive péssima fase, contudo, exige cuidados especiais.
Vargas é titular no meu time (em que pesem os gols perdidos em momentos decisivos), pois ele é agudo, não se inibe e vai pra cima, ficando com a pelota no pé. Barcos e Kleber jogam futebol similar: enroscam-se entre os zagueiros adversários, lutam muito, mas perdem quase todas as bolas que recebem e pouco arrematam a gol. Precisamos ser mais efetivos no ataque. O problema é que temos no banco Lucas Coelho, Paulinho e Yuri Mamute: jogadores que sabemos que têm potencial, porém que não conseguem mostrar seu melhor futebol quando entram no time.
No jogo da volta estarei na Arena apoiando mais uma vez. Faça você, gremista, também a sua parte, ajudando a lotar a Arena Grêmio! Uma vitória simples de 1 a 0 pode nos conduzir às semifinais…
Tchüss, fussballteigers!!

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